“A Passagem” leva vampiros de volta para o terror
Vampiros. Esta palavra parece implicar, nos últimos tempos, em jovens caindo de amores por criaturas das trevas ou sugadores de sangue aprendendo a lidar com a imortalidade e o início da vida adulta.
Não em “A Passagem”. Lançado neste mês pela editora Sextante, o primeiro volume da trilogia escrita por Justin Cronin não embarca na aura romântica que estes seres adquiriram. É uma história de terror e ficção científica, cujos direitos de filmagem já foram adquiridos e devem ter a direção de Ridley Scott. [Folha]
SINOPSE
Primeiro, o imprevisível: a quebra de segurança em uma instalação secreta do governo norte-americano põe à solta um grupo de condenados à morte usados em um experimento militar.
Infectados com um vírus modificado em laboratório que lhes dá incrível força, extraordinária capacidade de regeneração e hipersensibilidade à luz, tiveram os últimos traços de humanidade substituídos por um comportamento animalesco e uma insaciável sede de sangue.
Depois, o inimaginável: ao escurecer, o caos e a carnificina se instalam, e o nascer do dia seguinte revela um país – talvez um planeta – que nunca mais será o mesmo.
A cada noite, a população humana se reduz e cresce o número de pessoas contaminadas pelo vírus assustador. Tudo o que resta aos poucos sobreviventes é uma longa luta em uma paisagem marcada pelo medo da escuridão, da morte e de algo ainda pior.
Enquanto a humanidade se torna presa do predador criado por ela mesma, o agente Brad Wolgast, do FBI, tenta proteger Amy, uma órfã de 6 anos e a única criança usada no malfadado experimento que deu início ao apocalipse.
Mas, para Amy, esse é apenas o começo de uma longa jornada – através de décadas e milhares de quilômetros – até o lugar e o tempo em que deverá pôr fim ao que jamais deveria ter começado.
“A Passagem” é um suspense implacável, uma alegoria da luta humana diante de uma catástrofe sem precedentes. Da destruição da sociedade que conhecemos aos esforços de reconstruí-la na nova ordem que se instaura, do confronto entre o bem e o mal ao questionamento interno de cada personagem, pessoas comuns são levadas a feitos extraordinários, enfrentando seus maiores medos em um mundo que recende a morte.
Opa, uma visão diferente sobre os vampiros. O mais legal é que eles não brilham a luz do sol
. É sempre bom ver sangue quando se trata dos senhores das trevas. Se a notícia te interessou clique no link da Folha e continue lendo.
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Cara, parece um pouco com Noturno escrito pelo Del Toro e pelo Hogan – por sinal também um ótimo livro.
Na certa esse aí vai para a minha “lista de livros a serem adquiridos”. xDD
ALELUIA!!!
Depois de tanto tempo vendo notícias sobre Crepúsculo e suas influências achei que os vampiros nunca mais voltariam a ser os mesmos! Suspense, terror e vampiros de verdade, tudo embalado e empacotado em um livro só… com toda a certeza vou comprar na primeira oportunidade que tiver.
A série Crepúsculo é algo, dentro da minha intepretação, passageiro. Lembro da época em que o Drácula com Gary Oldman foi uma febre. Revistas, pôsteres e até bonecos, todos voltados para o filme. Os jovens que estão “presos” ao estereótipo criado por Meyer, logo irão se apegar a outras coisas…
As concepções clássicas tem uma grande vantagem sobre estas novas, pré-concebidas para um público alvo: elas estão interiorizadas na mente de gerações. Há uma permanência e resistência diferentes nos “modelos” antigos diante dos novos. Eles já passaram pelo teste do tempo… e foram aprovados.
Um fato que poucos observam: o mercado é voltado para o lucro, algo que poucos são capazes de discordar. Sendo assim, enquanto houver lucro com os vampiros “crepusculares”, certamente teremos outras produções similares. Mas quando o dinheiro arrecadado não mais valer o investimento, outros modismos surgirão. Isto ocorre quase ciclicamente, de geração para geração. Mudam-se os heróis e vilões, porém jamais mudará a metodologia empregada para que “compremos” estas novidades.
Uma observação: a editora tinha que fazer uma capa que relembrasse o livro “A Cabana”?
Faltou criatividade para um trabalho que promete tanto. E olha que há excelentes capas nos livros recentemente publicados.
Verdade, lembrou mesmo da capa do livro A Cabana.
Caramba… Não é que parece mesmo com o livro “A Cabana”?! xDDDDD
Bem, mas não devemos julgar um livro só pela capa, né? ^^” Tomara que eu não esteja errado.
Não julgueis… rsrsrsrs. Vamos ler para poder fornecer uma crítica com base.
Finalizando: mais um livro para comprar!
Poxa vida, se não fosse o título deste post nunca imaginaria que este livro trata de vampiros.
–
Não tinha mais ninguém para fazer esta capa não?
GAHUahuah
Repito seu comentário XD
O melhor livro que já li, todos os outros livros que já li na vida parecem bobos comparados A Passagem. É bem grosso, por sinal e as continuações estão marcadas para 2012 e 2014. O diretor Ridley Scott é super bem cotado, já dirigiu Blade Runner entre outros, então é um bom filme garantido. Tenho certeza que não será outra adaptaÇÃO que me decepcionará, como em crepúsculo, harry potter e por aí vai. Recomendo.
Ah, e não tem nada a ver com Noturno, do Chuck Hoganb e Guillermo del Toro, talvez no mei do livro se lembrem um pouco de Eu Sou A Lenda, mas é passageiro, o livro é super original e bem escrito.