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Aug
02
2010

Meninos de Rua

Escritor: Vinicius Maboni e Hioto

meninos-de-rua

Era só um menino, ou mais, talvez menos. Um menino de rua que morava logo ali, bem no fundo de um beco, entre um prédio e outro, atrás de latas de lixo. Seus sonhos nada mais eram do que poder fazer três refeições ao dia, ou apenas uma, ao meio dia, se não fosse pedir demais.

Tinha alguns poucos amigos e eram eles: o gato gordo da mulher gorda que vivia uma janela  acima de sua cama de papelão e Júlio, outro menino de rua que vivia em lugar nenhum e sempre dizia  para Lucas que, se morasse em um lugar só, ficaria mais dificil conseguir comida. Júlio também era sozinho. Um tempo antes, viveu na casa de uns ricaços que lhe tratavam bem, mas eles tinham uma filha reclamona que lhe batia. Ser mendigo e sujo, não quer dizer que tenha que aguentar humilhação, dizia ele.

Lucas também já teve seu tempo de comida-todo-dia. Viveu em um abrigo onde serviam um macarrão que grudava no teto, mas ele comia insaciavelmente, é claro. Era uma instituição do governo e parece que a verba havia sido desviada. Mesmo aos quinze anos, não entendia bem o que aquilo queria dizer, apenas que teria que voltar pro papelão.

Certa noite, não muito tarde, Lucas ainda procurava comida nas latas de lixo das proximidades  quando Júlio passou e lhe disse que havia um jeito de comprar comida.

-     É melhor que procurar restos. Vamos – dizia o amigo, entregando uma faca à Lucas.

-     Assaltar?

-     Ou morrer de fome. Lá na praça essa hora tem um monte de riquinhos com suas namoradas.

-     Eu tenho medo.

-     Eu tenho fome, aposto que você também.

Com um pé atrás, Lucas segue o amigo. No caminho, pára em frente a uma vitrine que exibe uma TV imensa, com adesivos nas laterais, uns símbolos que não podia entender e uma cena de assaltantes sendo presos. Lucas sentiu o primeio frio na barriga de fazer as pernas tremerem.

Chegaram à praça espreitando pelas sombras noturnas. Silenciosos, Lucas podia ouvir seu coração acelerado e a ansiedade descontrolada de seu amigo Júlio. Avistaram algumas pessoas e esconderam-se de um grupo maior que ia para casa. A praça estava cada vez mais deserta e a iluminação decadente, vandalizada por muitos anos, onde poucos postes e canteiros ainda davam gosto de se ver. Pacientemente, esperaram por cerca de vinte minutos até avistarem um rapaz bem vestido num banco, de onde se afastava uma garota.

Não devia ser o dia de sorte dele porque brigou com a namorada e foi abordado por dois pivetes. Resolveu lutar, ferido pela rejeição de sua dama, levado pela ilusão desiludida de que não vale viver sem quem se gosta. Tudo aconteceu muito rápido.

Júlio avançou descontrolado para furar o rapaz e Lucas largou a faca assustado quando o amigo levou o soco que o fez cair sentado. O jovem assaltado no entanto, olhava para o próprio tronco incrédulo, anestesiado pelo golpe e pela dormente sensação do sangue se esvazindo pela ferida que lhe abrira parte do abdome. Fugiram sem levar o produto do roubo. Dormiram mais uma noite com fome. A noite que precedia o inferno.

No dia que se seguiu, tudo correu tremendamente tranquilo. Até conseguiram comer a comida que a velha gorda resolveu lhes dar. Nada muito bom, mas melhor que lixo. As autoridades encheram de perguntas mas foi só. Como sempre, eram considerados incapazes até de fazer algo como aquilo. Piores que lixo. Pelo menos podiam continuar por ali nas redondezas sem ser incomodados. Doce engano.

Nessa mesma noite, um grupo de jovens de classe média apareceu por ali. Amigos do rapaz da noite passada. Bateram muito em Lucas e o fizeram confessar o que o amigo fez. Humilharam o garoto de maneiras inumanas e o teriam matado, se Júlio não tivesse aparecido. Brigou como pôde, mas eram muitos. Quase desmaiando por tudo que sofrera, Lucas viu seu amigo cair e ser espancado até perder a consciência, gritos abafados pela dor. A covardia do momento só superava no coração adolescente, a dor de ter entregado o amigo. Quando acordou no dia seguinte, percebeu que seria mais fácil procurar restos de comida porque aquele com quem dividia tudo estava lá e era apenas mais um corpo estendido na rua da violenta e próspera cidade a sua volta.


Categorias: Contos | Tags: , ,

55 Comments»

  • Wow… a dura realidade cai coimo navalha no chão. Muito bom, rapazes. Curto e realista. Excelente!

  • Andrey Ximenez says:

    Kras… Estava gostando do texto até o a gangue de mauricinhos pegar Júlio. A discussão… o conflito ficou bom. Mas meio que deu a entender que os mauricinhos que fazem isso por hobby na verdade tenham um motivo. Ao constar isso me deu desgosto. Sei q não foi a intenção afinal tem no texto a frase:
    “A covardia do momento só superava no coração adolescente, a dor de ter entregado o amigo.”
    Mas ainda assim foi a sensação que me passou. Enfim, desagradável.

    • Vinicius Maboni says:

      Eu temia que pudesse mesmo passar essa sensação.
      Não é que seja assim, mas nesse caso eles tiveram um motivo né?
      Enfim a ideia do texto era tocar, acho que de alguma forma conseguimos
      uahauha
      Obrigado por ler.

      • Andrey Ximenez says:

        Sim nesse caso tiveram um motivo, mas ainda assim me pareceu como se justificasse quem faz por “hobby”.
        E sinceramente champz, o desgosto não bateu pela história, e sim pela construção. Dessa vez não darei o mérito pra vcs.
        -
        Mas como já disse em outro lugar, hj não está sendo um bom dia, então meu senso critico está um pouco agudo demais, malz.

        • Vinicius Maboni says:

          kkk
          Nem esquenta, é pra ouvir criticas que postamos aqui, elas no fazem crescer.

  • Samila says:

    Hum, bom, bem escrito, mas acredito que houve um grande erro em dar ‘à sociedade’ um motivo para puní-los, transformando-os de vítimas a vilões…
    Sei lá, que parece que a violência do homem contra o homem acaba pesando mais que a violência da sociedade contra o homem, por sermos seres democráticos…
    sem falar que se uns pirralhos furassem meu melhor amigo, cara, que se danassem as injustiças sociais, eu ia pra cima…

    • Andrey Ximenez says:

      Eu iria pra cima tb, mas não mataria o sujeito, nem cometeria um ato tão covarde. Mas é isso… esses problemas sociais são uma merda.

    • Vinicius Maboni says:

      Hehe, acho que esse não agradou muito ein…
      xD
      -
      De qualquer forma, obrigado por ler Samila.

      • Samila says:

        Pois é, Andrey… Também não mataria, mas uma bela surra eu daria, para ele se lembrar pra sempre u_u
        (o comentário do Andrey está esperando pela moderação, ainda)

      • Ao contrário, Vinicius. Esta polêmica é gerada pelos sentimentos que teu conto passa. É o tema que incomoda, por isso não te preocupes. Percebeste que ninguém disse que tinha erros ou a estrutura estava confusa ou qualquer coisa do gênero destas? O que se falou foi sobre a forma deles conversarem e tals. Pois é… logo…

  • Dee Soares says:

    Duro e bem realista. Fantástico enredo.

  • Dee Soares says:

    Falar sobre a realidade é sempre algo complicado. Exige uma mestria que poucos tem. Sempre há de ter o tato certo e as palavras certas, já que se é necessário uma dosagem extrema de cautela, porém creio ter obtido um bom resultado com esse texto. Sucesso.

  • Franz Lima says:

    Duas faces de uma mesma moeda: a violência. De um lado, “meninos” de rua crescendo em meio à fome e o descaso. De outro, “playboys” que não têm culpa de possuir um bom status social. Quando lados tão antagônicos se encontram, cada um motivado por sua própria necessidade ou medo, o resultado tende a ser negativo. Claro, isto não é uma regra. Na verdade, não deverá jamais ser regra. Mas é uma realidade. Dura, mas realidade.

  • Lord Jessé says:

    Bem bacana.
    -
    Achei um tanto fodastico o final, mas, de qualquer forma ficou bom.

  • Asami says:

    Não posso dizer que este conto me foi realista. Retrata bem demais a vida dos garotos de rua, porém se torna fantasioso ao atribuir os motivos que levariam os garotos de classe média ao ato de violência que culminaria em morte. Um conto muito interessante, possui seus altos e baixos. Para se ver como uma estória está legal, mas se o ponto de vista do leitor for mais analítico, creio que existam algumas falhas… enfim, retratar a sociedade perfeitamente não é fácil, especialmente por se tratar de algo tão dinâmico.

    • tou contigo, asami. Eu nao vejo as coisa e eu creio que é IMPOSSIVEL retratar a sociedade perfeitamente em um texto, qualquer que seja. o maximo que pra fazer é mostar um ponto de vista de algum lado e com sorte esse ponto de vista seja compartilhado pelos grandes leitores.
      -
      nao concordo com o texto… mas analisando pelo outro lado: ta bem escrito, bem conduzido e o climax na conta certa. o texto é bom, mesmo que nao concorde com o que tá mostrando
      -
      outra: vcs acham que o dialogo deles seria realmente assim? achei estranho eles falando assim… nem eu falo assim

      • HIOTO says:

        Não existe uma vida modelo ou uma sociedade modelo. Apesar de sermos bilhões de seres humanos, cada qual é único. Some-se a isso o fato dos personagens serem fictícios e eles jamais serão fiéis a qualquer realidade real. Quando a ser fantasioso, acredito que o texto é leve. O ser humano é extremamente alienado dentro de seus pequenos universos. Dito isso, acho que o texto está até leve demais se compararmos às atrocidades reais do cotidiano.

    • Vinicius Maboni says:

      Asami viu o texto de uma forma que talvez nem eu mesmo tenha visto. É fato que as coisas não acontecem como relatado, ao menos é o que vemos. Foi uma otima experiencia escreve-lo.

  • Gabriel Monteiro says:

    Legal. Gostei bastante de como foi retratada a fome e a condução da história até o roubo. Só acho que o final poderia ter sido melhorado, poderia ter descrito mais tudo aquilo. Também não gostei muito de vocês terem dado um motivo aos playboys, mas tudo bem.

    • Vinicius Maboni says:

      Dar motivos pra playboys não é do agrado a ninguem por aqui não é? Tente ver eles como humanos que tiveram o amigo ferido.
      hehe
      obrigado por ler

      • Samila says:

        eu vi, tanto que disse que se fosse eu, ia dar porrada tb XD

        • Franz Lima says:

          A verdade é que qualquer um de nós, motivado por uma covardia contra um amigo, se tiver a oportunidade de retaliar quem a praticou, certamente, o fará.

  • Dura realidade. Minha preferência é pela arte escapista dos contos fantásticos, mas a veracidade de histórias como essa sempre terá seu espaco.

  • Dúvida!

    Tem varios contos aqui que são do Vinicius e do Hioto. Como funciona o esquema editorial/criacão de vocês?!

  • Vinicius Maboni says:

    Funciona assim, a gente escreve o Lenda da Rosa Azul juntos, que é uma estória longa. Ajudamos um ao outro com contos com muita frequencia. Esse aí saiu meio que do nada, fiz a metade e mandei pra ele terminar.
    -
    Mas ambos também escrevemos contos individuais, como voce pode ver nos pendentes.
    xD

    • HIOTO says:

      “Funciona assim”? – pareceu até que temos uma editora no fundo do quintal.
      Aeahueaheauea.
      Eu propus escrever um texto de dois autores, deixei o Vini lançar a idéia inicial e nasceu o lenda. O meninos de rua era uma redação de faculdade pra mãe dele e ela nem usou. Ele postou aqui como “Batman e Robin”, ops, Vinicius e HIOTO (maiusculas porque é sigla)sem eu saber (nada contra). Não é o que gosto de escrever também nem de ler. Só tentei ajudar a mãe dele.
      \o/
      Por mim pegava mais pesado no texto (não, não tô falando pesado no estilo Samila).

  • E.U Atmard says:

    Eu peço que não apareçam mais pesados estilo Samila…sem ser da Samila…a primeira invasão deste site foi a dos contos negros, a segunda a dos contos de vampiros, uma invasão yaoi seria…demasiado dolorosa…
    xD

    Sinceramente, conto muito bem construído, gostei muito da forma como retrataram a realidade, e achei especial piada à crítica ao governo, subtil, que está ali no cimo.
    Uma coisa, eu posso estar enganado, mas a quebra do texto, o momento em que passa de um autor para outro, é no final do diálogo, não é? Se vocês estão a escrever como eu penso que estão, em chain story, um conselho: depois de acabarem de escrever tudo, reescrevam as partes do escritor contrário, para dar unidade de estilo ao texto, e torná-lo num estilo próprio.

    • HIOTO says:

      O parágrafo seguinte ainda é do Vinícius (até “fazer as pernas tremerem”). Esse texto tá fácil, porque ele começou e eu terminei. Já o lenda a gente alterna 2 a 3 parágrafos ou por cenas. As vezes trechos bem curtos. Eu corrijo os erros dele e ele os meus, então, lá a percepção se torna mais difícil.
      >
      Discordo sobre refazer a parte do outro. Acho que isso ia tirar o que o texto tem de mais original, o que compõe a idéia geral que nós tivemos ao escrever em dupla: dois autores no mesmo texto, de modo que isso seja palpável à quem lê.
      >
      Obrigado por ler e comentar!

      • E.U Atmard says:

        HIOTO, só por curiosidade, o que significa HIOTO?

        • HIOTO says:

          Longa história Atmard. Resumidamente falando, é um japa do período feudal que matou um anjo que “Deus” enviou para levar a amada dele e foi condenado a não conhecer a morte e o que vem depois.

  • Vitor Vitali says:

    Bem, sei lá. Achei sem graça. Não sei se teve alguma moral por de trás que eu não peguei ou qualquer coisa assim. Sem sal.

    • Franz Lima says:

      Não creio que a intenção era dar uma “moral” à história. O ponto crucial foi o choque entre realidades diferentes, cada qual motivada por sua própria desgraça.
      Quanto aos contos sombrios… esta é minha área de atuação. Estou finalizando um livro só com trabalhos neste sentido.
      Claro, não quero estabelecer competição com ninguém. Quero apenas um lugar junto ao rol de escritores daqui.

    • HIOTO says:

      Questão de imagem, sei como é. Por isso não vou falar nada.

  • Jim says:

    Concordo com tudo o que disseram. O texto foi bem escrito, bem construído e, acredito eu, que tinha as melhores intenções ao mostrar que nem todo mundo é só vítima ou bandido (pelo que eu vi), acho que o que me incomodou mesmo foi essa coisa de colocar playboys de um lado e menino de rua do outro, pode parecer mimimi, mas achei isso meio batido, como se alguém de qualquer outra classe social não fosse querer vingar a morte de um amigo, claro que isso não justifica matar o menino de rua também. Enfim, acho que o conto teve êxito, me deixou confuso hehehe.

    • Vinicius Maboni says:

      A questão é que seja ele um playboy, um raper, um vendedor de laranjas ou o que for. Essa é uma aitude esperada de todo e qualquer SER HUMANO. Veja bem, não stou dizendo que isso é regra, mas a situação inversa também poderia ter acontecido sem problema algum.

      -
      Obrigado por ter lido.

      • Andrey Ximenez says:

        Vinicíus, eu entendo plenamente a idéia. COmo já havia dito antes.
        -
        O problema não é esse. Eu tb gostaria de dar umas porradas em qm fizesse isso com um amigo meu… mas não matar, pq nada justifica, entende?
        -
        O texto da a idéia de q os playboys tem um bom motivo pra julgar, caçar e executar um mendigo que nada mais é uma vitima da sociedade.
        -
        Literatura além de ser prazeroso, permitir divagar, tb é uma ferramenta de influência ao receptor da mensagem. O desgosto que me bateu tb é pq eu fico pensando se algum dos doentes q volta e meia aparecem por aqui lessem isso.
        -
        Sim eu sei, a intenção de vcs não foi querer justificar ou incentivar nada. Enfim. É mais ou menos isso que penso.

  • Bruno Assis says:

    Não gostei muito do conto, justamente por não se enquadrar no tipo de leitura que mais me agrada, mas achei a estrutura bem sólida e também achei que o texto flui bem.
    -
    Quanto ao pessoal que não gostou o fato de você ter atribuído um motivo aos mauricinhos terem espancado o menino de rua, acho que isso é um certo “preconceito às avessas”.
    Por exemplo, escrever que um mendigo rouba, por fome, é aceitável. Escrever que um mendigo rouba, por “diversão”, não é aceitável e no geral até concordo. Agora, os mesmos valores deveriam valer pro outro lado da moeda, ou seja, se os mauricinhos espancam o mendigo por diversão e isso NÃO é aceitável, eles espancarem o mendigo por terem assassinado seu amigo DEVERIA ser aceitável, dada a motivação.
    -
    Não sei se deu pra entender o que eu quis dizer, mas enfim, é isso aí :)
    Parabéns pelo conto!

    • Andrey Ximenez says:

      Eu como ja disse. Entendo. Mas não aceito. Assassinato nunca é uma saída, independente do caso. Assim como o mendigo não deveria ter matado o cara. E pelo q entendi não matou pq senão não teriam conseguido descobrir quem foi o atacante.

      • Bruno Assis says:

        Andrey, concordando ou não com o fato do assassinato ser uma saída, achei que dentro do conto o assassinato foi bem coerente (pois é o que provavelmente aconteceria na vida real) ;)
        -
        E também entendi que o mauricinho que levou a facada não morreu, mas no caso que eu coloquei acima foi só por motivo de exemplo :)

  • Vinicius Maboni says:

    Primeiramente obrigado por ler.
    -
    Sim, entendi sua linha de raciocineo, ela se encaixa perfeitamente com o texto, fico feliz por isso.
    -
    Thanks

  • Jéssica J ' says:

    Legal ;
    um conto que não é apenas um conto, mais a realidade; muito interessante. Parabéns

  • Pérola Lima says:

    falo tudo…adorei…vcs são muito bons
    Parabens..

  • Pérola Lima says:

    esse texto diz tudo..vamos ser realistas…é assim q está o mundo…

  • Mariana says:

    Ameei esse teexto,to usando pra fazer o trabalho da escoola !

  • Mariana says:

    Parabéns Vinicius !!!!

  • Esse Andrey enche o saco says:

    Aff esse Andrey enche o saco, ficou muito bom parabéns :D

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