O Sábio
Escritor: Rafael Martins
Certa vez em uma viagem do cotidiano, um pesquisador alemão chega ao Egito,lá ele descobre da fama de um sábio muito famoso que todos respeitavam e muito.
Chegando na casa do sábio ele percebe que ali é um lugar muito simples, tinha somente uma mesa, 2 cadeiras e um amontoado de livros.
Ele então se dirigi ao sábio e pergunta:
-Aonde estão seus móveis?
O sábio com um ar de serenidade em sua face responde:
-E aonde estão os seus?
O pesquisador retruca:
-Não trouxe móveis somente estou de passagem por essas terras
O sábio:
Eu também…
Muitas pessoas se apegam a bens na terra pensando que somente existe essa vida e nunca vão partir, acham que riqueza é sinal de status e inteligencia, mas na verdade riqueza nenhuma compra o verdadeiro conhecimento e a alegria de estar entre amigos desapegado do mundo e suas cobiças.
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Lembrou-me de um livrinho de bolso de Paulo Coelho que eu li uma vez… eu gostei desse texto, passa uma lição legal, mesmo assim, tenho minhas dúvidas se é ou não um conto
Vale revisar um pouco, mas no mais, ficou bom:D
trata-se de uma parábola…
acho que já vi em algum lugar
Alõ irmãos e irmãs!
Aqui estou eu, voltando, não sei até quando, mas voltando. E logo num texto que não deixa muito a dizer. Como diria o Andrey, este conto, por muito que seja bem intencionado, com o último parágrafo estraga tudo. Primeiro, nem sequer é de facto um conto, se fôssemos a classificar isto sendo restritos, seria flash fiction, e segundo, a dinâmica está estragada. Não há nenhum crescendo, e portanto não existe climax, e por conseguinte o conto nunca acaba.
E depois há outra coisa. Ora, se a única coisa que importava eram aquelas pequenas palavrinhas que eles iam trocar, não vale a pena sequer criar uma gaiolinha à volta. Mais vale despachar como citação e talvez incluir noutro trabalho. Eu não conheço o autor, mas dado que não o reconheço deste site, deduzo que seja um autor iniciante, e portanto tenho uma coisa apenas a dizer sobre a escrita. Eu sei que quando se está a começar é muito tentador pegar nestas pequenas ideias, e nestas pequenas coisas que se ouvem ou se pensam, e a partir daí se criar um conto, mas há que resistir a essa ideia, pois os textos acabam um pouco fracos e inconsistentes.
—
Pois é, o Atmard voltou. Esta parte já não importa ao autor, pois apenas faz sentido se de facto já me conhecem. Eu tenho estado ausente, ocupado com um projecto, mas agora que a maior parte do que eu tinha que fazer está despachado, volto para o ONE, por enquanto apenas para comentar. Pelo que vi não houveram muitas mudanças no line-up, tirando o facto do Jessé parecer já não estar cá tanto, e outros autores terem desaparecido um pouco…mas enfim, vamos a ver como é que isto vai ser…
—
Ah, e não se assustem se por vezes eu aparecer como Molteir, é o meu mais recente eu.
Concordo contigo Atmard.
–
O ultimo parágrafo é desnecessário. Pois não é mais o conto, mas a opinião do narrador.
–
O primeiro parágrafo é fraco, parece existir somente para dar razão ao dialogo.
–
E o dialogo, que dialogo? Bem intencionado, mas não agradou muito, uma citação seria melhor.
–
De qualquer forma, não se desanime Rafael. Pegue essas dicas e tente melhorar seu próximo trabalho.
Abraços.