Onde Tudo Começou
Escritor: Batavo
Todos descendemos de uma linhagem genética em comum, algumas aves possuem sua descendência de repteis, algumas teorias afirmam que os humanos possuem uma semelhança genética com macacos.
Através de vários estudos em ruínas de nosso planeta, as mentes mais apuradas chegaram a uma conclusão. Nossa descendência vem de humanos proveniente de um planeta extinto chamada Terra.
No inicio eles receberam vaias, mas as provas eram concretas, nós somos filhos daqueles que por algum motivo deixaram o extinto planeta. Há 200 anos atrás nosso planeta teve seu nome mudado para Nova Terra, em homenagem a descoberta. Mas não paramos com esta descoberta.
Nas ruínas encontraram informação suficiente para avançarmos nossa tecnologia. O primeiro passo foi aprofundar nossa economia com Minas de Metal, que nos fornecia material prima para nossas principais construções. O processo de extração dos metais era difícil, pois era necessário perfurar grandes extensões do planeta para atingirmos veias ricas em minério. Em seguida, devido a um erro de calculo, um cristal foi encontrado em uma das minas. Ele se tornou extremamente valioso, auxiliando nossa tecnologia nos edifícios e meios de transporte, assim como circuitos menores. Assim formamos as Minas de Cristais, exigia muito de nossos metais, fazendo a economia mundial oscilar, mas com o tempo tais cristais mudaram o equilíbrio econômico, assim como aprimoraram nossos edifícios.
Mas a dúvida ainda permaneceu por mais alguns anos, se os humanos nos trouxeram para este planeta, como o fizeram? E qual o motivo?
As pesquisas nas ruínas persistiram, todo e qualquer objeto encontrado era considerado de extrema importância, mas não conseguíamos avançar muito, a língua encontrada não era como a nossa.
O principal objetivo da pesquisa era desvendar como os humanos conseguiram sair da Terra e vagar pelo cosmos até poder colonizar um planeta. A nossa tecnologia em viagem espacial na época nos permitia apenas viagens de curta distância, e mesmo assim levávamos muito tempo.
Para que as pesquisas continuassem, o Imperador Kephas ordenou que fosse construído Laboratórios de Pesquisa próximo das escavações. Para facilitar o transporte de estudiosos e cientistas. A partir deste momento Nova Terra deu um salto imenso na evolução tecnológica. A população estava animada em saber que havia algo a mais no imenso espaço negro onde, a principio, apenas podíamos admirar a distância.
Outros impérios procuravam em seus territórios ruínas semelhantes, a noticia que estávamos avançando economicamente e tecnologicamente deixou o planeta a beira de um colapso. Ameaças e sanções eram as principais noticias.
Nosso planeta era comandando por três impérios. Imperador Kephas detinha 1/3 das terras habitáveis do planeta, chamada de Sirius. Imperador Jaha possuía outros 1/3 do território planetário, com o nome Gilius. Por fim, Imperador Dafar, com as Terras de Dafar.
Jaha era possessivo e egoísta, queria tudo para seu império, não importava o custo. Dafar era uma pessoa religiosa, mas extremamente calculista. Pregava a palavra do Cosmos. Kephas era um homem justo, mesmo sendo ele quem comandava nossas terras, ele se preocupava com o bem estar e futuro da população.
Com a evolução de nossas minas de metal e cristal, Jaha exigiu que a tecnologia fosse compartilhada para que todos no planeta usufruíssem. Sabíamos que ele usaria tais avanços para conquistar o planeta. Imperador Kephas se recusou, desencadeando uma guerra entre os dois impérios.
Esta guerra atrasou as pesquisas sobre as ruínas dos antepassados, e perdemos parte de nosso território para Jaha, inclusive nossos Laboratórios de Pesquisa.
A população de Sirius lamentou uma grande perda. Tudo que havíamos descoberto sobre os humanos agora estava na mão de um império que visava apenas conquistar e destruir.
O poder militar de Jaha era superior quando comparado com Kephas. Ser dominado completamente era uma questão de tempo.
Antes que isto acontecesse Kephas pediu uma reunião sigilosa com Dafar, onde somente oficiais de confiança iriam acompanhar os Imperadores.
Isto foi há 50 anos, e a história diz que a reunião serviu para traçar o futuro do planeta e das gerações futuras.
- Agradeço por ter aceitado me ouvir, Imperador. – Disse Kephas com sua voz grossa e firme.
- Não há motivo para recusar. Nosso império sempre manteve boas relações. – Dafar falava calmamente, em tom baixo. – Diferente de Jaha.
- Na verdade, esta reunião é uma proposta com que venho oferecer. – Dafar sentou-se em na cadeira luxuosa de seu palácio de sua capital, cruzando as pernas e movimentando a mão direita indicando para que Kephas continuasse.
- Como muitos sabem, Sirius possui ruínas que evidenciam a presença de nossos antepassados. Antes de Jaha capturar nosso laboratório de pesquisa conseguimos adquirir o que aparenta ser um motor espacial, assim como plantas esquemáticas que ainda não conseguimos traduzir. – Kephas respirou fundo.
- E qual seria a proposta, Imperador? – Perguntou Dafar com um olhar de dúvida.
- Eu entregaria tudo o que possuímos. Objetos recuperados, conhecimento adquirido. E em seguida irei me render para Jaha. – Todos os presentes se voltaram para Kephas.
- Esta louco Imperador?! – Perguntou David, o conselheiro oficial de Kephas, completamente espantado.
O Imperador de Sirius apenas ergueu a mão esquerda para David para que se calasse.
- O que gostaria de receber em troca de tamanha fortuna? – Perguntou Ferrero, o conselheiro religioso de Dafar.
- Gostaria que meus oficiais mais confiáveis recebessem asilo em suas terras e continuassem com as pesquisas.
Oficiais e conselheiros de ambos os imperadores cochichavam entre si, deixando os imperadores em silêncio, um fitando o olhar do outro.
Em meio a discussão, Dafar levantou-se e caminhou lentamente até Kephas, arrastando seu manto branco com um símbolo circular negro nas costas.
- Jaha irá matá-lo. – Disse Dafar.
Kaphas abaixou a cabeça e suspirou.
- Eu sei. Faço isso pelo bem do povo. E acredito que um dia você será alvo da cobiça dele. – O Imperador de Sirius estava com os olhos cheio de lágrima.
- O Cosmos gratifica aqueles que menos esperam. Você é um homem movido pela honra. Eu aceito sua proposta se manter a sua fé.
- Enquanto houver esperança de um futuro, terei fé.
Dafar estendeu a mão direita e cumprimentou o Imperador.
- A partir de hoje meus mais confiáveis oficiais e cientistas estão a seu serviço. Darei a ordem para que todo nosso conhecimento seja transferido sem que Jaha fique sabendo. E obrigado.
- Seu nome será lembrado.
Kephas nada disse. Deu as costas para Dafar e retornou para terminar de firmar a proposta feita. Os melhores e mais confiáveis cientistas e militares do Imperador seguiram para as Terras de Dafar levando tudo que conseguiram obter das ruínas. Neste tempo, Kephas manteve a guerra contra Jaha, mantendo-o longe da capital, até ter noticias de que Dafar havia mantido a palavra e continuado com as pesquisas.
No dia em que recebeu uma carta de seu ex-conselheiro David explicando como tudo estava seguindo como planejado, Kephas queimou-a e estendeu uma bandeira branca no capitólio. A guerra estava terminada.
Sirius deixou de existir e Jaha ampliou Gilius para 2/3 das terras habitáveis do planeta. Kephas não fora executado, mas sim torturado. O Imperador sádico e ganancioso pretendia extrair toda informação que pudesse de seu prisioneiro. O principal interesse era se as ruínas possuíam alguma tecnologia em armamentos. O Imperador da extinta Sirius se manteve em silêncio, resistindo as mais terríveis torturas imagináveis.
O Imperador de Gilius não possuía cientistas tão hábeis como Kephas, deixando-o com a pesquisa sobre os humanos estagnada.
Secretamente, Dafar havia re-criado o laboratório de pesquisas e o melhorado, tornando-o capaz de processar pesquisas mais avançadas e com maior precisão. Com a nova tecnologia de minas em suas mãos, ele criou algo que Kephas não havia conseguido. Mão de obra controlada, robôs.
Tais máquinas possuíam a capacidade de acelerar construções, diminuindo os riscos de perder vidas no processo. A primeira fábrica robótica foi criada, simples e rústica, mas extremamente úteis.
Com ajuda das plantas esquemáticas, as Terras de Dafar conseguiram traduzir parte delas, e com o motor encontrado nas ruínas, construíram o primeiro motor de combustão espacial. Mas um novo problema havia surgido, não existia combustível existente para que ficasse funcional.
10 anos passados da rendição de Kephas, as Terras de Dafar conseguiram construir o primeiro sintetizador de deutério, no qual é água pesada, núcleo de hidrogênio contendo um nêutron adicional. Para encontrar tal elemento, era necessário criar enormes plataformas em alto mar, já que somente em grandes profundidades é possível encontrá-lo. O combustível para alimentar o motor espacial estava pronto.
Jaha estava impaciente pelas pesquisas estarem paradas. Mandou executar todos os envolvidos com as ruínas, inclusive Kephas. A execução foi exibida em rede mundial. Kephas foi deixado por último, onde negaram suas palavras finais. Até mesmo a população de Gilius lamentou a morte do Imperador.
Agora era questão de tempo até Jaha invadir as Terras de Dafar. A corrida contra o tempo era produzir um sistema de defesa para segurar o poder militar de Gilius, caso atacasse, e continuar a pesquisa sobre os humanos e sua tecnologia.
O poder militar de Jaha era basicamente terrestre, com poucos aviões de guerra. Mas por ser possessivo, sua força possuía um grande número e era devidamente treinada, sendo dividida em infantaria e armados, que eram tanques rápidos, potentes e resistentes. Com o domínio de Sirius, as minas de metal e cristal auxiliaram em aumentar o poder deste império, tornando-o praticamente imune a qualquer ataque terrestre.
Nova Terra não possuía muitos oceanos, devido à temperatura do planeta. Como a temperatura do planeta varia entre 60ºC e 100ºC, a água evapora com extrema facilidade, então um ataque ou defesa pelo oceano era inviável. A única esperança de vitória seria aérea.
Então Dafar exigiu que as pesquisas se voltassem à aviação. Após longos testes, as Terras de Dafar produziram a primeira espaçonave, com capacidade de voar tanto em atmosfera quanto em espaço. O motor de combustão de deutério estava finalmente testado em campo. Para aumentar a escala de produção foi necessário melhorar a tecnologia energética, ampliando as usinas de energia solar, e com auxilio de deutério, conseguiram formar uma planta de fusão, no qual consistia em produzir um átomo de hélio para dois átomos de deutério usando alta temperatura e pressão. Com este avanço, a fábrica de robôs acompanhou o crescimento e expandiu os hangares do império.
O crescimento das Terras de Dafar foi magnífico, mas veio com um grande preço. Jaha percebeu e exigiu que tudo fosse passado para ele. Ao se recusar, Gilius resolveu iniciar uma nova guerra para tomar a força tudo o que Dafar conseguiu.
A arrogância e a cobiça do Imperador foi sua ruína. De inicio, o avanço de Gilian foi devastador. A população das fronteiras recuou para as áreas mais afastadas, enquanto as mais próximas da capital se preparam para fugir.
Os principais edifícios das Terras de Dafar estavam afastados das fronteiras, dando tempo para a preparação de uma defesa.
Hangares estavam com caças ligeiros prontos para decolar, no qual são naves facilmente manobráveis e de baixo custo, com uma blindagem e sistema de armas simples. Havia também cargueiros pequenos, que serviriam para levar parte da população das Terras de Dafar para fora do planeta, evitando a guerra.
- Imperador, as forças de Jaha estão se aproximando da capital. Seu transporte o aguarda. – Disse Ferrero.
- Nós temos uma forma de sobreviver graças a Kephas. Quero honrar seu nome permanecendo aqui, junto daqueles que não poderão fugir.
- Isto é suicídio!
- Pode até ser. Caso eu morra, minha essência retornará ao Cosmos.
- Então ficarei com o senhor. Informarei a David que comece os preparativos.
- Será um prazer tê-lo ao meu lado.
Ambos caminharam até o salão principal do palácio, Dafar sentou-se na cadeira luxuosa. Dois soldados ficaram a postos ao lado do líder religioso, com armas em punho. Ferrero pegou um comunicador e o ligou.
- David, câmbio. – Disse Ferrero.
- Aqui é David, da sala de controle, câmbio.
- Iniciar o plano.
- Entendido. Câmbio final.
David estava sentado à frente de um console com vários monitores e botões. Ele suspirou, e acionou todos os botões do console, várias luzes vermelhas se acenderam e os monitores ligaram. Em cada monitor era possível ver duas pessoas trajando vestimentas espaciais cinza.
Ele pressionou um botão e disse:
- Frota Azul, a prioridade é manter os pacotes intactos. Ao deixá-los em geosincronia com o planeta, auxilie a frota Amarela, entendido?
- Líder Azul, entendido. – Um dos homens no monitor bateu continência.
- Frota Vermelha, elimine o capitólio de Gilius, siga com precaução.
- Líder Vermelho, entendido.
- Frota Amarela, defenda a capital. A prioridade é eliminar os tanques e proteger a população que não será evacuada.
- Líder Amarelo. Entendido.
- Frota de Cristal, siga para geosincronismo com velocidade total.
- Líder de Cristal, entendido.
David pressionou um botão fazendo com que luzes piscassem abaixo de todos os monitores.
- A todas as frotas, voltem vivos de suas missões. O Imperador Dafar não deve perecer aqui. Que o Cosmos nos proteja.
- E que o Cosmos nos guie até a próxima jornada. – Várias vozes ecoaram pelo comunicador.
David cruzou os braços e esperou o sinal.
Um estrondo foi escutado a quilômetros de distância. Jaha estava na capital com toda sua força. As espaçonaves acionaram seus motores e dispararam dos hangares espalhados pela capital.
A Frota Amarela foi a primeira a ser lançada, no qual usavam sua alta habilidade de manobras para abater os tanques que visavam os céus. Em seguida espalharam-se para as saídas da cidade, onde o exército se aproximava. A Frota Azul saiu em seguida e circulou os hangares, procurando alvos que pudessem ameaçar sua superioridade aérea. A Frota de Cristal lançou com extrema velocidade, seguindo para o espaço. Alguns tanques tentaram atingir as espaçonaves, mas não conseguiam fixar os caças ligeiros, em contra partida, conseguiram mirar nos cargueiros. Alguns caças da Frota Azul ficaram na linha de tiro dos tanques. Poucos caças foram abatido protegendo os civis.
A Frota Vermelha foi a última a ser lançada, e seguiu direto para Gilius, ignorando a batalha travada em todo o percurso. Aviões convencionais não eram páreos para tais naves, sendo abatidos com extrema facilidade por lançadores de mísseis que Dafar havia aprimorado.
A superioridade aérea foi atingida, algo que Jaha não havia previsto. Mas ele continuou avançando. Ele mesmo estava na capital com seu tanque no qual ele havia aperfeiçoado usando metais extraídos das minas.
- Elimine qualquer ameaça presente na capital. Inutilize o armamento de Jaha, mas deixe-o chegar ao seu destino. – Era Dafar no comunicador.
- Tem certeza, Imperador? – Perguntou David da sala de controle.
- Certeza absoluta.
- Entendido.
Dois caças ligeiros sobrevoaram a capital em baixa altitude e miraram no canhão principal do tanque de Jaha. O tiro de ambos foi certeiro, inutilizando o canhão. O Imperador não recuou, continuou seguindo para o palácio.
Mesmo superando em número o exército das Terras de Dafar, Gilian estava perdendo. Seus tanques e homens não eram capazes de se igualarem a velocidade e tiros precisos dos caças ligeiros. Os cargueiros estavam em órbita do planeta ouvindo os relatórios de combate constantemente.
Jaha invadiu o palácio com seu tanque e desembarcou com um pelotão de cinco homens armados. Vasculharam cada recinto até chegarem ao salão principal, onde Dafar, Ferrero e dois soldados se encontravam.
O Imperador invasor caminhou até o centro do salão sorridente e com as mãos as costas.
- Boa tarde Imperador. – Disse Jaha em tom de deboche.
- Boa tarde. Posso lhe ajudar em algo?
- Se entregue e sua vida será poupada.
- E por que faria isto? Pelo que notei você não consegue parar nossas espaçonaves. Uma maravilha tecnológica, não acha?
- Concordo. Uma maravilha. Mas você esta em desvantagem aqui. – Os soldados de Jaha miraram simultaneamente para os homens das Terras de Dafar. – E então?
- Acho que você que deveria se entregar. – Dafar ficou de pé e fitou seu oponente.
Jaha gargalhou e deu as costas ao Imperador. Deu um sinal para seus homens e todos abriram fogo contra Dafar e seus homens. Foram tiros rápidos e precisos.
Ao se voltar para examinar os corpos, um calafrio percorreu sua coluna. Os quatro alvos estavam em pé sem um único arranhão. A frente deles, uma barreira luminosa oscilava.
- Eu me esqueci de avisar, para manter nossas espaçonaves com capacidade de viagens espaciais fomos obrigados a criar algo que bloqueasse a radiação solar. Estes escudos também repelem projeteis. – Dafar sorria para Jaha, no qual demonstrava medo nos olhos. – Agora se entreguem e terminaremos a guerra aqui mesmo.
Sem esperar uma resposta, os soldados de Jaha soltaram suas armas e se ajoelharam com as mãos na cabeça. O Imperador estava derrotado, mas seu orgulho o impediu de se entregar. Dafar estendeu a mão para Ferrero que lhe entregou uma pistola. O líder religioso caminhou até Jaha com a arma em punho e a engatilhou.
*
- Atenção passageiros com destino ao planeta Kephas. Em um minuto estaremos entrando em órbita planetária. Queiram se acomodar. – Uma voz masculina vinda do comunicador ecoava por uma grande nave civil.
- Bem crianças. A aula de história ficará para o nosso retorno. – Disse um homem de cabelos escuros.
- Poxa professor. O que aconteceu com Jaha? E como surgiram as colônias? – Perguntou um garoto de seus 14 anos com os olhos brilhantes de curiosidade.
- Continuaremos depois. Agora apreciem a vista. A direita de vocês se encontra a jóia do império, o Cruzador Imperial.
As crianças olharam pela janela da nave de transporte e olharam uma nave imensa, com símbolos circulares desenhados por toda sua carcaça. Em letras grandes via-se “Império Dafar – Honrando a Kephas”. Sua extensão era quilométrica, com baterias de lasers e íons espalhados por toda ela. De suas docas laterais alguns caças ligeiros e pesados partiam para a ronda espacial. Outros transportes partiam do planeta seguindo para as outras colônias.
O transporte entrou na atmosfera da colônia Kephas com delicadeza, acionando seus escudos para anular os efeitos do atrito. Em segundos estavam atracando no hangar civil da capital de Kephas e seus passageiros desembarcando no planeta verde.
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Muito legal.
Muito legal a história, muito criativa, gostei pra caramba!! Tá de parabéns! É só prestar atenção nos errinhos de ortografia,XDD