The Raven Song – Prólogo: Ad Perpetuam Rei Memoriam
Escritor: Sara

Minha vida inteira foi povoada por péssimos exemplos.
O primeiro deles foi o que mais me ensinou sobre o mundo: Minha mãe. Quando eu nasci, ela tentou me matar sufocando-me com meu cordão umbilical. Entendo o lado dela. Sério. Ela tinha acabado de dar à luz a um monstro. O Governo viria atrás dela por minha causa. Então, desesperada, tentou colocar um ponto final antes mesmo que essa história de terror começasse — uma atitude racional, plenamente lúcida e consciente.
Mas ela não conseguiu.
Infelizmente.
Os homens imundos, de olhares malignos saíram de trás de um conjunto de moitas e conseguiram assustar os cavalos que guiavam a carroça o suficiente para que eles caíssem de lado, levando a mesma junto. Os cavalos conseguiram escapar; a família não.
A mulher de traços hispânicos ergueu-se desesperada em busca do filho, seu único filho, seu tesouro precioso. Ele batera com a cabeça no chão e sangrava um pouco, mas nada sério.
Entretanto, aqueles mendigos cuidariam para que a situação não ficasse assim.
Eles pegaram o marido da mulher, um homem magro de cabelos brancos prematuros e começaram a socá-lo no estômago, rindo loucamente, como se sob efeito de algum poderoso gás do riso. Um dos mendigos ergueu a mulher pelos belos cachos negros e ela gritou aterrorizada, largando o filho em estado de choque no chão.
O que a minha mãe me ensinou é de que todo mundo vai te foder se você não se encaixar no modelo do sistema. Se você é pobre vão virar a cara quando você passar. Se você é preto vão te jogar numa cela de cadeia. Se você é judeu vão enchê-lo de porrada até você gritar que Jesus é o misericordioso salvador. Se você não é humano… vão te fuzilar num terreno baldio abandonado, se não te estuprarem antes disso.
Como eu disse, vão foder você se você não for parte do sistema.
Porque é isso que a porra do sistema faz: ela te fode depois de ter feito promessas sobre uma puta chamada liberdade e outra chamada justiça.
Dois mendigos seguravam a mulher no chão enquanto um terceiro abaixava as calças e levantava as saias dela bem ali, na frente do próprio filho, um menino de aproximadamente 6 anos. Os olhos do garoto se arregalaram com o grito de dor da mãe ao ser penetrada, mas ele não podia fazer nada. Ele era pequeno demais, fraco demais. Constantemente vivia doente e seus pais o estavam levando ao médico justamente para tratar daquele problema, pois o dinheiro da venda da colheita havia rendido mais aquele mês… Mas parecia que não haveria mais médico.
Não haveria mais nada de bom para ele.
O pai estava coberto de hematomas e sangue, jogado inconsciente no chão ao lado da pasta em que o menino carregava seus livros da escola e desenhos. Os mendigos que não estupravam sua mãe remexiam ali, rasgando figuras feitas de giz de cera que representavam sois sorridentes, famílias unidas, animais de olhos brilhantes entre outros…
Não sei como sobrevivi. Só sei que vivi nas ruas, sozinho até os doze anos de idade.
Trabalhei com um mágico de rua durante certo tempo, roubando carteiras, joias, relógios e doces dos desavisados que paravam para observar o espetáculo ridículo que ele fazia. No final, cheguei a conclusão de que era bom demais para aquilo. O sujeito era um pateta. Um pedófilo também, mas ele não se atreveria a tocar em um fio de cabelo meu porque sabia que seria a primeira e última vez. Se ele tentasse — e isso deixei bem claro, logo que nos conhecemos e ele percebeu que eu não era humano — eu o puniria da forma mais horrível possível para tipos feito ele, assim jamais poderia meter o pinto em uma criança de novo. O mágico entendeu bem o recado. Nunca tentou.
Largando-o de lado, comecei a praticar pequenos furtos até ir parar em uma casa de correção para meninos. Aprendi a ler, escrever e matar. Matar pra valer. Havia um garoto lá de quem ninguém nunca soube o nome, então apelidaram-no de Canibal. O motivo… Bom, você não vai querer saber — mesmo que diga que sim, seu inconsciente puritano vai estar dizendo, gritando NÃO. Ele me ensinou como rasgar um jugular sem sujar as mangas da camisa. Foi muito útil, posso lhe afirmar…
Sua mãe morrera. O mendigo havia sufocado-a enquanto metia o pau dentro dela. Os outros resmungaram por breves instantes, mas logo formavam fila para violentar o cadáver (“Um por vez, por favor! Esperem a sua vez, por favor…”).
O menino permanecia jogado no chão olhando. De seus olhos negros derramavam-se lágrimas grandes, manchando as bochechas morenas.
O mundo… é cruel.
Um mendigo que havia acabado de violentar o cadáver levantou ainda com o pau duro pra fora da calça e voltou-se para o garotinho.
— Ei, pessoal, olha só o que nós temos aqui! — berrou com uma voz destruída pelo fumo. — Carne nova!
O mundo… vai te foder quando tiver chance.
O garotinho gritou enquanto os homens arrebentavam o cinto de sua calça. Aqueles homens que pareciam animais selvagens, poluídos pela droga do sistema. O que havia acabado de violentar o cadáver da mãe do garoto ia ser o primeiro quando…
A porra do mundo vai te foder… a menos que alguém faça alguma coisa.
Um chute acertou a cara do mendigo em cheio. Seus companheiros o seguraram antes que ele caísse no chão. Diante dele, havia um garoto magro e horrivelmente pálido. Seus cabelos longos caíam até o meio das costas e eram negros como o fim que se encontra para os homens com sífilis. Suas unhas não eram aparadas havia anos e pareciam capazes de cortar placas de metal ao meio sem maiores dificuldades.
Alguém tem que dar a droga do primeiro passo. E às vezes… esse alguém tem que ser você. Porque se você não fizer nada… ninguém vai fazer.
— Guri… a gente vai acabar contigo! — gritou o mendigo que havia tentado violentar o menino de traços hispânicos.
— Pode vir… — falou o garoto com uma voz espectral que parecia vir do fundo de sua alma. Os olhos dele eram escondidos pela franja mal cortada que caía-lhe pelo rosto. Havia um lápis preto no 2 preso na sua orelha desprovida de cor.
Enquanto o mendigo corria na sua direção, o garoto tirou lentamente o lápis detrás da orelha e atingiu-o no meio da base de seu pescoço. O homem caiu de joelhos agarrando o buraco que não parava de jorrar sangue, enquanto aquele indivíduo que não aparentava mais de doze anos começava a derrubar, um por um, os mendigos.
No final, todos estavam mortos.
Havia sangue apenas no lápis e na ponta dos dedos ossudos do garoto. Ele olhou para o lápis e jogou-o apaticamente no chão, pegando do bolso da camisa social e surrada que usava, um maço de cigarros. O maço era bonito, vermelho brilhante e com desenhos de raios azuis e dourados. Ele ficou olhando-o durante um longo período antes de tornar a guardá-lo e dirigir-se aonde o menininho encontrava-se debruçado sobre o pai. Para tanto, passou pelo corpo violado da mãe sem lançar-lhe um olhar de esguela sequer.
Desde que eu olhei pra ele, eu soube.
Eu soube que era quem eu procurava durante doze anos de existência sem sentido.
Eu olhei bem no fundo daquele par de olhos que pareciam formar um eclipse negro e morto… E senti.
O pai do menino havia caído de mau jeito no chão. Batera a cabeça com força. O menino pensara que ele estivesse desacordado, mas não estava. Ele estava morto. A parte detrás do crânio havia sido esmagada e agora o sangue manchava os sapatos de couro desgastado do pequeno espanhol.
O garoto pálido e alto, com calças de suspensório que subiam pelo menos quinze centímetros acima de seus tornozelos, parou ao lado dele. Usava um casacão jeans escuro e velho, mas ainda assim muito bom para se aquecer do frio. Não que ele precisasse… Usava-o por motivos puramente estéticos e também para disfarçar o que os outros desconfiavam: Que ele não era humano. Que seus dentes afiados e seu olhar penetrante eram muito mais do que aparentavam.
Eu juro que não fui eu quem o escolhi. Foi ele quem me escolheu. A culpa de tudo o que aconteceu foi dele, não minha. Como eu poderia resistir? Como eu poderia… como eu poderia não querer?
— Qual é o seu nome? — inquiriu o garoto estranho.
— Giovanni — respondeu num sussurro delicado o menininho. Passando a mão pelo nariz e pelos olhos para que não houvesse mais lágrimas ali (numa atitude surpreendentemente adulta para uma criança), o garoto ergueu o rosto para aquele rapaz perturbadoramente alto. — E o seu?
Foi ele… Foi apenas… ele.
Quando olhei no fundo dos seus olhos negros, eu soube. Quando ele me falou que seu nome era Giovanni, eu soube. Quando eu o “salvei” aquela noite — acidentalmente, pois pretendia roubar o que os mendigos haviam deixado para trás (mas nunca, jamais, violentar o cadáver da mãe, que isso fique claro!) — e comecei a criá-lo, eu soube. Eu soube que… era ele.
Era ele.
— Eu sou Raven. — respondeu friamente com sua voz fantasmagórica e rouca.
E esse é apenas o começo do fim.
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como eu te disse no msn ontem, não me perdoaria se não te OBRIGASSE a postar isso aqui! XD
Sério, me empolgou muito, muito mesmo!
o tipo de história e narração e enredo e tudo que eu adoro! Uma das minhas favoritas, podes ter certeza!
Continue escrevendo, my dear! senão eu vou ter PITI!
Hahahaha
Essa foi pra você, baby! xDD E também pro tio Elcio.
Mas, enfim… Sim, sim, eu vou continuar essa série (até porque eu ainda tenho senso de auto-preservação e NÃO quero apanhar).
Como a história de “The Raven Song” já está com todos os caps escritos resta-me começar a escrever a segunda parte. O que eu vou começar a fazer agora mesmo…
Valeu pelo comment, Sami!
Escreva, escreva! @_@
Nem que quebre suas mãos fazendo! Ó_ó
—–
Ah!
esqueci de avisar ao pessoal que está com trauma pós-crepúsculo:
Não é de vampiros não, viu?
E o tio ficou arrepiado pelo desenrolar da historia, numa narrativa meio alucinada, delirante e paranóica. Um conto excelente, Sara. Valeu.
O tio Elcio comentou no meu conto! *-* Que alegria!
Pensei que não vinha nunca mais… xP /zoa
E esse é só o prólogo, cara. Ainda vão ter mais uns cinco capítulos se não me engano.
E, na verdade, cinco capítulos compõem a PRIMEIRA parte então… prepare-se para mais arrepios com uma série gigantesca (segundo anseia a adorada Sami)! xD
Valeu pelo comments, Elcio! ^^
Mas nem morto que eu ia escrever uma história de vampiros parecida com a da Meyer! Ò.Ó
Eu me mataria antes de fazer uma loucura dessas!
Essa história é com mutantes! (vixi… dei spoiler ^^”)
Gostei bastante, bastante mesmo.
A narrativa é bem o tipo que me agrada, embora, deva ressaltar q determinadas partes ficaram repetitivas, tanto nos argumentos como nos sentimentos.
Mas realmente, um detalhe que não estraga o texto.
Aguardarei ansiosamente pela continuação
-
=]
Minha obra-prima está sendo realmente apreciada!
Isso é bom. xDDD
Acho que sei de quais partes repetitivas você está falando (e se for exatamente delas então posso dizer que a repetição constante foi proposital).
Agora tenho mais um motivo pra continuar essa história (como se a Samila vir me pegar se eu não fizer isso não fosse suficiente ^^”)!
Valeu pelo comments, Andrey! ^^
Não somente sobre a parte do “sistema de fode”
o problema é a repetição… esteticamente fica feio com uma repetição lexical. Poderia haver uma repetição de idéia, sem ficar tão aparente.
Hum… =/
Sorry, então. ^^”
Se não sou o maior, talvez seja um dos indivíduos mais desligados do mundo. Mas se você disse antes que não atrapalhava tanto assim, acho que eu não fiz (muita) besteira dessa vez, né? xP
XD
-
Não… não fez não… a repetição agride os olhos. Fikdik pra continuação… ou não…
=]
Eu não sei o que é fikdik… mas acho que é alguma coisa boa. ^^”’
Já enviei o capítulo 1 para o Guns avaliar e postar aqui. Agora é só aguardar!
Ficadica XD
e bem, com relação à repetição, nesse caso eu gostei, pois se nota que foi proposital… me incomoda quando o autor nem se dá conta, tipo:”seu cabelos eram loiros, e e ele era belo, e por isso o loiro atraia a atenção de todos”
isso mata, mas não foi o que ocorreu, a meu ver
Se eu cometesse um erro estúpido desses NESSA história… acho que eu me matava, sem dó nem piedade.
Eu li e reli umas trocentas vezes pra ver se estava bonitinho e só alterei ou acrescentei coisas minúsculas… (como Sami pode perceber, já que leu toda a história antes de qualquer um xD)
Vou iniciar a leitura agora deste conto…
Os comentários são muito favoráveis. Quero também fazer parte do rol dos leitores desta obra.
Aguarde meus comentários.
Mais um! *-* Hoje é realmente meu dia de sorte.
Bom, agora que me deram corda eu só vou parar quando conquistar O MUNDO! mhuhauahuahauha
Enfim…
Valeu pelo comentário Franz, você será aguardado (assim como os outros)!
Bem, o que dizer?
Iniciei a leitura de sua história… e não pude mais interromper.
A ação e o surgimento do meta-humano são fantásticos. O entrelaçamento deles está primoroso, muito bem coordenado.
Você conseguiu criar uma história coesa e bem escrita, sem apelos. Tudo o que foi usado, inclusive a violência e os palavrões, teve seu real motivo. O trabalho está ótimo e, sinceramente, espero ver a continuação dele.
Congratulações…
Franz.
Guns, o que está faltando para que o ONE crie um livro com os melhores trabalhos deste seleto grupo? Sei que o sucesso é inevitável.
Ow, man… ^^”’ Agora ESSA me deixou sem-graça!
Valeu pelos elogios, nem sei o que dizer… ‘The Raven Song’ é uma história que eu estava louco para escrever e agora não vou parar nem pagando! (mais um motivo pra continuar… que vida boa! *-*)
Continue mesmo…
Pode me incluir na lista dos seus fãs rsrsrs. Parabéns.
VIU O QUE EU DISSE, SARA?
VIU, VIU??
Eu não me empolgo a toa *-*
Eu sabia que iam gostar dessa história!
por isso disse que você deveria postar aqui *-*
e bem, como eu li antes que todos aqui, adiando: é uma história viciante e muito bem construída!
Sami… você está me deixando MAIS constrangido ainda! ^^””””’
Principalmente o dessa garota maravilhosa aqui!
Agora aposto que você vai ficar dizendo o dia inteiro: “Eu avisei!” E o pior é que avisou mesmo.
As forças ocultas do universo abençoem o sexto sentido das mulheres!
Nossa! Fiquei atônita com o que li… perdi por completo o meu fôlego! Espero ansiosamente pela continuação dessa estória e parabéns por toda a tua criatividade!
Eu estou quase fazendo a dancinha da vitória aqui! xDDD Essa primeira parte já está completa, então ninguém precisa se preocupar com eu empacar do nada (como acontece com mais regularidade do que eu gostaria).
Enfim…
Valeu pelo comentário Asami, tenho certeza de que isso só vai melhor meu astral na hora de escrever essa história. ^^
Entrou ontem na agenda… e vai sair hoje!
–
Lendo o conto para pegar a imagem.
Estou enganada, ou Sara bateu o recorde de rapiz em ser publicado? o.o
*rapidez*
Não não. O recorde é meu. De ser publicado no mesmo dia.
Porra.. que texto do foda! (perdoem meu frances)
–
Denso, mostrando a escrotidão das ruas.. e no final, termina com um suspense… deixando ponta para um personagem que deve ser do caramba!
–
Gostei! Quero mais!
Aaa .. bom, tomei a liberdade de escolher um corvo como imagem, por causa do título raven e por que os olhos negros do Raven (personagem). Bom, .. não se era esse o objetivo. Mas agora foi
Cara… o chefão-mor do ONE me elogiou! *-*
Assim eu vou acabar mal acostumado! xDDD
A foto tá perfeita Guns e reparei que você ajeitou a história pra ela ser série (acho que me matariam se eu terminasse o conto assim).
Enfim… mesmo os olhos do Raven não sendo negros (quem tem os olhos negros são o Giovanni, porque os olhos de Raven não são descritos em momento algum no prólogo, chefe ^^”) a foto combina por causa do título… e também porque eu adoro corvos! ;D
Bom… eu só queria fazer uma perguntinha: A Sami me disse que você estava confuso quanto ao meu gênero, mesmo o nome sendo feminino… como é que foi isso? xDDDD Você é adivinho ou que, Guns?
Hehehe.. confundi os olhos então
já disse mil vezes que não curto essss paradas sobrenaturais… mas ficou fod@, muito bom. Intenso, agonizante e sei lá mais o que…. muito bom!
Na verdade The Raven Song não é tããão sobrenatural assim (apesar de histórias sobrenaturais fazerem o meu estilo)… Ela é mais puxada pra um lado sinistro e violento. ^^
Que bom que você gostou, Israel!
Primeiro capítulo em breve…
Samila,
-
Com relação a ser proposital, sim eu notei isso e o fato ficou claro. Só q isso não tira o fato de ser um problema.
-
Assim como todos, fiquei preso e envolvido com a história. Gostei de inicio a fim. Porém a técnica de repetição torna o texto “sujo”, “pesado”. Tu podes argumentar a idéia fixa ao longo do texto, mas se tu usas sempre as mesmas palavras, perde o efeito, fazendo com q o leitor só passe os olhos por cima.
-
Pegue como um exemplo os Diários de Rorschach , de Watcheman. Todo o tempo ele martela o nojo q ele sente da sociedade, e as falhas q e defeitos q ela tem. Mas ele realiza o discurso de maneira alternada e diversificada. Cada argumento é uma ponta da história.
-
Mas como já disse ali em cima. Vai bem Sara. Mt bacana mesmo a história. Essas questões de técnica são um detalhe que, se vc quiser ou não, pode ser melhorado com o tempo.
Aliás… tinha até esquicido de comentar. Esse prologo me lembrou mt O passado de Kenshin Himura. Onde a familia dele é assissinada por um bando de bandidos e o Seijurou Hiko (mestre) aparece e mata todos. Uma cena legal de se rever, msm q tão diferente
-
=]
Cara, você está tentando me comparar ao Alan Moore?! O cara é simplesmente um dos escritores mais fod@s que existem nesse mundo! Eu li tanto Watchmen quanto V de Vingança e o Raven é uma espécie de mistura entre Rorschach e o V, assim como tem algo do Pistoleiro de Stephen King (só não me pergunte o que! ^^”)
Tipo, me comparar ao Alan Moore, Stephen King, Edgar A. Poe… é quase um crime!
E também tem mais: a mente de Raven é muito diferente da de pessoas comuns, ele tem uma personalidade complexa que vai ser exposta com o decorrer dos capítulos. A repetição constante de ideias obvias é algo próprio dele, você vai ver! ^^
Quanto a questão do “assassinato dos pais na frente do pequeno filho inocente”, eu acho que isso já é meio clichê no mundo da ficção. Tipo, além do exemplo de Samurai X, nós temos o Batman! A única diferença é a forma como cada cena é contada, como você disse antes – tirando o fato de que aparece alguém pra salvar o garotinho da morte, mas isso é detalhe! xDDD
Enfim… cara, eu te agradeço, pois você fez a minha fama! E aposto que vai ser quem mais vai falar conforme meus polêmicos capítulos forem lançados! xPPPP Depois da Sami, é claro!
True… O conto me lembrou Watchmen.
Oh man… ninguém se lembrou de fazer a pergunta mais importante de todas sobre a história! x_x
E ela está bem na cara de todo mundo!
Pergunta mais importante?
õ.ô
Isso mesmo!
Ninguém (exceto o Elcio, porque isso eu já falei pra ele) se deu ao trabalho de perguntar o que significa “Ad Perpetuam Rei Memoriam”!
Ou será que todo mundo sabe o que essa frase em latim significa? xPPP
Não perguntei pq quando li o titulo ja busquei no google. Sempre faço isso.
u.ú
Hehehe.. eu também busquei no Google. Mas de sacanagem, … também perguntei para o meu irmãozinho, que estudou latim.
–
Ele acertou as palavas.. mas não o termo.
Também gsotei muito da estoria Sara, mas como já foi dito por Andrey, a repetição mata o facinio, mesmo que seja proposital.
Tente trabalhar mais as palavras, existem muitas formas de se falar a mesma coisa.
Contudo, meus parabens, tá execelente!
-
Kenshin Himura, heroí(se posso chamlo assim), favorito, to revendo tudo inclusive.
Eu conheço esse nome! ^^
Cara, valeu por passar aqui e deixar esse comment, mas assim como o Andrey (e acho que todo mundo que ler) você vai se surpreender com o que vai acontecer nos próximos capítulos e a forma como a personalidade de Raven (como de outros personagens e também a do outro protagonista da história, Giovanni) vai se revelar.
Torcemos por isso.
Nâo é cortar o barato, Sara, mas eu não fiz uma comparação com o Alan Moore, pq sinceramente não acredito em comparações entre escritores. Tomei o bom e velho Roscharch como exemplo somente, pq ele tem um espirito parecido. Mas como colocou, mt bem por sinal, o Vinicius, a repetição quebra o fascinio. É simplesmente uma questão de estética e estilo. Como já disse acima, fikdik. Pense a respeito disso. O ONE não serve simplesmente pra massagear o ego, ou ser comentado, mas simm para, acima de tudo, haver troca de experiencias tche.
-
No mais, tenho certeza q vc não vai decepcionar. Teremos uma fantástica história pela frente. =]
(E q isso rapaz;… não fiz sua fama nada… não diga besteiras u.ú)
-
Puxa vida… eu queria tanto que alguém me perguntasse o que significava aquela frase em latim pra eu poder fingir ser um expert! xPPP
Não foi dessa vez!
—-
Você não corta meu barato, não! ^^” Eu não tenho muitas esperanças de ultrapassar esse mestre (o dia que isso acontecer com certeza vai ser o fim do mundo, porque Alan Moore ser desbancado por um ‘guri’… é o cúmulo do cúmulo! xD).
—-
Mesmo que você não tenha “feito” a minha fama, eu quero agradecer do mesmo jeito! Você foi quem mais puxou a minha orelha nessa história! XD E eu gosto disso!
Fico realmente ansioso em saber qual vai ser a sua reação diante dos próximos capítulos… hehehe Espero que ninguém me mate. ^^”’
Vamos ver, vamos ver…
-
Mas é sério… vc não tem q pensar em superar ninguem… arte não é uma questão de superação… cada história é uma história… não é uma questão de superar sacas…
-
Mas quero ver a continuação
=]
Ela já foi enviada pra ser revisada, Guns!
Só estou esperando você colocar na agenda para enviar a próxima parte.
E por assim vai, até acabar a primeira parte! ^^
Credo… eu confundi o Andrey com o Guns! XoX
Credo mesmo!
hehehe…
Larga das drogas manolo, larga das drogas…
Eu não uso drogas! ¬¬
Só esqueci de tomar o meu remédio da tarde! xDDDDDD
Oooo guns… Publica o conto do Atreus amanhã por favor.
-
Eu e a Asami começamos a começamos a conversar ali no meu conto e dai passou… mas não é justo… o conto do cara ta ali a um tempão, faz esse favor?
O Andrey está tão insistente na publicação deste conto que a curiosidade despertou… Mas o Guns está fazendo um ótimo trabalho e, como disse uma vez a Samila, basta um pouco de paciência e logo o conto estará entre nós.
P.S.: leiam meus dois contosssssss rsrsrs. Eles já estão na agenda.
Ok, atendendo ao pedido de Sara: please, será que alguém pode me explicar direitinho o que significa “Ad Perpetuam Rei Memoriam”? Procurei no google, mas o resultado não foi tão satisfatório quanto imaginava…
Eeeeebbaaaaa!!! Alguém perguntou! Essa é minha! Ninguém tasca! xDDDD
“Ad Perpetuam Rei Memoriam” é um termo em latim que significa “Para a lembrança perpétua da coisa”…
Foi isso o que você achou no google, Asami? Ou encontrou outro resultado?
Encontrei algo parecido, mas em compensação achei termos que iam de leis a seitas obscuras. As informações embolaram um pouco então preferi vir aqui e preguntar
“Leis a seitas obscuras”? O.O
Oh god… Isso foi muito Dan Brown! xDDD
Se você for no google, verá que não estou exagerando nem um pouco…
Só por curiosidade acessei um dos sites e estava até há pouco tempo lendo algo sobre disseminar a cultura obscura no mundo… =)
Também pesquisei e encontrei resultados similares. A tradução mais adequada seria algo como “Para perpetuar a lembrança”?
Pra ser sincero, eu não sei se essa é uma adaptação da frase original ou se é a tradução literal. xP
Alguém se habilita a tirar essa dúvida? xDD
Eu me habilito u_u
‘Que a memória seja perpétua’
*criou raiva de latim depois de perder tempo traduzindo orações que já haviam sido traduzidas*
Bom… a realidade é que essa frase continua no mesmo sentido em todas as traduções feitas aqui! xP O momento em que Giovanni é apresentado a Raven vai tornar-se imortal, porque os fatos que vem em seguida não teriam acontecido se não tivesse sido esse encontro proporcionado pelo “acaso”.
—-
De qualquer jeito, obrigado Sami! ^^ Você à partir de hoje vai ser a tradutora oficial de todas as frases em latim que iniciarem os prólogos das (inúmeras) partes de The Raven Song!
Ó.Ò”’
Não é que é verdade mesmo?! Acho que eu entrei no mesmo site em que você estava (Spectrum), onde a frase é uma espécie de slogan!
Bom, posso afirmar que The Raven Song não vai ter nada envolvendo magia, forças das trevas, criaturas sobrenaturais… Pelo menos isso não está no roteiro até o presente momento! ^^”’ Só os bons e velhos meta-humanos!
KKKKKKKKKKKKKKK… eu disse. A expressão possuía muitos e diversos significados, por isso preferi perguntar o significado diretamente a você, assim teria uma ideia geral do que ela representa no conto
Achei muito X-Men Begins, ou algo assim. Não me agradou muito. Sei lá… achei a escolha do nome muito hollywoodiando e a história como um todo me soa meio clichê, mas pode ser só uma impressão.
/tenso
Você não está errado quanto a esse começo ter sido clichê. Eu mesmo comentei isso (acho que foi com o Andrey) anteriormente.
De qualquer jeito eu não gosto de X-Men (espinhos saindo das mãos e raio laser nos olhos… muita viagem na maionese pra mim aguentar ^^”), prefiro muito mais explorar o lado psicológico da situação meta-humana.
Bem… espero que os próximos capítulos surpreendam você, Vitor!
Muito bom esse conto! *_*
vc explorou bem os personagens.
espero que não demore muito para continuar.
Valeu, Peregrina! ^^
A continuação já está com o Guns… é só esperar o chefão colocar no site.
Mas acho que vou ser bonzinho e colocar a continuação no meu blog! xDDD
qual é o endereço do seu blog?
thedevilunknown.blogspot.com
————–
Divirta-se! xD
Gostei do conto. O modo como foi construída a narrativa me agradou.
.
Logo lerei a continuação, e espero por um ótimo texto.
Gostei muito da narrativa me deixou preso a ela até terminar!
-
Logo vou ler os outos capítulos!