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Sep
01
2010

A Ultima Valsa

Escritor: Jessé

a-ultima-valsa

Lá estava ela.

Dentre todas ali presente, apenas uma conseguira chamar minha atenção. Com sua beleza inigualável, sua pele tão branca, e seus cabelos tão escuros quanto aquela noite.

Ela estava do outro lado do salão. Eu a observava atentamente, e é incrível o fato como não cansava de fazer isso. Até que, nossos olhares se encontraram. Percebeu então que eu a observara, porém não desviou seu olhar. Pelo contrário, continuo a olhar-me.

Fiz um gesto com a cabeça, como um comprimento. Ela fez o mesmo, então levemente levantei a minha taça de vinho, como se estivesse propondo um brinde, e novamente ela retribui meu gesto.

Era tão maravilhosa. Ah! Sim. Eu a queria, e como queria poder envolvê-la em meus braços, mesmo que apenas por um instante, mas certamente eu a queria muito.

Estava determinado, ela seria minha. Após ter tomado minha decisão, já era hora de agir, e foi ai que resolvi ir ao encontro dela. Fui me aproximando, e quanto mais me aproximava mais ansiava por tê-la, mais eufórico eu ficava. Logicamente, eu não demonstrava tal ansiedade. Por fora eu me mantive estável, calmo e sereno. Era totalmente imperceptível, não havia como ver minhas emoções, pois eu não as demonstrava com tanta clareza. Mas o mais estranho é que, lá no fundo, bem no meu interior, era como se eu sentisse que ela sabia o que eu estava sentindo, a forma como me olhava ao aproximar-me, como se até mesmo estivesse ouvindo as batidas do meu coração.

- Senhorita.
- Sim.
- Concede-me essa dança? – Falei estendendo minha mão a ela.
- Primeiro tenho uma pergunta – disse ela. O que o fez vir até mim? Por que dentre todas aqui escolheste a mim?
- Por que ao meu ver, és a mais bela de todas. E nenhuma aqui presente conseguiu beleza suficiente para sequer comparar-se a sua, quanto mais para superá-la.
- E o que faz o cavalheiro pensar que eu aceitaria seu convite? A forma como prende o cabelo?

Confesso que nesse momento as palavras fugiram. Não disse palavra alguma, pois não sabia o que dizer, e não queria tropeçar nas palavras. Foi então que percebi que ela era muito mais do que eu imaginava, era muito mais do que apenas um rostinho bonito. O fato dela não ser uma garota fácil me motivara ainda mais a conquistá-la. A forma como ela falara, firme, inflexível, centrada. Isso com certeza fez-me querê-la mais ainda.

- E então? O que o fez pensar que eu aceitaria?

- Devo admitir que não sei. O que realmente sei é que, eu a vi, e sabia que não podia desperdiçar essa oportunidade, pois, não sabia quando teria outra oportunidade de vê-la!
- Pois bem! Convenceu-me. – Disse ela com leve sorriso.

Após ela aceitar, nós nos dirigimos ao centro do salão e começamos a dançar. Em meio a isso conversamos muito, e cada vez mais eu estava ficando mais fascinado por ela. A forma como ela falava, o seu jeito, era tudo tão cativante. Em meio à conversa descobri seu nome. Sara. Um belo nome, eu o guardei no fundo do meu coração, pois nunca achara ninguém tão especial quanto ela. E assim que paramos de valsar ela pediu para que fossemos um pouco para fora para que ela pudesse tomar um pouco de ar.

Fora do salão, ainda tomando a brisa, um silencio brutal se instalou entre nós. Silencio esse que foi ela quem quebrou.

- E então, o que está achando da noite?
- Estou gostando. Eu adoro essa brisa tênue.
- Concordo. – Respondeu ela. Mas não posso deixar de dizer que também simpatizei muito com você.

Fiquei um tanto surpreso quando ela disse isso, pois até agora havíamos conversado muito, porém não havia dito nada semelhante, sequer deu um sinal. Meu coração se alegrou muito ao ouvir isso.

- Gostei de você e acho que é merecedor de receber o que vou lhe dar. Disse ela.
- Me dar o que?

Aproximando-se de mim então, ela entrelaçou as mãos em volta do meu pescoço. No mesmo instante coloquei minhas mãos na sua cintura. Logicamente eu achei estranha sua postura. Até pouco tempo atrás estava tão fechada, tão difícil. E agora, tão atirada, mais até do que es esperava. Mas eu seria um louco se tentasse fugir dessa situação, só mesmo um tolo para rejeitar seu beijo.

- Isso é para que sempre lembre de mim, pois, receio que não vamos nos encontrar novamente.

Dizendo isso ela me beijou.

Faltam-me palavras para descrever seu beijo. Por mais que eu tente, até hoje não achei as palavras certas. Mas não foi exatamente o beijo que a tornou inesquecível, mas sim o que ela fez depois.

Poucos segundos após beijar-me, quando eu ainda estava tentando entender o que aconteceu, de uma forma simples e meiga com seus doces lábios ela tocou meu pescoço. Confesso que nesse momento esmoreci, minhas pernas ficaram bambas apenas dela ter tocado meus pescoço, e no exato momento quando seus lábios o tocaram, senti um arrepio na coluna. A essa altura eu estava totalmente envolvido e nada mais importava, e então ela fez seu ultimo gesto, o gesto que mudou minha vida.

Logo após o beijo senti uma pequena dor em meu pescoço, então percebi que ela havia me mordido. Claro, eu poderia tentar impedi-la, mas não consegui fazer isso pelo simples fato de que o prazer que eu sentira fora tão grande, tão intenso, talvez até mais intenso que o dela ao sugar meu sangue, então apenas deixei as coisas fluírem.

Eu comecei a me sentir fraco, e não demorou muito para que eu adormecesse. Não sei ao certo quanto tempo dormi. E isso tão pouco importa, o que me deixou pensativo no momento foi a forma como acordei. Acordei sentindo um liquido em minha boca, não sabia o que era, mas era estranha a forma como ainda na boca ele era gelado, mas após eu engolir sentia-o aquecido. Era como algo que me dava mais vivacidade.

Só depois de algum tempo consegui abrir os olho, e quando o fiz percebi que já não estava mais no baile, e que ela já não estava mais ali. Sem saber ao certo onde estava e ainda atordoado eu tentei ficar em pé.

Passei alguns dias completamente sem saber o que acontecera, mas com o tempo eu entendi tudo o que havia acontecido. Que eu não havia simplesmente desmaiado, mas havia caído no sono eterno, e ela me despertou. Que eu já não era mais o mesmo, mas agora minha vida havia se transformado.

Realmente, como ela me falara eu nunca mais consegui vê-la, mas ao longo dos anos além da arte arranjei novas formas de passar o tempo. E uma dessas formas foi procurá-la. Já se passaram 97 anos desde aquela noite. Há 97 anos eu procuro Sara. A mulher que me deu o abraço como vampiro e que me concedeu a ultima valsa como humano.


Written by Jesse in: Contos,Jessé | Tags: , , ,

45 Comments»

  • E.U Atmard says:

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    O conto é uma amálgama! Jessé, amigo, o estilo está absolutamente perfeito, mas torna-se difícil ler pois parece que se lê uma declaração a uma rapariga, o que não sei se não é verdade. Por outro lado, o final, deu-me arrepios. É bonito, mas horrivelmente incoerente. Não porque eu não goste de histórias de vampiros, tolero-as apesar de não ser grande fã, mas porque se apresenta como um romance, e o fim traz um coda pouco satisfatório.

    Não estou a criticar. Oh melhor estou, mas ao estilo do Andrey, ou seja a dar o meu parecer, que apesar de eu querer não é imparcial. O começo tem uma descrição sublime do percurso que ele faz, o próprio jogo de palavras entre eles relembra o percurso de uma valsa, uma dança de olhares e de dúvidas. O amor que o protagonista demonstra pela mulher é forte, por vezes até demasiado forte se queres que te diga, pela sua densidade. Depois o fim, aparece quase de imprevisto, com menção a um líquido na boca que eu não percebi. E depois vem o último parágrafo, que tem ideias que podiam ser melhor desenvolvidas. E outra coisa que eu acho que é premente de avisar, colegas escritores, façam a seguinte experiência. Ponham o climax numa das seguintes posições:
    -No princípio, mais tarde repetida uma pequena parte, e saltada a segunda acção em queda. Sem denouement (?)
    -No meio, da maneira normal, mas sem ser preciso que a acção cresça até aí.
    -No fim, deixando suspense e tudo em aberto.
    Não que a fórmula normal não seja boa, mas sinceramente, passado um tempo torna-se repetitivo e aborrecido. Isto é uma sugestão, mas acreditem que dá um aspecto diferente aos textos. Por exemplo este, eu acho que podia ficar sem o último parágrafo, e a frase final, a chave, ser posta com a sintaxe minimamente alterada em frente do final do penúltimo.

    O diálogo no meio pode estar um pouco ameno demais, e pouco desenvolvido, mas não sei ao certo…

    O comentário é longo, a minha nova trademark, mas espero que tenha sido positivo, pois não pretendo criticar. Eu gostei bastante do texto, e reforçou a minha apreciação dos teus textos Jessé. Espero ver mais textos teu nas próximas levas ;)

  • Andrey Ximenez says:

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    ” E agora, tão atirada, mais até do que es esperava.”
    “meus pescoço”
    “Só depois de algum tempo consegui abrir os olho”
    -
    Conselho: Corte os Pronomes!
    Eu poderia, Eu saberia, Eu engoli. Poderia, Saberia, Engoli… deixe o pronome oculto, assim o texto ficará mais leve e não dará a impressão de repetição.
    -
    Quanto ao texto, Um belo texto Jessé! Fraco, porém belo!
    -
    Por que fraco? Bem… dado o seu estilo, sabia nas primeiras linhas que tratava-se de um conto sobre Vampiros. Como? Já perdi as contas de quantos prelúdios ja escrevi para meus personagens de Vampiro.
    Para o Atmard pode ficar estranho o fato de sentir o liquido da boca, mas isso faz parte da Mitologia da Whitewolf, onde primeiro a pessoa tem todo o sangue drenado, morrer, e depois receber o sangue do vampiro, que lhe trás de volta à vida.
    -
    Como Atmard diz, o conto inteiro é uma valsa, desde a conquista até o abraço. Porém… sendo assim, o final quebra o ritmo da valsa. Não da continuidade, não da o ultimo tom das três batidas.
    -
    Gostei, mas como disse, é um prelúdio. Se um jogador me apresentasse isso eu diria perfeito, mas como conto, que deve ter um sentido completo, mesmo parecendo em aberto, está a dever.
    -
    Um abraço!
    -
    OBS: Evoluiu bastante a escrita desde o ultimo conto ;)

  • E.U Atmard says:

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    Onde está o Jessé?

    • Lord Jessé says:

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      Cá estou eu!!! :D
      -
      Desculpe por demorar responder, mas é que estou de ferias, e um tanto impossibilitado no momento. Por isso não tenho aparecido ai. Vou voltar a ativa no ONE depois do dia 18.
      -
      Mas respondendo aos comentários…
      Agradeço a vocês pelas criticas e elogios. Como já disse, são sempre construtivas pra mim.
      -
      E que bom que acha que evolui Andrey!
      -
      Espero desenvolver cada vez mais, e me aprimorar.
      -
      Quantos aos erros de digitação… Nossa, que vergonha. Passaram tão despercebidos.
      -
      Mais uma vez, obrigado pelos seus comentários. Suas criticas são sempre bem vinda amigos.

  • Samila says:

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    Muito bom! Muito bem escrito, passou bem o sentimento
    Mas faço minhas as palavras finais do Andrey:
    “Gostei, mas como disse, é um prelúdio. Se um jogador me apresentasse isso eu diria perfeito, mas como conto, que deve ter um sentido completo, mesmo parecendo em aberto, está a dever.”
    De qualquer maneira
    adorei

    • Lord Jessé says:

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      Samila, fico muito feliz que tenha comentado.
      -
      Quanto ao final em haver, bom, eu tinha a ideia de deixar um tanto em haver, mas não esperava que ficasse dessa forma.
      -
      Pois bem, de uma forma ou de outra eu iria trabalhar em uma continuação ai, mais ainda não dou certeza.
      -
      Um dos contos que vou enviar e que vai ter continuação é sobre o vampiro Louis. (meu protagonista no mangá).
      -
      Estou fazendo alguns contos sobre ele, mas antes de enviar esses vou enviar com outros temas, para dar uma descontraida, e não se prender tanto ao tema vampirico.

  • Thumb up 0 Thumb down 0

    maldita moderação!
    -
    ¬¬’

    • Samila says:

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      Hahahah
      Mas convenhamos que você foi bem vil em suas palavras XD

      • Thumb up 0 Thumb down 0

        rescrevendo de um modo mais sutil ( modo chato )

        Como vcs ja devem ter percebido, não gosto de vampiros, anjos e seres sobrenaturais. Mas o começo desse texto me cativou ao ponto d’eu, mesmo nao gostando do final, gostar dele. Muito gostoso o jeito que tú escreve jessé.
        -
        se fosse um texto meu… ela daria o tal beijo maravilho, iria pra casa dele, onde fariam amor e no dia seguinte ele só encontraria um bilhete dizendo:
        “estou com uma doença terminal, vou morrer N dias…É melhor vc nao se apegar muito”……mas …
        -
        tá bom por aki, se eu ficar falando muito ja vai ser plagio

        • Lord Jessé says:

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          Valeu Israel.
          -
          Que bom que gostou! :D

          -
          Quanto ao final, de irem pra casa fazer amor… Tenho que admitir que foi minha primeira ideia em relação a isso, mas não a mantive e deixei os dois só no beijinho!
          -
          Obs: Estou de volta as manhas so ONE! :D
          (Satisfação)

          • Andrey Ximenez says:

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            Mazza

            seja bem vindo tche
            o/

          • Lord Jessé says:

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            Já tava com saudades daqui.
            -
            Claro, que até o momento estou mais perdido que filho da p*** em dia dos pais, mais logo vou me encontrando novamente.
            -
            E tem muito coisa pra eu ler!!!
            -
            e corrigindo os meus tipicos erros de digitação.
            -
            “manhãs do ONE”

          • Thumb up 0 Thumb down 0

            isso ai. Bem vindo!

          • Lord Jessé says:

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            Valeu Guns! :D

  • Peregrina says:

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    Amei seu conto.
    desde pequena tenho paixão por vampiros.
    foi muito bem descrito,vc incorporou bem os personagens.

  • Lord Jessé says:

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    Obrigado Peregrina.
    -
    Fiquei lisongeado, e espero que goste dos proximos.

  • TramArte says:

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    Olá Jessé! Li o conto. Legal! Ficaria interessante se você “sugerisse” que após o “beijo” da desconhecida, passamos a ter vida… Ou seja: o que somos quando não somos “vampiros”? Compreende? Como neste trcho: “Que eu não havia simplesmente desmaiado, mas havia caído no sono eterno, e ela me despertou. Que eu já não era mais o mesmo, mas agora minha vida havia se transformado.”

    Cuidado com a aplicação dos pronomes: Ex.: “Eu comecei a me sentir fraco, e não demorou muito para que eu adormecesse.” Mas isto se conquista aos poucos!

    ABRAÇÃO…

    • Lord Jessé says:

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      Mais uma vez obrigado.
      -
      Seus comentarios são muito construtivos pra mim, e tem me ajudado bastante. :D

  • Lord Jessé says:

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    Já ouviram aquela expressão que diz que, sempre que ler algo terá uma nova representação?
    -
    Pois bem, a principio quando eu li os comentarios, eu tive uma interpretação(muito boa por sinal). Porém, agora que eu estava relendo eles tive outra (melhor ainda por sinal).
    -
    E sinto-me na obrigação de dizer a todos, MUITO OBRIGADO.
    -
    No comentario do Atamard que fala sobre o climax, e que talvez o uso do ultimo paragrafo fosse desnecessário. Tenho que concordar, poderia explorá-lo muito mais, ou apenas tirá-lo.
    -
    Mais uma vez obrigado por dizer queeu evolui Andrey. Vou começar a cortar os pronomes. E de fato. A musica terminou sem as tres batidas. E talvez eu não devesse ter parado a musica.
    -
    Sammy!!!
    Só fato de você ler um texto meu, já fico lisongeado.
    Obrigado pelas criticas e elogios.
    -
    Acredito ter entendido o que TramArt disse sobre aquele trecho, e de que, o que somos quando não somos vampiros? Acho que talze ficaria legal com a seguinte frase. ” Mas passei da morte para a vida”. Estava pensando em usá-la a principio( e sabe Deus pq eu não usei).
    -
    Enfim, quando cheguei aqui, não sabia escrever(tirando as pequenas composições), não gostava de ler. Mas cá estou eu, aprendendo mais a cada dia com vocês.
    -
    Obrido. :D

    • Andrey Ximenez says:

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      Que isso rapaz. Estamos na mesma barca
      -
      =]
      -
      O conhecimento nunca é absorvido imediatamente tche. Ele precisa de um tempo para se acomodar. Por isso q o ideal é q qnd escrevemos algo deixemos a obra parada por um tempo. Pq assim, qnd vc for revisar, a sua visão será mt mais amplas e complexa.
      -
      Vc ta seguindo bem tche. Agora é só continuar praticando e exercitando a escrita
      -
      =]

  • Letícia Allebrandt says:

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    nossa Jessé,
    você escreve muito bem
    ótima história, mesmo eu não
    sendo a fãn número um de vampiros,
    eu gostie muito.
    Parabéns pela sua criatividade.
    ;*

  • John Macedo says:

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    De modo geral, bem escrito. No começo, não sei o motivo, me veio a cabeça aqueles contos de fada, por Walt Disney. Depois vêm a “virada”, com a introdução ao vampirismo. Desculpem os adeptos, mas não tenho nenhum pouco de paciência com romances vampirescos. Mesmo assim, acho que o conto teve dois pontos fortes, e um sem profundidade, que foi o final. Não sei se incoerente, como disseram em algum comentário mais para cima.

    -
    Cara, sem entrar em detalhes, tá bem escrito. Não tem muito “mimimi”.

  • Thumb up 0 Thumb down 0

    Uma das maiores coincidências que já ví.

    Fui ver qual seria o conto para ir ao ar hoje… e veja só – A Ultima Valsa. E neste momento esta tocando aqui no meu headphone Johann Straus – “Contos dos Bosques de Viena, Op. 325″, ou seja, uma valsa! :D

    achei isso demais.

    • Thumb up 0 Thumb down 0

      Pô.. e vou dizer que ler o conto escutando Straus… vale a pena. Embala a leitura! :)

      Achei que ficou meio .. meloso ali no meio, na descricão do beijo e tal. Mas gostei do texto, bem fluido. :)

      • Vitor Vitali says:

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        No meu caso a música não combinou nada. Está tocando um screamo progressivo. xP

        • Lord Jessé says:

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          Caramba!
          -
          O guns leu meu conto! Fico feliz por isso!
          -
          A proposito, curti muito a imagem!
          -
          E a trilha sonoro que estou ouvindo agora(nightwish- o fantasma da opera), é… combinou um pouco!

  • Thainá Gomes says:

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    Que imagem linda!*–*

  • Ana Bourg says:

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    Que texto legal.
    Eu gosto de histórias de vampiros (isso não conta os contemporâneos purpurinados, claro) e tom de mistério, noir, que as acompanha – a ideia básica é um ser que se alimenta da vida dos outros. Depois, e acredito que há isso no Drácula de Bram Stoker e em produções posteriores, filmes e livros, como o Nosferatu de Herzog, The Hunger, o rpg A Máscara e os livros da Anne Rice, um misto de culto a juventude (imortalidade) e um certo erotismo, ao mesmo tempo em que há uma certa morbidez no “o que é um vampiro” e tudo isso remete, de alguma forma, ao romantismo de Byron.
    Acho que esse conto conseguiu captar essa aura em torno da figura dos vampiros. Está bem escrito, acho que cairia bem talvez o narrador/ protagonista falar um pouco mais da figura atraente da moça e, já que se trata do climax da história, colocar um pouco mais de suspense nas cenas finais, por mais detalhes no processo de transformação do personagem.
    O começo ficou uma graça e me lembrou muito “A Valsa” de Casimiro de Abreu. (http://www.literaturaemfoco.com/?p=192)
    E a imagem da “capa” também está um arraso. :)

    Parabéns pelo conto. ^^

  • Lord Jesse says:

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    Obrigado Ana. Não sabe o quanto fiquei feliz ao ler seu comentario.
    -
    Fico feliz por ter agradado. Quanto ao que você disse sobre a descrição da personagem… Realmente, o que eu tinha em mente sobre ela, não consegui escrever. Talves com o tempo, e com mais tecnica, eu reescreva esse conta, e nele apareça mais caracteristicas que a tornem mais visivel. ^^
    -
    Mais uma vez, obrigado por ler e comentar.

  • Rainier Morilla says:

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    Não gosto de Vampiros.
    Nunca gostei, mas cá está uma história que me interessei.
    Embora, como todos disseram, o ultimo parágrafo ficou perdido.

    Haverá continuações???

    • Lord Jessé says:

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      a principio não. Mas não digo que não, pq tem esse intervalo de tempo em que ele a procura, então… Não vou dizer que não.

  • lobaempeledeovelha says:

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    Dançar é um convite para consumar um desejo horizontal.
    Adorei e fiquei extasiada com a maneira que você escreveu.
    Vou esperar uma continuação.
    Que tal um jantar?(Você seria um prato delicioso sorriso malvado)

  • Everton Campos says:

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    gostei bastante pelo menos té a metade,
    parecia que eu tava lendo um texto antigo
    sei la, voce conseguiu me fazer acreditar nas
    coisas que o personagem falava, e isso é sensacional!!!

    quando começou a parte
    sobrenatural do conto ja nao axei tão legal
    isso porque to meio cansado de vampiros.
    mas é pessoal e no todo voce é um bom
    escritor e conseguiu passar um historia legal.

    Só errou em repetir muito as palavras
    isso deixa o texto um pouco pobre.

    • Lord Jesse says:

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      Everton valeu pelo seu comentario.
      sei que demorei responder,(muito) e pesso desculpas, mas no momento to meio impossibilitado de entrar aqui no ONE, e devo dizer

  • Antipaladino says:

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    Cara, você escreve de uma maneira bem emotiva e graças a isso transformou palavras em um conjunto sensível de linhas e sentimentos.
    Parabéns ;)

    • Lord Jessé says:

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      Muito obrigado Antipaladino.
      Qeu bom que pude agradar.
      1000 perdoes pela demora em responder. Sinto muito mesmo. Mas estava muito dificil pra entrar aqui. Estava muito sem tempo, e sem net em casa.

  • lobaempeledeovelha says:

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    Lorde tu sabes que escreves lindamente né e mesmo que exista necessidade de revisar ainda assim digo que ficou belo e inebriante ;)

    • Lord Jessé says:

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      Loba, alguma vez ja disse que te adoro? hehe. brigado msmo pelo teu comentario. brigadao. Desculpe a demora

  • j.p.furtado says:

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    curti, texto leve e gostoso de ler. Não conheço muitas coisas sobre vampiros nem gosto muito na verdade, mas deste gostei. tem continuação ou é filho unico?

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