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Sep
29
2010
Conto em Série

Alvo Humano

Escritor: Rainier G. C. Morilla

alvo-humano

Joelhos no chão, mãos à ferida. A flecha perfurou minha carne como uma faca afiada divide uma maçã.

O sangue escorre como um rio ruidoso, como uma cachoeira alta, em um turbilhão forte. Meu ventre perfurado dói, e a respiração é pesada e dificil. Minha pele soa e minha mente vaga. Os olhos se escurecem e a folego torna-se cada vez mais arduo.

Vejo meu filho brincando em campos distantes pelo campo, crecendo e se tornando forte e sadio. Caçando pequenos animais atirando pequenas pedras e escalando arvores para pegar os frutos mais suculentos.

Minha mulher cozinha esperando ansiosamente que eu retorne e beije sua boca carnuda e abrace-a pelas costas enquanto prepara minha caça matinal.

Meus campos florescendo e dando os frutos saudáveis enquanto eu descanço a sombra de suas arvores, meus cachorros que sempre me acompanham, onde quer que eu vá.

Mas aqui estou eu. Caido ao chão por tentar defender o que mais amo. Não fiz nada de errado, não matei por prazer, não invadi qualquer inimigo. Algum tolo achou uma boa idéia invadir nossas terras, estrupar nossas mulheres, escravizar nossos filhos e levar nossos animais como alimento.

Por fim deito na lama, meu rosto vai de encontro à poça do meu próprio sangue, enquanto imagino como estará meu lar agora que fomos derrotados.

Meu filho labutando para senhores hostís, se alimentando da lavagem dos porcos enquanto recebe chibatadas nas costas. A dor e lagrima de sua mãe, sendo violentada e assassinada por selvagens, sem alma.

Rezo e procuro não pensar em mais nada, tudo se torna negro e sombrio em meus pensamentos. E por fim, não vejo mais nada. Mas o som de espadas, gritos e lamento continuam.

Por fim, há o silencio. Somente uma nevoa tenue no ar, e cheiro de fumaça. Depois nada mais.


Written by Rainier Morilla in: Alvo Humano,Contos,Rainier G. C. Morilla | Tags: , ,

81 Comments»

  • Andrey Ximenez says:

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    “campos distantes pelo campo”
    -
    Bacana… mas em algumas partes vale uma revisão.
    -
    =]

    • Rainier says:

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      Sem palavras… =X

    • Rainier says:

      Thumb up 0 Thumb down 1

      Hoje achei um álibi para esta frase.
      -
      Retirado do: A Vida, O Universo e Tudo Mais:
      “AQUELA VASTA CÂMARA VASTA” – Continua nosso querido Douglas Adams – “parecia ter sido escavada no INTERIOR DE UMA MONTANHA. – o que se devia precisamente ao fato de ela TER SIDO ESCAVADA no INTERIOR DE UMA MONTANHA.”
      -
      Se Douglas Adams, pode ter tido errado desse jeito, eu tbm posso. rsrsrs…

  • Lord Jessé says:

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    Gostei, achei bem legal!

  • Asami says:

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    Gostei bastante do seu conto… muito legal a forma como você relata desde a invasão das terras até a morte do personagem, utilizando-se de excelentes descrições. Parabéns!

  • Gabriel Monteiro says:

    Thumb up 1 Thumb down 0

    Cara, esse conto tá demais! Só a parte de “campos distantes pelo campo” que ficou meio estranha, mesmo.

    • Rainier says:

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      Muito obrigado Gabriel, pena que essa frase apagou o conto…
      -
      É a maldição do Guns. Os erros só aparecem quando publicamos…

      • Andrey Ximenez says:

        Thumb up 0 Thumb down 1

        Relax man, faz parte. E como vc disse, se Adams errou, td tranquilo então.
        xD

        • Rainier says:

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          Ser comparado à Adams mesmo no erro é uma massagem no ego violenta… (Soberba Feelings)
          -
          É bom que eu aprendi o bom valor de revisar um texto inúmeras vezes.

          • Eduardo Never says:

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            Pelo amor de Deus. Douglas Adams não erro.
            Existe uma coisa chamada ironia.
            Como O Guia é uma obra de ficção e humor a irinia está muito presente.

          • Rainier Morilla says:

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            Hehe… Errou sim… ú.ú

  • Thumb up 0 Thumb down 0

    :~
    -
    Era melhor nao ter ido ao campo de batalha, danado. Saia da formação, ia pra umas 5 filas atras e quando o barulho começasse o barulho, corria.

    • Rainier Morilla says:

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      Ou que levantasse o escudo!
      Se estivesse prestando atenção na batalha e não pensando na mulher, não teria morrido, desgraça! rsrsrs…

  • John Macedo says:

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    Cara, gostei do conto. Muito legal, mesmo sendo tão curto. As descrições são bem feitas, embora em alguns trechos você tenha usado analogias bem legais, em outros simplificou bastante.
    -
    “Ou que levantasse o escudo”. xD

    • Rainier says:

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      Eu tento não usar a lógica em meus contos…
      O mais lógico seria a anta LEVANTAR O ESCUDO, mas se o fizesse não existiria conto. kkkkk…

      Valeu pela força. =D

      Aproveitando, pq não manda um conto para o site? Seria muito bem vindo…

  • RodrigoBS says:

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    Gostei bastante do sentimento que tu conseguiu colocar. O início do conto me fez pensar no filme “Gladiador” hehe. :D

    • Rainier Morilla says:

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      Opa, valeu Rodrigo. Sua opinião é muito importante. É um dos meus primeiros contos, tenho um carinho especial por ele…

  • Thumb up 0 Thumb down 0

    Excelente conto, meu caro! Você criou toda uma ambientação para a dor e depois explicou com as palavras certas toda a aviolência ocorrida. Parabéns!! Abraços, Vânia.

    • Thumb up 0 Thumb down 0

      Opa! Saiu um “a” a mais. Quis dizer “a violência”.

      • Rainier Morilla says:

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        Agradeço muito teus comentários.

        É muito legal sentir o que vocês sentem ao ler o conto, é gostoso isso…

        Sinto honrado por você ter lido e gostado do conto. Abraços para ti também, Vânia.

        • Thumb up 0 Thumb down 0

          Rainier, não é fácil descrever uma situação violenta e você o fez de uma maneira leve e comovente. Gostei muito! Aliás, gosto muito de ler seus escritos! Abraços.

          • Rainier Morilla says:

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            Mais uma vez muito obrigado Vânia.

            Que bom que você gostou, em breve será postado o outro lado da história. Já está para entrar na agenda…

            Espero que goste também.

            Quando puder passarei em teus contos também para lhe prestigiar. Abraços.

  • Samila says:

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    muito bom, bem descrito e realista… fez eu me lembra de d&d…

    • Rainier Morilla says:

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      Te juro que nunca joguei D&D. Não conheço ninguém que jogue e morro de vontade de jogar… X_X

  • Franz Lima says:

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    Rainier, o texto é muito bonito. Há muita força no conto, mas não deixe de revisar, evitando erros ortográficos e de acentuação.
    No mais, parabéns…

    • Rainier Morilla says:

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      Tem muitos erros este texto. Foi na primeira leva de contos. Agora estou revisando melhor. Nada que evite completamente que algum erro ocorra, mas tomei um pouco mais de cuidado nos últimos escrito, que em breve estarão na agenda.

      Obrigado pelo comentário, críticas são melhores que sugestões, quando construtivas. Tenho mesmo que tomar cuidado com os erros.
      Valeu demais.

  • lobaempeledeovelha says:

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    Mais um bardo entre nós.
    (Mas devo avisar que começo a ter idéias loucas, acho que vou seqüestrar os escritores do ONE, vou dopá-los e depois devorar seus cérebros, certamente será um delicioso banquete literário.).

    • Rainier Morilla says:

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      Quer um companheiro nesta aventura? rsrsrs…

      • lobaempeledeovelha says:

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        Minhas aventuras acabam com páginas rasgadas, sangue, horror e loucura.
        Um devorador de contos não é uma companhia muito interessante, dado ao fato de ser insaciável em sua busca por deliciosos contos.

  • Vinicius Maboni says:

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    Escrever em primeira pessoa, sendo que o personagem morre, é muito dificil(vide o caminho da agua).
    A tematica me agrada muito me lembrou Uthred.

    O texto ficou otimo, se descartarmos alguns erros de gramatica(o monstro devorador de contos aqui do ONE)
    mas em geral, parabens.
    Continue assim…

    • lobaempeledeovelha says:

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      Cuidado caro colega, pois você pode ser o próximo. xD

    • Rainier Morilla says:

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      Bah! Ele conta no presente, ou seja, no momento da morte! Não depois de morrer…

      Valeu pela leitura e comentário. Que bom que lhe agradou.

      Quanto a Uthred, nunca li as Crônicas Saxônicas, mas estou com os livros em casa. Estou ansioso para ler, mas tenho que terminar o ABdA antes.

      E o monstro devorador de contos é terrível. Travo uma luta com ele em todos os contos. Espero vencê-lo algum dia.

      Mais uma vez obrigado pelas dicas e cuidado com a monstra devoradora de escritores tbm. rsrsrs…

      • lobaempeledeovelha says:

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        Devoro contos e escritores, pois eles trazem sabores delicados, aromas marcantes e sentimentos multicoloridos.
        É agradável saborear lentamente cada palavra, cada insinuação de desejo e aprender coisas fascinantes através das mentes daqueles que escrevem.
        Um dia ainda envio o meu conto para ONE xD

        • Rainier Morilla says:

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          Poderia fazer um conto sobre um devorador de contos e escritores. O tema tu já tens bem definido em tua mente.

          • lobaempeledeovelha says:

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            Na verdade tento escrever uma espécie de biografia sobre uma adorável devoradora de contos.

          • Rainier Morilla says:

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            hahahahaha! Ótima!

      • Vinicius Maboni says:

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        Estou terminando o segundo livro agora, mas já posso afirmar, é muito bom.

  • Thumb up 0 Thumb down 0

    Gostei, me lembrou Gladiador.. a parte da visão do filho brincando e tal.

    E o cara morreu. Nada como um bom arqueiro para obliterar o exército inimigo. :)

    • Rainier Morilla says:

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      A imagem ficou muito boa Guns, parabéns. E que bom que o anfitrião gostou do conto, no outro conto será possível de ver o arqueiro em ação…

      Espero que goste. =D

  • Thainá Gomes says:

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    Primeiro eu senti raiva muita raiva ai ele começou a falar do lar dele e eu fiquei tranquila e como se tivesse indo junto com ele nas lembranças depois eu votei a sentir raiva e na hora q ele morreu eu senti um pouco de raiva mas tbm um certo alivio.Ficou muito bom.

    • Rainier Morilla says:

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      Valeu minha cara.
      Mais uma vez obrigado pelo seu carinho com meus contos… Vc sempre é bem vinda para lê-los e comentar.

      Quando puder eu cumpro minha promessa de ler teus contos… Não me esqueci, só estou corrido por causa da prova q te falei.

      Eu reprovei na certificação. D=
      Entretanto refarei a prova daqui duas semanas, tenho que estudar muuuuuuito.

      Mais uma vez obrigado pelo apoio. Abraços.

      • Thainá Gomes says:

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        VC vai conseguir!E não tenha pressa eu ainda to caindo na real.

      • Thumb up 0 Thumb down 0

        Hehe! Já passei nas 3 certificações! =D

        • Thumb up 0 Thumb down 0

          Congratulations my friend!

          Mais um DBA Oracle…
          Todo DBA Oracle que conheco tem raiva do MySQL. :o
          E eu como trabalho com aplicacões pra internet… adoro o MySQL e não gosto do Oracle. :D

          • Thumb up 0 Thumb down 0

            Eu odeio o Berkeley! Aquele sim é ruim.

            O Mysql é para os fracos! hehehe… Depende da aplicação, para um banco de dados de um ministério ou de uma empresa multinacional você utiliza no mínimo um Postgree, um Mysql não aguenta o trampo…

            Mas para um site web um banco Oracle é um uso desnecessário. O Mysql dá e sobra…

            Agora eu não tenho o direito de odiar o MySql, a Oracle comprou ele!

          • Thumb up 0 Thumb down 0

            É verdade.. agora o MySQL é da Oracle. Mas a opinião dos DBAs que conheco não mudou nada a respeito por causa disso. :P

          • Thumb up 0 Thumb down 0

            Depende muito do uso. Acho que o melhor para Web é o MySQL sem sombra de dúvidas…

            Quando você precisa programar no próprio bd, já recomendo o postgree, se você precisa de um BD com milhões ou bilhões de linhas, vai para a Oracle.

            O bom da Oracle é a performance e seghra ;a… Mas para isso ela tem vários pacotes, ou sub-programas para fazer isso funcionar.

            Se você não precisa de uma melhora grande de performance, esses pacotes serão mais consumo de máquina do que ajuda.

  • Patch. says:

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    E isso aí cara! Continue mandando bem =]
    -
    Como cada um aí nos comments disse que lembrou de alguma coisa, eu tb não vou perder a deixa: a música 10th man Down do Nightwish, vale a pena conferir.
    -
    Abraços

    • Rainier Morilla says:

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      Obrigado Patch. Sua opinião é muito importante.

      Eu não conhecia essa musica do Nightwish. Tenho em casa os CD’s mas nunca vi os singles. Li a letra e achei muito boa.
      Realmente lembrou bem a história. O Homem que guerreia sem vontade, esperando voltar para casa.

      Assim que puder também ouvirei a musica, aqui no trabalho é complicado. Valeu pela dica.

  • Vitor Vitali says:

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    Não sou muito fã de textos em primeira pessoa e acho que faltou um enredo aí, do jeito que foi feito pareceu apenas descrição de fatos. Acho que faltou uma história.

    • Rainier Morilla says:

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      Vitor, antes de qualquer coisa saiba que seu comentário é muito importante.

      Reconheço em você um talento fantástico e tudo o que você passar de conhecimento e crítica é mais que bem vindo.

      Quanto a este conto, realmente não há muito enredo. Não quis desenvolver uma história, mas sim um pensamento num momento de morte. As esperanças e vontade desvanecendo no momento.

      Estou tentando firmar meus pés em alguns fundamentos para lançar uma história sólida. E aqui tentei aprimorar as descrições, os pensamentos do personagem. Em breve, meus próximos contos estarão na agenda, estes sim com mais enredo. Espero ansiosamente que você passe por lá, e comente.

      Mais uma vez obrigado. =D

  • Peregrina says:

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    Muito bem descrito,vc escreve bem.
    fiquei até com um pouco de pena do homem. XD

    • Rainier Morilla says:

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      Muito obrigado Peregrina.

      Pois é, realmente da pena dele e de todos que, na vida real, já morreram com a mesma desgraça.

  • Rainier Morilla says:

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    Guns, se lembra da onde tirastes esta imagem?

  • Renan MacSan says:

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    Bem, acho que se um poeta na época medieval morresse no campo de batalha morreria assim, hehe.
    Pô, o cara tá com uma flecha cravada em alguma parte do seu corpo, cheio de dor, e vai pensar em fazer analogias e dar adjetivos! Levanta e morre lutando!
    Ah, tem mais é que morrer mesmo.

    • Rainier Morilla says:

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      Achamos a explicação do porque deste guerreiro não levantar o escudo (vide comentários acima)! Era um poeta na guerra!

      Concordo contigo! Tem que morrer mesmo! rsrsrs…

      Valeu pelo comentário Renan. E quanto aos contos? Quando aparece algum novo por aqui?

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    Muito bom, as descrições são ótimas.
    :)

  • Antonio de Souza says:

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    Li Flecha Negra primeiro, não sei em que ordem deveria ser lido, mas tanto faz. Fato é que gostei mais desse, achei muito mais tocante, mais sentimental. Passou-me um maior pesar pela personagem (o que não é de se admirar, diferente do protagonista de Flecha Negra, este morre!). Digno, mestre! hahahaah
    -
    (Todavia, a pele dele “soa”, que nem sino??? hahahaha)

  • Shado Mador says:

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    Como alguem já falou, parece muito com “O Gladiador” , quando maximos esta morrendo na arena e tem um visão da mulher e do filho.E tambem parece muito com crônicas saxonicas.

    -

    Cara outro dia eu estava pensando aqui no ONE e tava tentanto te defifnir, porém , eu não consigo.Smpre me surprende com um estilo ou modo de escrever diferente, algo muito notável.Você Alguém multifuncional.O verdadeiro escritor não aquele que se torna mestre em algum tipo de tema , mas sim aquele que sem deixar a desejar consegue escrever e viajar qualquer tipo de texto.Eis a verdadeira mestria.Parabéns!

    -Mais um vez o rainier demonstrou ótimo dominio das palavras e capacidade de atingir não so a açao mas tambem o sentimento.As analogias enriqueceram muito o texto.Otimo conto.

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    gostei, belo. apesar q eu axo q numa hr dessas oq passa pela cabeça nao é mt mais q um “AAaaaahh, filho da putaaaa” ^^
    -
    td texto q eu abro p/ ler tá lá “Rainier G. C. Morilla” wtf..

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      Eu estou feliz que só por isso! 3 contos entre os mais lidos! =D

      Se ele parasse para pensar: “AAaaaaaahh, filho da puta!” antes da luta, ele estava vivo! uhashuasuh

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