Visitante
Escritor: Franz Lima

Ao longe, ouço o som dos passos. O pisar é suave e ritmado, quase uma marcha. Tenho consciência do meu destino, mas não quero aceitá-lo. Por que eu?
Contemplo sua sombra aproximando-se pelo vão da porta. Ela é fina como o fio de uma foice. Algo a ver com sua lendária imagem? Não sei.
Vejo-me indefeso como nunca estive.
O momento torna-se quase dramático. Eu possuo o conhecimento sobre o que virá, mesmo sem desejá-lo.
Repasso meus bons momentos, como se quisesse viver tudo novamente. Tarde demais.
A porta é aberta e nos olhamos pela primeira e única vez. Por que não sorrimos?
Percebo agora que a aguardei toda a minha vida.
Para que lugar foram o medo e a tensão?
Obrigado por ter vindo. Gostaria de tê-la encontrado antes, porém isto não diferencia nada, já que teremos a eternidade só para nós… senhora Morte.
75 Comments»
RSS feed for comments on this post.








Delicie-se com uma versão sensacional e completa da canção dos anões em O Hobbit!
Apple libera iBooks 2 e app para criar livros
The Robins | Ajudantes do Batman podem estrelar HQ juntos
Papo na Estante 34 – Prêmios Literários
Papo na Estante 33 – Literatura de Entretenimento
Show, Don’t Tell ou Mostre, Não Diga.
Occupy Comics: Alan Moore e David Lloyd colaboram
Resenha do livro "O estranho mundo de Tim Burton"
Filhos do Éden - Herdeiros de Atlântida 


hehe, eu achei o final, apesar de dramático, é estranhamente cómico. Gostei, pelo estilo parecia o climax de algo, por isso fiquei com a impressão que estava a perder algo. Mas depois percebi que não. Muitos parabéns Franz, gostei mesmo
Vindo de você, Atmard, já me dou por satisfeito. Tenho muitos trabalhos com uma temática voltada para isso: solidão, morte, suicídio e horror. Esta é minha área rsrsrs.
Valeu…
Também achei cômico! XD
Mas concordo com o Andrey… podia deixar só o ‘senhora’ no final, sem citar Morte.
Gostei
Gosto do tema!
Valeu, Samila… vou realmente aprimorar este texto e colocar mais drama, além de excluir a “morte”.
Beijos…
Achei o conflito fraco franz… Sei lá… remete a mts lugares comuns… nada de novo… inclusive… acho q não precisaria apontar “senhora morte” no final… é mt de mão beijada…
Diriam os americanos, em teoria da literatura…
“Don’t tell, Show.”
O conto é muito antingo, Andrey. Eu estava em início de carreira, por assim dizer. Mas fica valendo a dica, pois ele irá fazer parte do livro que publicarei em breve. Vou revisar e trazê-lo para um patamar mais elevado.
Thank you…
Isso ai champz. Sempre vale dar uma revisada e uma afiada nos contos antigos. Principalmente qnd estamos para materializalos em forma de livro.
-
=]
-
Parabéns, e sorte tche o/
Que a sorte e a dedicação nos acompanhem em todos os momentos de nossa carreira, amigão.
Abraços…
Achei que Rumo ficou muito mais interessante que esse.
Como diria o Andrey ficou muito clichê.
De qualquer jeito, é bom saber que mais alguém além de mim gosta de fazer histórias inquietantes, sombrias, psicóticas…
Não tenha dúvidas que Rumo ficou melhor. Este, como já dito, foi feito em uma fase não muito madura. Mas vou realmente rever o texto e aprimorá-lo.
Quanto ao conteúdo, não duvide de que esta é minha área de trabalho. Horror, suspense e tudo do gênero são o que me agradam.
Agradeço pela sinceridade.
Penso que, embora seja curto, é esclarecedor. Porém desde o inicio da pra perceber que o personagem morreu.
-
Então como eu prefiro algo que surpreenda no fim do conto (como você fez em “o rumo”), acredito que poderia desenvolv-lo um pouco mais, para ter maior surpresa no final.
Não há dúvidas, Jessé. Este conto tem potencial, mas é necessário que eu o aprimore. Como já dito, ele é bem antigo e, agora, com a escrita que tenho, irei transformá-lo em algo muito melhor.
De qualquer forma, agradeço por me honrar com sua leitura.
Abraços.
Não há de que.
-
Sempre que possivel lerei seus contos.
Esse conto não ficou tão intenso quanto o outro, mas vale ressaltar a forma como você consegue impregnar as palavras com mistério e suspense. Talvez não fosse nescessário fazer menção à morte, mas no geral, ficou legal.
Ora, Asami, estou muito contente com sua avaliação. Mas acredite em uma coisa: eu já melhorei muito (modestamente falando) do período em que o escrevi para hoje. De qualquer forma, suas palavras são um bálsamo para meu ego.
Valeu.
Ora ora.
Tão curto e tão surpreendente
Gostei meus ein Franz.
Parabens.
Grato, Vinícius. Estou em uma nova fase, escrevendo a toda e, por isso, fiquei um tanto quanto ausente. Mas o importante é produzir.
Obrigado pelo comment.
Texto curtinho, mas muito bem escrito. Como falaram nos comentários, conseguiu obter um certo efeito dramático. Me deu a impressão de ser o final de uma história maior. (Claro, é o fim da vida do sujeito)
Acho legal a morte ser representada como uma mulher, ao estilo de Neil Gaiman.
O conto caiu bem ao game que estava jogando ontem, aliás. – Amnésia: Dark Descent
Legal seu comentário, Ana. Eu tenho muitas leituras que associo a músicas e a jogos. Eles acabam se tornando um só e, para mim, isto é muito interessante. Fico contente que tenha gostado do trabalho.
Valeu!
Vi as imagens de Amnésia: Dark Descent e achei muito interessante. Mortos e sangue em grande escala… estou em casa. Boa dica!
Senhora morte!! haha! demais! parabéns!!
Obrigada, Cathy. Fiquei curioso com a sensação de comédia provocada no conto, mas o importante é que está agradando…
PS.: obrigada, não. Obrigado… rsrsrs
hum… pegou mal.
–
Achei o conto cômico. O personagem trata a morte como se fosse sua maior expectativa.
–
Um bom conto, para um iniciante.
Mas quantos não passam a vida inteira aguardando a chegada da morte? Ao contrário do que pensa a maioria, ela pode ser um alívio indescritível, recebido com alegria.
Obrigado pelo comentário.
Rainier, é bom complementar que, apesar de novo no ONE, já escrevo há algum tempo, inclusive em outros blogs. Mas a verdade seja dita: só aqui nós encontramos uma grande maioria de comentários sinceros e construtivos.
Thanks…
Opa, Franz.
Desculpa aí se o iniciante foi mal interpretado. Só disse isso pq vc disse para o Andrey lá em cima: ” Eu estava em início de carreira”. Perdoe-me.
–
Quanto aos comentários e saber o que o público sente, com certeza aqui é o lugar.
Quem não espera a morte. Morrer é a unica certeza que temos na vida.
Quem se desculpa sou eu, amigão. Mas o que conta, no final, é a boa intenção em participar no crescimento literário dos amigos. E você está presente, assim como todos os outros leitores, nesta evolução.
Obrigado mesmo.
Ficou muito interessante,voce escreve muito bem Franz.
Achei muito cômico,principalmente a parte do ‘Senhora Morte’.
Humor negro?
Não, humor negro não é o meu forte. Tentei chegar a um final soturno, mas, pelo visto, não consegui.
Mas valeu a experiência.
Sinceramente, ficou realmente similar a uma comédia????
Mas, repito, o importante é ter agradado.
Abraços.
Agradou
Obrigado, Thainá…
Cara, gostei, breve, meio tragi-cômico, um tanto psicótico, claro como todos já deram as dicas de mudanças nele não vou repetir uma a uma, mas como primeiro conto seu que leio me instigou a ler os outros, estou indo ver mais alguns he he he!!!!!
Jones, meu brother, sua participação lendo meus textos me deixa muito feliz. Sei que irá gostar dos demais trabalhos.
Obrigado pelo comentário…
Curto, meio tenebroso.. gostei!
Obrigado pelo comment, Guns. As variações de opiniões me mostram o quanto é difícil agradar a todos, mas estou feliz com os resultados.
Abraços.
Eu reclamo que o Franz entrega o jogo no final, dizendo q é a morte e agora me aparece a foto da morte como standart do conto!
-
Krk galera, tão maluko mey!
Reclamação ouvida, amigão… rsrsrsrs. Vou mandar para a Auditoria e apurar os fatos…
Andrey, você não existe.
Acho meio fraco. Talvez incluir uma trama fosse mais interessante.
Pode até ser, Vitor, mas eu estou mantendo a estrutura original do texto para mostrar as minhas origens como escritor. A verdade é que todos apresentamos pequenas falhas no início de carreira.
Claro, valeu o comentário.
Abraços…
Nota comemorativa: três textos publicados e dois entre os mais comentados. Obrigado a todos os que acompanham meus trabalhos e os dos outros escritores. Isto é gratificante.
Caro Franz, nós leitores é que agradecemos por podermos ler seus contos
-
Ah sim, hahahahaha… Guns, muito legal o desenho, adorei!!!
Obrigadão, Asami. Nada melhor que o retorno positivo de vocês…
Awn Franz, gostamos de tudo o que é bom, continue escrevendo assim e terá que se acostumar a receber muitos outros elogios
Kkkk
-
É verdade franz, pera isso q estamos aki.
-
O q me faz lembrar q já estou ficando com desgosto de aparecer por aki. Mas enfim, os bons nos prendem.
=]
Ainda bem que vocês não desistem de nos prestigiar com suas presenças e comentários. O ONE é um ótimo local de encontro para as mentes pensantes da atualidade.
Mas o que lhe está trazendo este desgosto?
Abraços…
Franz.
Kra…
Tenho desgosto aqui por dois motivos. O primeiro é que havia combinado algo com nosso querido anfitrião. Fato é q não aconteceu e ele se recusa a me responder. Sinto com um adesivo de “SUCKER” na testa. Ele não responder aqui no ONE é compreensível, mas não responder aos e-mails é algo escancarado.
-
O segundo ponto é que tchê, não há pq eu ficar me vangloriando ou contando qualquer tipo de vantagem, mas acho que aqui no ONE eu sou o único que é um acadêmico da área de Letras. E pior, se não for o unico, sou o unico que atua aqui no site.
-
Então é complicado eu perder meu tempo fazendo uma critica coerente, visando ao aperfeiçoamento do escritor e receber em resposta algo como:
“Eu escrevo mais para mim do que para os outros”
Quando criticado.
Então vc deve imaginar. O q faço aqui eu poderia estar fazendo fora daqui e cobrar por isso. Mas faço pela amizade e por querer q os amigos melhorem cada vez mais.
-
Então é complicado, ser ignorado pelo anfitrião e por alguns usuários. Isso cansa as vezes, principalmente qnd recebo resposta “politicamente corretas” que chega a embrulhar meu estomago.
-
Mas em resumo é isso.
^.^
Guerreiro, sua presença é um dos pontos fortes do ONE. O Guns é um cara muito ocupado e, na minha humilde opinião, faz um trabalho ótimo por aqui. Claro, isto não implica em dizer que não poderia aceitar um apoio externo de pessoas como você, conhecedoras da língua mater e dispostas a ajudar os outros escritores.
Seria legal termos uma seção com dicas para os “novatos” na escrita.
Mas não se aborreça. Seus comentários podem não ter a receptividade esperada por parte dos autores, porém há outros que fazem bom proveito deles. Eu sou um deles!
Continue seu trabalho… ele é importante para nós.
Fica a dica para o nosso anfitrião. Abraços e boa sorte. Conto com suas dicas e críticas e, principalmente, com sua presença.
Abraços.
Franz.
Eu to sabendo meu amigo.
-
Se não larguei fora ainda é pq de dez q não ouvem, se um ouvir, já é um avanço. Não posso deixar esses poucos na mão.
-
Quanto ao anfitrião, tb acredito na qualidade do trabalho dele. Mas não responder um e-mail… nem pra dizer: “Kra, a coisa ta apertada, conversamos melhor depois.”
É algo q eu não engulo tche.
-
Qnt a ficar um recado. Dificilmente ele verá isso, então nem me importo.
-
=]
-
Mas agradeço ao incentivo. E por pessoas como vc q ainda estou aqui.
-
=D
Bem Andrey, isso é maioritariamente a razão pela qual eu vou e venho neste site. Preciso de tempo para me recompor de cada vez que eu faço um comentário longo a explicar do fundo das minhas capacidades (que como disseste, não é de Letras nem parecido, pelo menos por enquanto), e receber comentários como “Ah, obrigado”. É extremamente frustrante para um comentador que tenta ajudar receber respostas que nos escancaram a boca, pelo mau sentido. Eu vou e venho, em intervalos de três meses, há tanto tempo como o ONE existe. E o Guns, bem, não tenho nenhuma razão de queixa, mas às vezes os e-mails de facto ficam perdidos no meio da caixa de entrada…
—
E também tem outra coisa, é que o pessoal aqui no ONE está em constante mudança. Se eu disser que aqui o meu escritor favorito é o Bruno Vox, já nem vai fazer sentido, mas quando éramos cinco escritores era perfeitamente coerente. O site continua a expandir-se, e fica sempre aquela ideia…ou então sou eu que estou apenas um pouco nostálgico…
—
Franz, andam a sugerir essa mesma secção há quase ano e meio…
—
Bem, parei só aqui um momento para ver o conto do Franz publicado. Como antes disse, não é o teu melhor, mas de facto muito bom…eu volto lá mais para o Inverno…
—
Até lá,
Rodrigo
Poizeh meu amigo. Divido da tua dor.
Mas não há mt o q se fazer qnt a isso.
O rodizio de escritores por aqui é grande, e vemos também aqueles q escrevem e não se prestam a dar as caras por aqui.
-
Quanto ao e-mail.
Enviar três vezes, em dias diferentes, e não ser respondido.
Ok, talvez eu seja um azarado msm.
^.^
Não. que isso moço?Eu preciso das suas críticas construtivas e cheias de termos técnicos.Eu ainda estou no começo.Não some,por favor.Bjjs
Ainda não se verá livre de mim Thaina. Ainda.
^.^
imagem excepcional!
Deu um brilho extra ao conto. Este é o Guns, sempre trazendo surpresas…
Desculpe, mas a imagem, ainda que bacana, quebrou todo o subtexto q restava.
-
Com ela vc já sabe do final. Passa de arte a um simples relato.
Saudades de ti Franz?
–
Quando aparecerás aqui novamente?
Estou de volta, meu brother. Obrigado por lembrar deste velho amigo.
Sucesso…
legal, mas o “senhora Morte” realmente estragou um pouquinho..
Coisas de escritor, amigão. Na época, eu achei que ficaria legal, mas…
Obrigado pelo comentário. Já leu os outros textos?
sem querer ir contra tds ^^, mas pensando melhor, eu acho q o q “estragou um pouquinho” na verdade foi a figura da “sra. morte”. é uma boa imagem, mas acabou meio q spoilando *-)
vou dar uma lida nos outros. abç
A imagem gerou bastante controvérsia, porém também atraiu leitores. Duas faces de uma mesma moeda…
Sem dúvida é um texto simples, mas eu gostei especialmente da inevitabilidade a qual o protagonista já se resignou desde o início do texto.
-
Eu sei que não tem nada a ver, mas me lembrou Henriqueta Lisboa… “a morte e limpa, cruel, mas limpa…”
Gosto das palavras aplicadas de tal forma. O jogo entre elas, como uma justificativa, tornou-se uma característica da minha escrita.
Obrigado pelo comentário…
Eu admiro quem sabe dizer o qe tem de dizer com as palavras certas, sem delongas ou rodeios.. eu infelizmente pertenço à tribo dos prolixos inveterados
Você fez exatamente aquilo de que sou fã: sinteticidade e simplicidade. O texto é simples, intuitivo e rápido. Conduz o leitor muito bem. Agora, sei que não foi culpa sua, mas a imagem meio que quebra o climáx do conto. Ela quebra a “surpresa” do final. Mas, abstraindo ela, dá pra ver a qualidade textual impecável.
-
Parabéns!
Muito agradecido pelo comentário, Thiago. Esse tipo de incentivo é fundamental para que o processo criativo não pare jamais…
Velhinho, a imagem ficou mesmo como spoiler. Claro, eu jamais esperaria um final direrente, vindo de vc. Boa história!
Obrigado, meu amigo. Espero que consiga ler “todos” os meus 5 trabalhos. Boa leitura…
Hehe.. a imagem foi um baita spoiler mesmo.
Acompanhei alguns de seus comentários a alguns textos e percebi algo diferenciado em suas palavras. São críticas, que apesar de apontarem pontos frágeis na escrita do autor, são feitas de maneira a contribuir com a obra. Gostei dessa sinceridade e gostaria de convidá-lo a ler alguns de meus textos. Ficarei grato por suas palavras. Abraço!
Santos, terei grande prazer em ler e comentar seus trabalhos. Não posso me comprometer a ler todos, mas farei o meu melhor.
Abraços.
Franz.