Rumores sobre anjos – Parte 1
Escritora: Samila

Incompreensíveis, e talvez por isso, incompreendidas.
Eram assim consideradas as palavras daquele pobre louco.
Motivo de chacota para as crianças, vergonha para a família e temor para a população. Era essa a realidade do infeliz chamado Miguel, pois nem a beleza de sua pele pálida, de seu frágil corpo magro, ou ainda de seus olhos azuis seriam capazes de ofuscar a falta de seu juízo, a doença de sua mente, e os pecados de seu coração.
Pois bem se sabe, a loucura não é nada, senão um castigo divino, ou pior, possessão demoníaca. A família rezava para que fosse o primeiro, mas os moradores daquele vilarejo afirmavam sem dúvida que aquilo era fruto de constantes ataques de súccubos, e não faltavam testemunhas para falar a respeito dos gritos e gemidos que se escutavam nas noites de lua nova, advindos do modesto quartinho isolado que o rapaz ocupava.
Seu crime, tão grande, além de alegados furtos, era a heresia.
Pois mesmo sujo, ele entrava na igreja. E, pois mesmo louco, ele alegava falar com os anjos.
“Um absurdo sem tamanho! Uma falta de respeito!” –Bradavam, irados, os outros camponeses.
Era mesmo inadmissível que logo o louco, logo o endemoniado, tivesse contato direto com os tão aclamados seres celestiais.
“Injúria! Injúria!”
E por isso, cada vez que o jovem era flagrado em suas intermináveis e infrutíferas conversas com algum dos bondosos arcanjos, uma merecida surra lhe era dada, pois quem sabe, graças à dor embutida em cada uma das marcas em seu corpo, as máculas em sua mente pudessem ser atenuadas, deixando que assim a bondade do grande Deus Todo Poderoso pudesse descer então sobre aquela alma condenada.
Mas o ingrato, infeliz, sempre fugia das pancadas, descartando assim a misericórdia que lhe era oferecida pelos bons homens.
E como se não bastasse, o destino de suas fugas era sempre o mesmo: A modesta capela, onde o pequeno abrigava-se nos braços do jovem, bondoso e inconseqüente Padre Carter.
Carter era filho de nobres, mas fora deserdado, embora que extra-oficialmente. O motivo fora muito justo: Onde já se viu um primogênito recusar-se a suceder seu pai e casar-se com uma moça de boa família, apenas porque a donzela tinha uma beleza tão peculiar que fazia com que nenhum cavalheiro quisesse fazê-la deixar de ser donzela?
Culpa dos dentes tortos e olhos esbugalhados, provavelmente.
Desesperado para fugir daquele casamento sem amor e sem futuro, o filho mais velho declarou.
“Quero ser padre!”
A mãe desmaiou. No momento não se soube se havia sido de desgosto ou felicidade. A segunda opção parecia mais correta a princípio, pois se acreditava que a formosa e correta senhora era uma verdadeira santa. Não havia uma tarde que aquela beata não fosse à Igreja, e por tão grande devoção, imaginou-se logo que não haveria felicidade maior para tal mulher do que ver seu primeiro filho entregando-se de coração e corpo a Deus.
Essa teoria, é claro, foi deixada um pouco de lado quando começaram a correr boatos que contestavam os motivos de tão constantes idas à Igreja. O zelador que cuidava da catedral, apesar da idade, parecia ser um senhor repleto de energias e sorrisos faceiros. Mas isso é uma outra estória, e boatos não devem ser levados a diante… Não quando envolvem a nobreza.
O irmão caçula, Adalberto, quase deu um pulo, tamanha sua exaltação. Como era o único homem além de Carter naquela prole de seis rebentos, estaria livre da obrigação de entregar-se ao sacerdócio, e ainda herdaria as terras e riquezas de seu pai.
Seria perfeito, se não fosse por uma leve preocupação que agora o afligia: Se não mais seria padre, como haveria de conseguir perdão pelas dezenas de moças e meretrizes com as quais se deitara sem medo, em sua pressa para aproveitar a vida antes de ser mandado ao seminário?
Isso era o de menos, pensou em seguida, com um sorriso no rosto. Bastar-lhe-ia comprar uma lasca da cruz de Cristo, e tudo haveria de resolver.
As irmãs, as quatro, como as boas moças que eram, educadas como verdadeiras damas, não se manifestaram. Não ousariam abrir a boca. Não quando uma veia parecia prestes a estourar na testa do pai.
O Duque não fez nada de mais. Apenas repudiou seu filho, chamando-o dos mais impronunciáveis adjetivos, e em seguida o mandou à Serenìsima Repùblica Vèneta, onde mantinha negócios, para que seu filho iluminado pela luz divina pudesse estudar junto à Ordem dos Teatinos.
A donzela, ao que consta, permaneceu donzela, e seus pais, vendo que não lhe conseguiriam mesmo um bom casamento, entregaram-na a um convento. Pelo menos Deus haveria de querê-la.
E com isso, Carter recebeu seus sacramentos, virou padre e foi parar como responsável pela paróquia de uma vila de camponeses em um canto qualquer.
E apesar de ter abandonado todos os luxos de sua antiga vida, não se arrependia de sua decisão. Ele era amado e respeitado por todos lá, apesar de sempre ficarem lhe dizendo para não permitir que o pobre garoto sem juízo entrasse na igreja.
Mas como Carter tinha um coração tocado por Deus, jamais fecharia as portas de sua igreja para ninguém. Muito menos para aquele pequeno, que sempre o procurava em desespero, quando as lágrimas molhavam sua face e o sangue manchava suas roupas.
E como sempre, Carter o abraçava, como o pai que deveria ser para os demais filhos de Deus, e com sua voz doce, dizia-lhe:
-Acalma-te, Miguel.
Miguel chorava mais forte, apertava-se mais contra Carter, e terminava por fim limpando seu rosto ensanguentado na batina branca do Padre, o qual nunca se zangava. Nunca se zangaria com Miguel, pois sabia que o garoto, apesar dos 16 anos de idade, não tinha noção das coisas, e por isso portava-se sempre como a mais pura das crianças, amedrontada, desesperada por carinho e proteção.
Isso acontecia quase todos os dias, não importava quanto Carter pedisse para que os camponeses não mais machucassem aquele garoto. Não tinha como mudar a concepção repleta de ignorância que estava cravada na mentalidade daquele povo. Aquele menino tinha algo com o demônio, era unânime, e por isso era certo.
Mas toda vez que Carter olhava para aqueles olhos, tão belos em sua pureza azulada, o padre se perguntava se não seria aquele diante de si um anjo, que caído dos céus, não compreendia o mundo ao seu redor, e por isso passava por louco quando sua inocência sem fim era comparada à maldade que habitava o coração de cada homem.
E como era óbvio, apenas um anjo seria capaz de compreender os demais de sua espécie.
E tendo isso em mente, dia após dia, o padre limpava e cuidava dos ferimentos do pequeno, oferecia-lhe pão e frutas, e depois passava o resto da tarde escutando as histórias que o jovem lhe contava.
Eram histórias fantásticas, que segundo Miguel, eram passadas pelos próprios anjos. O que mais espantava o Padre era que aquelas histórias pareciam por vezes coerentes demais para ser o simples fruto de uma mente doente, mas não constavam em nenhum dos livros da bíblia, nem mesmo nos proibidos, os quais o padre, curioso como apenas ele conseguia ser, dera um jeito de ler sem permissão em seus anos de estudo eclesiástico.
-Diga, Miguel, com quais anjos tu já falaste?
O pequeno olhou para cima, fitando por um tempo o teto, como se forçasse sua memória.
-Muriel, Josiel, Saquiel, Sariel, Tariel, Israfel, Rosiel, Rosifel, Jegudiel, Azrael, Abdiel, Serafiel, Joel, Camael… –O pequeno foi interrompido então pelo Padre, que viu que aquela lista deveria ser grande demais.
-Já falaste com aquele que tem o mesmo nome que tu? –O Padre perguntou sorrindo.
-O Arcanjo Miguel? Não… Mas o Arcanjo Gabriel sempre me fala dele. Fala que ele é o primeiro dos Arcanjos, que é muito justo e correto. –Falou contente, feliz por ter o mesmo nome que alguém tão importante. –Sempre quis falar com ele, mas acredito que ele seja ocupado demais.
-Deve ser mesmo, meu pequeno… –Disse Carter, passando sua mão de leve pela cabeça do mais novo, ajeitando-lhe os fios loiros e fazendo-o sorrir ainda mais. –Já está ficando noite, Miguel. Deves ir para tua casa antes que escureça.
O sorriso do menor morreu no mesmo instante.
-Eu não quero ir… –Falou baixinho e manhoso, encolhendo-se um pouco, abraçando os próprios joelhos. –Deixa-me ficar aqui na igreja, por favor!
-Mas precisas ir, ou tua família ficará preocupada.
-O Padre Carter sabe tão bem quanto qualquer um que o que eles mais querem é que eu morra…
-Não fales besteira, Miguel. Tua família te ama, e por isso deves ir.
-Até o padre fala que minhas palavras são besteiras? –O pequeno perguntou magoado.
-Não o que falas sobre os anjos, mas o que falas de tua família. Eles podem ser duros contigo, mas é porque te querem bem…
-O Padre também me quer bem, e nem por isso me maltrata… –Disse tristonho, andando lentamente em direção às portas da Igreja. –Mas como o Arcanjo Baraquiel disse que eu devo sempre obedecer o Padre, eu me vou… Obrigada pela tarde, Padre Carter…
-Tenha uma boa noite, Miguel… E comporte-se. Lembre-se do que eu falei: as pessoas não conseguem entender esse seu dom, pequeno, então não fiques contando disso para elas.
O jovem apenas se virou antes de sair, seu olhar ainda triste, mas resignado.
-Mas ‘eles’ dizem que falar de Deus é o meu dever, o que posso fazer?
O padre viu-se sem palavras, enquanto o pequeno saía da igreja.
Podia estar ficando louco, tão ou mais quanto Miguel, mas era fato que a cada dia o Padre se sentia mais inclinado a acreditar naquelas coisas que o jovem lhe falava.
E aqueles benditos rumores sobre os anjos ficavam a dar voltas em sua cabeça.
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Deixa eu processar essa informação… /processando processando processando/ Ok, já processei: Samila NÃO escreveu yaoi?! Que milagre foi esse? (piada tosca, saiu sem querer! XD) Aaahh, não, provavelmente é uma pegadinha.
Estou tão lerdo que já ia perguntar se tem continuação (está escrito “Parte 1″ lá em cima, né gênio?! Claro que tem continuação!). Gostei, pois mesmo sendo um capítulo curtinho já dá pra mostrar que a vida do Miguel não vai ser nem um pouco fácil… Mas com um padre feito o Carter pra consolá-lo né? /herege mode on/ XDDD
Espero em breve a continuação, garota!
HHAHAHAHAHAHHA
MEDO DE VOCÊ, SARA!
você é muito pervo, meu… será que eu não poso escrever nada puro? XD
Pervo? EU?! Imagina, Samila…
Tá, só um pouquinho! XDDD
—
E pureza é uma coisa que não combina com suas histórias atualmente! :p
claro que combio.
alais, eu só escrevo praticamente coisas puras u_u
Samila, eu não queria fazer isso, mas você está me obrigando com esse papo de “combinar com coisas puras”:
Mas e “Blind Angel”, hein? Cadê o final da história mais água com açúcar sua que eu já li?! (Mais até que “Purest”, eu acho)
AHHHH… *engasga*
Blind Angel não…. ç-ç
é Água com açúcar demais até para mim…
um dia, depois de comer muito algodão doce, beber chá de camomila com mel e passar o dia escutando sonatas em andagio para piano @_@ (em Sol maior)
ahhh
” Padre, eu me vou… Obrigada pela tarde”
-
Obrigad”a”???
-
Bem… curti a história, principalmente por haver a duvida de este Miguel ser “O Miguel”. Curti mesmo.
-
Como sempre a pequena Samila arrebentando nas descrições e, para o meu gosto, escrevendo na terceira pessoa.
-
=]
-
Só fico triste pq vc, mais uma vez, começou uma história de mais de um cap. e ainda não encerrou as demais…
Ai ai… vc não tem jeito.
-
u.u
Opa, opa… Tio Andrey insinuando que Sami colocou um personagem travesti ou foi só impressão mesmo? =X
-
E ele tá certo, Sami… Cadê a continuação de “Pequenas Coisas”? E a continuação de “Carlo”? E “Águia”? x_x
-
E (mais uma vez) não tem desculpa pra você não ter continuado com “Blind Angel”! Eu só não te lincho junto com as pseudo-esquizofrênicas do Nyah! porque senão você não concluía “Purest”!
Sem contar o Beliel, sem contar o Beliel…
Hm, bem lembrado!
Pois é, Sami… você tá ficando com a “ficha suja” por aqui, garota… XD
mas eu sou ficha suja por excelência XD
e bem, esse cap e o segundo estão prontos faz tempo, então, eu não estou tão culpada assim, Andrey… *ou estou?*
—
e nossa, esse ‘ObrigadA’ foi de matar… deus me perdoe por tal heresia ç-ç
Pois é, tava vendo os reviews no Nyah! de Purest… tadinhos dos leitores, sofrendo nas mãos da “Carrasca Samila”. XDD Mas agora que o Super-Sara entrou em cena, nunca mais Samila vai largar “Purest” por meses… senão eu vou na tua casa e te pego, hein garota!!! ¬¬’ Acredite, você não vai querer me ver fazendo um kamehameha…
Ver vc fazendo um kamehameha deve ser uma cena, no minimo, bisonha.
xD
HUahauaha
se for para ver isso, eu passo meu endereço XD
Hahaha
Carrasca Samila? Gostei da alcunha XD
e você não sabe onde morooo… lero lerooo XD
mas sério, eu não demoro tanto assim por querer… é que meu cérebro que se revolta contra mim, e eu fico tempo e tempos sem escrever =/
Nem fala, eu ja to com bloqueio criativo a três meses. Sorte que eu tenho mt coisa escrita, então sempre tem uma coisa pra largar aki no one
=]
nem fala, Andrey… minha tristeza é que eu não tenho mais quase nada pronto para postar, e escrever que é bom, nada =/
É, podem debochar do meu kamehameha à vontade, tá legal? Depois não digam que eu não avisei! XDDDD Nossa, desenterrei essa do fundo do baú…
-
Bem, Samila, tenho uma coisa que pode te ajudar a escrever: pense que vão ter nerds no ONE e pseudo-esquizofrênicas no Nyah! que vão te matar caso você não conclua as histórias! ^^ Ah, sim e ainda vai ter o Sara imitando um golpe tosco de DGZ!
puts, depois dessa acho que não fico mais um mês sequer sem escrever XD
Viiuuuuu???? Funcionou!
-
Cara, é impressão minha ou apenas três pessoas vão tirar esse conto da Agenda?! O_O”
Tomara que não… quero opiniões diferentes
nem que seja o vitor dizendo que não passou do terceiro parágrafo XD
TADÃ!
Bem, pelo menos se eu contribuir com um comentáriozinho, já são quatro.
Olá Samila, Andrey, Sara, como passam?
Primeiro que tudo, não é para exagerar, mas de facto, onde estão as continuações das outras histórias todas? A sério Samila, cada dois dias vou ao Nyah cheio de esperanças, e nem Belial, nem Purest…mas entende-se enfim…
—
Primeiro, como o Sara disse, isto não é Yaoi. Iei! Por outro lado, continua a ser anjos, o que não sei muito bem o que dizer. Primeira coisa, quando começas a desenrolar os anjinhos todos, aquilo são nomes a sério, ou é tudo inventado?
—
Ah, como vai o Fausto? Fiquei sem saber nada…
—
A história, apesar de não ser propriamente a que gostei mais tua, está de facto muito bem escrita. Achei que se calhar ali a cena em que se explica o padre, talvez esteja a rondar um pouco purple prose (apesar de ainda não estar completamente certo do que isso incluiu). É como constantes desvios da mesma rota, e depois já não se sabe muito bem o que está lá e o que não. Por outro lado, o título do texto é Rumores sobre Anjos, por isso um bocadinho de boato também não faz mal né?
Terceira pessoa *-*
Bem, não é o teu melhor conto, mas é um muito bom conto!
Atmardddd… Saudades! que bom tê-lo aqui, querido!
Bem, sobre as minhas continuações… err… vou ver se aproveito o domingo de círio para escrever algo @-@
~~~
Tens algum problema com anjos, my dear?
e sim, são nomes de fato… nomes de anjos é o que não falta… eu tenho um livro com orações específicas para quase 300 anjos diferentes o.o
~~~
e bem, eu acho que alguns pequenos fatos da vida das personagens merecem ser mencionados, uma vez que minha maior vontade nesse conto é retratar um pouco da vida e pensamento medieval… no proximo cap você verá umas cositas sobre os camponeses, depois sobre o clero, e assim vai…
e nhai. pq todo mundo comenta isso de terceira pessoa? XD
Ah, compreendi. Seria para pegar em momentos da história, e usá-los para comentar pequenas partes da situação!
—
Não, não há problema nenhum com anjos, eu por acaso até gosto muito deles só notei que escreves muito sobre eles, anjos e demónios e outras bichos híbridos…isso tem alguma razão?
Mais de 300 orações o.O isso é oração a mais.
—
E acabaste por não dizer nada do teu Fausto!
ah, o fausto, bem, AINDA estou sem data, e quase enlouquecendo por causa disso ç_ç
- não são nem momentos da história, e sim do cotidiano ^^
e bem, eu sempre gostei de fantasia, de seres sobrenaturais… acho importante sonhar, explorar o absurdo.
e sim, são muitas orações , mas todas bem bonitas =D
Que historia apaixonante, bem achei meio estranho a conotação homosexual, mais a historia não deixa de ser fascinante, quero ler a continuação.
quem diria que procurando vampiros reais no google acharia um lugar com testos fantasticos.
Bem,como uma devoradora de contos(penso que Samila vai ser uma sobremesa incrível,minha Senpai )não consigo me decidir como degustar as delicias aqui escritas,é cruel escolher,minha adorada Samila_senpai,você sempre me surpreende.
Algum dia terei que conhece-la para aprender com você a doce arte de escrever,vou convidar você para um banquete literário(riso malvado)certamente você vai adorar a sobremesa(afinal será você depois disso poderei ter em minha mente todos seus escritos por toda a eternidade risada malvada em voz alta)
Uau, melhor tratamento de canibalismo que alguma vez vi!
Cuidado minha lista cresce a cada dia o ONE oferece-me um banquete farto.(Risos)
Hahahahaha
que divertida essa noção canibalística XD
Muito obrigada, Loba querida! que bom que estás a gostar desse conto… pelo jeito, ele logo sai da agenda, e a continuação poderá ser postada ^^
que bom que está apreciando a refeição…. hahaha
e bem, também acho que devemos nos conhecer… onde moras, Senhora Loba?
Moro no vale dos sonhos, além das terras do amanhacer,onde as fadas surgem a cada novo brilho estrelar, dando pequenas guloseimas para esta loba comer.
Sou de Recife, uma terrinha arretada, que ultimamente esta extremamente quente.
Ah, essas terra dos sonhos eu visito às vezes, quando estou a dormir ou a pensar demais…
Recife? linda cidade, quente de fato, mas não ganha da minha Macapá no quesito ‘calor infernal’
XD
hum…. estou sem previsão de idao ao nordeste… too bad… =/
@Lunara (cujo comentário está esperando por moderação)
Muito obrigada, minha querida =D
bem, essa conotação homo é muito leve, acredito eu. o Carter realmente ver o Miguel como um filho, então, a continuação deve sair e breve =D
que bom que você gostou, e isso prova minha teoria de que o ‘teste do vampiro’ pode ser positivo e atrair novos leitores =D
Bem vinda, Lunara!
e obrigada pela leitura e comentário =D
Positivo não duvido, e isso prova-se pelos leitores que já atraiu, mas o que preocupa é o que ele tem de mal…spammers e invasores entram também no site graças a ele…
isso é fato, incontestável
Samila,agora é oficial,voce tem o dom de criar contos sobre anjos! *_*
E falando em anjos… Cadê a continuação de Beliel?
Bom,de qualquer jeito,vou esperar a continuação.
nhai, que fofa *-*
muito obrigada, minha querida =D
e bem… a continuação de Belil… estou a escrever… essas semana que está entrando dever sair o capítulo… ._.
beijinhos
*Soltando foguetes* IIIIIUUUUPPPPIIII!!!! Graças a Deus *-* Enfim, depois de tanto tempo e até reler os capítulos já escritos, reencontrarei Belial!
-
Ainda estou de queixo caído… uma estória da Sami que não vai terminar em yaoi! Por Deus eu nunca imaginei que isso fosse acontecer. Na verdade, até chegar ao fim do conto e mudar minhas ideias eu achei que Miguel e o padre… prefiro não comnetar =P
-
Mas ficou um mimo esse seu conto Samila! Concordo com quem disse que você tem o dom de escrever sobre anjos e ainda acrescento que essa sua forma de escrever, tão suave e ao mesmo tempo de um impacto enorme sobre o leitor a diferencia de tantos outros que também escrevem sobre esse tema.
hahaha
continuação de Belial pronta e colocada no sistema do one, falta só o guns colocar na agenda =D
—
e nossa… que mente pérfida… parece com a minha! XD
— e nhai, que bom bom que estás a gostar, meu bem =D *-*
fico feliz de saber que gostas desse meu estilo estranho XD
/pigarro/
Bem, eu andei pensando… em teorias. E como sou um menino muito, muito malvado, eis o que imaginei:
-
Hm… acho melhor perguntar pra Sami se eu posso dar a minha teoria, porque caso esteja certa ela pode querer me encher de pancada por ter dado spoiler! XDD
E isso não seria legal.
pode colocar à vontade, pois eu não te bato, uma vez que mesmo que você acerte, eu não vou admitir XD
Sami, tudo bem que eu sou bem louca e estranha, mas seu estilo não é estranho… é beautiful, eu adoro *-*
-
Senpai, nem vem com spoiler, senão vamos ter confusão também =P
Tá bom, Kohai, tá bom…
Eu juro que não vou falar nadinha. -,-’ /submisso/
Samila! Gostei bastante do conto. Lerei as continuações, se sairem, se você escrevê-las (fato que, pelo que o pessoal falou acima, não é muito comum). sahuashusa

Acho que ficou bastante legal. No entanto, confesso que quando li o padre e tal, pensei que seria um padre pedófilo…
Bem legal. Muito bem escrito
Parabéns.
AHhahahah
olha a fama que eu consigo com esses comentários… até parece que eu atrazo TANTO assim… só uns anos, poxa… XD
e bem, uma pena que a imagem dos padres esteja suja por esses escândalos freqüentes e vergonhosos… mas nós sabemos que isso vem desde muito tempo, e obviamente, na Idade média acontecia o mesmo… mas nunca era revelado…
mas o Padre Carter é um homem bom, apesar de tudo…
o que não que dizer que com o desenrolar da história não aconteçam escândalos e imoralidades. Apenas adianto que esse padre é realmente um bom padre, e vê o Miguel como um filho de Deus a ser protegido…
^^
Mas que bom que gostou =D
E bem, o cap dois está pronto… só esperar esse sair da agenda, e colocar o outro =D
Obrigada
Achei meio previsível, mas gostei.
Puts, tava mesmo com saudades dos comentários desse cara XD
Gostei muito da maneira q vc escreve e tb da estória em si. Vou procurar as outras. Parabéns!
Oba! que bom!
ficarei muito feliz se receber mais comentários seus!
obrigada
Simplesmente divino.
Gosto muito da forma que escreve, mesmo sem ter lido muitos textos seus. Anjos e demônios são seres que aguçam minha curiosidade de uma forma sem igual. Gosto muito de ler sobre eles, sejam textos religiosos, científicos, ou contos, sempre me encantam.
E você, simplesmente, escreve muito bem.
Parabéns por mais um lindo texto.
Falando sobre o conto, a forma como descreveu as atitudes dos moradores, as do jovem Miguel, deixou tudo muito mais real. Era possível ver, sentir, cada mínimo detalhe, cada expressão.
E retratou perfeitamente o que falta de conhecimento pode causar às pessoas, levá-las a ferir alguém tão puro. E tudo sempre em “nome de deus”.
Só vi uma coisa que não é exatamente um erro. Quando Miguel vai embora ele diz ‘obrigada’ e o correto gramaticalmente é ‘obrigado’, não?
Novamente, parabéns.
Sheila M.
AnjoPsi
Sheila? AnjoPsi!!! =D
VOcê aqui, mas que honra =D
Primeiramente, muito obrigada pela atenção e pelo comentário =D
Fico feliz de ter conseguido transmitir o que queria… esse gosto meio amargo da idade média, suas injustiças, preconceitos e ignorância.
e sim, isso foi um erro mesmo… é que a autora desatenta aqui esquece às os personagens são masculinos, e que não é ela que tá falando @_@
Muito obrigada, mais um vez, beijinhos, e espero que continues acompanhando.
Samila_senpai
Você tem idéia de como é esse esquema de publicação?
Finalmente mandei o meu primeiro conto hoje, não posso garantir que seja algo bom ou intenso de se ler, mas é minha primeira tentativa.
O titulo é Um Uivo Na Escuridão aguardarei suas criticas que serão de grande ajuda.
Mandou/ que bom! tomara que saia logo!
O esquema agora é esperar o Guns colocar na agenda, torcendo para não demorar muito. (a fila está cheia demais…)
Mas pode deixar que assim que aparecer na agenda, terás comentários meu.
Obrigada Senpai xD Um dia escreverei como vc XD
Belas Maldições {ponto final}
Belas Maldições? O que tem uma coisa com a outra? o.o
não saquei XD
Oieeee^^
-
Olha eu aqui de novo!!!
-
Saudade daqui, saudades de vocês, saudades de você Sammy!!!:D
-
Pois bem… Gostei muito. Achei realmente bom ( e que texto seu não é bom?)
-
Quanto as duvidas que surgiram ( Samila não escreveu Yaoi)
Bom, a principio Beliel não parecia Yaoi…
-
Mas de uma forma ou de outro, ficou um texto incrivel, coisa que esse também aparenta ser.
-
Sammy. Mais uma vez parabéns.
UHAUAHAUHAUAHAU
Lord enxergou além XD
de fato Belial não parece yaoi xD
mas muito obrigada, Lord,
e quanto se será yaoi, tudo indica por hora que não XD
bjs
kkkkkkkk
-
Qd eu li, eu já li preparado para yaoi.
UAhauaa, mas nem tem, viu?? ^^
Graças a Deus!!! O.o
-
Agora posso ler com maior paz de espirito, sem que apareça alguma surpresa.
-
kkk
uhaUAHAUAhua
maldade isso =/
gostei muito da narrativa.Primeiro achei que o padre o Miguel tinham algo além,mas como já foi dito não tem achei que fosse milagre.Adorei passou muito bem as expressões e o ambiente deu pra viajar um poco pra idade média.
oba! que bom que viajaste no tempo! era isso mesmo que eu queria!