O amor é como uma maçã
Escritor: Taníse Gomes
Por um segundo eu acreditei que o mundo tivesse parado para nos observar. Você segurava uma rosa vermelha entre os dedos apertados da mão direita, enquanto sua mão esquerda acalentava as lágrimas que escorriam pelo meu rosto.
Talvez o mundo tivesse mesmo parado para segurar minha mão. Ou apenas esperassem por mais uma queda humana.
Seus olhos já não possuíam mais a voracidade e a vividez de outrora, e agora, pareciam-me tão serenos que esboçavam um vazio imenso.
As mãos frias que tocavam meu rosto, possuíam uma acidez gélida e sofrida. Senti meu desejo que fora tão intenso, dispersar-se aos poucos, como folhas de uma macieira no outono. Embora não houvessem frutos de nossa relação, eu sabia que se as maçãs caíssem, ainda assim serviriam de adubo para uma nova estação, carregada de folhas verdes.
Eu sabia que nosso amor havia definhado-se aos poucos nos últimos anos. Mas sabia que além de tudo, essa experiência seria o adubo para muitas outras que viriam.
De fato, o amor é eterno. Assim como as maçãs, o amor renova-se constantemente. Algumas maçãs perduram intocáveis por um longo tempo, passando pelo processo de amadurecimento seguido por seu declínio, e então, quando já não podem mais servir-se para o mundo, as maçãs velhas servem para o crescimento de novas frutas na árvore.
Se ao contrário do livre processo de amadurecimento das maçãs, elas são retiradas cedo demais da árvore, não servirão para alimento, nem tampouco como adubo para as próximas gerações.
Você precisa cultivar o amor. Só assim ele crescerá e servirá a você no presente e no futuro.
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Hummm…
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Posso estar errado. Mas, pra mim faltou algo. Não sei ao certo o que é, mas algo não agradou.
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Achei interessante como você usa as palavras, e no fundo sei que gostei do texto, no entanto, não consigo dizer o que faltou.
Hum… interessante mas falta algo xD
bonito, mas… sei lá… estranho esse final
Gostei do jeito que colocou as palavras, mas faltou acho que não entendi muito bem o motivo do cara com a rosa vermelha. Mesmo assim achei muito bonito.
A thainá sempre quer um motivo. Que engraçado. Acho que certas coisas não tem motivo.
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Enfim, acho que sei o que todo mundo sente falta no final.
No fim das contas não falta, o final serve como um conselho dado pelo narrador. Toda a história em si, traz uma argumentação que fecha com o final.
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Ou seja, um auto-ajuda.
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Obs: Falta algo sim: Conflito.