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Dec
28
2010

Artigos e Pronomes

poesiaEscritor: Mortalhè

O rio quente e rubro percorre imenso
Os canais são quentes e se prolongam pela estrutura
O centro desse sistema é intenso
O pulsar é notório e a respiração pura

Meu olhar passa por ele e não se aquieta
Minhas mãos tremem, as pernas falham
Meu desejo cresce com uma única meta

Todo esse tempo decorei um texto feito
Tudo que precisava dizer no momento certo
Sua presença no meu quarto maltrata meu peito
Minha voz não sai quando ele está perto

O silêncio já é um companheiro após a porta fechada
Os olhos azuis me fitam interrogativos
As palavras não desejam sair dessa boca cerrada
A coragem me deixa para revelar os motivos

Aqueles motivos que me deixam hipnotizado
Aquele motivo que me fez trazê-lo aqui
Ninguém sabe, só meu íntimo dilacerado
Todas as vezes que me alegro quando ele sorri

Ele me olha ainda e se aproxima devagar
Eu não me mexo e procuro palavras nos cantos
Ele me encara, mostra-se sério e menciona falar
Eu espero que ele não pergunte nada por enquanto

A voz que preenche minha mente tem medo
A voz que permeia meu peito deseja confessar
A voz dele sai num sutil lampejo
A voz forma frases e não teme falar

?Você me chamou aqui para falar o que??
?Eu preciso dizer algo que não consigo mais esconder.?

A expressão dele não se alterou neste instante
Os olhos ainda desejavam saber do que se tratava
As palavras saíram aos montes de forma vacilante
O peito não queria ver a face mudada daquele que amava

Eu não queria ser alvo de uma explosão doentia
Eu não queria ver o que poderia acontecer
Eu virei e olhei para fora que não era mais dia
Eu senti o peso amargo das minhas costas desaparecer

Cada minuto me trazia desespero e paz
Cada segundo era uma espera cruel
Eu tentava com força extrema não olhar para trás
Enquanto esperava a ação do meu secreto amor fiel

Um par de mãos passou pelos meus ombros
?Você não se sinta mal, já esperava isso faz tempo?
A frase me afetou com vazio assombro
?Eu nunca forçaria nada, esperaria seu momento?

As lágrimas rasgaram uma face já marcada
Aqueles braços me seguraram como sempre sonhei
O choro explodiu em fagulhas maltratadas
Um choro angustiado, trancado porque não sei

Os artigos e pronomes se misturaram ali
Eles não precisariam ser separados em estrofes iguais
Eles agora teriam um espaço comum entre si
A felicidade pulsante, a alegria livre, uma vida fugaz.

(Escrito ao som de Strani Amore – Renato Russo)


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