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Dec
10
2010
Conto em Série

Irdan e as montanhas negras – Final

Escritor: Jones Viana Gonçalves

irdan-e-as-montanhas-negras

A jornada recomeça, mas agora o guerreiro retorna só

Irdan segurou o tomo em suas mãos, e se foi saindo pelo quarto, ao entrar na sala de Boru viu seus companheiros de pé, em seus olhos a morte estampada, assim como nos olhos do gigante que agora novamente estava sentado em seu trono.

Sem olhar para trás correu pelo corredor, viu a elfa sentada próxima a parede, passou sem olha-la e o mesmo fez ao passar por Min’Or e Uruk, os quais estavam de pé ao lado dos outros guerreiros, não entrou na sala onde estava o samurai, mas sabia se lá ele fosse encontraria o ladrão e o velho guerreiro de pé sem arranhões como os outros, passou pela porta na qual estavam as inscrições e subiu correndo o resto do caminho.

Ao chegar do lado de fora encontrou a noite, mas mesmo assim não esperou o amanhecer, queria sair da montanha antes de descansar, por isso continuou seu caminho, e nele viu Teefa, não sabia quem era, para ele apenas havia deparado-se com mais um demônio da montanha, a meio-demônio nada fez contra ele, apenas o observou, o guerreiro atravessou a floresta do desespero vendo em sua mente as imagens da morte de seu pai misturadas as imagens das mortes de seus aliados, chegou ao pé da montanha e só lá parou para descansar. Dormiu o dia inteiro depois de passar dois dias sem dormir, tudo o que quis nos dias passados foi sair das montanhas que passou a chamar de malditas.

Ao acordar Irdan encontrou o demônio que havia visto na boca da caverna, ela estava sentada ao seu lado, com grande susto o guerreiro tentou erguer-se mas Teefa agarrou em seu braço fazendo-o parar, novamente sentiu os músculos rijos como na vez em que Sor’Ottin havia o impedido de matar o próprio irmão, a magia dos clérigos ele já conhecia muito bem, a mulher sorriu olhou dentro de seus olhos e disse:

- Onde esta Rafael, eu o vi entrar, vi claramente oito pessoas entrarem nas cavernas mas  apenas uma retornou, o que aconteceu com ele?

- Ele esta morto – disse Irdan – junto com todos os outros.

- Quem matou ele?

- O gigante Bóru o matou e o lich Phoeb aprisionou sua alma.

- E por que eles não o mataram também?

- Eu matei o gigante, e Phoeb me deixou ir embora com o objetivo de nossa missão, pois disse que a sua magia estava destinada a criar a guerra neste mundo e ainda mais destruição estando nas mãos de meu contratante.

- Isso tudo em troca das almas de seus companheiros?

- Sim, mas não tive escolha, eles já haviam morrido e por termos entrado na caverna corríamos o risco de ter as almas tomadas através da morte.

- Eu sei disso, eu já li as inscrições da porta de entrada.

- Mas agora é minha vez de perguntar, quem é você?

- Quem sou, você deve saber, pois lendas sobre mim circulam sobre este reino, sou Teefa, aquela que atormenta as almas daqueles que sobem as montanhas e passam por minha floresta.

- Por que veio atrás de mim?

- Isso você já sabe, queria saber onde estava Rafael.

- Bom isso agora você já sabe, pode subir novamente sua montanha e voltar para a floresta.

- Não, eu não vou fazer isso, seu contratante deve ser poderoso, pois se o velho Phoeb disse que o poder vindo de meus antepassados demônios seria mais forte nas mãos dele, então deve ter grande poder.

- Sim pode ser, mas me deixa ver se entendi direito, a necromância da qual Phoeb falou veio de seus antepassados demônios?

- Sim, foi meu pai quem mostrou ao velho mago como devia ser feito para que ele dominasse arte, e como eu disse, seu contratante deve ser poderoso, mas mesmo com o poder que ele tem, precisará de um mentor para desenvolver mais rapidamente a arte.

- E este mentor será você?

- É claro, depois de Phoeb sou a única a conhecer a arte da necromância, e nós dois tivemos o mesmo mestre.

- Isso quer dizer que você irá acompanhar-me até Mirintza?

- Tenho que falar tudo duas vezes para você cérebro de passarinho?

- Ei cuidado com a sua língua, posso não ter o seu intelecto, mas minha espada fala melhor do que eu.

- No estado de paralizia em que esta, sua espada seria calada antes mesmo que começasse a falar.

- Eu levo você, não precisa falar mais nada, apenas deixe que me mova.

- Não sei se devo, ainda não confio em você guerreiro.

- Sou um ex-membro da cavalaria de Beli, dou minha palavra de cavaleiro como não irei ataca-la.

- Sim eu sei disso, um ex-membro, hã, como se isso fosse valer de alguma coisa, como saberei se não foi expulso por não cumprir com a palavra?

- Não, eu fui expulso por tentar matar uma criança que não era criança.

- Como, assim você me confunde, de que jeito uma criança não seria uma criança, ela era um halfling por acaso?

- Não, ela era um ser transmorfo, que transformou-se em criança e me fez ataca-lo na frente de meus companheiro.

- Fatalidades, tudo bem, devemos sair daqui neste momento.

E falando isso Teefa liberou Irdan de seu poder, e este pode se mover, o guerreiro levantou-se do local onde estava deitado, juntou suas coisas e começou a caminhar sendo seguido de perto pela meio-demônio, após algumas horas de caminhada encontraram o que restava da carcaça do gigante de duas cabeças, e junto a este avistaram várias pessoas, pareciam ser uma caravana, antes de qualquer coisa o guerreiro procurou afastar-se e esconder-se, pois não sabia quem eram as pessoas, já Teefa sorrindo fez com que suas asas desaparecessem junto a seus chifres, fazendo ainda com que roupas vestissem seu corpo pálido e continuou a caminhar na direção dos estranhos.

Ao aproximar-se foi notada por um dos homens este vestia um manto escuro por sobre a armadura dourada, suas barbas loiras como o amarelo do sol, Irdan ao ver o que a maga estava fazendo preparou sua espada para qualquer incidente, o homem com olhar precavido vislumbrou a figura elfica que vinha em sua direção, baixou as mãos na direção do cabo de sua espada que trazia ajustada a cintura e antes de desembainha-la falou:

- Pare onde está elfa.

- Sou Elandra, das terras de Ettilia do sul, quem derrotou esta criatura?

- Ainda não sabemos. – Respondeu um outro viajante que estava ao lado daquele que conversava com ela, um rapaz ao qual nem Teefa e nem Irdan pode ver o rosto, pois este ainda se mantinha de costas.

- Quem são vocês e o que fazem aqui?

- Somos soldados do rei Tarong e estamos caçando um grupo de guerreiros que há quatro dias causou problemas em Mirintza, sabe de algo? – Perguntou o mesmo rapaz.

- Depende de quem vocês falam. – Respondeu Teefa.

- Junto a eles viaja um ex-cavaleiro de Beli chamado Irdan – Explica o mais velho.

- Estou aqui Danati – Todos viraram seus olhos para o lado de onde veio a voz, e de traz de uma pedra Irdan levantou-se.

- Finalmente estou na frente do grande Irdan. – Falou o mais moço.

- Sim é ele mesmo senhor, este é Irdan Traulin, meu ex-capitão. – Comenta Danati.

- Pensei que ainda estava na sombra de Fraulin velho amigo. – Sorrindo Irdan se aproximou.

- Muitos anos se passaram, eu sai da guarda de Beli e passei a lutar por Menegroth.

- Sim, estou vendo.

- Detesto interromper, mas este homem ainda é procurado. – Falou o homem mais novo.

- Sim eu sei meu senhor, mas este guerreiro terá grande valor se estiver lutando ao nosso lado.

- Já ouvi falar de seu valor em batalha, mas não é isto que vim procurar quando comecei a caça-lo, procuro por um combate que vala a pena, o que acha poderoso Irdan, apenas eu e você?

- Quer lutar comigo, por que?

- Para ver se você tem mesmo a força que todos dizem, para testar meus reflexos contra um oponente que vala a pena, e também para provar que sou o melhor espadachim que existe em todas as Khullands.

- Parece que não poderei convence-lo a mudar de idéia não é?

- Não, não poderá!

- Antes de começarmos que tal apresentar-se, quero saber o nome do homem que terá a chance de me derrotar em combate justo.

- Meu nome é Sung Tao Lee, filho de Sheng Tao Lee do clã Yoru No Seishin de Odanath.

- Sung Tao, o capitão da guarda pessoal do rei Tarong, sinto-me honrado senhor.

- A honra desta batalha é toda minha cavaleiro, agora chega de conversa prepare-se.

Sung Tao virou-se de frente para Irdan e aproximou-se, em reverencia cumprimentou o adversário e levou a mão ao cabo da Katana, já o guerreiro puxou sua espada longa levantando-a, empunhou-a com as duas mãos e a apontou na direção do oponente, os dois olharam-se, olhos nos olhos antes de qualquer movimento, o aço reluzia a luz do sol, aos espectadores restava apenas observar, alguns minutos os dois levaram antes do primeiro movimento se efetivar, um ataque de grande fúria fez o sangue de Irdan salpicar no corpo de seu adversário, um golpe vindo direto da bainha da espada rasgou o ombro do guerreiro, e se este por reflexo não tivesse tentado esquivar-se a lâmina inimiga teria findado sua vida, agora Sung estava com a Katana em mãos, sua ponta manchada de sangue.

Irdan agora parecia estar em desvantagem, seu braço sangrava muito e a dor era tremenda, sua espada pesava na mão boa, tentava se concentrar e esperar pelos próximos ataques que viriam com certeza, vieram rápidos, e sem dar muito tempo ao cavaleiro, que se defendia como podia procurando brechas na postura de combate de Sung, enquanto o oriental atacava com golpes horizontais e verticais com ambas as mãos no cabo da katana, Irdan olhava para a postura do oponente sem encontrar nada, até errar suas defesas e acabar sendo atingido novamente, desta vez na linha da cintura arrancando mais sangue do cavaleiro, e em seguida outro ataque certeiro o qual rasgou a testa do guerreiro, este foi o ferimento que mais prejudicou a Irdan, pois o sangue que saia dele entrava nos olhos e atrapalhava sua visão.

Agora o desespero começava a tomar conta do cavaleiro, sua concentração havia se quebrado e seu oponente aproveitava-se disso, mas não mais atacava e sim olhava para o guerreiro, Sung começou a rodear seu adversário indo para suas costas com muita facilidade atacando-o, desta vez cortando-lhe as costas e com o impacto do golpe fazendo com que Irdan caísse de quatro e deixa-se sua espada caída ao chão longe de suas mãos.

- Este é o poderoso Irdan, não eu acho que não – Falava Sung – e por isso deixarei que viva guerreiro, pelo menos até chegar a cidade, levaremos aos dois, a elfa e o humano, e deixaremos que o rei decida o que deve ser feito com eles.

Foi nestas condições que o lendário guerreiro e general Irdan Traulin chegou a cidade de Mirintza para ver o rei Tarong, preso pelas mãos e pelos pés em correntes enquanto Teefa apenas caminhava solta, os pertences do aventureiro foram retirados dele, assim como o tomo de Phoeb, novamente estava naquela cidade de onde havia partido havia quase uma semana, os muros pelos quais saltara estavam tomados por vários soldados e pessoas da cidade, enquanto as ruas e vias de acesso ao centro do castelo estavam cheias, mas as pessoas formavam corredores para que a comitiva pudesse passar, todos glorificavam o pele amarela, o campeão oriental que trouxera para a cidade preso o líder do grupo que havia causado terror entre os aldeões, agora estavam em frente ao castelo do rei, Teefa foi deixada em paz pelos soldados que nada viam de perigoso na mulher elfa que acompanhava-os, e assim sendo pode entrar no castelo sem que fosse tomada nenhuma medida de precaução a seu respeito, já Irdan teve os grilhões dos pés retirados, mas a seu pescoço foi fixado uma coleira da qual pendia uma argola, um soldado veio de dentro do castelo portando um grande bastão com uma espécie de gancho, este gancho foi preso a argola da coleira e então um cadeado serviu para trancar de vez o pescoço do guerreiro ao bastão de seus captores, e neste estado de angustia foi levado a presença do rei.

Andou por alguns minutos sendo levado pelo soldado e tendo a sua frente aquele que há um dia havia o derrotado, em seu trajeto pode ver corredores e salas antes de chegar a sala do trono, onde estavam Teefa, Tuliph, o Rei e agora Sung e Danati.

- Trago a sua presença meu rei – Falou Sung – o homem que há alguns dias violou varias leis em nossa cidade.

- Sim vejo que você trouxe Irdan Traulin, e vivo como pedi meu bom capitão, e o que ele trazia com sigo?

- Apenas suas armas, alguns mantimentos, armadura e um velho livro. – Respondeu o capitão.

- E onde estão?

- Danati esta com eles meu senhor.

- Ótimo, mostre-me o livro Danati. – O rei parecia falar de maneira ríspida com o soldado.

- Sim meu senhor. – Ao terminar de falar Danati retira de sua mochila o pesado tomo de Phoeb e o leva até o rei.

- Ah sim, Tuliph meu caro você tinha razão, eu vejo o poder neste livro, meu bom capitão voltemos ao assunto principal desta reunião.

- Sim meu rei, devo levar o acusado para a prisão, ou direto para a forca?

- A nenhum destes lugares, este homem prestava serviço a mim e assim continuara, dê a ele o posto de tenente e o encaminhe para a guarda de meu conselheiro Tuliph.

- Mas meu senhor, este desgraçado matou um de meus homens em sua fuga da cidade, e foi só por isso que aceitei ir em seu encalço.

- Sim, eu sei que ele matou um de seus homens, e que seu irmão matou uma jovem na cidade, mas são coisas supérfluas perto do que ele esta para realizar, agora obedeça as minhas ordens.

- Ouço e obedeço meu rei.

- Mas antes diga-me quem é esta mulher que trouxeram com ele?

- Meu nome é Teefa grande rei de Menegroth, e vim na missão de auxiliar Tuliph Mongrest em seus estudos sobre o tomo trazido pelo guerreiro. – Disse Teefa dando um pulo a frente.

- Sim, já ouvi falar de você – Fala Tuliph ao ver a meio demônio em sua forma elfica. – e será uma honra tê-la como tutora.

- Bem já que é assim Tuliph, arranje um aposento para sua hospede, acho que isso é só, cumpra minhas ordens o mais rápido meu bom capitão.

- Sim senhor.

Assim Irdan tornou-se oficial no reino de Menegroth, mais tarde Tuliph tomou para si o reino, traiu seu rei, gerou uma das maiores guerras entre os reinos e fez do ex-cavaleiro o portador do maior mal que já cobriu as Khullands, mas isso tudo faz parte de outra história. A História da segunda vez em que Kzak retornou ao mundo dos vivos, a história das guerras de Menegroth.

23 Comments»

  • Lord Jessé says:

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    Caraca Jones!!! Muito bom.
    -
    A parte em que ele lutava e quando recebe o corte na testa e o sangue atrapalhava sua visão, me fez lembrar da luta do Ichigo com o Renji.

  • Jones says:

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    Quem é Ichigo? Ou mesmo quem é Renji? he he he he he.

    • Lord Jessé says:

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      Meu Deus! Jones vc não assiste anime, ou lê mangá???
      -
      Procure bleach no google. Ichigo luta com Abarai Renji, e o Renji dá um espadada na testa dele e o sangue escorre até o olho o que impossibilita ele, e foi isso que me fez lembrar.

  • HIOTO says:

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    Essa parte é um epílogo, mostrando o que aconteceu ao personagem depois da história principal do tema. Legal como um todo. Não gostei de, na parte final, o protagonist ser derrotado e quase humilhado por um desconhecido. Sei que deve ser importante para as histórias futuras da personagem, mas não me agradou.
    .
    Mas isso não tira o brilho da série, muito boa. E só pra lembrar:
    O clérigo MORREU! HAHAHAHAHAHA

    • Lord Jessé says:

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      Espero que ele esteje zuando. Vc sabe da luta que eu estou dalando não sabe Hioto?
      -
      Exato!!!
      O Clerigo morreu. E ai, e já encomendou a alma dele a Loki???
      -
      É pelo visto vou ter que ler o fim das batalhas de N… (não lembro o nome)e Kzak o senhor dos mortos. :D

      • Jones says:

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        Caras, não estou Zuando, o unico mangá que me habilitei a ler foi Vagabond, Anime, bom parei nos cavaleiros do “Ridiculo”, ops quer dizer Zoadico. Fora isso, Cowboy Bebop e nada mais.
        -
        Sim o personagem que deu uma surra em Irdan é importante mais tarde, importante no fim da guerra aliás.
        -
        Recomendo ler O fim das Batalhas de Noah, recomendo tambem ler Kzak, a parte que esta aqui no ONE e depois ir no Paragons ler o restante.
        -
        E é claro: O CLÉRIGO MORREU!!!!e

        • HIOTO says:

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          Não vi a luta – assisti poucos bleachs até agora. Cavaleiros era ruim mesmo, mas eu sempre vejo as coisas antes de definir como ruim.
          .
          Morreu mas ficou uma brecha. Será que não rola um capítulo extra do clérigo sofrendo no “inferno de Loki”?
          .
          \o/

          • Lord Jessé says:

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            kkkkkkkk
            -
            Eu tbm queria ver ele sofrendo no inferno de Loki! :D
            -
            Vagabond, eu já pensei em ler (preguiça).
            -
            E Cavaleiros do ridiculo, quero dizer Zodiaco, então… Eu curto, na verdade cavaleiros do Zodiaco foi um dos primeiros animes que eu vi, e que me chamaram a atenção, devido ao tema bem elaborado e tal, mesmo eles repitindo a mesma frase 9878976546813518648132168 de vezes! “Vai Seiya!!!”,
            -
            Esses tempos eu tava lendo seus outros contos Jones, (conto pra caramba!!!), e uma pergunta. Como fica a continuação de ” A Besta”, e “Vampiro Mauros”?

          • Jones says:

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            Como eu disse em outro conto, estou devendo continuações pacas. Vampiro Maurus esta escrito, em parte. A Besta, não fiz este para ter continuação, mesmo parecendo isso. Mas enfim, assim que conseguir organizar o tempo vou voltar a escrever, por enquanto não dá.
            -
            Acho que se estiver tudo calmo na Bienal eu acabe escrevendo bastante huahuahauhauhauhauha

  • Lord Jessé says:

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    OK.
    -
    Então eu espero.

  • Asami says:

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    Final eletrizante Jones! Muito bom mesmo cara. Só não esperava que Irdan fosse apanhar tanto do espadachim. Por um instante tive a impressão de que você o despacharia para o reino dos mortos…
    _
    _

    Gostei demais do fim da saga, estou até agora em choque com as imagens da cena que se formaram em minha mente. Bom demais, espero novas estórias :D

  • Jones says:

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    Valeu pessoal, a coisa tá beeeem corrida por aqui, por isso tenho dado estas passadas rápidas. Bom e desta vez, foi apenas para dar uma justificativa, pelo menos a minha justificativa para o Irdan ter apanhado tanto. Imaginem passar este tempo de viajem, enfrentar criaturas poderosas, ser arremessado longe por algumas vezes, apanhar, apanhar, e apanhar. E no fim das contas ter de enfrentar mais um guerreiro, e este também bastante forte e DESCANSADO, o cara não aguentou, ele é epic level, mas também não é pra tanto né he he he he he!

    • HIOTO says:

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      Não tem desculpa. Matou a glória do final.
      >
      Tem estilo, mas foi brochante. Achei que mesmo ferido ele ia dar uma coça no dito cujo e ganhar o respeito dos outros.
      >
      Are baba!

  • Luis says:

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    O final ficou bem com ação mesmo, ficou legal !

  • lobaempeledeovelha says:

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    Só posso dizer que é FODASTICO xD
    Me ensina a escrever assim ^^

  • Thumb up 0 Thumb down 0

    Enfim a parte final?! :-)

    • JonesVG says:

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      Será, é capas de alguem pedir continuação huahauhuahuahuh!!

      • Asami says:

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        Hehehehehehehehehe… eu mesma já fiz isso uma vez… pedi continuação numa história do Jones que não tinha continuação :D

  • Leo Debacco says:

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    Muito loko! LolLolLOl. Tomare que o Irdan se vinga do desgraçado do Sung e aliás, to partindo para ler Kzak e as Batalhas de Noah. Bora lá!

    O Clérigo Morreu!!!

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