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Dec
28
2010

Surpreedida Pelo Seu Intimo

Escritor: Goncalves Andre Mataveia Junior

surpreedida-pelo-seu-intimo

Prefácio
Este conto foi elaborado usando como modelo os clássicos do século XIX. É aconselhável a todas a faixas etárias, não só para os mais adultos e com um nível de percepção alta. Mas para todos nós desde os mais novos ao mais velhos.

Era um belo dia, o sol fazia-se sentir intensamente, o vento soprava leve e lentamente, transportando para todos os cantos,flutuando pelos ares o suave perfume das flores que nessa tarde esfloreavam, para dar mais cor a aquela tarde de primavera.

Em algures da bela cidade de maputo, onde o raiar do sol dava mais cor ao dia, vivia uma linda menina de pele negra e suave, a problematica TELMA.

Telma era uma menina que duvidara sempre da existência das tartarugas, e por mais que fôssem existir, ela achava que fôssem animais nogentos, sem graça e em fim, chilique de menina mimada. Todas as meninas de sua idade, tinham como animal de estimação uma tartaruga. Mas telma preferia lagartichas,tendo em conta que nem acreditava que tartarugas exitiam.

De todas as vezes que pôde ganhar de presente uma tartaruga, ela despencou o presente. Mas nesse lindo dia de primavera, ela decidiu visitar seu pai, que vivia bem distante de sua zona.

Naquela bela tarde, ela conheceu um rapazito que de primeira ela detestou, e achou-o meio careta, era um rapazito que aparentava ser brincalhão, muito mimado, e sobre tudo muito feliz. Totalmente diferente da tão desconhecedosa de si mesma,telma.

O rapazito tento, e com muita insistência,conseguiu ganhar a amizade e afeto de telma, e passados dois luares, os dois amigos tiraram a tarde para caminhar, eles passavam pela praia, e olhando para o mar, telma deparou-se com algo que ao longe brilhava, brilhava tanto que parecia uma barra de ouro. E visto que telma era uma menina bastante curiosa, Sem contar nada ao seu amigo, Decidiu mergulhar, E convidou seu amigo sem conta-lo o verdadeiro motivo do mergulho, e Alegou que a muito não ia a praia para mergulhar.

Sendo assim, Mergulharam. E quando telma conseguiu chegar bem próximo do que a levará a mergulhar, Para a sua surpresa, Era uma linda tartaruga. Com a carcaça demasiadamente brilhante.

Telma sentiu-se surpreendida com seu íntimo, Quando notou que já tinha a tartaruga em mãos e que já a dava carinhos.

Naquele momento, Ela sentiu vergonha de-si mesma, E de que seu novo amigo visse-a com a tartaruga em mãos. Então quando seu amigo aproximou-se dela, Ela escondeu a tartaruga. E o rapazito notou que ela o escondia algo, E com jeitinho, Convenceu-a a mostrar o que dele escondia.

Quando ele olhou para a tartaruga, Notou que era a mais linda que ele vira durante toda sua vida. Ficaram os dois deslumbrados, E decidiram adota-lá e cuidar dela. Pois notaram que ela precisava de ajuda. Ou terminaria por perder a vida.

Os dois amigos levaram-na junto. E ambos fizeram com muito carinho um recepíente com formato de uma caixa. Fizeram no de vidro. Colocaram-na na janela da casa da telma. E como o recepíente era feito de vidro. Era possível ver do outro lado da rua o quanto era bela a tartaruga. Toda gente que a visse. Notara o quanto era ela diferente das outras. e o quanto era bem cuidada. Foi passando o tempo e ela crescia rapidamente.

Telma e o rapazito. Faziam de tudo para manter a tartaruga viva e saudável. Eles alimentavam-a com tudo o que podiam. As vezes um deles desistia. Mas o outro fazia o possível para mesmo assim manter a tartaruga viva. E do nada deparavam-se Juntos a cuidar da tartaruga. Sempre que isso acontecia voltavam a cuidar dela com muita motivassão.

Mas em uma tarde de céu nublado, em que os estrondos causados pelas rajadas de vento que se faziam sentir naquela tarde, Telma traiu seu amigo. E levou a comida destinada a tartaruga. E deu-a as lagartichas que criava com suas amigas (influencio-se).

Após isso. Ela desentendeo-se com seu novo amigo, e ele deixou que o problema passa-se sem danos, e perdoo a sua amiga telma.

Mas dali em diante, o clima já não era o mesmo, já não davam a tartaruga, alimentação regular e necessária para a sanidade dela. Era como se aos poucos se distânciassem da tartaruga, era como se estivessem a abandona-lá gradualmente.

O rapazito agia como se não fizesse diferença alguma, em alimentar ou não a tartaruga, por mais que ele negaçe é o que se fazia sentir.

E telma por sua vez,parecia não se importar em manter a tartaruga viva. Telma perdeu totalmente a vontade de cuidar da tartaruga, e optou pelas lagartichas que criava com suas amigas, por mas que não fizece parte da veracidade, é o que ela mostrava.

E ambos comportavam-se daquela forma pois a visão de desinteresse que um via no outro perturbava a ambos.

Os dois não viviam sem o brilho da caracaça da tartaruga, sem o prazer, a paz, e a felicidade que a existência da tartaruga os atribui-a. E eles não sabiam, se sabiam, fingiam não saber, e a tartaruga acabou por perder a vida por má alimentação.

E depois disso, quando ambos deram-se conta do que acontecera, virão suas vidas sem cores….

O sorriso era escasso em suas faces….


Categorias: Contos | Tags: , , ,

18 Comments»

  • Andrey Ximenez says:

    Uma fábula.

    =D

    Que precisa de uma revisãozinha. Muitas palavras repetidas, muitas letras maiusculas. Enfim.
    Vale uma revisão
    ;D

  • peregrina says:

    legal! 😉
    só alguns errinhos aqui e ali,mas nada de mais.
    ficou ótima,coitada da tartaruga. i_i

  • lentenegra gonçalves says:

    obrigado pelos comentarios… Quanto aos erros de escrita, e repetição de palavras, vou ter mais cuidado ao redigir os contos… Abraço

    • Jones V. Gonçalves says:

      Gostei, fábulas são legais, mas prefiro as versões primarias delas, fabulas adultas huahuahauhauhauah.

      Ei, espere um minuto, Gonçalves????? É parente? Vc é de que estado? he he he he Vc chuta um matinho e se espalha Gonçalves pra tudo que é lado, o sobrenome mais comum!!!

    • Andrey Ximenez says:

      Ae lentenegra, não sabia que o conto era teu. Sinceramente esperava mais de ti pelas qualidades dos comentários. Quero um texto novo e revisado seu.

      Abrz

  • Rainier says:

    A história até está legal, mas os erros desanimam…

  • Opa, bem legal o texto! Mas como já disseram, falta uma revisão ai! Da uma broxada. Po…deixaram a bichinha morrer! xD

  • lentenegra gonçalves says:

    ok ximenes com certeza. Vou agora enviar um texto para o guns. Espero que goste! E agradeço os comentários…

  • lentenegra gonçalves says:

    esse foi meu primeiro texto… Exprime acontecimentos reais.

  • E.U Atmard says:

    Começando com tanta pompa e circunstância, dá a parecer que vai haver um conto

  • E.U Atmard says:

    desculpem, não acabei, parece que o conto vai para algum local à Dostoiévski, Kafka, Hemmingway ou Tolstoi, por isso desaponta um pouco quando se mostra um setting que apesar de original não combina com o espírito das obras nas quais se inspira. Por outro lado, está um pouco descuidado em termos de estilo, o que dá um aspecto um pouco feio a um texto que até é bonito e que faz sentido. Tem erros de ortografia, parágrafos pouco explorados, e mais que tudo, um tema um pouco cansativo e que já está muito batido. Eu entendo que todo o escritor precisa de começar por algum lado, mas tudo vai dar ao simbolismo romântico clássico?
    Não está mau, mas precisa de um polimentozinho, e de uma dose de água para diluir a parte real, se não parece semi-ficção…

  • Ju says:

    Uma fábula bonita..
    mas realmente precisa ser revisada
    e quem saber esclarecer a moral da história.

  • Luis says:

    bem legal, muitas palavras repetidas, mas com uma boa revisao, tem tudo pra ficar ainda mais interessante !

  • Vânia says:

    Desculpe-me, Lente Negra, mas fiquei desapontada com o conto. Infelizmente, eu não gostei. Primeiro, eu acho que seu prefácio não coube bem no conto. Estou lendo um livro de Eça de Queiroz e não consegui associar seu conto com um clássico do século XIX, levando em conta todos os outros que já li. Além disso, há muitos erros de português que acabam interferindo na qualidade do texto. E, finalmente, para mim, fábulas têm sempre no final “moral da história”, um conselho ou algo assim e eu não consegui captar isso no seu texto. Mas não posso negar que você tem criatividade e se você organizar melhor suas ideias e fizer uma revisão rigorosa dos textos, teremos boas histórias para ler aqui no ONE. É isso, meu caro! Abraços, Vânia.

  • Vinicius Maboni says:

    Adoro fabulas, a ideia é bem legal.
    Mas como já foi dito, vale uma revisão.

    Vi que é o primeiro texto, então tais erros são naturais.
    Busque melhorar, voce tem potencial.

    Boa sorte nessa jornada.
    Vale um parabens.

  • lentenegra says:

    Agradeco os comentarios, tenho tido muito pouco tempo para entrar no blog, mas nao podia deixar de agradecer tanto as criticas, como os elogios, pois tudo isso nos faz crer que podemos melhorar sempre. Tenho escrito muito ultimamente, deixarei alguns aqui publicados, espero que comentem e gostem

  • Gostei do conto, do ritmo dele, do estilo da narracão.

    Mas precisa dar uma revisada em algumas coisas. Por exemplo, escrever algumas palavras com inicio em letra maiuscula, quando deveriam ser minuscula.. e também minuscula quando devria ser maiuscula.

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