A influência dos filmes de putaria
Escritor: Israel Duarte

Não recomendado para pessoas inocentes e de coração puro.
Eu nem sempre fui assim, houve uma época na qual eu era um garoto como qualquer outro. Mas tudo mudou no dia em que eu pus as mãos naquela maldita fita VHS. Não posso dizer que eu era uma criança inocente, já tinha uns pentelhos e já tinha ouvido falar em sexo. Mas ainda não estava preparado para aquilo.
Era uma fita aparentemente inofensiva, preta como todas as outras e estava dentro de uma caixa igualmente preta que não possuía nenhum nome do lado de fora. Receita para atrair a atenção de pivetes curiosos. Caí como um patinho. Abri a caixa, peguei a fita e fique a observando por um bom tempo. Notei que ela tinha uma fita adesiva tapando o buraco, fiquei ainda mais curioso, e no seu título havia um nome muito comprido e complicado que o meu inglês de pré-adolescente só me permitia entender uma palavra: Sweet. Liguei a tevê, liguei o vídeo-cassete e empurrei a fita… segundos depois a imagem começou à aparecer na tela.
No início vi apenas uma moça – que não entendi bem porque estava vestida de colegial, mesmo tendo pelo menos uns vinte e cinco anos – entrando numa padaria cheia de uns salgados estranhos e docinhos de festa. Deve ser daí o “sweet” da fita, pensei. Ela entrava lá, falava umas coisas pro atendente e ficava o esperando ir buscar alguma coisa. Ele trazia um croissant muito escroto lá e ela metia a mão no bolso e tirava uma nota de 100 dólares. Entregava a nota ao cara e antes dele conseguir falar qualquer coisa, ela metia uma dentada no salgado. Ele não tinha troco pra 100 contos. Eles ficavam discutindo até que o cara se arretava, saia detrás do balcão, baixava a porta da padaria e do nada agarrava a moça. Começava a tirar a roupa, abria a calça do cara e a fricção começava.
Lembro que na hora pensei “puta que pariu! É assim que a galera faz pra trepar” e fiquei me imaginando no lugar do cara indo comprar confeito na barraca da rua de trás. Como era fácil! O filme continuou rolando e fiquei maravilhado com tudo aquilo. O cara no “oh, Yes” e a mulher no “oh, my God”, havia descoberto o melhor jeito de se aprender inglês de todos os tempos. Fiquei impressionado com a força do cara, que pegava a mulher nos braços e a jogava pra lá e pra cá, a botava de cabeça pra baixo… coisa de circo. Mal podia esperar em por tudo aquilo em prática. Esperei, esperei e esperei. Por alguma razão desconhecida as mulheres não gostavam de propostas como aquela do filme. Pensei em uma explicação plausível para essa diferença entre a minha vida e a do cara lá e só consegui pensar em duas coisas: ou eu não malhado como ele ou minha pitoca não era tão grande como a dele.
Como eu era e ainda sou incrivelmente preguiçoso, malhar estava fora de cogitação. Então eu tinha de dar um jeito em aumentar o tamanho da bicha. Procurei na internet e descobri existem alguns modos de se conseguir isso: bombinhas, comprimidos e -o que eu achei mais foda- uma massagem chamada “jelq arábico”. Massagem pra aumenta o tamanho da bilola, que idéia genial. Lembro que pensei “essa é a punheta do futuro” e tratei de fazer como os sites diziam e pus as mãos à obra. Até tive resultados, devo ter ganhado meio centímetro, mas nada que mudou minha vida.
E as coisas continuaram assim até quase o final da minha adolescência, quando eu arrumei a minha primeira namorada. Ela até que gostava de mim, mas me considerava um tarado. Sempre que estávamos a sós, eu tentava botar em prática o que eu havia aprendido lá atrás com o filme e o que havia visto recentemente na internet, mas ela sempre me freava. Maldita! Eu botava a mão, ela tirava. Abria a calça, ela fechava. Mulher irritante! Nem me lembro de quantas vezes voltei pra casa, cheio de dores nas “partes baixas” por falta de ação. Mas com o passar do tempo e com a insistência natural de um garoto virgem a beira do desespero para atender o chamado da natureza… Consegui! Ela finalmente concordara que era hora do que ela chamou de “fazer amor”.
E quando o momento decisivo chegou, eu estava extremamente nervoso. Todo mundo me falou que a primeira vez de um cara é num instante, então eu me precavi para demorar mais um pouco tomando cerveja. Mas ainda assim eu estava nervoso, tremia e suava feito louco. Começamos nos beijinhos e ficamos lá por um bom tempo. Pensei “qual o próximo passo?” e involuntariamente me lembrei dos filmes que já havia assistido. Daí pra frente eu deixei minha mente perturbada assumir o controle do meu corpo, eu não era mais um garoto inseguro, eu era um ator pornô comedor! Peguei minha namorada dei uns beijos de língua, mordi seu beiço e abri a sua camisa do jeito que os atores fazem: rasgando-a. Ela ficou assustada, mas sorriu. E se sorriu gostou. Tirei-lhe a roupa e meti a boca …
…
Vou poupar vocês dos detalhes, mas vou dizer que essa minha primeira aventura não teve um final feliz. Ela ficou revoltada quando eu a chamei de cachorra e outras cosias. E quando tentei uma posição não convencional, ela ficou puta, disse estava tudo acabado entre nós, gritou que eu precisava de ajuda psicológica e foi-se embora. Não consegui entender nada daquilo. Por um bom tempo pensei que o problema era com ela, mas quando tive a chance de tentar fazer sexo de novo algo parecido aconteceu: a garota me chamou de nojento e perguntou que tipo de mulher eu achava que ela era. Eu respondi: uma mulher fresca. Ela me mandou ver um psicólogo. Resisti à idéia uns tempos, mas um cara como eu tem poucas chances de fazer sexo e até o momento eu havia desperdiçado todas as minhas chances. Fui ao Washington Medical Group e quando entrei na sala um médico velho e careca falou:
- Me conte o que está acontecendo.
- Bem, doutor…. Eu acho que ando assistindo filmes pornôs demais.
- Entendo. Isso tem ocorrido cada vez mais nos últimos tempos. Como isso tem lhe afetado, meu jovem?
-Não sei ao certo. Sei que há pouco tempo atrás minha namorada me deixou enquanto estávamos tentando fazer amor pela primeira vez e saiu gritando que eu sou perturbado. E na semana passada, quando estava tentando fazer sexo com a garota mais “famosa” do meu bairro, fui chamado de pervertido e deixado na mão mais uma vez.
- E você não se recorda de nada de errado que tenha feito com estas garotas?
- Sinceramente não, doutor. Só fiz o que aprendi nos filmes.
- Você diria que você é rico?
- Não. Por quê?
- Se fosse, diria que é viciado em sexo e te mandaria para uma clinica de reabilitação. Mas já que este não é o caso… deixemos as garotas de lado por uns instantes. Fale-me destes filmes que você costuma assistir.
- Tudo começou com uma fita que meu tio deixou lá em casa quando eu tinha uns doze anos, foi ela que despertou a minha paixão pelo assunto. Depois disse tive que me virar com o “cine privé” da band, toda madrugada do sábado pra o domingo eu estava lá. Mas depois de algum tempo aquilo parou de fazer efeito, era a mesma coisa de ver a novela das oito. Por sorte a minha barba cresceu logo e tive acesso à parte secreta da locadora do meu bairro, lá eu pude ver alguns filmes muito bons. Foi nessa fase que eu descobri como diversificado o mundo da putaria pode ser.
- Continue.
- Nessa época eu comecei a perceber que eu gostava desses filmes mais que meus amigos. Eles locavam uma fita ou outra, enquanto eu gastava toda a minha mesada com pornografia. Eu era tão aficionado que certa vez participei de uma promoção na locadora que se você pegasse três filmes, teria direito a um inteiramente grátis… todos o quatros que levei pra casa eram pornô. Comecei a receber a apelidos: bronheiro, covarde, Simas…
-Simas?
-Si Masturba.
- Nunca tinha ouvido essa. Continue com a sua historia.
- Certo. Depois de algum tempo as fitas e os DVDs não mais faziam efeito, eu precisava de algo mais pesado. Recorri à internet e lá conheci os grandes filmes adultos do oriente, tornei-me fã dos japoneses. Depois conheci os vídeos amadores russos e mais recentemente conheci os filmes alemães. É onde estou hoje.
- E você tenta recriar com as garota tudo que vê nestes filmes?
- Não tudo. Não tentei nem coprofilia e nem urofilia. Tirando isso, tento sim.
- Meu jovem, sua situação é rara. O seu comportamento é preocupante. Mas, infelizmente, não vejo como lhe reeducar. O melhor posso fazer é lhe indicar uma amiga minha. Quero que você a visite na próxima quinta às oito da noite, no endereço que vou escrever neste envelope. Não abra! Este envelope deve ser entregue a Odete, somente ela pode ler o que eu vou escrever. Você me entende?
- Sim, senhor.
- Volte aqui na segunda-feira. Não se esqueça de trazer a carta que Odete vai lhe dar.
Peguei o danado do envelope e fui pra casa. Na quinta me encaminhei para o lugar indicado no envelope. Era um duplex como qualquer outro, a não ser pelo fato da luz do primeiro andar ser da cor vermelha e no portão haver um negão de metro e noventa com uns cento e vinte quilos. Fiquei com medo, mas mostrei a ele o envelope. Ele riu e me deixou subir a escadaria. Quando cheguei lá, vi uma mulher de uns quarenta anos estender a mão em minha direção. Fiquei nervoso e quase gaguejando perguntei se ela era a tal Odete. Ela riu, mandou que eu sentasse e pediu a carta. Entreguei e fiquei a observando enquanto lia. Ela parecia profundamente intrigada com o que estava escrito, vez ou outra levantava a vista e me encarava. Ao acabar de ler a misteriosa carta, ela se levantou e veio em minha direção sem dizer uma palavra sequer. Tirou a roupa, aproximou-se meu ouvido e falou bem baixinho “você comanda, garoto”.
Minha primeira vez, os melhores trinta e dois minutos da minha vida. Loucura total. Acho que Odete também gostou. Fizemos coisas que nem eu conhecia. Odete era melhor que qualquer coisa com a qual eu já tinha sonhado. Ficamos alguns minutos deitados e partimos pra a segunda. Depois uma terceira e uma quarta. Quando eu finalmente entreguei os pontos e disse estava completamente exausto, ela se levantou e começou a escrever. Entregou-me um envelope e se despediu com um beijo em minha testa. Perguntei se poderia vê-la outra vez e ela me respondeu que seria melhor pra mim nunca mais vê-la. Fiquei confuso, mas fui embora.
Mal podia esperar o momento de ver o doutor velho e careca mais uma vez e quando o momento chegou, praticamente joguei a carta em seu colo. Enquanto lia, ele começou a suar, tremer e me olhar de modo muito estranho. Até que chegou o momento do diagnostico: eu tinha ejaculação retardada e … Só! Clinicamente eu não era doente, minha mente era sã. O meu problema era apenas os meus gostos extremos. Claramente perturbado, o doutor riu e me disse que até pessoas como você têm um par. Desejou-me sorte e me mandou nunca desistir de encontrar alguém como eu.
Procurei em clubes de BDSM, prostíbulos, casas de swing, fóruns na internet, revistas… Em todo lugar. Parecia que eu estava destinado a viver só, até que um dia uma mulher entrou em contato comigo e me disse que nós precisávamos nos conhecer. Topei. Ela estava certa, não poderia pedir uma parceira melhor. Faz dois anos que nos casamos, temos um site onde postamos nossas aventuras e ganhamos dinheiro. E descobrimos semana que ela está grávida, vou ser pai.
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huashusahusauhasu cara muito boa essa história
Eu ri demais.Já aconteceu coisas comigo assim também.
(de namoradas me chamarem de safado devido as proezas malandras que eu aprendo e tento fazer com elas)
Hoje eu estou mais sossegado mas a sua história é muito legal gostei muito.
-
Comigo também, véi. Mas eu não vi nada demais no que eu estava fazendo. Vai ver a culpa não é nossa!
é culpa de vocês sim XD
—- enfim, ri demais! muito boa, meu caro amigo cronista! tá de parabéns, homem!
Quem permitiu que minha biografia fosse postada aqui?!?!
–
Oh Guns, tem que censurar uma coisa dessas! asuuhsahushuashu
–
Tem que por pelo menos um [b] “Proibido para menores de 18 anos”… [/b]
#tagfail
Nada disso! 14 no max.
-
fiz questão de postar uma versão leve no ONE. Tá mais leve que novela das oito isso aí.
Ah! Com certeza!
tá igual à do “esquina do escritor”.
tem versão pesada, por acaso?
tem… nela eu não pulo as partes de sexo
-
mas não ficou muito legal, não tenho o talento de falar de sexo explicito
XD
e acho que ia perder um pouco o senso de humor da história.
A graça é ficar imaginando o que raios que o personagem ‘tava querendo fazer
Ei Israel, a formatacão está meio estranha, com fonte pequenas no início e essa tabulacão lateral. Quer que fique assim? Qualquer coisa eu arrumo!
arruma, guns *intrometida*
arruma, guns *intrometido*²
Só irei fazer isso, quando o autor assim o pedir.
faz Guns.
-
Samila recebe o direito de falar por mim quando eu demorar pra responder
Opa! virei procuradora *-*
Fiz.
Ainda bem que era filme que o protagonista assistia, e não hentai. O.O
Pouts… hentai pode ser traumatico pra uma criança.
PoxA imaginei essa desgraça! o rapaz só sossegaria depois que arrumasse uma elfa de peitos enormes e com um pênis canivete!
Se fosse hentai era só ele ir na desenholândia!
Hahahahaha!!!
Mandou bem pra caramba Israel!
Muito bom o texto.
Hehehe… Valeu, macho. Fico feliz por ter agradado.
HuahuahuahuahuahuahuHUAhuahuHUAHUAHUAHUAHUAHUhuahuahuHUAHUAHUA… um resumo bem feito da história de noventa por cento dos caras que eu conheço.
Ficou muito engraçado, cara… e muito verídico também. Parabéns
Asami, maloqueira!
-
Os homens tem que se assim. Se o cara não tentar esssas coisas, a mulher fica achando que faltou algo. Mesmo que seja pra levar um não, o cara tem que tentar.
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK… o pior é tem mesmo. Vai que ele acha uma garota esquentada na reta? Pelo pouco que conheço dos homens, acho que é preferível pra vocês levar um fora por ser muito tarado, do que muito parado
E também no fim ele acabou achando a tal mulher e até fez uma versão online do Kama Sutra com ela
Isso é que é final feliz!
Muito bom Israel, seu humor nos textos é um otimo atrativo.
Continue assim, parabens!
uaehaeuhaeuaehuae
-
tou quase um Luís fernando veríssimo
Cara você é insuperável. Chorei de rir, tava mesmo precisando de rir.
Tú precsa ver o proximo que vai entrar, pequena. Eu ri escrevendo… vcs vão rir lendo
Se você riu lendo deve tá cômico, agora to louca pra ver.
Ri muito aqui. XD
Bom,pelo menos o cara não ficou sozinho.
Valeu, perê. Esse é o final alternativo, o original era do mal demais. ficou melhor assim
Incrível Israel, muito bom mesmo.
Espero que continue com esse humor. Está no tom certo.
Tenho uns contos com teor sensual/sexual, mas no meu caso não tem muito humor né? =D
Enfim, é isso aí.
Abraço e parabéns!
Hehehe… Valeu, Alex. Nem se preocupe, o humor vai ficar. Já tentei escrever sem ele, mas saiu uma merd@. Ele deve tá no sangue.
-
Abraços, mestre. Depois nos esbarramos nos comentarios da vida. flw
Hehehe.. ok, tomei a liberdade de colocar um aviso lá em cima, alertando o pessoal sobre o conteúdo deste conto.
–
Também peguei leve com a imagem do conto. Vou dizer que dei um passeio pelo mundo da putaria enquanto procurava a imagem… e percebi que deveria pegar leve!
E sim, ótimo texto Israel!
–
Não é a toa que você está fazendo muito sucesso aqui no ONE!
Fez muito bem, Guns. Só o título já é pesado o suficiente.
-
Frescura é essa de sucesso?! uaehaeuheauhaeuaehe
-
Chegando na metade da primeira etapa do meu plano pra virar um autor legal: descobrir meu estilo e escrever textos curtos e fechados de uma maneira legal
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Valeu, Guns
Hehe, você é um dos meus escritores preferidos daqui. Gosto muito do seu jeito com o texto.
respondido via twitter.
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ADOrei!!!!!
não sei o que é melhor o filme porno que acabei de ver , ou o seu texto…
Nossa! eauhaeuhaeuaeh
-
feliz por ter agradado, Sucupira.
-
Só por curiosidade, qual é o nome do filme?
conheço um chamando Capoeira- Eles estão loucos para abrir a roda.
Muito bom -n
Tá mt curioso pro meu gosto!
bora, chata.
Conto genial, Israel! Parabéns! Leitura agradável, envolvente e dinâmica!
Valeu por te lido, Rafael. Fico feliz por ter te agradado com meu texto, com meu estilo. Abraços
Gostei! Vc fez umas escolhas interessantes, dá pra perceber que tem experiência… Pex, quando o protagonista vai explicar como tudo começou e ao invés de só dizer o que o leitor já sabe, vc adicionou mais informações pra nos deixar na posição do doutor: interessados
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só o diálogo ficou meio estranho, com o “meu jovem” e tudo mais… A não ser que o pessoal do Washington Medical Group seja todo mestres dos magos hehehe
Vou ler mais coisas suas!
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ps: Nessas clínicas eles indicam mesmo putas pra diagnóstico? Pq eu sei que tem enfermeira que faz mais que abrir e fechar a porta…
Fiquei curiosa também…=)
euahaueheauheauhae
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cara eu não sei nada dessas paradas, na minha cabeça, essa “odete” é uma doutora foda que tinha a estranha mania de comer os paciente e por isso perder o direito de ser doutora… aí era virou a odete que soluciona as paradas
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acho que eles nao devem fazer isso não… mas sei lá. Se existir o diagnostico “queijo acumulado” qualquer “odete” deve dar um jeito
show de bola…adorei,mto parecido com alguns pontos da minha vida…simas…kkk dei trela…..
carai… amahã, sobrio… eu te respondo direito direito
eauaehueahaeueaea…
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Porra, laszlo não assume carai. Eu até hoje quando perguntado digo que não tenho nada haver com o personagem.
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Que lixo de história.