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Jan
30
2011

Os videogames irão superar os livros como principal forma de narrativa?

deltorogamingnarrative

Se as previsões do diretor Guillermo Del Toro (de “Hellboy” e “O Labirinto de Fauno”) se concretizarem, os videogames logo irão superar filmes e livros como principal maneira de se contar histórias.

“Tenho 46 anos, e jogo videogames praticamente desde o momento que eles estiveram disponíveis para o público”, disse Del Toro para a revista GameInformer. “Eu vi os jogos passarem de meros testes de reflexo para verdadeiras ferramentas narrativas”.” [via Livros só mudam Pessoas]

Interessante questionamento, mas eu acho que não deveriam misturar, são coisas diferentes.

Leiam mais através do link acima.

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Written by The Gunslinger in: Notícias | Tags: , , ,

36 Comments»

  • Tomás Kroth says:

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    Me desculpe discordar Guns, mas são semelhantes. Jogos hoje em dia se comportam como verdadeiros filmes/seriados. Principalmente os jogos com história bem trabalhada (God of War, Final Fantasys, etc). Esses jogos contam uma história tão bem quanto um filme, com atores por vezes submissos a tua vontade. Além de assistir a uma boa história, tu entra nela de forma intensa. Final Fantasy é o clássico exemplo do jogo que tu passa mais tempo lendo e vendo vídeo do que propriamente jogando…

  • Thumb up 0 Thumb down 0

    “Em um pesadelo, qualquer escolha que você faça é errada”

    “O passado tem uma maneira de se esconder em você. Você escuta vozes, sons, como um replay maldito. Você fica louco com todos lembrando sempre dele, mesmo que tudo seja só na sua cabeça.”

    “Einstein estava certo, o tempo é relativo para o observador. Quando você está sob a mira de uma arma, você vê toda sua vida passando em flashes.Você sente o profundo desgosto e o medo.”

    ” Hipoteticamente, se a única opção que você tem é a de fazer a coisa errada, então não é realmente a coisa errada, é algo como destino. Você tem que fazer o que você tem que fazer.”

    ” ‘As coisas que eu desejo’; por Max Payne: Eu quero um cigarro e um whiskey para o Sol brilhar de novo. Eu quero dormir para esquecer, para mudar o passado. Eu quero minha esposa e minha filha de volta. Munição ilimitada e uma licença para matar. Agora, mais do que tudo, eu desejo ela”

    Está vendo estas frases? É Max Payne! Este jogo foi um dos catalisadores da minha vontade de escrever. Minhas primeiras poesias eu tentei seguir o estilo sombrio e bruco de Max!

    Acredito que os jogos possuem um modo muito peculiar de contar uma história.

    • Thumb up 0 Thumb down 0

      Mas, porque não compararam os filmes com os livros como narrativa, ou os filmes com os games…

      Defendo, são formatos diferentes. Públicos diferentes.

  • Samila says:

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    Cara, Eu concordo com o tio Toro! Ainda mais com o surgimento de jogos estilo RPG puro, com neverwinter nights (um dos meus preferidos) que realmente te permitem mudar rumos na história, fazer de infinitas maneiras diferentes…
    A interatividade é um chamariz muito eficaz. Todo mundo que criar histórias, hj em dia.

    • Thumb up 0 Thumb down 0

      Humm, pode até ser. É mais fácil você criar uma história quando se tem os elementos ali, prontos, só basta você falar o que eles devem fazer.

      Mas claro, que o papel em branco é muito mais desafiador e o mérito da história bem escrita é muito maior! :-)

      • Samila says:

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        Isso sem dúvida! por isso que eu escrevo, e não fico só jogando WOW
        XD
        Mas nem todos tem essa força de vontade, né? Xd

  • Pandion says:

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    Jogos, filmes, livros e quadrinhos. Nunca serão substitutos uns dos outros, pois a linguagem é completamente diferente. Por mais que exista uma mesma história para as quatro midias, a forma de comunicação é outra.

  • Pandion says:

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    Apesar de que possam ser concorrentes, e uma ser mais popular do que a outra. Eu prefiro um jogo do que um filme, e prefiro um livro do que um quadrinho.

    • Samila says:

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      São diferentes, certamente, mas convenhamos que para a geração atual, filmes, quadrinhos e games tendem a ganhar de livros (infelizmente)
      Os primeiros por serem mais cômodo (vem com quase tudo mastigado, mal dá trabalho de pensar, imaginar cenários, uma vez que os vemos as imagens, no caso do filme, ouvimos as falas e narrações, ainda)
      O segundo por ser interativo e naturalmente estimulante, dar uma liberdade ainda maior de ser um personagem.

      • Thumb up 0 Thumb down 0

        É verdade. Como já comentei sobre os quadrinhos, em posts passados, o formato é mais rápido e hoje o tempo é muito importante para o leitor.

        O que ele conseguir absorver de forma mais rápida, será melhor visto pelos olhos do consumidor.

        Isso é uma pena. Mas sempre temos aqueles que querem saber mais e buscam a fonte original.. que na maioria das vezes, são os livros. :-)

  • Bruno Vox says:

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    Uma boa narrativa é Metal Gear Solid, mas acho que substituir é exagerado.

    • Samila says:

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      substituir é exagero, mas competição não é!
      E a narrativa de Amnésia é ótima tb!

      • Thumb up 0 Thumb down 0

        Poxa, quando o assunto é de comparar literatura com os meios mais visualmente apetitosos como o cinema 3D ou os jogos HDHDHDHD, sou pessimista. O público se reduz pq, como a Samila falou lá em cima, imaginar é difícil.

        A diferença é de ritmo, textura, imersão, profundidade… É complicado =/

  • Ricardo Ragazzo says:

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    Há sempre espaço para tudo. Não nos esqueçamos disso.

    • Samila says:

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      Isso sem dúvida! Mas bem… vemos o que aconteceu com o telefone fixo ante ao celular, o que aconteceu ao rádio ante à televisão, às cartas, ante o e-mail…
      Ser mais fácil é uma grande vantagem, principalmente quando vivemos em um mundo em que o tempo é um bem escasso!
      Uma pessoa demoraria 3 dias para ler a sociedade do anel? Em pouco mais de 2 horas de filme, a pessoa absorveu praticamente todo o livro.
      Não é a mesma coisa, mas…
      Enfim, eu me preocupo!

      • Thumb up 0 Thumb down 0

        Hoje as pessoas tem mais acesso à radio do que a dez anos! Você conhece uma pessoa que não ouviu um radio há pelo menos um ano?

        No carro, na própria televisão, e até mesmo rádios on-line as rádios são ouvidas aos milhares. Idem à televisão frente a internet! Quantos canais você pode assistir na net?

        Creio que mais do que nunca, as pessoas tem acesso a um bom livro. Na minha infância, adquirir um livro era algo complicado, quanto mais a minha mãe ou meu pai comprar alguns… Hoje em dia, lemos em ipads e outros tablets.

        Acho que tudo tende a aumentar. Tudo evolui, mas o que passou não é destruído.

        Até acredito que o livro em papel acabe daqui decadas, mas o livro em si, mesmo em formato digital, continuará a existir!

        • Samila says:

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          eu sou pessimista, Reinier… Sumir não, mas quase isso! Vão virar audio-books, filmes, quadrinhos, essas coisas. Uma espécie de evolução natural que prima pela facilidade, interatividade e comodidade

          • Thumb up 0 Thumb down 0

            É, como disse lá em cima, pessoal vai buscar o rápido, mas, os livros nunca morrerão. :-)

          • Thumb up 0 Thumb down 0

            Sei lá, jogo não é tão rapido assim.

            As vezes um jogo leva 12 a 15 horas… Daria para ler um ou até dois livros.

            Acho que o interessante do jogo é viver a história em vez de ver ou ler. No jogo você controla, de certa forma, o que acontece na trama.

  • Samila says:

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    Acho que vou virar roteirista de jogos yaoi *-*

    • Thumb up 0 Thumb down 0

      Hehe, deveria aprender japones Samila! :-)

      • Samila says:

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        AHAUHAuha, eu tentei, mas desisti em duas semanas! Minha cabeça mal consegue se manter sabendo suas línguas que partilham do mesmo alfabeto! XD
        Se eu fosse fazer jogos yaoi, seriam em inglês! Datting Sim yaoi com RPG… um luxo!

        • Samila says:

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          Cara! Taí! acabou de me dar uma ideia de um jogo porrada baseado em Relatos da Queda!
          O jogado vive o Belial, e o jogo é seduzir algum dos grande arcanjos ou grandes demônios! Barachiel, Lúcifer, Astaroth, Leviathan, Asmodai, Miguel, Rafael, Mammon!…
          Valeu Guns! vou anotar isso para quando estiver mais desocupada!! XD

  • Vinicius Maboni says:

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    É verdade que cada dia mais, os jogos tem historia e podem sim substuir os meio tradicionais de narrativa. Antigamente eu jogava video game, hoje a cada dia mais quero os abandonar de vez(se é que ainda não fiz) já nem sei mais o que é o termo.
    Quanto aos livros, ainda são os mesmos, com a mesma ideia de que um livro deve ser, até mesmo os e-books(odeio admitir).
    Os games podem até propor, mas eu não faço a troca. Ainda prefiro jogos não eletronicos(ex, Magic)

  • Motumbo says:

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    Como assim, substituir? Imagino que existam algumas histórias possam ser melhor contadas com games. Imagino que bons games sejam melhores como narrativas do que livros ruins. Quem sabe se “Diário de um Mago” daria um bom game? (eu não saberia, já que não li, nem pretendo). Mas os exemplos não são animadores.

    Outras histórias só podem ser contadas por livros. Não funcionam como filmes, novelas, mini-séries, não vão funcionar como games.

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      Levantar a possibilidade de “funcionar” ou não é bem válido.

      Volto ao que disse láááá em cima. São formatos diferentes.

      • Motumbo says:

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        Sim, diferentes. Mas tá faltando a obra prima da narrativa gamestica (gameteira?) para comprovar a tese. Halo é um game legal, mas como história é uma merda, por exemplo. Strret Fighter é o melhor game da história e deu um filme de chorar. Aliás, Hellboy, o filme do cucaracha, é uma bosta.

        • Thumb up 0 Thumb down 0

          Bom, falando em histórias de games, pessoal está fazendo o filme baseado em Heavy Rain. Jogo mega bem feito do PS3.

        • hamiltox says:

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          Halo tem uma história merda? Cara não fale uma coisa dessas sem antes conhecer toda a mitologia do universo de Halo. É uma mitologia tão extensa como a Tolkeniana, a Nórdica e a Grega.

          Street Fighter é o melhor jogo da história? Pelo amor de deus! As brilhantes narrativas de Mass Effect, Dragon Age e Elders Scrolls tem uma ou duas coisas a dizer sobre o assunto.

          Já opinando sobre o tema da notícia, creio eu que a narrativa dos jogos tende sim a assumir características que são encontradas somente em filmes e obras literárias, mas nunca, nunca nunca nunca nunca os jogos de video-game ou computador conseguirão ter o mesmo apelo emocional, o mesmo impacto filosófico que um livro tem. Um bom livro, daqueles de cabeceira, é capaz de exercer forte influência. Tanta influência, na verdade, que o leitor rapidamente se observa imerso em um mundo (Tolkien), ou admirado com seu mundo (Hitler, de Joachim Fest), ou até mesmo ludibriado pelo seu mundo (Citações).

          Por esses e outros motivos, fico com The Gunslinger. Nunca que um jogo carregará o mesmo poder que um livro carrega. Formatos diferentes. Público diferente.

  • Samila says:

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    Nesse momento eu gostaria de chamar atenção a um tipo bem especial de jogo, que É uma espécie de livro, praticamente.
    Os Dating Sim tradicionais japoneses são como livros de teor romântico. Para quem nunca jogou e não conhece, o objetivo do/da protagonista é desenvolver uma relação amorosa com algum dos personagens disponíveis.
    Você não joga propriamente, você apenas fica lá, lendo quilos e quilos de texto com uma cena ao fundo.
    Você lê, lê, lê, lê… E ao final de muita leitura tem direito de realizar uma ação simples, como por exemplo “Ir a tal lugar” “Responder tal coisa” “Aceitar o abraço recebido”, “Beija” etc.
    Essa ações interferirão na relação entre você e a personagem, e definirão o rumo da história.
    Para mim um dating sim é o mesmo que um livro interativo com figuras e em formato digital, no qual existem x finais possíveis, e y maneiras de alcançar esse final… E MUITO texto para ler.
    http://fc02.deviantart.net/fs70/f/2010/180/f/9/Preview2__Grimmjow__dating_sim_by_FreakinMi.png
    (esse exemplo é bem zuado, mas é pq eu estou no trabalho, longe dos meus dating sims usuais XD)

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