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Jan
12
2011

Poder Absoluto da Alquimia

poesiaEscritor: Alex Silva Dias

A fórmula que o alquimista anseava perdeu-se no tempo,
Entre as ruínas abandonadas da razão,
Sob os escombros de uma civilização perdida,
De um povo mítico e misterioso.
É a fórmula de ser um ser perfeito, imortal,
Um segredo antigo como o mundo e a vida,
Feroz como a fúria de um terrível dragão.

O alquimista resgata das trevas a fagulha do segredo,
Um mistério há tanto guardado.
Ele refaz cálculos e possibilidades – torna-se matemático;
Estuda a magia antiga, tornando-se feiticeiro.
Fascina-se diante do poder que começa a ser desvendado,
Mas teme a imprecisão desta energia tão poderosa,
Tão poderosa quanto a pedra filosofal,
Nem o elixir da longa vida é tão puro e verdadeiro.

Aos poucos ele ganha a longevidade,
Adquire o conhecimento mais poderoso,
Torna-se o mais sábio entre os homens.
Então, inicia-se o seu declínio doloroso:
O alquimista vê quem ele mais ama perecer,
Vítima do tempo e da morte implacáveis,
Fazendo seu coração malignamente endurecer.

Cansado de ser imortal, ele toma uma difícil decisão:
Destrói toda a descoberta e resolve sumir.
Deixa apenas um aviso, um alerta,
Um conselho para quem almeja o poder supremo:
Quanto maior o poder, menor será o amor no coração.


Categorias: Poesias | Tags: , ,

9 Comments»

  • Douglas Silveira says:

    Gosto do tema e gostei do texto.
    Se expandir e explorar um pouco mais, dá para transformar num conto interessante.

  • Gostei do poema. Acho que sempre gosto de poemas quando eles não abordam relacões amorosas. 😐

  • Rainier Morilla says:

    Gostei! Foi simples e objetivo. Minimo, diria. Contou somente o minimo necessario e se fez entender.
    ~
    Muito bom!

  • Alec Silva says:

    Desculpem a ausência!
    Quanto aos comentários, agradeço a todos!

  • Franz Lima says:

    Uma das mais temíveis consequências da imortalidade: a morte das pessoas amadas. Bom tema e com uma visão diferente das que já vi.
    Continue escrevendo, amigo…

  • Alec Silva says:

    Novamente desculpas pela demora!
    Agradeço pelo comentário, Franz!
    Minha intenção era apenas questionar a ganância de querer ser imortal e as consequências…

    ^^

  • Marcus Palante says:

    Não tenho muito o que dizer. Foi bem desenvolvido. Eu gostei. E também costumo apreciar mais esses poemas que fogem do amor-comum e abordam outras coisas.

  • Alec Silva says:

    Agradeço pelo comentário, Marcus!
    Temos que variar um pouco… Amor-comum enjoa mesmo.

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