Vidro Quebrado
Escritora: Cíntia Mara da Silva
Todos os feijões na tigela vão mergulhando,
num vivo mar bêbado, as ondas surgem bêbadas,
esperando por alguém bailar sobre as algas em telhados secos.
Salgado é o gosto das nuvens que chora raivosas no passo do sol violeta.
A espera impaciente desse mundo vagabundo acabar.
Meu Deus! É o mundo contra maldades que nasce de rosas vermelhas carecidas de desejos.
Violento é o ar que respiramos,
onde as árvores torna inimigas dos pulmões.
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Não entendi.
Mocinha…Tem muitas flahas de concordância aí.
Você terminou duas frases seguidas com palavras do mesmo radical: bêbado, bêbadas. Dá a impressão de rima pobre.
Apresenta um mundo triste e quebrado, mas pouco diz. Não entendi onde quis chegar e isso é um pecado para o autor/escritor/poeta, pois escrevemos para os outros (sei que tem quem discorde) ou do contrário não mostraríamos a ninguém. Deste modo devemos pensar no entendimento básico do leitor a menos que haja uma proposta embutida na confusão. sinceramente não achoque foi o caso aqui.
Continue a escrever e praticas.