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Jan
31
2011

Vidro Quebrado

poesiaEscritora: Cíntia Mara da Silva

Todos os feijões na tigela vão mergulhando,
num vivo mar bêbado, as ondas surgem bêbadas,
esperando por alguém bailar sobre as algas em telhados secos.
Salgado é o gosto das nuvens que chora raivosas no passo do sol violeta.
A espera impaciente desse mundo vagabundo acabar.

Meu Deus! É o mundo contra maldades que nasce de rosas vermelhas carecidas de desejos.
Violento é o ar que respiramos,
onde as árvores torna inimigas dos pulmões.


Written by Cintia Mara in: Cíntia Mara da Silva,Poesias | Tags: ,

2 Comments»

  • Vitali says:

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    Não entendi.

  • Flavio Silva says:

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    Mocinha…Tem muitas flahas de concordância aí.

    Você terminou duas frases seguidas com palavras do mesmo radical: bêbado, bêbadas. Dá a impressão de rima pobre.

    Apresenta um mundo triste e quebrado, mas pouco diz. Não entendi onde quis chegar e isso é um pecado para o autor/escritor/poeta, pois escrevemos para os outros (sei que tem quem discorde) ou do contrário não mostraríamos a ninguém. Deste modo devemos pensar no entendimento básico do leitor a menos que haja uma proposta embutida na confusão. sinceramente não achoque foi o caso aqui.

    Continue a escrever e praticas.

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