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Feb
03
2011

Johnnie Walker, O pistoleiro de Satã – Capítulo I

Escritor: JP M.

johnnie-walker-o-pistoleiro-de-sata

O PANDEMONIUM

Mais uma noite chega à pútrida cidade de Tombstone, uma outrora próspera cidade cheia de cassinos e saloons, e claro, muitos homens dispostos a gastar todo o seu dinheiro em noitadas de jogatina e sexo regadas a muito a whisky. Atualmente a cidade é nem sequer sombra do que foi em seus tempos áureos. As minas da região já não tinham mais ouro como, antes sem dizer que nenhum homem de bem aguentaria ficar mais do que algumas temporadas naquele inferno que já estava sendo chamado de Sodoma do Delaware, restavam assim somente criminosos e homens sem escrúpulos na cidade. E é como dizem, uma cidade é o reflexo de seus moradores.

Dentre todos os antros de perdição da cidade o mais famoso era o Santa Madre Cassino, seu dono o Joe, era um homem na casa dos 40, ele tinha o desagradável costume de falar atropelando suas próprias palavras, e não raramente salivava como um porco ao dar suas gargalhadas estridentes. Cicatrizes recortando toda a sua face completavam a sua aparência perturbadora. Seu saloon não divergia dos demais da cidade, a não ser pelo fato das melhores prostituas estarem lá.

No ultimo dia do mês o bar lotava mais do que o habitual, já que a cidade estava cheia de pobres diabos viciados em jogatina e bebida que não paravam de gastar o dinheiro que já não tinham. Mas nessa noite em particular os ânimos estavam mais exaltados. Talvez fosse culpa dos peles-vermelhas que voltaram a incomodar os moradores de Tombstone ou talvez fosse porque já se passavam das 2 da manhã e todos já estavam bêbados. No canto do balcão uma figura intrigava o dono do bar, ele estava ali parado com uma garrafa de whisky 12 anos sozinho bebendo e calado. Só abria a boca para de vez em quando mandar Joe lhe trazer uma nova garrafa. Joe já inquieto chamou um homem com cerca de 45 anos, grisalho e bem vestido que estava numa mesa perto do balcão com um gesto discreto e falou:

– Hei Wayne, você conhece aquele cara ali? Não sei não acho que ele nós trará problemas…

– AM?! Nunca o vi por aqui, mais pode deixar que eu cuide dele pra você! Ha-ha-ha! – Falou o homem enquanto ia à direção ao forasteiro.

As pernas já bambas de tanto que bebeu e soluçando sem parar. Ele se aproximou da estranha figura e já foi vomitando asneiras:

– Hei você! Não sei quem você pensa que é pra ficar aí bebendo sozinho, você se acha melhor do que agente? Sabe o que eu vou fazer com você? Vou lhe dar uma lição. – Disse Wayne já se alterando.

– Eu não quero problemas companheiro vê se da meia volta e me deixa em paz aqui com minha bebida, ou você vai se arrepender de ter acordado hoje. – Falou o forasteiro, levantando a aba de seu chapéu com o dedo indicador e olhando fixamente paras os olhos do encrenqueiro.

O bêbado ficou furioso, pegou uma garrafa vazia de uma mesa ao lado e quebrou. Com um caco grande da garrafa em mãos ele avançou para cima do forasteiro aos berros:

– Eu vou te rasgar todo seu cachorro féladaput… –

Ele mal pode termina o insulto, no meio da investida o forasteiro se levantou e deu um chute na boca-do-estômago do brigão, sacou uma colt. 38, acertou o nariz dele com a coronha trabalhada em madre-pérola e o derrubou no chão sujo do saloon com uma rasteira, nesse momento o bar inteiro já estava em silêncio total, ninguém podia acreditar no que aquele homem havia acabo de fazer, acertar assim o Xerife da cidade. O forasteiro não sabia que aquele homem idiota e descontrolado que ele havia batido era o Xerife, mais isso também não importava a ele, só o que lhe importava era dar um bom corretivo no infeliz que mexeu com o homem errado. Ele pegou o caco de garrafa que Wayne pretendia usar para dar cabo de sua vida, e o cravou na orelha dele, e com sangue frio ele arrancou a orelha do homem e disse bem calmamente sem demonstrar nenhuma emoção:

– Abre a boca e mastiga isso.

O Xerife que a essa altura já estava aos berros, parou de gritar, e trancou os dentes. O forasteiro continuava frio como antes, ele não mudou sua expressão em nenhum momento desde que adentrou o saloon. Ele usou os pés de um banquinho para estrangular o Wayne, que se via sem ação, pegou um isqueiro no bolso de sua calça e acendeu junto ao queixo dele, até que ele não aguentasse mais de dor e abrisse a boca. Com um sonoro berro de dor, o pobre azarado abriu a boca, essa foi a deixa para que o desconhecido bárbaro enfiasse a orelha do homem dentro de sua boca. Depois ele a fechou com sua mão, e o forçou mastiga-la. E disse:

– Você tinha duas orelhas para ouvir mais, e uma boca para falar menos. Talvez agora com apenas uma orelha você aprenda a lição. –

Nesse momento ele percebeu algo que brilhava debaixo do casaco de sua vítima, era uma insígnia de xerife.

– MALDITO! Quem você pensa que é pra fazer isso a meu irmão, seu escroto você me paga! – Disse um homem alto, meio corpulento que estava no alto da escada com um coldre na mão fechando as calças, atrás dele estava uma prostituta seminua. O outro homem aparentemente era o oficial do xerife, pois portava também uma insígnia. Ele desceu a escada sacou pistola encarando aquele homem estranho, que permanecia ali, parado, tranqüilo com o caco de garrafa nas mãos ensanguentadas. Quando ia atirar, ele foi contido por Joe, que argumentou:

– Não, não, por favor, eu ainda nem terminei de pagar os concertos da ultima briga, resolvam isso lá fora… – Antes mesmo de terminar seu argumento o dono do saloon já estava caindo no chão, o forasteiro deu um tiro na cabeça dele, que a estourou na altura da nuca. O oficial do Xerife virou uma mesa e a usou como cobertura, o forasteiro também fez o mesmo com outra mesa. Quando o oficial se levantou para atirar no pistoleiro sanguinário, mal pode mirar, pois já estava com uma balada cravada no meio do peito. Agora o pistoleiro pela primeira vez na noite mudou sua expressão, agora ele tinha um leve sorriso no canto dos lábios.

Quem não fugiu do saloon se escondeu atrás do balcão ou de mesas. No bar antes da confusão havia cerca de 25 pessoas, depois dela só sobraram oito pessoas lá: três putas atrás do balcão, três homens atrás de uma mesa que antes estava ocupada por eles jogando pôquer e dois outros homens que se tremiam todos, encolhidos num canto do saloon. O pistoleiro guardou sua companheira calibre. 38 no seu coldre. Pegou um facão que ele carregava em seu cinturão. Um dos homens atrás da mesa de carteado percebeu que o pistoleiro estava sem arma de fogo nas mãos e achou que era o momento certo para agir. Sacou sua arma, se levantou e tentou atirar no pistoleiro, mais não teve nem tempo, antes de perceber ele já estava com o facão preso em seu em seu abdome. O pistoleiro sacou sua arma atirou na cabeça do idiota que achou que podia com ele, atravessou em passos vagarosos aquele caos. Quando se aproximava um segundo homem tentou atirar nele mais o seu destino foi o mesmo dos outros que haviam tentado isso naquela noite. O terceiro que estava atrás da mesa estava desarmado e tentou acerta-lo com uma cadeira, o pistoleiro, sedento de sangue se esquivou e com um gancho de direita acertou o queixo do adversário, e começou uma sequência de golpes: começou com um direto bem no meio de seu rosto, depois aplicou um gancho de esquerda no nariz dele, uma joelhada no estômago e terminou com um pisão no joelho que provavelmente destroçou completamente a rótula dele.

Depois da briga ele pegou sua faca presa na barriga do recém morto, e voltou para o homem com quem ele acabou de brigar. O pistoleiro, já com sede de sangue, pegou seu facão, abriu a camisa do homem que estava caído no chão. Fez um corte transversal em sua barriga, enfiou a mão dentro, e com um movimento suave, porém firme, arrancou as vísceras do infeliz que a esse momento já urinava nas calças de tanta dor. Com as vísceras do homem em suas mãos ele as usou para estrangulá-lo até a morte depois se virou para o xerife que estava em estado choque caído no chão imundo do saloon, e disse:

– Então você era o xerife desse chiqueiro?Hum… Agora eu sei por que esse lugar fede tanto… – Falando isso ele pegou sua faca, se agachou e cortou os tendões das pernas do Xerife, arrancou os dedos indicadores dele para que ele não pudesse mais usar uma arma de fogo durante o resto de sua vida miserável. Nesse instante ele sentia como se uma fogueira tivesse sido apagada dentro de seu coração. Toda aquela sede de sangue, que o induziu a tais atos hediondos havia passado. Ele se levantou andou em direção ao balcão pegou uma garrafa pela metade de whisky 12 anos e uma caixa de charutos, olhou para traz do balcão, debaixo dele haviam três putas, ele disse:

– Hei meninas, quero relaxar. Alguma de vocês quer vir?- Elas choravam muito nessa hora, com medo pararam de chorar. Temiam provocar sua fúria. Levantaram-se e foram em direção a ele, ele abraçou duas e as juntou mais a seu corpo, entregou a garrafa e a caixa de charutos há outra e subiu as escadas, quando estava na metade da escada disse:

– Hei vocês dois covardes aí, podem ficar tranquilos não pretendo estragar minha noite matando vermes como vocês… Sumam daqui antes que eu tenha voltado. E… E se alguém perguntar a vocês quem fez isso digam que foi Johnnie Walker, o pistoleiro de satã. Entendido?

– Si-si-sim, senhor. – Gaguejou um jovem loiro e magrelo que morrera de medo daquele homem, ou melhor, demônio que fez de uma simples noitada, uma chacina sangrenta.

Depois de dado o recado Johnn subiu as escadas e foi ter seu merecido relaxamento com as três melhores vadias da Cidade de Tombstone.

18 Comments»

  • Hehe.. essa história é Matanza puro! 😀

  • Lord Jessé says:

    Caraca!!!

    Muito boa, muito boa mesmo.

    Alucinante. Parabéns.

  • Vinicius Maboni says:

    “Sim meu camarada aqui é Tombstone City, toda noite é o mal pela Raiz…”
    auauaua
    Matanza mesmo, muito bom
    Parabens!

  • Andrey Ximenez says:

    Realmente, Matanza puro.

    Mas não gostei.

    Odeio personagens imunes que não sentem o terror.

    A escrita estava deficiente e carencendo de uma revisão em diversos pontos. “prostitua”, “agente” (a gente) e erros no uso das virgulas. Fora a repetição de “sede de sangue”.

    A cena das viceras então… Sem commntz.

    Bem… vamos ver o próximo cap.

    • Gosto de personagens imunes ao medo. São comicos. =)

      Eles entram bem em algumas histórias. 🙂

      • Samila says:

        Não gosto de personagens imunes a medo²
        Gosto de humanos humanos, saca?
        mas adoro Matanza XD

      • Andrey Ximenez says:

        Ele até poderia ser imune a medo. Mas não deveria ser imune a tudo

        Imune a medo = Luca Brassi (SUPREMO)
        mas “dieou”, tornando-o ainda mais perfeito.!

        • Lord Jessé says:

          Contanto que ele não faças aquelas clássicas cenas, em que ele mato 300 pessoas, não regarrega a arma e a bala não acaba.

          Isso é fodastico.

    • j.p.furtado says:

      escrevi isso deve ter uns dois anos… nem me lembrava direito da historia, atualmente fui reler… morri de rir da parte das viceras, muito exagerada, chega ser engraçada. Vlw as dicasXD

  • Asami says:

    Gostei muito do conto, mas o que não permitiu que ele ficasse ainda melhor em minha opinião foram os erros de ortografia e gramática. Achei o pistoleiro legal demais, talvez pela frieza na hora de matar e a forma como causou a chacina no saloon. Em minha opinião, este tipo de personagem, implacável, combina bem com o contexto da cidade perdida, de moradores sem escrúpulos.

  • Ana Bourg says:

    Olha, a história até que está legal, como falaram lá em cima: Matanza puro. Além disso, gosto de western.
    Alguns probleminhas: o protagonista é bacana, mas acho que faltou um certo contexto – de onde ele veio? que ele é?
    A violência excessiva da briga no bar também faltou clima, parece que ela estava lá só para chocar os leitores, e acho que uma boa história de western tem que ter clima, como For a Few Dollars More.
    Tem alguns erros de digitação e uso de vírgula, mas poderia ser resolvido com uma revisão de texto e, talvez, a ajuda de um beta reader.
    Mas continue se esforçando, porque até que o protagonista tinha bastante estilo e mereceria uma história mais trabalhada. 🙂

  • Luis says:

    Pura Matanza, hehehe, gostei !!

  • Chuck says:

    Cuidado com a repetição de palavras
    o clima western ficou muito bom mesmo e o personagem é cativante, tenta trabalhar mais nele, se ele é um cara frio obviamente falaria menos , se é apenas um ensandecido iria discursar mais,
    tente dar um tom de realidade no sentido de desenvolver um clima para batalha, se não parece que a batalha foi colocada ali só para chocar e verdade ou nao nao é isso que o leitor quer sentir.
    Mas ficou muito bom mesmo, curti.
    Parabéns

  • Gostei do conto. É divertido, e adoro um bangue bangue.

    Tem que cuidar com alguns vícios na escrita, mas com prática e revisando sempre, você vai pegando o jeito. 🙂

  • Dean says:

    Meu amigo… isso foi violência pura… e ao mesmo tempo pode até ser meio clichê “a-velha-história-do-pistoleiro-punk-de-faroeste” nas fiu muito bem escrita! Parabéns cara! Genial!

  • Daniel S. Lima says:

    Adorei o conto! Simplesmente fantastico, adoro uma história de waster, com Xerifes e Pistoleiros que matam todo mundo!
    O Conto é divertido e rápidinho de ler…

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