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Feb
08
2011

O Poema que eu deixei de escrever

poesiaEscritor: João Felinto Neto

O poema que eu deixei de escrever,
Falaria de você,
De nosso tempo,
De angústia, de tormento,
De alegria e de prazer.
Iria contradizer
Cada palavra
Que as nossas falas
Tinham pouco a dizer.

O poema que eu deixei de escrever,
Seria na verdade,
Uma ameaça.
Calaria minha boca,
Qual mordaça.
Não seria uma desgraça,
Por não ser.
Os meus versos,
Talvez fossem sem querer,
Uma ofensa
A sua crença,
Que eu acreditava
Ter.

O poema que eu deixei de escrever,
Não seria
De valia.
Sem valia,
O deixei de escrever.


Categorias: Poesias | Tags: ,

8 Comments»

  • Isadora Britto says:

    paceria que eu estava lendo um livro de poemas que eu achei um em sebo *-*
    gosto de poemas e contos assim que não dizem nada mas ao mesmo tempo dizem tudo.

  • Gostei! Muito bom o tema e a forma como você descreveu. Eu gosto do ritmo que você colocou na poesia, mas ela poderia ser aprimorada se você usasse uma métrica simples.

    Use e abuse das sílabas tônicas! Olha só a construção que você utilizou. Deixei em negrito as sílabas tônicas

    1 – O poema que eu deixei de escrever – 3, 7 e 9
    2 – Falaria de vo, 3 e 6 silabas
    3 – De nosso tempo, – 4 fora
    4 – De angústia, de tormento, – 3 e 6
    5 – De alegria e de prazer. – 3 e 6
    6 – Iria contradizer – 2 e 6
    7 – Cada palavra – 1 e 4
    8 – Que as nossas falas – 1 e 4
    9 – Tinham pouco a dizer. – 3 e 6

    Ao usar as sílabas tônicas na terceira e sexta sílabas poéticas, assim como na 1° e 4° você dá ritmo à poesia.

    O 1° verso e o 6° verso quebram o ritmo. E o primeiro verso é também o título, logo dispensável da própria poesia pois já que sabemos do que você está falando. =D

    Mas é uma boa poesia!

    • Flavio Silva says:

      Putz, você foi perfeito em sua colocação Rainier.
      RITMO

      Se a escolha é pela rima, deve haver ritmo e ele se dá pela escolha das tônicas e sua distribuição no poema.

      Se o ritmo tá em ordem, pode nem haver poesia, apenas poema, mas já vai agradar alguém, certamente.

      PS: Tente nunca deixar a poesia de fora de seu poema.

  • Tammy #DramaQueen says:

    Sutil e fascinantemente saudoso *_*

  • Samila says:

    tão bonitinho que nesse eu nem senti falta de métrica alguma!
    Para mim está ótimo livre mesmo

  • E.U Atmard says:

    Hum, vou ter de dizer que não gostei. Faz lembrar o Canon do Bach, o Canon Per Tonos, chega ao fim, pode-se recomeçar, andar à volta, e nunca se chega a lado nenhum. Parece ser um poema de amor, logo no primeiro verso, e depois fica um poema de protesto, e no fim não parece ter sentido nenhum, porque é aquela coisa que se antecipa desde o princípio…enfim, talvez seja apenas o meu gosto, mas sem tema que o oriente, sem uma emoção forte que o oriente e o dinamize, o poema torna-se algo bastante fraco, apenas um encadeamento de prosa partida em pedaços. Apesar de isso não se notar bem aqui, tem alguns resquícios…

    • Literatos (João Felinto Neto)

      Aos que balançam a cabeça,
      Eu replico
      Que no começo,
      Somos todos criticados.
      Nossos escritos,
      Se um dia, premiados,
      Não nos darão a certeza
      De que foram merecidos.
      Eis que a nós,
      Os literatos,
      Não importa o estrelato.
      Mas que ao mundo,
      Nós, de fato,
      Não sejamos esquecidos.

  • Vitali says:

    Achei meio chato, acho que por que ficou repetitivo, ou tive essa impressão, ao menos.

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