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Mar
31
2011

Gramatical

poesiaEscritor: João Felinto Neto

Só em letras imprimo minha alma.
Mais do que texto
sou contexto indecifrável.
Meu sinônimo é antônimo de si mesmo.
Um sujeito indefinido
que é objeto de um erro
gramatical.
Entre modos e tempos,
triste verbo
que ecoa na forma nominal.
Orações que são subordinadas
aos meus vícios de linguagem.
Um início em letras ordenadas
e um fim
numa expressão oral.


Written by joaofelintoneto in: João Felinto Neto,Poesias | Tags: ,

4 Comments»

  • Omninerd says:

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    Ok… Acho que… Não entendi lhufas. ‘-’ (EU SOU MUITO BURRO!)

    Brincadeiras a parte, ficou legal.

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    Boa mostrando o ser humano, a mistura de tudo que no final não é nada mais nada menos do que um conjunto que é uma unidade, vários sentimentos opostos que formam cada pessoa e que a cada momento fazem aflorar sentimentos que vão se perder e se modificar pelo caminho, afinal a mistura e unidade dessa bagunça é a pessoa, é você, sou eu!

  • tim says:

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    Poxa meu,que texto ,gostei muito bem interessante

  • W.A.J.A says:

    Thumb up 0 Thumb down 0

    isso é que é ser profundo. o unico problema de ser muito pronfundo é que as vezer a gente se perde.
    Gostei, isso define bem o que somos, nada e tudo.

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