Mercado de livrarias sofre nos EUA, mas cresce no Brasil

“Nos Estados Unidos, o cenário é preocupante. A Barnes & Noble, maior rede do país, enfrenta queda nas vendas nos últimos dois anos. A condição da Borders, a segunda colocada, é ainda pior: com prejuízos insustentáveis, pediu concordata e terá de fechar pelo menos um terço de suas lojas. No Brasil, no entanto, a situação é diferente. Um levantamento da Associação Nacional das Livrarias (ANL) a ser divulgado nas próximas semanas comprova: o setor cresceu em 2010 em comparação com 2009.” [via: Ultimo Segundo]
É uma noticia que acrescenta mais para a discução das ultimas semanas: “Os e-books e os tablets vão matar o livro em papel e, por consequência, fazer sangrar o mercado de livrarias?”
Ainda bem que no Brasil a história parece ser diferente, mas não por muito tempo. A própria matéria informa que no Brasil 50% dos livros lidos em 2019 serão digitais.
Posts Relacionados:
1 Comment»
RSS feed for comments on this post.








Espírito do Século. Novo RPG Pulp da RetroPunk já entrou em pré-venda!
Editora UNZA RPG estreia com suplemento GOBLINS em campanha para OLD DRAGON!
Alan Moore pede que leitores de Before Watchmen nunca mais leiam obras de Alan Moore
Papo na Estante 34 – Prêmios Literários
Papo na Estante 33 – Literatura de Entretenimento
Show, Don’t Tell ou Mostre, Não Diga.
Occupy Comics: Alan Moore e David Lloyd colaboram
Resenha do livro "O estranho mundo de Tim Burton"
Filhos do Éden - Herdeiros de Atlântida 


O e-reader ainda está com um preço inacessível para a grande parcela da população brasileira, mas num futuro não tão distante quando o povo tiver mais acesso ao e-book ele fará sim grande concorrência com os livros, especialmente entre o público de leitores jovens que adoram essas novidades tecnológicas. Agora, daí a matar o livro em papel eu já acho um pouco de exagero, visto que deve-se considerar nessa afirmação que há ainda uma parte da população que não irá se dispor a trocar o livro de papel pelo digital. Creio que o mercado deve sim se preparar para uma queda na compra de livros impressos, haverá uma reviravolta nas vendas e em casos extremos, até o fechamento de livrarias como ocorre nos EUA, mas não a ponto de “destruir” por completo a comercialização de livros.