Ocasos de Guerra – 1 – O Alce Prateado
Escritor: Hamilton Barbosa

A grama estava encharcada pela água da chuva. Durante toda a noite um vendaval rugiu em fúria. Chovera como se fosse o fim do mundo, e quando a manhã por fim ia surgindo, lamaçais enormes e charcos d’água barrenta cobriam uma extensão espantosa de terra, até a linha do horizonte.
Era perigoso cavalgar nessas condições. O solo escorregadio poderia facilmente levar um cavalo à queda, no mínimo quebrando a perna da montaria e de seu dono. A lama estragaria os arreios e enodoaria as celas, mesmo que o animal estivesse trotando. Isso não importava para alguns, pois 30 cavalarianos cavalgavam a passo rápido pelas estepes verdes, evitando as poças de lama e saltando sobre os obstáculos naturais.
À frente deles vinham Sir Royce, seu irmão Sir Grayce, e o porta-bandeira, carregando o Alce prateado entalhado na seda verde-musgo. Eram escoltados por uma guarda imponente, que trajava armadura completa, da viseira aos pés. Estavam todos prontos para irem ao campo de batalha, mas na verdade seguiam rumo a um monastério.
Uma pequena construção de pedra erguida sobre um monte sem árvores. Era esse o campo de batalha que os irmãos iriam agora enfrentar. A chuva ainda caía ruidosa, fraca e fria como a noite que agora morria. Dois fazendeiros semeavam a terra, enquanto um outro arava e revolvia a grama fofa. Todos os três entortaram os pescoços para admirar a passagem de tão formidável companhia. Os cavaleiros carregavam as lanças pesadas, e suas achas d’armas vinham logo atrás, penduradas nas costas. Aparentavam ser intimidadores e agressivos, principalmente pelo galope rápido a que eram impostos pelo corcel negro de Sir Royce. O nobre voava pelo céu estrelado, e nem seu irmão conseguia alcançá-lo. Somente a visão do monastério cravejado nas rochas do horizonte distante aplacou o ímpeto de Sir Royce.
Logo a comitiva aproximou-se do local. Aqueles que estavam próximos, fossem rezando ou trabalhando, aglomeraram-se ao redor das montarias possantes. Pessoas simples, fazendeiros, camponeses, comerciantes e lavradores acampavam ao redor do templo religioso, procurando paz e redenção, mas o que eles obtiveram naquele dia fora algo muito diferente. Sir Grayce então desmontou e pôs os pesados pés recobertos por placas de ferro no chão.
- Chamem o sacerdote. – Ordenou, dirigindo os olhos firmes para dois criados que se encontravam ao lado. Eles prontamente identificaram o Alce, entalhado na viseira do nobre, assentiram e entraram no pequeno monastério.
Sir Royce seguiu os passos de seu irmão, até que os dois ficaram lado a lado, encarando a portinhola de madeira que por meio de suas frestas revelava a algazarra que se instalara dentro do monastério. – Ele não revelará. – Por fim, falou.
Grayce deu de ombros. – Podemos forçá-lo a revelar.
Os dois permaneceram pensativos, aguardando por alguns instantes. Entreolharam-se, e ouviram um barulho que denunciava o roçar do ferro com madeira, até que de repente, uma mão fina e calejada empurra com toda sua força a manivela enferrujada do portão, que se abre lentamente.
- Estou aqui. – Falou o sacerdote, e todos os camponeses ajoelharam-se diante de sua presença, mas Royce e os outros não. O velho então observou aquelas duas figuras estranhas, vestindo placas de prata polida e reluzente, que vibravam com o choque das gotículas de chuva que caíam do céu. – Que querem dois nobres em meu humilde monastério? Por acaso não poderiam esperar até o amanhecer para receber a benção do senhor, como todos os outros? Eu não acordo nem meus camareiros em seu sono, então por que hão de me retirar da cama em plena noite?
“Dobre a língua para falar comigo” Pensou Royce, mas as palavras que saíram de sua boca foram sutilmente diferentes. – Queremos o ouro. – Disse, com a voz reta como uma espada.
Os presentes arregalaram os olhos, surpresos. Não havia ouro naquele humilde lar de vagantes e religiosos, e mesmo que assim fosse, amaldiçoado seria o sujeito que tentasse tomar pela força o dinheiro da igreja.
- Ouro? – Falou o velho, como que para si mesmo. – Se querem ouro vão pechinchar nas soleiras do rei! Os cobradores de imposto de Vossa Graça já vieram este ano, e confesso que levaram quase tudo que tínhamos.
- Não estamos nos referindo a esse ouro. – Falou Grayce, e seu irmão assentiu friamente. – Não falamos por Vossa Graça.
O sacerdote então esperou pensativo, enquanto observava Sir Royce, que o encarava frente a frente. Todos sabiam que somente o anel que vinha no dedo direito da canhota do nobre valia mais do que a arrecadação de um ano inteiro daquele monastério. “Quem os mandou?” Pensava. Contemplou o rosto de seus inquisidores por breves instantes, até que voltou seu olhar para o alto estandarte que erguia-se acima de todos. Até mesmo seus olhos dormentes puderam identificar o Alce de Corintho reluzindo em prata e verde. – Então quer dizer que Lorde Eamon agora voltou-se contra a igreja…
- Nos diga onde está o ouro, agora. – Ordenou Sir Royce, colocando a mão no cabo alongado da espada, para o espanto de todos. Não se ameaçava um sacerdote, nem sobre pena de morte. Os camponeses começavam a perceber o que aconteceria. Alguns iam à busca de enxadas, cabos de ferro e porretes. Não deixariam seu guia espiritual ser morto. Não sem uma boa luta.
-Não temo seu aço, meu jovem. – Falou o velho, tranquilamente. As rugas em sua face revelavam os longos anos de experiência. – Por muitas vezes escapei de ir ao encontro dele, pela glória de deus.
-Não é você que corre perigo. – Disse então Sir Royce, e ergueu a arma mirando o rosto dos camponeses e camponesas que assistiam a tudo, atônitos. – Tenho comigo 30 espadas…
Até mesmo Grayce olhou-o surpreso. Ele não pensara que o irmão levaria aquilo até as últimas consequências. Os trinta cavaleiros desembainharam seus ferros e ergueram as lanças. Alguns esporearam os cavalos, fechando o cerco contra os pobres lavradores, que cedo viram-se cercados por soldados blindados, munidos de incivilidade e o terror da morte.
O sacerdote viu-se sem alternativa. As pernas franzinas, que antes esforçavam-se para não tremer, revelaram a fraqueza do velho. Parecia a ele que sua túnica branca nada cobria, e estava agora despido, sendo arremessado contra o vento crocitante. – Talvez possamos resolver isso de outra forma. – Disse, meio que involuntariamente. Seu olhar baixou-se até se encontrar com o chão.
- Irmão – Falou Grayce. – Vamos entrar no monastério e resolver o assunto lá dentro. Não vamos? – Indagou, e o sacerdote assentiu com a cabeça, desolado.
Sir Royce ergueu a manopla de ferro, ordenando seus homens a esperar. Ele e o irmão seguiram os passos arrastados do velho, que dirigiu-se, aflito, para dentro do monastério. Todos aguardavam ansiosos do lado de fora, e os guardas mantinham alguns camponeses cativos, evitando ameaças de insurgência.
O monastério não era mais do que um casebre de pedra quadriculado. Era difícil de acreditar que havia qualquer coisa de valor dentro daquelas paredes rachadas. Os irmãos e o sacerdote seguiram caminhando pela pequena sala, que compreendia mais da metade de toda a habitação. Dois cachorros sarnentos dormiam ao pé da porta.
Sir Grayce então sentou-se sobre uma mesa de madeira que jazia ao lado e encarou friamente os olhos do velho. Havia sinceridade em seu olhar. – Não queremos fazer-lhe mal. Diga-nos onde está o ouro. – O fogo de uma pequena lareira aquecia o nobre em sua armadura, enquanto ele mirava as mãos em direção às chamas. Um ou outro lampejo escapava da pequena fornalha e reluzia na prata de sua armadura.
-Não há ouro algum. Tudo o que tínhamos já foi recolhido pelos homens de Vossa Graça. – Revelou o sacerdote, teimosamente.
Sir Royce então, de súbito, abriu a viseira que cobria sua face. O rosto ferido, marcado pela guerra, denunciava a cólera que dele se apossara. – Velho tratante, não é de hoje que sei do ouro que guardas aqui. Eu vim aqui por este ouro. Este ouro é a minha vontade, assim como a minha vontade agora é de enfiar esta espada no teu ventre e conferir se não guardas nossas moedas dentro do estômago.
Os três então ficaram mudos, enquanto Sir Royce apontava sua lâmina para o religioso. Os irmãos já haviam cruzado o limite de sua autoridade há muito, e agora o sacerdote encontrava-se sob o gume da morte, enquanto tentava em vão dissuadi-los da existência do ouro.
Mas era difícil, pois ele sabia que fora do monastério famílias inteiras aguardavam julgamento. Crianças, mulheres, senhores como ele; todos cairiam pela espada ao mínimo comando dos dois irmãos. Ele sabia que nada aplacaria a fúria de Sir Royce senão o ouro. Não queria a culpa da morte de dezenas sobre sua cabeça, e nem queria ver suas tripas rasgadas pela espada de um infiel audacioso. Após relutar bastante, com todas as suas forças, teve de ceder.
-Sigam-me. – Falou, em um só tom. Nunca fora tão sério em sua vida. Estava cercado e nada poderia fazer. “Se ao menos ainda pudesse brandir uma espada…” pensou, mas já era tarde. Ele e os dois nobres agora caminhavam por estreitos corredores subterrâneos, esculpidos na pedra bruta. Eram imensos, largos como os calabouços do palácio real. Múltiplas celas percorriam toda a extensão de passagens escuras, onde antigos reis de pedra estavam esculpidos como senhores do passado.
Sir Grayce carregava uma tocha em sua mão. Ia à frente, enquanto o sacerdote caminhava sob a tutela de seu irmão. Estava maravilhado. Nunca poderia imaginar que debaixo daquele humilde monastério existiria tão complexa rede de subterrâneos.
Os três agora caminhavam por escadarias espiraladas, e seus degraus pareciam infinitos. Tudo era feito do seio da terra, remontando ao ancestral modo de se construir usando a própria rocha. Esgotos corriam por dois ou três canais subterrâneos, enquanto alguns poucos ratos faziam morada em cantos escuros, onde homens não caminhavam por gerações. “Esse calabouço é antigo, muito antigo.” Pensou Grayce, mas enquanto analisava tudo o que acontecia viu o sacerdote parar de caminhar e acenar com a mão.
- Chegamos, por fim. – Suas pernas doíam. Ele já não tinha a idade para esse tipo de coisa, mas aquilo não importava. Só o que importava era a segurança das famílias que agora eram cativas de cavaleiros assassinos.
Sir Royce então viu uma porta de ferro espessa e grossa, enquanto o sacerdote procurava encontrar sua maçaneta. No alto do acesso, encontrava-se uma placa com as inscrições; “Pela auriflama de Cedric”. Estava escrito no idioma antigo, e ele não dominava completamente essa caligrafia. Preferia gastar seu tempo dando estocadas nos homens de seu pai, e exercitando seu garanhão no pátio.
Ouviu-se então um ruído, e o portão de ferro e madeira retraiu-se para dentro de um cômodo luminoso. E como era luminoso. Estava lotado de ouro, dos mais diferentes tipos. Sir Grayce teve de conter sua tocha fora do quarto, pois não conseguia enxergar pelo reflexo produzido nos troféus e medalhões guardados ao relento. Sir Royce contemplou deslumbrado, a fortuna de mil reis guardada em um único espaço. “Não havia como gastar todo esse dinheiro!” pensou.
- Aqui está. – Falou o sacerdote, tornando-os à realidade. – Peguem o que quiserem e sumam daqui. Nunca mais retornem!
Os irmãos prostraram-se ao chão, tocando o ouro maciço com as mãos, como se quisessem testar a veracidade do material. Tateavam os objetos amarelos, onde as mais diferentes joias estavam incrustadas, em uma orgia de cores. Estavam maravilhados, mas mesmo assim Sir Grayce conteve o impulso. Pronunciou-se. – Estamos gratos pela ajuda, sacerdote. Agora devemos retornar, pois irei ordenar meus homens a vir aqui recolher parte desse maravilhoso espólio.
“Eles não podem vir aqui!” Pensou o religioso, mas ao mesmo tempo viu o cume afiado da espada de Sir Royce, reluzindo em dourado, e lembrou-se do quão afiado também eram as lanças daqueles cavaleiros que montavam guarda lá fora. Apenas assentiu com a cabeça, enquanto retornavam.
Caminharam pouco. Parecia a Sir Royce que a volta fora bem mais rápida do que a ida. Talvez fosse por quer sua mente estava povoada por pensamentos inusitados. “Tantas possibilidades, tantas alternativas…” Sua cabeça rodopiava tonta, mas rosto austero do irmão o lembrou de não regozijar na frente da plebe. Porém, por dentro seu jubilo era grande, e ele mal aguardava para chegar ao castelo e contar as novas para o pai. Reservaria essa honra a si mesmo, e nem Grayce e nem o capitão da guarda iriam se opuser a essa vontade. Como ele mesmo dissera essa era a “sua vontade”.
Os dois irmãos e o sacerdote finalmente deixaram o calabouço que permeava aqueles chãos. Saíram do monastério, e o religioso viu que seus camponeses e fazendeiros ainda eram reféns dos cavaleiros. Podia sentir a ira em seus ossos velhos, mas ela andava de mãos dadas com a impotência.
-Capitão! – Rugiu Sir Royce, erguendo o punho cerrado e chamando o chefe de sua guarda. – Quero que entre no monastério com mais cinco homens e siga por um caminho do quarto do sacerdote… Há um complexo de tuneis – O nobre contou então toda a história, em tom reservado, para que os presentes não ouvissem, mas para todos era notória a cara de espanto do capitão. Ao término, disse. – Leve tudo. Não deixe uma moeda sobrando.
O sacerdote podia ser velho, doente e quase cego, mas seus ouvidos estavam ainda muito aguçados. As ordens de Sir Royce soaram-lhe claras como a noite que nessa hora morria e dava origem a uma manhã vermelha. “Leve tudo”, dissera ele. “Não passava de um patife!”.
Foi aí que Royce caminhou até o irmão e cochichou-lhe algo no ouvido. Sir Grayce reagiu, a princípio surpreso, mas depois foi levado à razão pela vontade de seu irmão. Os dois trocaram alguns poucos sussurros, e Sir Royce então dirigiu-se ao centro daquele monte sem árvores. Lá tomou o estandarte do Alce prateado das mãos do porta-bandeira e fincou-o na terra fofa, recém-arada pelos pobres cativos.
- Matem a todos! – Ordenou. – Desçam suas espadas sob os pescoços desses infelizes. Eles conspiram contra a coroa de nosso amado Cedric. Matem a todos! Por Cedric! – Nisso, ergueu alto o gume de sua lâmina e descarregou um golpe brutal sobre a coluna de um lavrador que estava ao seu lado, trêmulo de medo. O homem gemeu com a estocada, e permaneceu dando espasmos na grama, mas Sir Royce surpreendeu-se pelo fato de que após tal golpe o sujeito ainda respirasse. O nobre então agachou-se para perto do verdureiro, que estremecia com a costela quebrada. O sangue escorria vermelho por sua boca. – Vá. Fuja. – Falou, em escárnio. – Diga a todos que o Alce esteve aqui. Espalhe essa notícia onde estiver. Será esse o pagamento por sua vida.
O pobre fazendeiro ergueu o restante de suas forças e correu, fugindo. A cavalaria assistia tudo aos risos. Já o sacerdote via a tudo, perplexo. “Como poderiam ser tão cruéis?” “Se houvesse justiça divina, algo teria de acontecer”. Mas nada aconteceu, a as achas d’armas e lanças dos soldados de Sir Royce e Sir Grayce derramaram sangue na grama verde do monastério, e então o sacerdote, às lágrimas, percebeu que só lhe restava seu templo rachado e uns poucos fiéis desnorteados. Juntou suas últimas esperanças e foi ter com os irmãos. – Como podem? Como podem?! – As lágrimas escoraram-lhe involuntárias pela face enrugada. – Aqueles homens eram trabalhadores comuns! Pobres servidores da coroa, que suavam o ano todo para pagar os impostos desse rei poltrão! Como viveremos sem dinheiro? Como?! – Já não apelava à razão. Tinham enfiado uma estaca muito profunda em seu coração, e ele não mais guardava prudência pela vida. – Enquanto ao monastério? – Perguntou, num último apelo inaudível de desespero.
-Queimem. – Respondeu Sir Royce, como se tivesse esquecido-se de dar uma derradeira ordem antes de abandonar aquela chacina de corvos.
E assim, Sir Grayce Thegan e Sir Royce Thegan abandonaram o monte sem árvores, que agora chamuscava no horizonte, tingido de vermelho, e fedia ao odor da morte, onde o Alce jazia fincado, bem alto no céu, tremeluzindo ao vento.
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Pronto, teu conto está na agenda!
vlw hein
tava no aguardo ^^
Hahaha… Eu já tinha te trollado porque vc tinha pedido em algum lugar para o ONE postar teu conto! rsrsrs…
kkkkkkkk pow vc gosta de trollar hein
Eu gosto de trollar qualquer um!
–
É uma felicidade que não dá para descrever! XD
Com um quê de Cornwell, tem potencial!
“quê de Cornwell”? Que chique hein…
vlw
Just two coments… NOT! #[
Hamilton, tenho que lhe dizer com sinceridade, que este foi um dos melhores contos que já li no ONE.
–
Me lembrou muito o Cornwell. Admirei a forma como a história é narrada e eu consegui entrar na história como se enxergasse ela como se estivesse lá, junto com os personagens.
–
…
–
Só teve uma coisa que me incomodou um pouco. A frase: “E como era luminoso”.
–
A tua forma de narrar, neste conto é muito séria e o narrador, neste caso, é um espectador sem sentimentos. Ele simplesmente conta a história como se não estivesse lá. Todo o sentimento da história, na verdade, é o sentimento dos personagens. O narrador não sente a história.
–
Quando chega essa frase, há sentimento no narrador por um instante, e dali para frente ele acaba. Tem que tomar cuidado nessas situações.
–
Há tbm um erro de português: “…nem o capitão da guarda iriam se opuser” – No caso é opor! Mas também quem manda inventar um verbo com terminação OR??? Já não estava suficiente conjugar os ar er ir??? rsrsrs…
–
Pelo visto você é fã de Cornwell certo? Para narrar desta forma, tem que ser!
Cara muito obrigado mesmo. Fico lisonjeado pelo seu comentário, e sim, sou fã de Cornwell!:D
Espero que vc continua a ler os capítulos deste meu livro, pois já postarei as continuações.
Por enquanto estão publicados o Prólogo e o Capítulo 1 – O Casório.
Ah sim, se sobre o erro de português, %#*& eles sempre escapam!
Abraços…
Sou fã de Cornwell também. Quero ler seus escritos com calma.
Vlw cara espero que vc aproveite a leitura…
Só tem um problema que eu n sei como resolver. Já que cada “conto” que eu publico é um cap desse meu livro, como o pessoal vai saber a ordem de leitura?
Quem poder responder, por favor
Vlw…
Coloca, parte 1, parte 2.. etc…
Blz, do terceiro cap em diante eu vou colocar Parte 3, Parte 4 tananan, só que os dois primeiros tu que vai ter que colocar né anfitrião, pq eu não consigo mudar os títulos ^^
Vlw…
Opa, gostei!
-
Só achei umas coisas estranhas.
-
1. “Os camponeses … iam à busca de enxadas, cabos de ferro e porretes”. Se o monte era de um templo, achei estranho ter mais que uma colher de sopa por lá. Além do mais, camponeses medievais PENSAREM em lutar contra cavaleiros carregando estandartes já soa estranho.
-
2. Quando eles entram nos túneis, ficou faltando uma transição. Eles abriram um alçapão? Puxaram um tapete de lã de carneiro? Também acho que ficava bom vc ter indicado alguma coisa do tipo enquanto os cavaleiros iam para lá. O monte não ficava deformado, nem nada?
-
3. Afinal, de onde vinha o ouro? Vc não deu nenhuma dica! É alguma coisa que vc vai explicar em continuação? E mais, se eles queimaram o templo, como iam entrar para buscar o ouro, depois? A intenção era fechar a entrada?
-
Acho que é isso. De novo, gostei do seu conto. Deixou uns bons ganchos pra continuações
É, o lance dos camponeses lutarem ficou um pouco estranho, mas o povo, quando acuado, é bastante forte!:D
A questão dos túneis é um problema a ser resolvido mesmo, obrigado por elucidar.
Já quanto ao ouro, bem… digamos que isso será explicado nas continuações. Se vc quiser continuar a história dê uma olhada no Casório, que é o capítulo seguinte, mas não direto ao que ocorre nesse início.
Para não confundir as pessoas eu pedi pro nosso anfitrião colocar parte 1 aí e parte 2 lah, só estou esperando.
Muito em breve vou postar o cap 3, que é sequencia direta para esse arco. (Nessa história, as tramas se alternam entre as famílias.)
Vlw mesmo por comentar, espero que continue a ler!
Cara não estou conseguindo achar as continuações.Nã dá pra linka todas com a pizza n?Estou doido para ler o resto.
Pizza n? Hein?
To boiando aki
Quando há continuações de um conto, aparece uma pizza no canto esquerdo do texto.
–
Mas para isso precisa ter um nome para o conjunto da obra! Não do conto, mas sim de todos. Como o nome de um livro.
Cara , quase q arranquei uma espada e ataquei Sir Royce!
Seu conto é muito bem escrito.Você escreve muito bem faz nós nos sentirmos lá.Parece que podemos ver tudo na nossa frente.Parabéns e estou certo que isso vai dar um ótimo livro.
Cara vlw mesmo… Ta difícil do pessoal saber quais são as continuações pq eu n coloquei número, mas do cap 3 (que eu postei hj) para frente já tem.
Olha os links:
Cap 2 – http://www.onerdescritor.com.br/2011/01/a-torre-chamuscada/
Cap 3-
http://www.onerdescritor.com.br/?p=17468&preview=true
OBS: Cara até eu fico puto com o Royce. Vc n sabe o que ele apronta lá na frente.
Não conheço Cornwell, mas gostei bastante do seu jeito de nos levar até o local que acontece a estória de um jeito tão fácil.
Obrigado, espero que vc continue a ler as continuações e acompanho o desenrolar da história.
Não conheço Cornwell,mais sua história ficou fantástica.
Estou ansiosa pela continuação.
Já saiu a continuação, que chama-se O Casório.
Obrigado pelo comentário ^^
OBS: The Gunslinger pelo amor de santo cristo muda o título Do Casório para:
1 – O Casório
Vlw
Putz onde eu tava com a cabeça!
A Continuação é chama de A Torre Chamuscada, e eu ficaria muito grato se nosso anfitrião mudasse o título para
1 – A Torre Chamuscada
Para facilitar o acompanhamento da história ^^
Vlw
Gostei bastante da história. Desenrrola bem, tem bons personagens e um conflito bacana.
-
Gostei. Quanto a problemas na escrita, concordo com os apontamentos do Rainier.
Abraz
Vlw cara…
Pq tu não da uma olhada na continuação, A Torre Chamuscada ?
Vou tentar sanar esses problemas na escrita
Vlw
Só uma coisa, o nome da série de contos será O Alce Prateado? Ou terá outro nome?
Hamilton, use a nomenclatura da seguinte forma. É a que eu uso.
–
– ## –
–
Exemplo:
O Alce Prateado – Prólogo
O Alce Prateado – 1 – A Torre Chamuscada
–
E por assim e diante. Como o anfitrião não sabe quais são os nomes, passa para ele como vão ficar todos os nomes dos que já foram publicados para ele arrumar a bagunça!
–
Assim fica mais facil de acompanharmos a história!
Opa, a nomenclatura sumiu em meio às tags!
–
O correto é.
==
(Titulo Geral) – ## – (Nome do Conto)
Vou fazer isso mesmo.
Anfitrião, gostaria que você mudasse os nomes dos primeiros caps para:
Ocasos de Guerra – 1 – O Alce Prateado
Ocasos de Guerra – 2 – A Torre Chamuscada
Vlw
Ocasos de Guerra vai ser o nome da série.
Vlw
Gostei do conto. Tem um bom ritmo. Cuidado com o uso de verbos como ser/estar que tendem a contar a história ao invés de mostrar. Histórias contadas (tipo “Carlos estava sentado tranquilamente) tendem a ficar sem ritmo e pesadas de ler.
Um bom exemplo do que eu me refiro como “mostrar, não contar” é a passagem: “assim como a minha vontade agora é de enfiar esta espada no teu ventre e conferir se não guardas nossas moedas dentro do estômago.”
Continue firme!
Abrazzo Ragazzo
Vlw Ragazzo.
Espero que vc continue a ler a história, que procede em 2 – A Torre Chamuscada e 3 – Ilring Thegan.
Vlw
Tem qeu cuidar com a repetição dos nomes Sir Royce e Sir Grayce. Você usou eles muitas vezes.
Certo, mas eu tenho poucas opções disponíveis para substituir os nomes.
Mesmo assim, vou tentar contornar o problema.
Vlw pela dica
Coloque Sir Sidnei da próxima vez, ok?
Nossa, muito bem escrito. Mas não consegui passar da terceira linha. Depois vi que era um jornal aí desisti de vez.. rss
Jornal? Hein?
Obrigado pelo elogio, mas num entendi n…
Vai por mim, nem tenta entender!
Cuma?
Esse Sidnei é meio estranho… XD
Hamilton, deixa eu desenhar pra vc (não costumo ser assim bonzinho).
—
Gostei muito da forma que vc escreve, e convenhamos, escreve muito bem. Usa as palavras de forma inteligente, é uma leitura envolvente. Mas… o conto ficou muito longo. Na internet não dá pra ler isso não. Não posso ficar uma hora lendo um conto (livro é diferente).
—
Então meu aprendiz, tente ser mais breve. Ou faça uma versão do seu conto exclusiva pra internet.
—
Vai por mim, vc vai se dar bem!
Infelizmente o que o Sidnei disse é uma realidade. Não é só ele, mas a maioria das pessoas não lêem textos grandes na internet.
–
Se teu público alvo for a internet, escreva capítulos menores e mais pessoas lerão.
–
Eu ainda digo que isso vale também para livros. Prefiro livros com capítulos menores do que com capítulos gigantes
Sidnei: o destruidor de contos, o problema é que esses textos não são contos, mas sim capítulos do meu livro.
Se for para alterar o conteúdo, hum…., ficaria algo bem chato para mim.
Espero que o pessoal se interessa e acompanhe o desenvolvimento da trama pq eu investi pesado na história, com capítulos que alternam a perspectiva dos conflitos, e muitas outras coisas mais.
Vlw, e torço para que vc continue a ler os textos, como o 2 – A Torre Chamuscada e 3 – Ilring Thegan
Vlw!
Lembrando que você segue o estilo do Cornwell que escreve capítulos gigantes. Neste caso [e melhor que você continua escrevendo capítulos gigantes.
–
Falando nisso, tenho que ler os próximos capítulos pq essa história ficou foda!
Cara, esses capítulos “gigantes” nem são tão grandes assim… No word cada cap não passa de 8 páginas.
E só lembrando, qd vc for ler os outros caps não esquece de criticar nas comments!
Vlw
krlh ficou muito bom mano!
muito interessante do começo ao fim.
gostei muito da descrição do lugar.
e como eu posso dizer, de como vc colocou a vida ai… com homens bons, ruins, cruéis, inocentes… e tudo mais!
parabéns!
Vlw pelos elogios…
Eu tento descrever o lugar como um espectador, não como o narrador ^^
O que achou das continuações?
Vlw
intão cara ainda não tive tempo de lê-las…. mas assim que der eu leio e comento, certeza que serão elogios ;D
vlw… vou ficar no aguardo hein
Guns (posso abreviar?
) ta foda a imagem. Combinou com o que estava escrito.
Será que nos outros caps vão ter imagens tão boas assim xD?
Vlw!
Pessoal, pode parecer irresponsabilidade minha, mas eu gostaria de esclarecer uma coisa aqui.
Estes contos fazem parte um livro meu, e são todos capítulos desta obra maior. Sendo que na data de publicação, eu enviei os textos sem uma correção adequada, e sem verificar como ficou o conjunto da obra. Agora que eu reescrevi o livro todo e tenho ele completo em meu word, fico com pena de continuar a história sabendo que os primeiros capítulos já publicados estão inferiores ao resto da obra e não apresentam corretamente os arcos da história.
Gostaria de saber se posso reenviar os textos para nosso anfitrião, sendo que ele poderia publicar como novos e deletar estes aqui ou apenas atualizar este texto.
Por favor, me ajudem!
Abraçs…
Pessoal, criei um blog para divulgar a história, que foi completamente revisada e refeita.
Por favor quem puder passar la para da umas dicas eu agradeço!
http://ermosdeferro.blogspot.com/
vlw!
Rainier, cara, ainda não recebi resposta do Guns…
Passou-se semanas. o que eu faço?