Dança de Bonecas
Escritora: Samila

Era uma vez, em uma antiga e conhecida loja de brinquedos, duas lindas bonecas.
A primeira se chamava Laura, uma boneca muito doce e meiga. Tinha belos e brilhantes olhos de vidro azulado que sempre pareciam sempre admirar um horizonte desconhecido. Seus cabelos eram compridos e lisos, de um louro brilhante e pálido, semelhante aos frios raios de sol das manhãs de inverno. Esses cabelos estavam sempre adornados por ricas tiaras ou chapéus – e lhe caiam com leveza pela lateral do rosto delicado e bem moldado. Trajava gracioso e elegante vestido bege, repleto de rendas e laços, que lhe cobria até os pés pequenos. Nas mãos ternas envoltas por luvas brancas, ela segurava uma bolsa pequena. Tinha pele feita da mais fina e alva porcelana, com bochechas rosadas e maçãs levemente salientes. A boca pequena pintada de carmim nunca se abria, de modo que era claro que aquela boneca era uma verdadeira dama, educada, prendada, membro da alta-sociedade.
Por ser tão rara, delicada e frágil, o dono da loja, compreendendo o tesouro que tinha em suas mãos, mandou que um vidraceiro construísse uma fina redoma de cristal para Laura. Deste modo a boneca poderia ser exposta na vitrine e ainda assim permanecer protegida de qualquer mal que o mundo pudesse lhe oferecer, como a suja poeira e os nefastos insetos.
A outra boneca se chamava Amanda e, apesar se sua origem ser considerada vulgar, era tão bela quanto Laura. Tinha a pele feita de madeira escura e comum, mas brilhante e sedutora, de aparência quente e alegre. Seus cabelos eram fartos cachos negros que esvoaçavam soltos com alegria ante a ação dos frescos ventos da primavera. Suas roupas eram feitas de algodão e chita surrados, mas nelas imperavam as cores vibrantes como os vermelhos e amarelos, os quais só não chamavam mais atenção que os verdes intensos e misteriosos dos olhos pintados com cuidado sobre o rosto levemente anguloso.
O dono da loja de brinquedos havia comprado aquela boneca de um pitoresco bando de ciganos que passara por ali, provavelmente encantado pela peculiar beleza dela e pelo fato de ela já ter conhecido o mundo inteiro por suas andanças. Sem falar que os tais ciganos afirmavam com veemência que a tal boneca era dotada de magia e vivacidade.
Todavia, ele se arrependeu de sua aquisição tão logo notou que Amanda era um tipo diferente de boneca: era uma marionete com defeito. Ela tinha seu corpo todo articulado, assim com qualquer outra marionete, mas nem seus pés, nem suas mão e tampouco sua boca detinham os condões necessários ao seu controle. De que serviria uma marionete que não poderia ser manipulada, afinal?
Furioso ante tão grave defeito, o dono da loja viu-se sem opções senão deixá-la jogada em um canto onde ele jogava todos os seus brinquedos defeituosos, até que o tempo e as traças a consumissem, sem saber que na verdade a magia da qual os ciganos falavam era que Amanda só ia aonde tinha vontade, só dançava quando queria e só falava aquilo que realmente pensava. Prova disso era que, ao final de cada dia, quando ele saía e as luzes se apagavam, Amanda fazia jus à sua falta de cordões e se levantava do seu infeliz canto empoeirado. Colocava-se então a dançar por toda a loja, alegrando e dando vida a todos os brinquedos de lá com suas lindas formas e movimentos.
Com o passar do tempo pelúcias, bonecos e carrinhos de madeira passavam a esperar ansiosos pela noite, apenas para poder assistir Amanda dançando, e quem sabe ter a honra de ser convidado para bailar junto, como foram o Boneco Quebra-Nozes e o Ursinho Teddy. Todos lá amavam a marionete sem cordas, e Laura não poderia ter sentimento diferente.
A boneca vitoriana, tão linda e elegante, que antigamente passava as noites olhando para seu reflexo no vidro da vitrine, não conseguia deixar de então de voltar-se a fim de admirar aquela bela dança repleta de mistério que Amanda executava todas as noites com tanta desenvoltura e leveza. Por crepúsculos e mais alvoreceres, viu-se perdida nos movimentos da boneca defeituosa, na alegria que ela demonstrava e transmitia, na beleza de suas formas.
Laura desejou poder dançar como ela, dançar com ela… Sentir em suas frágeis mãozinhas a firme pele escura feita da madeira perfumada que era o carvalho negro, sentir em seu corpo os vaporosos movimentos da dança noturna. Mas por ser feita de porcelana, Laura era dura, não conseguia se mover com habilidade e destreza… Isso para não falar que seu vestido era tão suntuoso que seria um crime arrastá-lo pelo chão.
Amanda, todavia, com a mente tomada pela simplicidade daqueles que não compreendem o valor da seda chinesa e da fragilidade da porcelana italiana, desejou também dançar com aquela lindíssima boneca que mais parecia um anjo. Por isso que a cada noite sua dança se tornava mais vívida, e seus olhos pintados de verde não se desviavam do brilho dos olhos azuis feitos de vidro. Ao menos em seus corações as duas bonecas dançavam juntas, e era isso que importava para ambas.
Mas como em todos os contos de fada sempre há uma vilã muito malvada, nesse não será diferente. Durante uma das inertes tardes na loja de brinquedos veio uma menina se encantou com a boneca de porcelana e disse que não seria feliz enquanto não a tivesse para si. O pai da menina prometeu que a compraria sem falta no dia seguinte. A menina conformou-se e saiu sorrindo da loja, com a certeza de que logo teria sua queria boneca apenas para si.
Laura reagiu àquela notícia com grande susto, apesar de saber que aquele dia chegaria. Toda boneca espera sua vida inteira apenas pelo dia em que encontrará sua dona e será amada por ela pelo resto de sua existência – ou até a dona achar um brinquedo mais interessante, é claro. Afinal, bonecas são feitas para isso: para serem compradas por pais de meninas e então fazer suas donas felizes.
Mas…
Isso significaria que jamais veria Amanda dançar novamente?
Assim que Laura deu-se por si, já era noite. Suas mãos já se encontravam rente a sua redoma de vidro, enquanto seu peito se comprimia em dor e seus olhos ansiavam pela capacidade de chorar. Não queria, não queria mesmo ser comprada! Queria ficar lá, na loja para sempre, junto da sua amada marionete sem cordas!
Aquela foi a única noite em que a boneca de madeira não dançou, também muito aturdida pela certeza que aquela seria a última vez que veria Laura. Como, como poderia dançar quando seu coração – este feito de cedro, madeira mais suave do que poderia se imaginar – doía tanto ante a certeza da separação?
Mas como poderia Laura partir sem ver Amanda dançar ao menos uma ultima vez?! E como poderia partir sem ter ao menos tocado naquela a qual destinava todo seu amor, no alvo de todos seus olhares?! Não, não poderia! Não aceitaria aquilo! Tomou coragem, e dessa coragem veio a mais insensata de todas as decisões: sairia de sua redoma!
Com as mãos pequenas e frágeis finalmente lutou contra sua proteção! Empurrou a redoma de cristal! Não poderia ficar lá presa, ao menos não em sua última noite. Tinha que conhecer a liberdade, tinha que conhecer,tocar Amanda! Empurrou, tomou mais coragem e empurrou novamente, de lá, do alto da sua magnífica prateleira de destaque, a redoma caiu, e Laura caiu junto.
O mundo era, afinal, um lugar muito perigo, principalmente para uma dama tão sensível quanto a boneca vitoriana. Sua frágil porcelana italiana partiu-se ante a brutalidade da queda e do chão. Um de seus belos olhos de vidro se desprendeu e rolou pelo piso, perdendo-se por debaixo de um armário. Seus cabelos embaraçaram-se e seu vestido se rasgou graças aos tantos cacos da redoma de cristal estilhaçada.
Não era mais a belíssima boneca que costumava ser, mas ainda assim, Amanda acolheu-a em seus braços articulados, e as duas puderam enfim conhecer a pele uma da outra. As duas então dançaram, repletas de amor uma pela outra, a mais magnífica dança que poderia existir. Dançaram e dançaram, pela noite e pela madrugada, sem parar e sem cansar, até que o sol raiasse e o dono da loja descobrisse horrorizado que sua mais preciosa boneca havia se quebrado.
A garotinha que seria a nova dona de Laura obviamente não a quis mais, e o dono da loja não teve opções senão deixar a boneca de porcelana jogada no mesmo canto em que ficavam todos os brinquedos com defeito.
Junto de Amanda, onde poderiam então dançar eternamente.
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reação inicial: chorei mesmo.
que coisa mais linda, Sami!
eu tô realmente morrendo de sono aqui, então fica pra manhã uma review de verdade. Mas lindo, lindo! Poético, perfeito.
Melhor yuri que já li. =o
Here I go fazer um review decente! XD
A primeira coisa que lembrei quando comecei a ler esse texto foi em uma foto que está no myspace da Emilie Autumn com ela segurando duas bonequinhas.
A caracterização das duas personagens foi muito boa. Bem simbólica e representativa. A boneca de porcelana era luxo, comodidade, restrições e tolhimento dos gestos, enquanto que a marionete cigana (achei genial ela ser uma cigana. A associação direta do termo já cria uma série de conclusões – magia, vida nômade, mistério.) representava simplicidade, liberdade, agir sem se preocupar com a opinião dos outros, fazer o que se tem vontade.
E não são as duas dois opostos de situações que muita gente experimenta ao longo da vida? Penso diretamente em garotas pequenas, que são o tempo todo cobradas: “não sente assim” “não fale desse jeito” “não suje seu vestido novo” “não corra”, etc… (embora também sirva para o “não chore” “seja macho” que os garotos ouvem).
A parte do relacionamento das bonecas já me fez pensar em outras analogias. Primeiro, uma coisa de “curiosidade pelo que é diferente”.
Em segundo, e principalmente, a relação entre “diferente” e “quebrado”. A boneca cigana é quebrada porque fala o que pensa. A boneca de porcelana precisa “se quebrar” para consumar a paixão, até então, platônica. Isso foi muito, muito bem pensado, Samila.
“quebrado” equivale a “errado” aos olhos dos outros, da sociedade que diz que a boneca tem que cumprir seu papel de boneca e deixar a loja. Ou que diz que duas meninas não podem ficar juntas.
E, demais, elas não se importam em ser consideradas “quebradas”. Ficam juntas mesmo assim. (mais pontos positivos pelo final feliz, cativante e que é um incentivo e um alívio contra preconceitos)
Particularmente, eu gosto muito de yuris mais delicadinhos, meigos e fofos. É uma forma de extrapolar e brincar com o conceito de “feminilidade” para nossa sociedade. “ela é tão mulher que gosta de mulher.”
Ótimo texto, muito rico e cheio de metáforas e imagens que fazem o leitor pensar. Acho que mereceria figurar numa coletânea pró-LGBT, porque realmente tem muito a dizer sobre liberdade e contra preconceitos.
Arrasou muito!
Ouxi, Ana querida… Chora não! Quem tem que chorar sou eu, de tão feliz por ter conseguido passar tudo que eu queria com esse conto! Foi exatamente tudo que você falou, o contraste entre o ‘certo’, a dama da sociedade, a garotinha perfeita, como ‘errado’, que é a liberdade, a vontade, o viver intensamente!
Acho que essas duas bonecas podem ser aplicadas aos mais diversos conceitos sociais, até fugindo do yuri.
E sim, no final, mesmo quebradas aos olhos do dono da loja (a sociedade, a família, deus, o que for), elas se sentiam completas e felizes.
E bem, não sei pq, todos meus yuris saem assim… Fofinhos XD
E bem, eu escrevi esse conto para uma amiga, enquanto pensava também na possibilidade de mandá-lo para a antologia ‘Fantástica Literatura Queer’, mas infelizmente esse conto não atinge a quantidade mínima de páginas que eles exigem =/
Tenho que pensar em outra coisa… mimimi
Mas muito obrigada, Ana querida!
http://a4.l3-images.myspacecdn.com/images02/65/ae15d149b6e244b5a1c7c2c98d61dd09/l.jpg – Achei a foto da Emilie. XD Totally tinha que ser a capa do conto quando sair da agenda
Guns, quando esse conto for sair da agenda, poupe-se do trabalho e coloque essa img que ela é perfeita!
peitinho!
-
ahhhh, que beleza!
UAHuahauah, Emilie Autumn é a mulher mais linda que já vi na vida… E tipo.. eu VI mesmo… 2 metros de distância de mim… e god, ela é mais bonita pessoalmente que nas fotos!
isso é claro pára citar só a beleza dessa artista completa e genial, que além de violinista e cantora, domina diversos instrumentos musicais, compões poemas e canções, é escritora, estilista e artista plástica!
PQP, Emilie é perfeita demais ç_ç
I were there too.
Ela era linda mesmo! *.*
Aliás, ela e as Bloody Crumpets. Queria levar a Captain Maggot para casa.
I mean, I was there. =o
/shame
mas o que importa é que amamos a Emilie Autumn.
Fuuuu.. agora já foi. Só lí este comentário agora!
#mimimi
Mais do que perfeita a foto da Emilie Autumn que a Ana colocou, mas está moderada XD
Tinha que traduzir esse conto e mandar pra Emilie. Acho que ela ia gostar.
Boa ideia!!! acho que farei isso!
clássicos às vezes cansam, como esta velha oposição entre a garota “da sociedade” e a “da rua”, ou ricos x pobres. entretanto, tu conseguiu dar uma nova cara para esse clássico. ficou singelo, puro e pontual. uma leitura simples e fascinante. Parabéns!
Que bom que consegui! estava com certo receio, uma vez que essa história é mesmo manjada! XD
obrigada por ler e comentar!
bjs!
No começo fiquei a pensar se estava mesmo lendo uma história sobre brinquedos, bonecas vistosas, diferenças entre classes… depois percebi que Samila é dotada de uma capacidade descomunal de torcer e retorcer as verdades. Lembrou-me Evanescence, “don’t try to fix me, I’m not broken”… Amy Lee que me inspire com sua nostalgia…
Preciso dizer que me surpreendi? Que gostei imensamente?
E eu acho que todas essas visões cabem, Elcio.
Muito obrigada por ler, que bom que gostou!! *_*
Ah!Sammy, você é muito avacalhada! Tem nem graçaf ciar só te elogiando.
Ficou mágico e mesmo assim muito real. Por um momento eu esqueci de tudo que tá me preocupando, a muito tempo que não fazia isso.
HUAhaua! Avacalhada? XD
Nhai, obrigada! eu bom que gostou, minha querida! que bom que foi útil! *-*
Sami! Fazia tempo que não lia nada seu e essa com certeza foi uma otima forma de readiquirir o habíto. Conto supreendente, parabens!
Obrigada, Vini! e bem, eu estou a dever leituras a quase todos os autores do One, e tu és um deles ç_ç
sou novo por aqui e este
é o segundo conto que eu leio seu
e ja posso me considerar fan
caramba voce escreve contos infantis
com simplicidade e belezas impressionantes
Parabens.
uma pequena critica
houveram muitas repetiçoes de palavras
e ideias, faltou uma enxugada e mais uma revisão simples.
Olá Everton! Muito obrigada por seu comentário, fiquei muito feliz e lisonjeada com ele…
e de fato, está faltando uma boa revisão aí…. tentarei providenciar
eu é quem agradeço, voce e alguns outros nesse site estão sendo responsaveis pela a quebra de muitos preconceitos que eu tinha com autores nacionais.É impressionante encontrar pessoas com esse talento e tão pouca idade atualmente com a grande quantidade de material cultural e os corretores ortograficos qualquer um pode fazer um conto sem maiores problemas, mas exprimir a alma em forma de palavras só quem é escritor de verdade sabe fazer, e voce é um destes.
Opa, conseguiu me deixar ainda mais feliz! XD
E bem… o que vem a ser pouca idade? xD Eu sou velha se comparada a um pequeno gênio lusitano que ronda por aqui… Atmard… Talvez queiras conhecer os textos dele!
tem razão !
impressionante o talento deste garoto.
juro que tentei comentar ontem e não consegui…. o tal do bêbo é uma merda!
juro que tentei comentar ontem e não consegui…. o tal do bêbo é uma shit!
Pelo visto nem hoje consegues comentar XD
bom bêbo é bêbo morto!
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uaehuaehuaeheauhaeuheauaeuheuah… uma das dez coisas mais difíceis de se fazer quando se está bêbo é digitar, outra delas é reconhecer que vc não consegue!
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esse texto é bem legal, tive um pequeno papel aí. fique cutucando um pedacinho outro pra a samila mexer.
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a cigana é quenga.
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a de porcelana é a mais safada… vá por mim. só que ninguém sabe disso ainda
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porra! o conto da noite era pra ser meu…. ¬¬
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tá ficando grande esse coment… melhor parar.
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Sim sim, o Israel que me apontou alguns aspectos a serem melhorados nesse conto! Obrigada, amigão!
Mas na ocasião tu não me fizeste nenhum comentários acerca da ‘dignidade’ das pobres bonecas XD
e bem, o conto da noite ainda pose ser seu XD
vixi, maria, esqueceu de uma das regras de sobrevivência do bom bêbo? Mantenha-se longe do pc!
não vai ser, babe. ainda mais comigo falando aki.
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a dignidade fica pra lá. falo do apetite sexual das bonecas. a negôna é rodada, mulher da vida… já a outra de porcelana, que não conhece os prazeres da carne, quando começar a agir vai se descobrir uma ninfomaníaca.
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HUahaua, mas que terror, Israel! XD
Pobres bonequinhas.
*nem punha as barbies para se pegar*
xD
isso me fez lembrar… Não se se isso ocorreu contigo, mas por ‘Ken’s serem peças raras na coleção (eu tive que pedir por 4 anos seguidos para ganhar um), uma Barbie às vezes fazia o papel dele… xD
é, então
Vou confessar que achei um alívio ter esse texto afastado do estilo Yaoi que você costuma escrever…
Achei o texto bem simples, bem significativo. A relação de amores das bonecas foi mais amena , o que não me deixou tão incomodado como quanto os textos de Yaoi.
Alguns erros esporádicos de escrita, e na minha opinião, um excesso de sinais de exclamação no início da segunda metade do conto, mas no geral um texto bem escrito.
Parábens pelo texto, Sami!
Hehehe, mas não te acostumes! ainda sou mais yaoi xD e bem, acho que esses erros poderão diminuir quando eu tiver disposição para revisá-lo xD
obrigada por ler!
Putz SAmila! A muito tempo que eu não lia algo que me emocionasse! Muito bonito, sentimento lindo!
Imaginei que no final(spoiler xD) a Laura se quebraria, mas não imaginei que seria um final feliz. Muito bonito mesmo.
yey! fiquei feliz agora! E bem, eu não podia fazer um final triste para um conto de fadas, né? XD hehehe
sou perversa, mas só com homens. Para meninas eu sou boazinha XD
Belíssimo em toda sua dimensão!
Samila_Sensei é sempre perfeita.
Ah, adorei
Super singela, e adorei as duas bonecas… um conto bem adorável, para lr e ficar feliz, mesmo
Nossa… Nossa… Nossa… Nossa. q
Sério, eu acabei de conhecer você graças ao Facebook, estão divulgando seu livro ”A Lenda de Fausto” e já estou louca para comprar. Mas para ter certeza, vim dar umas olhadas por aqui para ver como era o seu jeito de escrever…
E… Na boa, eu amei esta história, foi uma das melhores histórias fantasiosas que já li.
Você realmente é uma escritora incrível, eu me emocionei e imaginei com esta história. Acabei imaginando as personagens e a loja em minha imaginação, tudo graças ao jeito que você escreve. Eu realmente estou admirando o seu trabalho.
Eu gostaria de pedir autorização para colocar esta história no meu blog. Por favor, é uma história linda, colocarei créditos e ainda recomendarei seu livro, pois li a sinopse e adorei.
O meu blog é este -> http://days-of-lolita.blogspot.com/
Obrigada pela atenção. E você escreve MUITO BEM!