O regresso para Shantra
Escritora: Kariny Aciole

O derradeiro beijo foi tão significativo para mim quanto o bater de asas de um inseto. Mas para ele foi como reencontrar um sonho de verão a muito perdido em nosso frágil baú de lembranças inocentes…
Lufukai, Terras Perdidas.
Fim de verão e inicio de um inverno cruel.
A lua cheia, pendurada no ar sobre o Vale Nebuloso, iluminava o Guerreiro e seu negro corcel por aquele caminho que ambos conheciam tão bem.
As estrelas pareciam iluminar tão claramente o céu quanto qualquer lâmpada de gás da luxuosa Cidade de Niril.
O brilho que aquela lua branca e pálida emprestava a ele o fazia lembrar-se da doçura que habita o corpo feminino.
Recordou-se da primeira vez que estivera entre as pernas de uma mulher, de seu cheiro, dos lábios sedutores e aqueles seios fartos. Exprimiu até um sorriso franco em quanto o corpo inteiro parecia despedaçar-se tornando difícil manter a postura arrogante de sempre.
Mas promessa era dívida. Estava agora retornando ao lar e como havia prometido a Shantra partilharia com ela as migalhas de tempo que os Deuses lhe dessem.
Parou por segundos, sabia que última parte era mentira para ambos.
Por um momento desejou que todos os erros desaparecessem, e apenas Shantra existisse. Que não fosse um tolo arrogante, orgulhoso demais para levar uma vida como um simples camponês que passa as tarde entalhado brinquedos de madeira para os filhos e vendo o quanto os anos mudaram as formas de sua mulher. E pensar que Shantra queria dar a ele uma típica vida de fazendeiro. Deixou escapar um som que lembrava um riso, abafado pela dor que a perfuração em seu pulmão esquerdo causava. Mais nascera para ser guerreiro e não fazendeiro. Infelizmente as guerras lhe mostraram tantas facetas cruéis, que isso acabou penetrando-lhe a alma e rendendo inúmeros desafetos ao decorrer de suas lutas.
Experimentara o ódio, o prazer pela matança e bebera da taça da vaidade muitas vezes.
Conquistou terras por ouro, prata e por mulheres. Como adorava devorar cada centímetro dos corpos nus de cada uma delas, virgens eram adoráveis, mas inexperientes demais, as viúvas chorosas muitas vezes exibiam um falso recato, algumas raríssimas eram orgulhosas preferindo a morte a deitar-se com ele, mas havia outras que eram verdadeiras prostituas que se escondiam por trás de títulos de nobreza, mas as que ele realmente gostava eram aquelas que lembravam Shantra!
Então as imagens dos dias de juventude alvoroçados pelos instintos masculinos surgiram em sua cabeça com a velocidade de uma flecha élfica. Os longos cabelos dourados que lhe caiam pelos ombros bronzeados pelo trabalho nas hortas ao redor da velha fazenda, o corpo formoso que surgia por entre as fendas do vestido de camponesa, os seios fartos que atraiam os olhares lascivos dele, a maneira que a água do cantil caia deliberadamente pelo vale de seus seios, o hálito de frutas silvestres, os lábios carnudos que exibiam sempre um convite tentador e aqueles olhos cor de terra que o enfeitiçaram desde o primeiro momento que a espiava no rio banhando-se ao bel-prazer.
Quantas vezes durante as batalhas nos campos da perdição, ele desejou conhecer o sabor erótico que habitava delicadamente em uma relva dourada entre as coxas macias dela. Ou talvez, simplesmente, sentir que poderia morrer em seus braços e esquecer-se de tudo.
Quando finalmente pode ver a velha construção de sua amada sentiu um arrepio na espinha enquanto um filete rubro descia lentamente pelo canto da boca bem feita. Até mesmo seu fiel corcel hesitou por instantes, mas atendendo ao toque suave em seu pescoço, prosseguiu em direção ao desejo do Guerreiro.
Ele nem sequer percebeu o quanto os ferimentos haviam piorado, porém a chama do desejo atiçava-o de tal modo que não percebia o ar perfumado com a fragrância da morte. Havia algo gélido ao redor da velha construção uma neblina delicada a circundava de forma etérea.
Desmontou sem a menor graciosidade de outros tempos. Seus pés o levaram na direção da porta, que se abria antes mesmo que ele batesse. Seu corpo tremeu e o vento lançou seus cabelos para trás, antes tão negros, mas que agora exibiam fios prateados adquiridos através dos anos em guerra. Belíssima! A palavra sufocava lhe a garganta e fazia a boca ficar seca. Diante dele sua Deusa aparecia, usando uma camisola semitransparente, os seios que lembravam montanhas estavam com os bicos rígidos insinuando-se selvagemente e por instantes ela corou.
Quando atingiu a escada na qual Shantra estava de pé, parou diante dela e pôs a mão esquerda na parte de trás do pescoço bronzeado que conhecia tão bem. O coração dele começou a bater tão rápido, que estava certo de que iria explodir. Seus lábios foram de encontro aos dela. Nenhuma palavra precisava ser dita, os corpos falavam de uma forma selvagem. Shantra era diferente das outras mulheres que ele conhecera havia algo nela de inocente e ao mesmo tempo quando estavam sozinhos surgia algo de erótico em seus olhos. Naqueles dias que antecederam sua partida ele era jovem demais para compreender que cada mulher é um enigma perverso que por mais que um homem tente desvendar acabara sendo devorado por suas chamas. Mas naquele momento nada mais precisava fazer sentido.
Eles beijaram-se mais uma vez, sentindo como se aquele fosse o derradeiro momento de ambos no mundo. A língua dela deliciava-se com o sangue que descia delicadamente pelo canto da boca dele. Os olhos de sua adorada Shantra exibiam um brilho avermelhado que não o assustou, mas conseguiu hipnotizá-lo ainda mais. Por entre os dentes ele sussurrou gentilmente: devora-me!
Ela sorriu ao sentir o gosto do sangue em sua boca. Fora a primeira vez que sentira este sabor, esta febre, toda a euforia e toda a essência de meu amado que retornara aos seus braços mesmo que aquilo não fosse eterno. O corpo agitando-se sob o dele, em uma cavalgada agressiva, onde os seios fartos moviam-se de forma pervertida, a língua dela molhava constantemente o lábio superior e em seguida acariciava os seios como se o convidasse a fazer o mesmo.
Como estava linda. Parecia nascida para o sexo e para enlouquecer qualquer um que a tocasse. Não era mais virgem isso ele percebeu pela maneira que agia. As mãos que exploravam o peito másculo sem timidez, a língua que parecia uma serpente percorrendo todo o corpo, dentes que mordiam a pele como se desejassem de fato devora-lhe até os ossos e por fim o triangulo dourado entre suas pernas não era apertado como uma bainha nova. Ele sentiu ciúme ao perceber que alguém antes dele havia deflorado aquele corpo voluptuoso.
Puxou-lhe os longos cabelos com força, mas não era a hora de perguntar se passara todo aquele tempo sem ter alguém para lhe aquecer a cama. Ela gemeu alto, ao sentir que seu corpo era perfurado por ele com violência, mas exibiu um sorriso pervertido quando sentiu o membro dele agitar-se dentro dela.
O tempo parecia parar em quanto trocavam prazeres indizíveis. Os corpos fundiam-se freneticamente e o nome dela ecoava no ar como se fosse a balada de um trovador vulgar. Gemidos, sussurros eróticos ao ouvido e vez ou outra tomava-lhe nos lábios o membro rígido que trazia a ambos excitação selvagem. Iniciaram uma dança horizontal que tinha como tema a melodia das Deusas do sexo.
Sua adorada Shantra era a personificação de todos os seus desejos, recordou-se das inúmeras guerras, do sangue de inimigos escorrendo e sendo bebido pela lâmina sedenta de sua espada, de crânios partidos, de urros de dor e medo em meio à lama dos campos de batalha em dias chuvosos. Da fama, da glória e do poder que lhe era concedido sempre que ceifava uma vida.
Era como se sua doce amada pudesse compartilhar naquele momento de todas as suas lembranças. Das orgias realizadas com as mulheres de inimigos derrotados e do prazer que as suplicas delas causavam aos seus ouvidos. Então o sussurro doce que era a voz dela invadiu seus ouvidos em quanto ele a penetrava vigorosamente sem perceber que suas feridas reabriram e o sangue escorria rápido.
— Tua vida foi cheia de aventuras violentas, meu amado senhor.
— Sim, durante toda minha existência fui combatente, conquistei o inimigo, não temi a lâmina da morte e deitei-me com suas esposas e filhas!
— Então tivestes uma vida digna ou indigna?
— Não serei hipócrita para dizer que tive uma vida digna, apenas vivi da maneira que fui destinado a viver.
— Então tenho um humilde pedido a fazer, meu amado senhor.
— E qual é?
— Mas antes olha a tua volta meu guerreiro, pois ainda não te apercebestes que o tempo parou e o ar tem fragrância de morte?
— E o que isso importa a nós agora mulher?!? Apenas continue a cavalgar meu corpo que me dou por satisfeito!
— Esperei-te por longos anos meu senhor. Desejei que tivesse ouvido meus apelos, quem sabe se tivesses regressado antes as coisas seriam diferentes, mas agora só posso pedir-te uma única coisa. Quero que me beije demoradamente e permita-me devorar teu coração quando atingirmos o êxtase dessa dança!
— Um beijo e desejas devorar meu coração?Brincas comigo, pois afinal meu coração já foi devorado por ti.
— Sim, meu senhor. Este é meu desejo. E não brinco com este assunto. Pois mesmo distante sempre fui tua companheira fiel, mesmo quando queimaram minha fazenda jurei que esperaria por ti não importasse quanto tempo demorasse.
Ele a olhou nos olhos sem entender o que ela dizia.
— Mesmo quando a fome atingiu estas terras continuei a esperar por você e naquela noite quando teus inimigos aqui chegaram desonrando vosso nome. Mesmo sem ter uma espada eu os feri com pedras e eles rasgaram-me o vestido, jogaram-me neste mesmo chão onde fazemos sexo agora e destruíram-me o corpo, mas não a alma.
— Diga-me que isto é um sonho louco, mulher! Que isso não aconteceu, pois não me perdoaria se o que dizes for verdade!
— Ah, meu amado quem me dera fosse mentira e que em uma noite fria de inverno meu corpo tivesse resistido mais tempo porem não foi assim.
O coração dele gelou, olhando que envolta dele as paredes começavam a queimar, que podia ver sua adorada Shantra em um canto escuro, o rosto inchado e a pele cheia de feridas. Ele viu os homens entrarem e a estuprarem por horas. Pode até mesmo sentir o frio que o inverno trouxe, fazendo a antes tão vigorosa Shantra se torna uma boneca em frangalhos quase sem vida. Até que em uma noite a vida lhe foi tomada rapidamente pelas sombras da morte.
Naqueles instantes finais onde sua sanidade era colocada a prova não havia mais o que fazer, restava apenas continuar a cavalgar com ela para um abismo escuro e solitário.
Ele sentiu que ela cavalgava freneticamente seu membro e por fim atingiam juntos o êxtase selvagem que poucos amantes conheciam. Ao redor deles ruinas surgiam, o vento frio acoitava-lhe o corpo e o sangue escorria mais rápido de suas feridas. Ao ouvir um relinchar assustador procurou seu corcel mais o que viu foi um cavalo cadavérico que no lugar dos olhos exibia duas tochas vermelhas e vermes caiam de sua boca.
Então tomado pela loucura a abraçou com força, desejando que o sopro da juventude inundasse os pulmões de ambos e que tudo não passasse de um terrível pesadelo. Mas como poderia ser tão tolo? Ele matara tantos, cometera tantas barbáries e estuprara muitas. Como podia esperar retornar aos braços dela sem sofrer nenhum flagelo insano.
— Perdoe-me minha amada não sabia de tua má sorte! Perdoa-me minha adorada! Devora-me ou mata-me não me resta mais nada além de padecer embora isto não compense teu sofrimento!
Ela não respondeu, apenas sorriu se aproximando de seu amado guerreiro e lhe dando um longo e profundo beijo. O grande guerreiro sente um último calafrio e Shantra, agora em sua verdadeira aparência, cadavérica, surge diante dele. Ela foi sua devotada companheira, fiel a ele, mesmo após a morte. Agora devorava lentamente o coração que arrancou com facilidade do peito e exibia o sorriso mais gentil que ele conhecera.
Por fim ele teve pelo menos um simples desejo realizado: Morrer nos braços de sua amada Shantra que agora vagaria sozinha nas noites escuras do Vale Nebuloso, sobrevivendo através dos contos de trovadores bêbados, vivendo no imaginário popular de mercadores e excitando a mente de tolos bandoleiros. Mas para ela só restaria no fim sempre buscar uma nova forma de saciar a fome e o vazio que seu amado guerreiro deixara.
Seduzindo algum tolo coração desatento que caminhasse por aquelas terras…
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Um conto que exala poesia, faz com que me sinta lendo a alma do escritor. A linguagem utilizada e a estrutura literaria utilizada casam perfeitamente. Um texto que ao ler eu tinha certeza de ter sido escrito por um homem, e pra minha surpresa tratava-se de uma dama, escrever tão bem sobre desejos masculinos sendo mulher, é algo que me surpreende.
Pandion estou honrada com seu comentário viu
Escrevi esse conto em uma noite de sexta-feira, ouvindo Nox Arcana e comendo chocolate meio amargo achava que dificilmente ele agradaria porque ainda me acho uma melda escrevendo, mas quando alguém passa os olhinhos no que escrevi e percebo que a pessoa compreendeu o que eu estava tentando passar fico entusiasmada para melhorar meus escritos.
Lambidas da Loba para você
Eu também achei incrível ela descrevendo o desejo do protagonista! foi mágico, real, excitante!
Sabe o que foi isso menina é minha mania de pensar como homem algumas vezes.
Ai tornou-se interessante descrever algo como um homem faria tendo em vista que a maioria curti uma cena mais hotxHot
Samila_Sama estou feliz por ter vc aqui comentando OMG xD
This Perfect My Lady
Pandion expressou muitíssimo bem aquilo que eu queria dizer sobre vosso conto. Quando estava lendo imaginei que um cara tivesse escrito. (Pensei isso, pois existe uma carga de erotismo, desejo em possuir Shantra e indagação por parte dele se a vida não seria melhor longe dos campos de batalha, mas o orgulho cego acabou por condiciona-lo a uma vida vazia de amor e afeto compreendi assim vosso conto).
Quando debrucei meus olhos nesse conto senti que os desejos do guerreiro foram fundidos em algo erótico, obscuro e intenso. Ficou muito bom em minha opinião.
E pergunto a autora como o Vale Nebuloso surgiu? (Já joguei RPG e também foi este um dos motivos para ter curtido vosso conto Lady Kariny)
Moço saudações rpgisticas
é o seguinte amo RPG desde os dezesseis anos foi e é um namoro lindo.
Joguei D&D por um tempo e depois Lobisomem atualmente jogo Trevas quando meu narrador tem tempo de narrar para uma mesa de bons camaradas nos domingos.
O Vale Nebuloso é um projeto que ainda está engatinhando e necessita de revisão continua resolvi manda-lo para o ONE para sentir qual a reação dos leitores sobre a forma que estou escrevendo e assim melhora-lo.
Lá na roda de escritores me fizeram umas sugestões que pretendo seguir e agradeço por você ter lido e aguarde que enviarei mais coisas que envolvem o Vale.
E to montando aos poucos um BLOG que vai ter muita coisa minha xD
LAMBIDAS DA LOBA LOUCA VIU XD
Opa, temos que formar um grupo de RPG então hehe. Também sou jogador ‘das antigas’.
Estou dentro especialmente se puder jogar com uma barda xD
Prefiro GURPS apesar de ter mestrado mais D&D. Humm, deixe-me adivinhar… Você é uma Fúria Negra? Cria de Fenris forever aqui hehe.
O Pandion é o meu Mestre!
Filho de Gaia aqui! XD
Mas que Putaria foi essa Lobinha!?!
Tinha que ser Kariny para escrever algo tão erótico e ao mesmo tempo poético.
Não devia ter usado o termo feio rs…rs perdão moderação
Kariny ficou erótico e poético.
Tu falou safadeza né? Ta pensando que aqui é q nem na tua casa que vc me pertuba e me maltrata hahuahuahuauhuhauhahuahuahuhahahau OBG estou em crise em relação a UFPE ta fogo xD
Adorei o dark erotismo em cena.
DARK-EROTISMO HEIN
Sabia que coisas assim chamariam atenção rs…rs
OBG POR COMENTAR xD
Comecei jogando com os Senhores Das Sombras, passei pelos Andarilhos e depois Fúrias com quem me identifiquei muitíssimo.
Vou comentar mais pq quero ver teu conto na página principal
–
Quer dizer que temos quase uma Matilha aqui, eu sendo Cria, vc Fúria e a Samila um Filho. Temos que escolher o totem XD, voto pelo grande Fenris, obvio, e nada de escolher esquilo ein hehe.
Pandion agradeço sua ajuda e espero ser digna de seu carinho para com esse conto.
Vamos montar uma matilha e o totem pode ser o FenriS xD
Nãooo! Eu sou Impuro e pacifista! Fenris só aceitaria ser totem de matilha depois que vocês me sacrificassem sem derramar um gota do meu sangue impuro sobre a terra! o.o’
Eu voto pelo poderoso Unicórnio Negro, Totem de Guerra, mas que presa pela bondade e pela justiça para todos os seres de Gaia!
Ele, o Rato e o Pai Urso são os únicos totens de guerra que me aceitam, por algum motivo o.o’
Unicórnio Negro xD Hum eu gosto do Furacão auhahuuhahuauhahhaa
Eu gosto dos totens dos Roedores! Cada coisa engraçada que eles transformam em totem… Grande Pilha de Lixo, O Cachorro Perdido, a Mãe Cidade, o American Way of Life e o melhor de todos: General Lee!
Hehe, cara, esses nomes traduzidos são foda né. Grande Pai Urso eu sempre imaginei o ursulão, ou o Zé Colmeia
Nossa, bonito mesmo. Bastante poético.
Desse jeito fico com vergonha.
Sinceramente me acho uma merda escrevendo. Sou péssima com as regras de pontuação e como palavras por ser muitas vezes demente.
Mas sempre curti escrever e por isso to colocando aqui as coisas que guardei na minha cabeça de louca.
Muito obrigada por ler.
Caramba muito bom!
o sentimento de desejo do homem pela sua amada ficou fantástico!!!!!
Parabéns!!
eu só não entendi no final se ela tava viva ou morta ou que ela era :S
Nossa que bom que outras pessoas gostaram.
O final ficou meio assim né eu queria deixar o leitor na dúvida sobre oq houve com Shantra pq já tem outro conto que se interliga nesse.
Tenho muito que melhorar e agradeço muitíssimo por vocês estarem lendo valeu mesmo prometo melhorar.
Lambidas da Loba P vc xD
Espero que tenha continuação mesmo!
desconbrir o que houve com shantra seria interessante!
abraz!
Como sempre as imagens que vocês colocam em meus humildes escritos sempre caiem bem.
Obrigada!
realmente a imagem fico muito legal!
e casa direitnho com o conteúdo do conto! na minha opnião ^^
Sempre colocam imagens legais nos contos xD
Aguarde a continuação amigo e vc já tem contos aqui no ONE ?
Linda demais essa imagem! será que o guns poderia me passar em resolução grande? o.o’
Ficou massa mesmo lembra de uma desenhista q acopanho há muito tempo xD
detalhe que eu julgo muito pela imagem iuahsdiuasudhiaushd
sei que é injusto… mas só leio as que acho a imagem interessante!
aaaa nem tenho conto :S
quem sabe um dia ;P
Poxa! Marcos um dia arrisca mesmo, deixa tua imaginação levar você e permita que algum dia desses nós possa ler algo seu.
Geralmente antes de ler um conto, fico de olho nos títulos aqueles que chamam minha atenção são os que envolvem amor, vingança, sexo e desejo.
Valeu pessoal, gosto quando vocês gostam da imagem!
–
E caramba Marcos! Só o livro pela capa?!
a pelo título também guns ^^’
mas os poemas eu leio todos
afinal é sempre a mesma imagem
aiushdiauhsdihuasd
quando que criar coragem e talento eu posto algo aki! ^^
quando eu*
Cria logo coragem xD
Sinceramente…
Excelente o clima bem delineado no conto, deixando-se um suspense oculto (que percebi em relação a Shantra pela metade do conto) até revelar-se singelamente e ao mesmo tempo macabramente no seu final.
Parabéns amiga Lágrimas de Gaia!!
He! He! He! Não resisti e resolvi criar minha conta aqui também, não só para ler e comentar seus contos, como também para no futuro criar os meus e piblica-los aqui! Adorei este cantinho de escritores e poetas!!
OBS.: Membro novo na área!! rss…
Tem espaço aí no “bolinho” para um humilde viajante peregrino nascido sob o luar mais sagrado, que costuma vagar sob suas leves e rápidas patas lupinas? (Apresentando meu personagem de LOA a vocês aqui já! rss..)
Em relação ao conto… uma pergunta no ar…
Qual o melhor ritual para fazer Shantra finalmente ir ter um “bom descanso” e deixar os individuos terrenos em paz?
AMIGO aqui no ONE todos são bem-vindos.
Aguardarei ansiosamente por um escrito teu aqui.
Obrigada por adentrar o ONE amigo!
BJUS Marcondes Paz xD