Trivialidades
Escritor: Rainier G. C. Morilla

O homem não queria sair. Gostaria de assistir o jogo do Corinthians e agarrava-se a qualquer desculpa que pudesse fazer Sue mudar de Idéia.
A mulher queria se divertir. Precisava sair de casa por no mínimo quinze minutos, ou sua cabeça entraria em um ponto de fusão irreparável. Não suportava mais os mesmos móveis, o carpete manchado, os gritos das crianças e as desculpas esfarrapadas do marido.
As crianças brigavam por um boneco de ação. Ambos tinham um idêntico, mas segundo os garotos só há um boneco especial.
O cachorro latia e mijava no carpete.
Raí quando viu o cachorro assobiou! Levantou o braço direito chamando a mulher para ver o que o cachorro estava fazendo; pediu uma lata de cerveja gelada; sentou-se no sofá; ligou a televisão e relaxou.
Sue se irritou! Gritou com as crianças, arrancando o boneco de suas mãos, para apaziguar a discussão; gritou também com rex, que nem sabia o que estava fazendo de errado; por fim gritou também com o homem porque ele não estava pronto para sair.
Arthur e Fred choraram e brigaram, agora para definir o culpado da bronca da mãe.
O cachorro colocou o rabo entre as pernas e baixou a cabeça.
Raí resmungou, bateu o pé e ponto final.
Sue começou um novo parágrafo.
As crianças começaram as orações.
O Rex… Cadê o Rex?
Raí e Sue choraram e brigaram, para definir quem tinha razão.
Fred ficou observando a briga do canto da parede; tentando conter as lágrimas.
Arthur abraçou Fred pelas costas e chamou o garoto para seu quarto. O menino mais velho não queria que o pequeno assistisse aquela briga.
Raí berrou como um touro valente; quebrou itens e móveis, os mesmos que Sue odiava; bateu a porta da sala e saiu para respirar um pouco.
Sue continuou trancada chorando os móveis quebrados, o carpete manchado, os gritos das crianças e as desculpas esfarrapadas de seu marido.
As crianças brigavam por um boneco de ação. Ambos tinham um idêntico, mas a mãe tinha tomado um deles a poucos minutos.
Rex apreciou a volta que dava com seu dono, embora não sentisse mais o desejo de mijar.
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Qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência…
A abordagem do cotidiano de uma família – no final-de-semana – ficou interessante. É difícil conviver, não restam dúvidas.
Brother, tente evitar os erros ortográficos e, se possível, explore um pouco mais o desenvolvimento da trama.
Sucesso!
Franz, que bom tê-lo por aqui comentando.
–
Os erros ortográficos vem de um mau costume. Estou colocando os contos no ONE para revisar depois e acaba saindo na agenda antes que eu consiga revisar. D=
Sei que ficamos ávidos por ver os nossos filhos (os textos) publicados. Contudo, vale esperar e expô-los com uma melhor vestimenta. Sabemos o quanto suas obras podem melhorar e, por isso, cobramos.
Não pare de escrever…
Sim, com certeza!
Vou vestir o Arthur e o Fred melhor da próxima vez! =D
Quanto ao desenvolvimento da trama, eu não poderia desenvolver mais. Sairia do objetivo do texto!
–
A intenção é a que você construa o ambiente, as personalidades e até mesmo os diálogos de acordo com o que você tem de experiência.
–
Um exemplo que achei muito interessante foi que você falou que era um fim de semana! Da onde você tirou essa informação? A tua mente preencheu as lacunas com informações. =D (BINGO!)
–
Valeu demais passar para deixar sua opinião! (Ah! Já arrumei os erros, agora o texto melhorou um pouco!)
Cara, realmente não é citado quando ocorre o fato rsrsrs. Bingo! Parabéns, meu velho.
Acho que ficou legal. Fácil imaginar e preencher, mas acho (por gosto próprio) que poderia ser mais detalhado. Mas isso é porque não sou muito de cotidiano asuhsauhas
Parabéns.
Obrigado Rodrigo!
–
Mas poxa vida, nunca viu uma briga dessas? rsrsrs…
Legal maninho,muito bom!
um beijo!
Bjo gatinha! Amo-te!
Cara que conto show!
As mudanças de ações dos personagens, em meio que uma ciranda, foi uma sacada nada menos do que genial. Se detalhasse mais estragava!
Gostei mesmo. Esse conto não deve em nada aos escritos publicados nos jornais de hj, pelo menos os que circulam por Fortaleza.
Reinier, Raineiar, ops, Rainier, continue assim cara.
———————-
Obs: O gusn publicou a “reforma” dos contos. Depois dá uma passada e comenta o prólogo, quero saber se melhorou ou piorou segundo o seu vêr!
Vlw
Ah! Todo mundo erra meu nome! asuhasuhsua!
–
Valeu de mais Hamilton, que bom que você gostou. Pegou bem a essência do que eu queria passar!
–
Pode deixar que vou passar por lá! Quero ver se o Rainier já apareceu na história! rsrsrs…
Cap 1 cara…
Cap 1!
bom! simples e realista
Valeu Diego! Que bom que gostastes!
Fodástico!
-
Tu ta cada vez melhor meu amigo.
-
Acho q não necessita de profundidade na trama. A trama é por si só profunda. Detalha-la mais é roubar o prazer do leitor visualizar a cena, e fecha-la com sua experiência de vida.
-
Mt bom meu amigo, mt bom
O cara manda bem mesmo, meu brother…
Andrey, como é que se procede para aderir ao Roda de Escritores? Gostaria de participar desta iniciativa junto aos amigos.
Abraços.
Franz.
Fala com o The Boss Man, Rainier Morilla, ele que faz a mão.
Ok. Procurarei o boss Rainier…
Grato.
Valeu Franz! Vou arranjar um espaço para tu! La última vaga!
Obrigado por me ceder este espaço junto a tão bons escritores, Rainier. Honestamente, brother, sem muita rassgação de seda, admiro demais a galera que se reuniu no “Roda”. Espero colaborar para alavancar ainda mais o grupo.
Valeu…
Obrigado Andrey! Valeu mesmo!
Kra, eu tenho q te mandar a minha Cassandra revisada. Ta com alguns erros ortográficos a que te mandei pra por no Roda.
oks?
Me manda por email que eu atualizo lá pelas 22:00
Hehehe… Gostei da imagem!
Legal que tenha gostado.
Achei bem chato. Sei não, não gostei. Me estranhei um pouco com o texto por vários motivos.
Poxa vida Vitor, será que um dia eu verei você gostando de um texto meu?
É que o Vitor ainda não se deparou com essas peculiaridades do cotiano.. acho eu. E também… isso que dá uma família basear seu relacionamento na televisão.
–
Eu, ao meons, tenho um blog.
para agradar o Vítor você precisa não querer agradá-lo #dicadodia
Minha vida é cheia de peculiaridades do cotidiano. Para ver isso eu não preciso ler um texto. Procuro algo mais.
gostei do seu conto
gosto de textos despretensiosos que começam e terminam sem muita pretensão, tem gente que pensa que só da pra escrever se for para narrar o fim do mundo a tomada de reinos, ou a temática de Nietzsche as vezes a beleza
fica no mais simples…
É o principio do KISS!
–
Eu gosto de contos que narram uma situação, e não uma história, ou algo muito extenso. E também acho que um texto tem que ser despretensioso.
–
Isso eu trago da dança. A arte não precisa de um motivo, uma razão ou uma lógica, a arte emociona, traz beleza, graça, lazer, ou nada… A arte não tem explicação.
–
Ah! Não entendeu o KISS? Keep It Simple, Stupid! ou Deixe as coisas simples, estúpido.
vivi situações semelhantes quando era pequenina. Felizmente, hj vivo em meu quarto,muitas vezes em universos paralelos de mundos virtuais.
Bem melhor do que esse caos aí narrado, que apenas me fez amar mais meus sentimentos de misantropia.
Para encerrar, detesto crianças, barulho, futebol e sujeira alheia (com a minha eu posso conviver), e por isso seu texto foi um pesadelo para mim
Ah, para o Rímel entender: Eu gostei do texto!
Hahaha… Poxa Sami San, eu tinha entendido o teu ponto de vista. Te fiz mergulhar na tua infância… Isso já valeu o texto!
–
Não é sempre que eu estou nóia. rsrsrs…
HUHAuaha, é que eu lembrei do teu poema, que eu expliquei 3 vezes para provar que eu tinha adorado XD
Acho que minha infância, mesmo com três irmãos, foi bastante tranquila… Ergo, quando tento imaginar o cenário descrito, o único adjetivo a saltar-me dos lábios imediatamente é DANTESCO! pode às vezes ser seguido de caótico! É, o cotidiano é assim, mesmo, acho eu. Gostei da ideia, mas acho que faltou trabalhá-la mais, não, Mestre Rainier? Concordo com o que disse o bom Franz a respeito de um maior trabalho de revisão nos textos antes de postá-los, não apenas para correção de pequenos deslizes ortográficos, ams mesmo para lapidação do texto em si…
-
Anyroads, keep writing, mate!
Antonio, não poderia trabalhar mais essa idéia.
–
O que está faltando? O que ficou sem ser trabalhado?
–
Ao meu ver a obra está completa. Tem início meio e fim. O enredo está criado, os personagens estão com a personalidade bem definida. O que falta?
—–
Quanto ao que o Franz disse, eu concordo, tenho que melhorar a questão da concordância e ortografia, eu me perco muito nisso. =/
–
Mas quanto à lapidação, discordo!
Calma lá, Sir!
-
Como já lhe disse antes, minhas opiniões têm lastro apenas e unicamente na subjetividade, prescindindo de teorias literárias e quesitos afins. Partes como :
“[...] O cachorro colocou o rabo entre as pernas e baixou a cabeça.
Raí resmungou, bateu o pé e ponto final.
Sue começou um novo parágrafo.
As crianças começaram as orações.
O Rex… Cadê o Rex? [...]”
…soam-me muito secas, cruas até. acho que lhes falta “literaliedade” (… isso existe???). Gosto quando vossa mercê discorre com mais detalhes no seu texto. Provavelmente foi proposital e o fez com o intuito de acentuar o mesmo caos e quase desespero surdo do cotidiano ao qual eu aludi, mas o fato é que não passou no meu “Teste de Flaubert” (i. e., quando o li em voz alta, meus ouvidos não caíram de amores no primeiro momento, por assim dizer).
-
Sim, a obra é acabada, tem um fim em si mesma. quando disse que faltava trabalho, talvez tenha me expressado mal ou tenha sido mal interpretado. quis dizer que gostaria de ter lido algo mais, talvez ouse até dizer de maior complexidade literária — a qual sei de que vossa mercê é capaz!!! Já li a mesma em outros textos seus, até de menor complexidade temática. Afinal, o cotidiano é, sim, extremamente complexo, apesar das vestes simplórias e pouco estimadas.
-
Mas também não digo que algo tem de ser mudado, longe de mim! Como costumo dizer: “textos literários são multiparentais.” Soam diferentes para cada pessoa e também para seu autor. Eu acho uma coisa, outro acha outra, e assim a Roda continua a girar.
-
Com a devida vênia, peço desculpas sinceras se involuntariamente acabei por irritar-lhe de alguma maneira com meu comentário…
Filho, te escrevi uma resposta GIGAAAAAANTE! Foi a oportunidade que tive para explicar tudo o que eu queria explicar…
–
Quanto as provocações e informações que coloquei lá, é só pra iniciar um novo parágrafo! hausuhsahusauh!
–
Liga não, (mode troll = ON)
–
Acessa aí, e me diz o q vc acha: http://ow.ly/52gWv
Liga não, Antonio, o Rímel é assim mesmo, chato XD
É tipo eu: quando acha que tá certo, insiste no assunto até convencer ou vencer pelo cansaço
… Bem… Todos os meus instintos estão gritando para mim que eu não deveria responder ou deveria dizer algo apenas como: “okay, perdão. Mea culpa, mea maxima culpa.” Não sou um ser muito belicoso e, como diria Wilde, “só discute quem está perdido” (‘O Retrato de Dorian Gray’). Todavia, não acho justo com vc manter-me omisso quanto a uma resposta devida. então, ALEA JACTA EST…
-
Antes de mais nada devo dizer que estou um pouco incomodado com todo este certame… Tento ser o mais cuidadoso possível no momento de comentar em qualquer texto por aqui, fazendo o máximo para não atiçar aquela parte mais teimosa do ego de escritor. Aparentemente não consegui fazê-lo aqui e, mais uma vez, venho pedir desculpas pelas repercussões de minhas palavras, a qual espero que acredite não foram intentadas. Levei um susto ao ver duas de minhas opiniões encabeçando o seu texto e agora acho que ou devia ter sido mais comedido e fazer uso de mais eufemismos ou deveria ter ficado calado.
-
Bem, quanto à sua resposta (DISSECANDO UM CONTO PARA APRENDER! – título um tanto iracundo, parece-me, hahaha), devo dizer que concordo com todos os seus argumentos. Mas são questões derivadas de análise e de um “je ne sais quois” intr[inseco de teoria. Porém, como eu mesmo tratei de deixar claro anteriormente, sou apenas um leigo leitor apaixonado carente de conhecimento teórico real acerca de nossa querida arte… Sou um representante da massa bruta de leitores qe simplesmente lê praticamente sem questionar (sim, nós existimos e também temos nossos direitos!). Literatura para nós é, “a priori”, entretenimento – ficando quaisquer avaliações mais profundas para um segundo momento. No primeiro instante, quando do meu teste de Flaubert, o texto não me impressionou, não me tocou. Só isso… não é nada sério. O texto depende do leitor até mais que do escritor, Mestre. Depende de seu arcabouço de experiências e interesses, atado à subjetividade de cada um. Estou acostumado com outro tipo de literatura, com outra espécie de escrita… logo, provavelmente o texto não era endereçado para mim.
-
Quanto às suas “dicas para escritores”, agora. Acho difícil escrever com simplicidade, mas também não acho fácil escrever com extravagância sem cair no ridículo (como tantos escritores do passado). Acho, sim, que devemos aplicar o axioma de Dédalo, “medio tutissimus ibus” – “irás muito bem pelo meio”. Assim, deveríamos, NA MINHA OPINIÃO, buscar um meio termo, escrever com elegância, sem cair no simplório ou no extravagante. Posso estar cometendo um erro sem par ao dizê-lo, provocando o prolongamento desta discussão; por isso reforço a expressão mais importante em meus comentários: É SÓ MINHA OPINIÃO E EU SOU UM LEIGO. O peso que têm meus comentários é unicamente aquele que os escritores lhes legam; vcs podem tanto vê-los como vindos de um componente de seu público alvo ou desconsiderá-los completamente como as palavras de um tolo prepotente.
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Convido o senhor a ler um de meus textos e comentar, colocando ali suas opiniões, quaisquer que sejam elas. Verás que sou o mais imperfeito dos escritores e provavelmente passará a desvalorizar minhas opiniões depois de fazê-lo. Acho que cometo todos os erros os quais vc abomina, infelizmente. Mas de qualquer forma, como diria Eduardo Spohr: “Escreve como eu posso, não como eu quero.”
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Espero não ter soado rude… Novamente digo-lhe o quanto aprecio os seus textos e sua escrita. Esse texto foi o único que não me agradou, ao menos não tanto quanto os outros… Não lhe chamo de Mestre apenas por convenção… Mais uma vez me desculpo se o irritei.
-
Abrçs
@Samila
-
acho que todos somos um pouco assim, Samila. Não ligo, não. Pode ter certeza. Só temo que ele fique corte a cabeça do mensageiro por causa da mensagem, entende…
(Mode troll = FAIL!)
@Samila minha irmã me diz a mesma coisa! =/
Antonio, fica frio! Eu já estava a fazer o dissecamento! Só aproveitei a deixa para mostrar uma de minhas facetas como troll! Até zoei falando (Mode troll = on)
–
Já estava fazendo a analise do texto, e já tinha a parte Dicas para escritores feitas para uma coluna que ia fazer “Pequenas dicas”.
–
Só revisei e coloquei uma apimentada no ínicio. aproveitando a discussão do texto. Se você se sentiu atacado, cara perdão.
–
Era para ser uma brincadeira, seguida de uma explicação. Se não soou (do verbo soar, não suar) assim, sinceramente me perdoa.
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Em momento algum desconsidero suas críticas ou comentários. Eles são de extrema importância. Com toda a sinceridade.
Não, que é isso, Mestre! Vc estava no seu direito de defender seu texto. Se nós não nos levantamos em defesa dos nossos próprios rebentos, quem o faria?! Fica tranquilo, porque eu também estou. Não perco a cabeça fácil, não — dizem até que sou frio em demasia.
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Só achei que tinha te irritado e isso era algo que eu não queria, até porque, como já alardeei aos quatro ventos, aprecio bastante a sua escrita. Eu sei que posso, involuntariamente, ser bem irritante em alguns momentos.
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Enfim, tudo está bem, quando acaba bem.
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mi-mi-mi’s à parte,
Abrçs
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PS: aguardo novos textos!!!
Acho que o Rainer está querendo ocupar o papel do Vitali como ‘entidade’ do One. Cada trollada que ele já fez XD
Não, não, se alguém for conseguir isso, espero que seja a Ana B, minha Trolla de plantão =D
Às vezes dá certo, as vezes errado! Lembra do Luiz Thomaz? Até hj é bloqueado no site! Ainda bem que não usei meu nome! Ainda estou esperando o guns ficar rico e pagar nossos livros! XD
–
A do Stephen Hawking eu estava rachando em falar mal dos caras! suahusahusauh! Einstein = Maluco careca! asuhusausahusa
–
Eu tenho que parar com isso!
Putz! Falando nisso tenho que trollar o SBT! Caramba tinha esquecido! XD
AHh, como você foi esquecer disso?! Vá lá, menino, sega seu destilo, Trollee!