Apenas um teste
Escritor: Fran Fhuer
Estava andando sem rumo com um olhar observador, ia percebendo muitas coisas ao meu redor, não sou umas das pessoas com mais dinheiro aqui, compro o que é realmente necessário, vou fazer um jantar hoje, tenho visita.
Não tenho diploma muito menos talento para cozinha mas faço o que eu posso, no meu carrinho tem pouca coisa, estou tentando achar um caixa vazio, esse mercado é muito grande fico um pouco perdida, só tenho 55 reais pelas contas que eu fiz acho que da, estou na fila a uns 10 minutos ainda tem 3 pessoas na minha frente, não tenho idade nem barriga para entrar na fila especial, também não valeria apena por que ela também esta cheia, fico esperando pacientemente a minha vez, bom, nem tão pacientemente assim, estou com presa tenho muita coisa para fazer, ainda espero mas 10 minutos…
Chego a minha vez! boto as comprar com cuida no caixa, a mulher mas lenta que eu demora 1 ano para passar tudo, 50 reais, dou um leve sorrio, minhas contas estavam certas. Pago, boto as compras na sacola saio calmante segurando firme as sacolas que estão pesadas, eu não moro muito longe, vou andando rápido as sacolas agora parecem que estão mais pesadas, a um grande barulho que vem de perto da minha casa, estão dando uma festa, e sempre toca aquela musica insuportável, subindo o morro bem calmante muitas pessoas e jovens dece e sobe a toda hora, mas ninguém para para ajudar uma velha com sacolas pesada, chego em casa, não é uma mansão e humilde mas é minha casa, minha filha deixou ela brilhando, vou para cozinha preparar o jantar, faço macarronada os cinco reais que sobro dou para minha filha ir comprar o refrigerante, vou para meu quarto me arrumar em quanto isso minha filha arruma a mesa, ficamos esperando 1 hora sentadas no sofá, então levantei e fui esquentar a macarronada e chamei minha filha para comer, o telefone tocou e era minha irmã, perguntei por que ela não veio e ela deu varias desculpas falando que moramos muito longe, que na tv passo que aqui estava tendo tiro, minha filha foi para rua e eu fiquei vendo tv, sei que não moro na zona sul, nem numa mansão eu moro numa favela, em todo lugar tem tiro e todo lugar fica distante se você não quiser ir, não fico triste porque minha irmã não veio, e sim pelo preconceito dela ter do lugar que eu moro, a favela é como todo lugar, tem comercio, tem bandidos ou pessoas honesta aqui só estão os desfavorecidos que não tiveram oportunidades ou que as perderam é como outro lugar qualquer, as pessoas não tem medo das favelas elas tem preconceito.
2 Comments»
RSS feed for comments on this post.






















Sobre livros e suas adaptações cinematograficas
#ficadica 004 – Escrever todo dia é a fórmula do sucesso?
A Máquina Diferencial
Resenha do livro "O estranho mundo de Tim Burton"

Acho que faltou um pouco de cuidado na revisão, tanto de acentuação quanto a tempos verbais de palavras que as vezes deixamos passar. O conteúdo do texto em si está meio fraco. A emoção que o texto quer passar é clara, mas ele por si mesmo não tem força para causar sentimento algum.
Eu concordo quanto a quase tudo que foi colocado acima. A separação das frases também não está bem feita.
Descordo quanto a parte da falta de emoção. Acho que o texto até a tem. Ele é meio desesperançoso, o que poderia ser bem melhor trabalhado, mas que se mostra um tanto presente.