Máfia parte II
Escritor: João Bosco
Meu lugar não e aqui
Após fazer meu primeiro trabalho para Dom Salvatore e perceber que não servia para ser um mafioso decidi fugir mais seria difícil, pois eu sabia de mais não me deixariam ir. No dia seguinte fui ate as docas roubar um carro não teve problemas. Um senhor estacionou seu carro na esquina e deixou a porta aberta que facilitou meu trabalho roubei o carro e segui para meu apartamento parei o carro bem a frente do prédio corri para meu apartamento pelas escadas de serviço cheguei em meu apartamento que era quinto andar chegando comecei a arrumar minhas malas com muita pressa após terminar de arrumar as malas fui em direção a cozinha para pegar minha arma não achei que precisaria dela mas nunca se sabe. Peguei minha mala e ia embora quando o telefone tocou olhei diretamente para telefone pensava se atenderia e resolvi atender era Antonello disse para que era pra ir ate o bar do Lucas pois Dom Salvatore tinha mais um trabalho para nos, levei minha mala ate o carro coloquei a mala no banco de traz entrei no carro e fui para o bar chegando lá estacionei o carro um quarteirão antes do bar e fui caminhando, Antonello me esperava na frente do bar cheguei e cumprimentei Antonello que já ia em direção a garage chegando nela Antonello foi direto para o caminhão e me disse:
-Willian temos que levar esse caminhão em segurança para o deposito do Dom.
Eu concordei entrei no caminhão. Antonello entrou em seguida, eu fui dirigindo Antonello foi carregando um Thompson 1928 uma metralhadora potente naquela época. O deposito do Dom ficava fora da cidade não sabia que eu esta transportando, mas nem fiz questão de perguntar seria meu ultimo trabalho como mafioso. Seguia tranquilamente o caminho quando vi dois carros se aproximando era os capangas de um novo grupo de mafiosos que se nomeava como Criminali. O caminhão não corria muito e também tinha que preservar a carga, ainda falta muito para chegar ao deposito. Os Criminali começaram a dispara contra caminhão. Um dos carros se posicionou do meu lado do carro e começou a bater no caminhão eu peguei Thompson que estava com Antonello e disparei contra eles consegui matar o motorista que morreu e perdeu o controle bateu no caminhão , com o impacto perdi o controle do caminhão que capotou. Eu sai do caminhão com a ajuda de Antonello que estava com o braço quebrado, eu não estava muito ferido peguei a Thompson e disse para Antonello que precisávamos sair dali. Agachei-me e fui à ponta de traz do caminhão e avistei três homens dentro de um carro conversando e dois vindo à minha direção me escondi e no momento certo disparei contra os dois homens matando os dois. Os três homens que estavam no carro ouviram o disparos e saíram e começaram a disparam contra nos que nos escondemos atrás do caminhão que estava tombado, Antonello disparou contra eles, mas não obteve sucesso. Um deles veio correndo na direção de Antonello disparando friamente contra meu parceiro que este muito ferido, Matou Antonello na minha frente foi a primeira vez que perdi um companheiro. Irado descarreguei minha arma em cima do homem que matou Antonello matei ele na hora. Sem pensar direito pela raiva que sentia corri na direção dos dois homens que sobraram atirando matei os dois tão rápido que nem mesmo eu acreditei. Voltei e fui ver Antonello para ver se tinha esperança dele ainda estar vivo mas ele já havia morrido. Roubei o carro deles e dirigi ate o deposito Tommy esta lá, cheguei correndo e contei o que havia ocorrido para Tommy, ele e alguns capangas pegaram um caminhão e foram ate o local da emboscada que eu e Antonello sofremos eu fui no carro que roubei , quando chegamos lá Tommy mandou os capangas colocar a carga no outro caminhão. Tommy foi à direção do Corpo de Antonello, Tommy pegou o corpo e levou ate o carro e me disse:
-Vou cuidar para que meu amigo tenha um enterro digno.
Eu apenas fiz um sinal com a cabeça. Tommy partiu em direção a cidade eu fiquei para cuidar do transporte da carga, quando os homens terminaram de carregar o caminhão com o que sobrou da carga, voltamos para o deposito. Mas tarde fui para o bar do Lucas para me explicar com o Dom sobre o trabalho. Ao sair do bar do Lucas fui ate o carro que preparei para fugir. Entrei no carro e voltei para meu apartamento não tinha energia para fugir decidi deixar minha fuga da cidade para amanham.
Despedidas e fuga
Acordei hoje umas 6 horas da manha. Pensei em tudo o que aconteceu ontem havia sido um dia muito cansativo com muitas tragédias falhei no trabalho, perdi um companheiro de trabalho. O dia estava chuvoso tudo indicava que iria chover, mas não me importava. Eu me arrumava para o enterro de Antonello seria às 11 horas da manha.
Quando saia do apartamento Tommy estava me esperando ele disse que me daria uma carona entrei no carro sem muita demora, pois estava frio e ventava forte. Fomos para o cemitério sem muita pressa ainda era cedo. Tommy parecia abatido ele e Antonello eram amigos a muito tempo. Chegamos ao cemitério e o enterro já havia começado eu e Tommy nos aproximamos
do caixão. Havia pouca gente no enterro parecia não ter familiares de Antonello. Como já tinha pressentido começou a chover a chuva não estava forte mas o vento ajuda o enterro demorou uns 20 minutos eu fui para casa mas Tommy ficou lá não sei por quanto tempo.
Fui caminhando ate a estação de metro não ficava no próximo quarteirão. Descia as escadas do metro bem de vagar, comprei o jornal de um garoto que passava vendendo jornais no metro sentei-me e comecei a ler o jornal, na primeira pagina falava acidente que eu havia sofrido ontem, o caminhão que tombou, para jornal ainda era um mistério, mas eu já conhecia toda a historia bem eu que a causei. O trem cegou fui ao ultimo vagão sentei nos últimos lugares não queria ser incomodado, continuei a ler meu jornal. O trem parou na primeira estação não era meu ponto mais eu desci, quando terminei de subir as escadas ao chegar à rua não chovia mais, estava no centro da cidade meu apartamento não era muito longe fui caminhado mesmo cheguei lá em 15 minutos de caminhada entrei no prédio fui direto para a garagem entrei no carro e me preparei para ir embora da cidade, saia da garage e ia para a estrada principal. Bom da minha partida não tenho muito o que falar minha partida foi calma perceberam que tinha fugido uns dois dia de pois da minha partida Tommy não guardou rancor por eu ter fugido. Nunca mais voltei para Arkham City. E essa e a minha historia.
No Comments»
RSS feed for comments on this post.








Espírito do Século. Novo RPG Pulp da RetroPunk já entrou em pré-venda!
Editora UNZA RPG estreia com suplemento GOBLINS em campanha para OLD DRAGON!
Alan Moore pede que leitores de Before Watchmen nunca mais leiam obras de Alan Moore
Papo na Estante 34 – Prêmios Literários
Papo na Estante 33 – Literatura de Entretenimento
Show, Don’t Tell ou Mostre, Não Diga.
Occupy Comics: Alan Moore e David Lloyd colaboram
Resenha do livro "O estranho mundo de Tim Burton"
Filhos do Éden - Herdeiros de Atlântida 

