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Jul
11
2011
Conto em Série

1888 – Fim

Escritor: João Bosco

Bom eu pensei muito na proposta de Jackson era arriscado viajar com um estranho mais eu tinha mais chance de sobreviver contra um homem do que centenas de Índios.

No dia seguinte acordei bem cedo como de costume Jackson já me esperava peguei meu cavalo e fomos em direção ao oeste. A viagem duraria um mês, sairíamos de Virginia passaríamos pelos estados de Carolina do Norte, Geórgia, Alabama, Mississipi, Arkansas, Oklahoma, Texas e chegaríamos ao Novo México. No começo não confiava muito em Jackson mas ao decorrer da viagem fomos criando uma boa amizade, Jackson tinha muita habilidade com armas e nas paradas que fazíamos para descansar me ensinava. Já tinha feitos uns 14 dias que estávamos viajando já estávamos em Alabama em algum lugar do deserto já chegando em Mississipi quando Jackson parou e disse:

-Garoto presta atenção está vendo em cima daquela montanha a movimentação entre as pedras  tem índios por aqui. Pelo jeito não parecem amistosos se prepara.

Eu:

- Me preparar pra que.

Já imaginaria o que ia acontecer, mas mesmo assim resolvi perguntar. Jackson saiu em disparada com seu cavalo o mais rápido que possível eu segui seu ritmo de velocidade quando de repente um bando de índios saiu entre as enormes pedras que cercavam a montanha.

 Nós paramos atrás de uma pedra para nos proteger, Jackson esperava um momento certo para atirar estava tão calmo parecia já ter enfrentado aquela situação muitas vezes. Os índios param de disparar suas flechas Jackson olhou para min sacou sua arma e mandou eu esperar paguei minha arma e esperei o sinal os índios se aproximavam, vinham devagar e cautelosos.

Jackson olhou novamente para min e falou:

- Agora garoto.

Nós rapidamente saímos de trás da pedra e disparamos contra os índios não demorou muito e os índios já estavam mortos. Guardei minha arma e caminhei em direção dos índios mortos. Tocando um deles com a ponta da minha bota, perguntei a Jackson.

-Por que esses índios nos atacaram.

Jackson:

-Eles não são índios são apenas ladroes do deserto garoto. E vamos logo embora tem mais deles por ai.

Fazendo um sinal com a cabeça Jackson caminhava de volta para os cavalos, eu apenas o segui.

Retomamos nossa viagem em direção do Novo México.

Já estamos mais ou menos 2 dias do Novo México eu já estava muito cansado, durante toda a viagem só paramos em oito cidades. Jackson percebendo cansaço me disse que pararíamos na próxima cidade que não estava mais de 2 horas da li. Quando chegamos à cidade já estava de noite e fomos direto para uma hospedaria chegando lá Jackson pediu dois quartos e quando  subindo a escada eu perguntei para Jackson:

- como vai pagar a hospedaria em Jackson.

Jackson

-Não vou garoto.

Todo bem continuei subindo as escadas, meu quarto ficava na frente do quarto Jackson caso ouve-se algum problema. Abri a porta e fui logo em direção à cama estava tão cansado que dormi imediatamente. No dia seguinte bem sedo ouço alguém bater na minha porta era o Jackson que não me deu sossego me acordou de manha e disse para irmos fazer alguma coisa na cidade bem já estava acordado mesmo fomos para um bar que era bastante movimentado.

Jackson começou a beber e jogar e eu só assistia aquela bagunça quando de repente Jackson começa uma discussão com um dos jogadores da mesa me viro pro lado do barman e dou um breve suspiro quando me viro de novo para o lado de Jackson o bar inteiro esta brigando me levanto dali e vou em direção de Jackson para irmos embora quando um rapaz que aparece do nada me acerta um soco na cara eu perdi o rumo e cai em cima de uma mesa e foi nesse momento que decidi participar da festa parti em direção do rapaz acertando vários socos  nele o rapaz deu uma cambaleia e foi a minha chance para pegar a cadeira e quebrar na costa dele o rapaz perdeu a consciência eu me verei pro outro lado e mais uma vez levei um sopapo na cara e dessa vez foi feio o cara tinha o dobro do meu tamanho, me apoiei no balcão e  ele me atirou pra dentro do balcão eu levantei de novo pra minha infelicidade o ele estava me esperando levei de presente mais um soco na cara me afastei um pouco sem perder tempo sai correndo dali dei a volta no balcão peguei um cadeira e fui na direção do fortão dei-lhe uma cadeirada nas costa que pareceu nem sentir eu fiquei sem reação ele me pegou pela camisa levantou-me olhou no fundo dos meus olhos e me atirou pro meio do bar eu me levantei novamente outro homem veio em minha direção para me dar um soco eu bloquei o seu soco com o braço esquerdo e com o direito acertei-lhe a fuça peguei levantei ele em minha costa e o atirei contra a mesa o outro homem o fortão voltou a me perseguir e eu pensei a dessa vez não fui correndo em direção dele e dei  um sopapo o mais forte que pude na sua cara ele deu uma recuada e voltou outro soco  na minha cara eu  perdi o rumo geral fui pro chão na hora ele me levantou pela camisa me levou ate a porta do bar e me atirou pra fora do bar cai no meio da rua me levantei e pensei em voltar atrás do  Jackson mas não precisou quando eu cheguei perto da porta ele foi atirado pra fora também, mas ele parecia estar  em melhor estado que eu. Fomos embora pra hospedaria pra seguir nossa viagem chegamos na hospedaria e subimos direto paras os quartos. Jackson pulou a janela do quarto usando uma corda desceu suas coisas e me chamou eu fiz o mesmo pegamos os cavalos e saímos em dispara rumo ao Novo México. Fomos direto só paramos uma vez para levantar acampamento e dormir e continuamos a jornada já estávamos no Novo México. Quando chegamos à cidade da mina de ouro onde era o meu destino. Jackson disse para eu tomar cuidado a quadrilha de bandidos dominava a cidade inteira que eu não podia confiar em ninguém por aqui Jackson continuou sua viagem eu fui em direção da mina essa mina era pequena estavam começando a escavação ainda não tinha muitos guardas eu tinha que entra despercebido procurar meu pai

e sair sem disparar um única bala esse era meu plano e fiquei só observando e esperando anoitecer. Não demorou muito para anoitecer e comecei a botar meu plano em pratica a noite seria mais difícil deles me reconhecer entrei no local sem der reconhecido de acordo com o plano comecei a procurar meu pai. Entrei no primeiro túnel perguntei para um homem que estava parado perto de uma lamparina que estava quase apagando e eu falei que estava a procura de Joseph William ele me disse que ele estava logo a frente era só seguir em frente que eu o acharia foi o que eu fiz caminhei um pouco e o encontrei meu pai estava feliz por velo, mas também preocupado por que entrar foi fácil mas sair era difícil.eu comecei a explicar a situação ao meu pai disse que tínhamos que sair dali rápido, mas meu pai se negou disse que precisávamos libertar seus amigos também e já sabia o que fazer levantou um pano que cobria um carrinho que estava cheio de dinamite falou para estoura na entrada da mina meu pai chamou todos os mineiros do local levamos o carrinho discretamente ate a saída da mina meu pai acendeu o pavio e todos correram em direção a saída os guardas começaram a dispara contra a gente quando de repente as dinamites explodiram o impacto foi feroz a mina desabou

muitos guardas morreram e os guardas que sobraram começaram um tiroteio os minérios estavam desarmados e todos  escondidos junto comigo atrás de uma pedra que havia rodado de cima da montanha com a explosão estava tudo por minha conta eu tinha 17 balas pra 12 guardas seria meu maior feito se conseguíssemos fugir os guardas disparavam contra nos eu esperava eles descarregarem a arma para atira neles. O primeiro guarda estava bem perto foi fácil mata-lo o segundo estava mais longe não conseguia mata-lo minha esperança estava acabando junto com minhas balas quando de repente Jackson apareceu em uma carruagem com de armas e.

Jackson:

-Não podemos deixar os amigos na mão não e garoto.

Eu:
-Como conseguiu essa carruagem e as armas?

Jackson:

-Peguei emprestado do delegado da cidade ele me devia alguns favores.

Os mineiros pegaram as armas e foram pra cima dos guardas que fugiram todos para sei lá onde. Meu pai e Jackson subiram na carruagem eu fiquei apreciando as ruinas da mina. Eu subi na carruagem olhei para meu pai e fomos embora.


Written by João Bosco in: 1888,Agenda,Contos,João Bosco | Tags: ,

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