Einherjar
Escritora: Samila

Ele veio a minha procura, atravessou os mares mais mortais para me encontrar nesta terra feita de frio e gelo. Deixou para traz uma esposa e dois filhos que rezam e esperam por ele, mas ele sabe que não voltará. Ele veio para mim, para terminar em meus braços nesta noite de glória.
Olho-o cheia de desejo no momento que ele me desperta com o poderoso som do seu grito de guerra: o urro enfurecido de um guerreiro que sabe que a morte está próxima, mas não a teme. Os olhos azuis e frios miram a minha imagem com convicção enquanto ele observa a tempestade se formando no horizonte. Seu corpo forte e cheio de cicatrizes me excita enquanto eu o observo se aproximando, tendo a certeza de que ele é meu amado, aquele por quem eu espero há tanto tempo.
Ele vem em minha direção, avança sem medo junto aos seus irmãos de batalha numa marcha lenta e forte que faz o papel dos tambores em anunciar a guerra, pois seus passos fazem tremer as montanhas e congelarem os inimigos.
O vento gelado fere sua face, mas ele não sente. Ele sente apenas ódio, dor e fúria, e com tão intensos sentimentos ele pede por minha bênção, e eu a dou na forma de um beijo que ele vê como um relâmpago cortando o firmamento. Eu grito seu nome na forma de um trovão que o preenche de força.
Ele clama pelo nome de Odin e pela destruição daqueles bastardos sem face ou nome, desprovidos de honra e glória. Ele ergue seu machado e pede pela vitória, e o mesmo fazem seus companheiros. Os inimigos surgem e gritam também, em maior número. Pendem por poder aos seus falsos deuses e erguem suas lanças, espadas e arcos.
Mas não avançam.
Quem avança é meu guerreiro, sem medo mesmo sabendo que que esta é sua última batalha; sabe porque Odin o ama, e aqueles que os deuses amam são os que morrem cedo. E por isso a paixão flui em suas veias à medida que ele grita e perde a consciência, pois pensamentos não são importantes neste momento: tudo que ele precisa fazer é matar. Matar e se vingar!
O machado tão alto desce com toda força e parte ao meio um deles como se nada fosse, fazendo o sangue fétido voar como oferenda aos deuses. Meu amado novamente grita o nome de Odin, e nesse momento os machados de seus irmãos também se tornam rubros. O júbilo da morte toma seus corpos em um frenesi de exaltação e carnificina. Mais golpes são dados, e os gritos de guerra não cessam, repelindo os golpes e as flechas inimigas.
Meu amado mata como um insano, e mata para mim. Cada inimigo derrubado é dedicado ao nosso amor e eu me regozijo em ver o sangue impuro escorrendo como a mais bela prova de adoração.
Eles eram mais numerosos, mas nunca haveriam se der páreos, não enquanto eu estivesse lá para abençoar meu querido guerreiro, pois mesmo quando em meio àquela sinfonia de morte a lâmina do inimigo o acertava o peito de meu Einherjar, eu e ele e Odin sabíamos que fôramos agraciados com a vitória e a glória.
Por mais que sinta em meu próprio peito a dor daquele golpe, e por mais que algum desespero tome conta de mim enquanto meu amado grita de dor e fúria, eu sorrio sabendo que elegi o melhor guerreiro, pois mesmo quando seu sangue banha a neve e seus joelhos cedem, ele não se permite cair antes de seu machado fazer de vítima seu algoz.
Observo a cena com emoção, vejo límpidas lágrimas correndo por sua face dura e sofrida, e sinto vontade de chorar em saber que Midgard jamais verá outra vez batalha tão épica. No fundo, por mais que ansiasse por nosso encontro, não queria que fosse hoje o grande dia, não para ele nem para nenhum de seus corajosos irmãos.
Agraciando-lhe com a maior das honras e enxugando minhas próprias lágrimas, voo com meu cavalo ao seu encontro, pois antes que seu tronco encontrasse o chão eu já o teria em meus braços, pronta para levá-lo pra Wahalla, onde haveríamos de nos amar até o Ragnarok.
Mas em seu último momento, ele diz meu nome.
“Skeggjold…”
Eu sorrio e o levo comigo, o Einherjar que morreu em glória para ser livre.
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Samila, gostei muito do que vc escreveu, dinâmico, honesto, e realmente atende ao que foi proposto. Sempre fico com o pé atras com contos épicos porque na maioria das vezes, vejo uma mistura de RPG e literatura, mas o seu não passou essa ideia, um dos motivos pelo qual escrevi, minha critica é, tem alguns trechos que me confundem um pouco, esse por exemplo:
“Eles eram mais numerosos, mas nunca haveriam se der páreos, não enquanto eu estivesse lá para abençoar meu querido guerreiro, pois mesmo quando em meio àquela sinfonia de morte a lâmina do inimigo o acertava o peito de meu Einherjar”.
Os tempos me confundem um pouco.
Parabéns
Opa, Bruno, um prazer você por aqui =D
Obrigada por ler, que bom que lhe agradou… Eu Pessoalmente gosto muito de trabalhar mitologias, e especialmente, por ser fã de power e viking metal, gosto do conceito de ‘épico’ XD
——-
Com relação aos tempos verbais, esse é um grande ponto fraco meu, o qual sempre observam em meus textos, mas eu não consigo corrigir pelo simples fato que em minha mente não consigo compreender bem a diferença deles. Consigo diferenciar apenas passado, presente e futuro, então quando começa isso de ‘pretérito do caralhoaquatro’ eu já me perco, e misturo tudo mesmo, tanto que mesmo você salientando o trecho, eu não achei a mistura de tempos.
Isso foi uma falha na minha educação formal, aliada à minha natural falta de atenção e compreensão das peculiaridades da língua portuguesa. @_@
Desculpem pelos erros.
Ah, só para avisar que eu ainda estou escrevendo a segunda parte deste conto, com o ponto de vista do guerreiro.
Postei essa logo para ver se o tema agradaria ^^’
Tempos verbais são complicados, principalmente quando estamos narrando em primeira pessoa, é um vicio, pois entramos muito na historia, costumo dizer que não imagino a historia, vejo e descrevo o que vejo, assim sendo as vezes fica uma coisa passado presente e isso confunde um pouco quem lê, não sei como não escorreguei nisso naquele conto do Som do Silencio. Espero acinoso a visão do guerreiro, ja escrevi em primeira pessoa na visão de uma garota, mas não sei, mulheres nesse quesito sempre se saem melhor.
Eu pessoalmente ADORO escrever em 1ª pessoa, e acho que essa é a primeira vez que escrevo usando um eu-lírico feminino… Eu gosto mais de escrever sobre homens.
Muito bom, também espero a continuação, parabéns.
Muito obrigada
Muito bom, o seu texto, Samila. Estou ansioso para ver a outra versão.
Quanto aos tempos verbais, acho que você pode fazê-los um ponto forte. Usado bem, pode aumentar o suspense e a tensão da história. Seria uma quebra de paradigma em um gênero que a técnica narrativa não apresenta grandes novidades.
Uma dúvida de nerd: Qual é o significado de Einherjar?
O meu problema com os tempos verbais é que eu realmente não sei diferenciá-los @_@
Eu fui uma péssima aluna de português e sempre declarei guerra às aulas de gramática… Hoje me arrependo, é claro…
~~~~~~~~~~~~
Einherjar seriam os guerreiros escolhidos que após morrer em campo de batalha eram recolhidos pelas valquírias e escoltados até Wahalla (o lugar que eu mais quero ir), onde se preparariam para lutar por Odin no Ragnarok.
Pqp da mitologia nerd, né?
Adorei o significado, dá pra trabalhar umas coisas bem interessante em cima.
Com certeza, mitologia nórdica é muito rica. É a minha segunda favorita, perde apenas para a céltica ^^
Minto, é minha terceira favorita, a céltica é a segunda. Minha favorita mesmo é a cristã *-*
Adoro a cristã, tenho um livro que chama Lenda e contos da terra Santa, é bizarro hsuhsuhs mas muito legal.
Eu sou apaixonada pela demonologia cristã desenvolvida durante a idade média e no início da moderna *-*
Muito bom o conto, mitologia é uma coisa que me fascina muito… Grande Odin, pai de Thor e numa parte onde você diz: “O machado tão alto desce com toda força…” você estava falando de Thor?
E por que será que “e aqueles que os deuses amam são os que morrem cedo.”, seria por inveja? Seria por disputa de poder? Ou simplesmente pelo fato de medirem forças para ver quem é o melhor?
Parabéns e espero ler a continuação.
Talvez pq eles muitas vezes tem a gloria divida, e não há sinal na mitologia nordica, celta, Romana, grega ou cristã que mostre que um deus aceita dividir sua gloria, principalmente com mortais
Olá Vanderlei! Bem, nesse conto o guerreiro é apenas um guerreiro, talvez até um berserker, mas definitivamente não passa disso.
Com relação a essa frase, eu a usei com o sentido que os deuses chamam para junto de si os guerreiros mais valorosos, que eles mais amam, e por isso tais guerreiros morrem jovens.
No caso da mitologia nórdica, especificamente, se um guerreiro morria em batalha, imaginava-se que provavelmente seria porque os deuses o queriam em Asgard.
Obrigado Samila pela interpretação, realmente sé quem escreve consegue ter a visão de cada palavra… Ainda me pergunto como em interpretações de texto os professores querem discutir com o aluno sobre o modo do autor escrever, tanto o aluno, quanto o professor podem estar com a certeza ou nenhum dos dois, risos…
Eu acho que no momento em que alguém posta um texto, perde um pouco da posse dele, uma vez que ele é absorvido por cada leitor.
Logo, quando vocês todos leram o conto, ganharam parte da posse dele, o que faz com que as interpretações pessoais sejam tão ou mais válidas quanto a minha intenção.
Por isso em análise textual a intensão do autor costuma-e deve- ser suprimida em função da compreensão efetiva.
Afinal, de que adianta vir um autor dizendo “não, não era assim, eu queria dizer assado”, se todo mundo entendeu ‘assim’. Se o leitor entende de um jeito, se foi isso que o texto acabou passando para ele, dane-se o autor. (eu usei esse argumento na escola uma vez, a prof não gostou muito, pq será?)
Escrever em terceira pessoa do presente já é bem difícil, em primeira pessoa então…
Fica difícil e confuso manter a narrativa, tanto para o escritor quanto ao leitor. Isso deve-se ao fato do costume não-literário que temos de contar histórias.
Gostei da história, mas se fosse no passado seria muito melhor. Não estou aqui pra julgar, claro que não. Só uma observação mesmo.
Como na citação do Bruno Sanje, àquela parte do texto você dá uma desandada em relação aos tempos e pretéritos.
Em prosa, pra um exemplo de explicação de um profissional de verdade, o contista J.M. Trevisan uma vez comentou justamente sobre isso:
.
“Convenhamos: ninguém anda pela casa pensando “abro a porta da cozinha e vejo meu gato. Ele mia”.
É claro que não é impossível escrever no tempo presente com resultados ao menos satisfatórios. Com treino e cuidado, pode até ser um recurso interessante. O importante é analisar o que isso pode acrescentar ao seu conto, romance ou roteiro. E fazer direito.
A principal vantagem é poder explorar a não-linearidade do pensamento. Dá para narrar o que acontece naquele exato momento e ao mesmo tempo viajar. Tangenciar a narrativa através de observações, relatar acontecimentos anteriores. Nick Hornby fez isso muito bem em Alta Fidelidade (o livro, não o filme. Que também é bom, diga-se de passagem).”
.
Só uma observação, como disse.
No mais; continue, vai haver um próximo desse gênero certo? Quero lê-lo. ^^
Abraços.
Definitivamente tenho que revisar essa budega!
Obrigada por suas observações, Lord. Malditos pretéritos, vou começar a escrever em esperanto -n
E sim, tenho que terminar o outro conto @_@
Obrigada!
Olá! Gostei!a espera do proximo. Uma koisa, a frase onde tem dois “que”, é d proposito? “Quem avança é meu guerreiro, sem medo mesmo sabendo que que esta é sua última batalha;”
Mas mesmo assim fiko otimo!
abraçosss
Opa! Obrigada! E bem, essa repetição dos ‘que’s foi patetice da autora, assim como os demais erros XD
Abraços!
Eu achei poético e forte ao mesmo tempo. Um conto digno da grande escritora que Samila se tornou. Como todos á mencionaram os errinhos e gramática, fica somente a observação de que a literatura nórdica é tão poderosa quanto seus elementos, guerreiros e deuses… Sou fascinado por mitologia. Samila, parabéns mais uma vez.
Nhai, obrigada Elcio… Sabes como fico com os teus comentários!
E nhai, gramática, essa velha inimiga… XD
E mitologia nórdica é tudo de bom XD
Beijos!
Parabéns. Bati palmas quanto terminei de ler. Contos épicos são o meu forte amo eles. Erros todo mundo tem, afinal somos humanos(Ava. Gostei da forma que ela narra. Nota 10.
Olá Leo! Muito obrigada! E como uma boa fã de Power Metal eu tenho um grande apreço por tudo que é épico XD
E nhai, erros para mim são uma constante @_@
Obrigada por ler! Abraços!
Samila, vc sabe que gosto muito do seu estilo e isso se provou mais uma vez nesse conto, do qual gostei bastante! Sou um mitólogo inveterado e ler sobre uma batalha do ponto de vista de uma Valkíria (nome que, sabe-se, significa “Aquela que escolhe os mortos”) foi de certa forma inebriante e, ao menos para mim, inovador. Acredito que faltou um pouco de revisão, porém… algumas palavras com grafia incorreta ou repetidas… Também ousaria dizer que a construção do momento, as “preliminares da batalha”, se alongaram um pouco em demasia (mas isso é uma opinião particular, é óbvio). Enfim, Parabéns, e rogo, não pare de escrever!
E a imagem do Conan merece um “MUITO FOD@!” à parte!
Opa! Obrigada! Acho que nerds e mitologia são coisas que combinam muito bem =D
E bem, agora que citas, nunca vi mesmo uma valquíria narrando nada ‘-’
E sim, revisão, revisão! Revisarei, juro! @_@
Obrigada, e tendo tempo eu escrevo XD
Samila é true barbarian! \o/
Vou ler e comentar o quanto antes.
Passando por cima, me deu vontade de jogar Valkyrie Profile.
GWAAAAAAAAAAAARRRRRRRRRR!!!
PILHAR, MATAR, DESTRUIR!
*Viking feelings*
Eu também gostei. Minha crítica é somente ao fato de que não existem maiores explicações do amor que o narrador sente pelo guerreiro. Ou então eu não entendi…
De fato, esse amor não é explicado, mas sim tratado como algo nato. É de se esperar que uma deusa da guerra ame um guerreiro, e nisso que nasce o conto – uma questão de mitologia mesmo.
Abraços, e obrigada!
Pensei que estava lendo “Cronicas Saxonicas” , mas talvez não seja influencia da saga , e sim do inconfundivel gosto da mitologia nordica presente em varias obras .A valkirye ficou fodastica! No começo eu tava pensando que quem narrav era odin , mas depois deu pra entender tudo.
Muito bom , com sempre a Samila escreve muito bem.
-
o.Ò reparou que esse texto não tem yaoi?
-
Samila , eu não estou achando o seu livro A lenda de fausto , ele esta disponivel na Saraiva e na Leitura?
Não tem yaoi! ARRRR… Como isso pode ser possível???
lol
É, de vez em quando eu escrevo sem yaoi (embora nada garanta que esse guerreiro não se deitasse com algum irmão de batalha nas noites mais frias, né…)
Se bem que eu amei a ideia de narrar o amor de Odin *-*
e bem, meu livro está disponível só comigo mesmo ‘-’
Bela escrita, Samila.
Vou confessar que fiquei apreensivo durante o texto achando que era yaoi, mas aí eu li “pronta para levá-lo…” e fiquei mais tranquilo haha…
Eu pessoalmente prezo pelas descrições mais diretas, sólidas, menos sensoriais, mas ainda assim achei válida a forma como você descreveu as cenas. Os nomes também são bem característicos, ainda assim sonoros. Uma ressalva é que “Wahalla”, tenho quase certeza se escreve “Valhalla”.
E eu li ali em cima, curte Power Metal? Isso é demais, eu também sofri bastante influência por conta desse tipo de música! Sou metaleiro até a morte!
HUAhau, nossa, agora que vi esse comentário, que vergonha! e Sim, Power metal desde criança! Foi o primeiro tipo de metal que escutei, digo mais: Nocturnal Rites, Wake up Dead XD
Foi o power metal que me fez gostar de RPG, e o RPG me fez gostar de criar coisas nesses mitologias nerds. XD
E agora eu vi, no conto está errado mesmo, minha intensão era Walhalla – com W mesmo, mas faltou um ‘l’ aí no meio >.<
Desatenção, desatenção
Obrigada por ler e comentar, e 'vencer o medo' de ser yaoi
HUahuaa, vocês estão me dando ideias! Acho que vou escrever um yaoi de vikings! *-* (o que me lembra que um dos primeiros mangás yaoi que li na vida era com essa temática XD)
A grafia de Wahalla é um fator controverso: embora a maioria das pessoas utilize de fato Valhalla, eu gosto de usar Walhalla por causa de uma música de viking metal com esse nome que eu gosto muito – ou seja, frescurinha da Sami.
e Skeggjold é de fato o nome de uma valquíria, significa “Hora do Machado”, True, não? XD
E nem me fale de Power metal que eu ainda estou quebrada do show do Grave Digger =D
Dor muscular, garganta inflamada e arritmia toda vez que lembro que o Chris dedicou uma música para mim no show! *-*
É que esse conto surgiu de uma música deles, ‘Whom the gods love’, que consta como trechos do conto =D
Enfim, Heavy Metal rules!
Uau! Não fui no Grave Digger, pra ser sincero, comecei a ouvir GD não faz tanto tempo (me apedreje!). O último que eu fui foi Stratovarius + Helloween em Maio ou Abril desse ano, e foi FOD@!
-
Quanto ao yaoi, claro, é você que decide o que fazer das histórias, mas yaoi viking pra mim seria AARG!! HAHA
hauahauahau, eu acho muito fofo yaoi de guerreiros em geral… tem possibilidade de dramas excelentes =D
eu realmente gostei dessa ideia.
Na verdade, meio que existe isso na literatura. Vide o triângulo Arthur/Lancelot/Gwenhwyfar em Brumas de Avalon. Tem até uma música do Blind Guardian sobre isso. \m/
yaoi também é metal. xD
*toma vergonha na cara e vai ler o conto da Samila.*
hUHAuaha, bem, levando em consideração que eu costumo escrever inspirada com músicas de metal, metal deve ser bem yaoi! XD
Meu primeiro comentário aqui no ONE.Gostei bastante do conto Samila, tem um ritmo muito legal e o ponto de vista também é ótimo,além disso o senso de ambientação é muito leve e natural.Continue escrevendo assim,e inspirando a muitos como eu.Espero em breve ter a honra de ter um conto meu figurando ao lado do seu e de grandes outros contistas que existem aqui no site como já pude perceber,abraços.
Opa, que honra =D
Que bom que gostates do conto! ontem mesmo eu comecei a revisá-lo, vou pedir para o Guns alterar quando eu o fizer – eu preciso de umas semanas para revisar algo meu com o mónimo de eficiência, e ainda assim, sem garantir bons resultados @_@
E nahi, ficarei tb esperando pelo seu conto entrar na agenda! Lerei com gosto =D
Obrigada!
“o urro enfurecido de um guerreiro que sabe que a morte está próxima, mas não a teme.” – traduzindo em linguagem de gamer: “go berserker” e levar uns dez inimigos junto. \m/
“sabe porque Odin o ama, e aqueles que os deuses amam são os que morrem cedo” – boa percepção da morte honrada na mitologia nórdica.
Adorei o estilo da linguagem, é bem forte, como caberia a uma Valquiria. É uma canção de guerreiros, de fato. Gostei que foi um conto desses que fazem esatamente o que prometeram. xD Foi breve, na medida certa, agradável de ler e bem dinâmico, com uma boa caracterização do tema e realmente um clima incrível, capaz de fazer o leitor saborear cada parágrafo. Tem só uns 0,03% de errinhos que uma revisão resolveria. Deu quase para ouvir a Marcha das Valquirias do Wagner nos momentos finais, quando a narradora voa em direção ao guerreiro caído e o leva para Wahalla. True barbariam, mesmo.
E você está escrevendo eximiamente bem.
Diria que esse texto e Trilo do Diabo são os dois trabalhos teus que mais gosto agora. x3
GWAAAAAARRRRR! PILHAR, MATAR, DESTRUIR!!!! GWAAAAAAARRRRRRRRRRRRRR!
Pois é, como disse alí em sima, esse conto nasceu de uma música de power metal, mas especificamente da Whom The Gods Love Die Young, do grave digger, então, dái que saiu a frase de efeito XD
Que bom que você gostou! eu comecei a fazer a revisão e acredito que ficará melhor, já que eu vou mudando alguns verbinhos e preposições ^^
e sim… Walhalla awaits me!!
Obrigada, Aninha! Seus comentários são sempre muito engrandecedores!
‘sima’?? pqp, s mata, Samila.