Brasileiros na Guerra
Escritor: João Bosco
Dois de julho de 1944 meu nome e Fernando Mascarenhas Dias sou um soldado da FEB Força expedicionária brasileira, estou dentro de um navio preste a desembarcar no porto de Nápoles foram 16 dias de viagem em condições precárias. Eu era mais um recruta que chegava para substituir as perdas da nossa infantaria eu ficaria sobre o comando do general João Batista Mascarenhas de Morais. Apesar de termos sobrenomes iguais não tínhamos nem um tipo de parentesco. Minha divisão estava sob a supervisão do comando estadunidense, ao qual a FEB estava subordinada. Minhas primeiras semanas não foram tão agitadas estava-me acostumando com as condições climáticas do local.
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Setembro de 1944 minha infantaria estava se preparando para sua primeira missão tínhamos que tomar as comunidades de Massarosa,Camaiore e Monte Prano localizadas na região da Toscana, província de Lucca.
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Outubro de 1944 a invasão.
4 horas da manha ainda estava escuro minha divisão ainda permanecia sob supervisão do comando estadunidense nos atacaríamos ao aparecer de sol. Minha tropa abriria caminho para a divisão de apoio. Estávamos em dois grupos de 12 soldados atacaríamos os dois lados da cidade ao mesmo tempo. A outra tropa de aliados estava do outro lado da cidade iriamos atacar do lado direito da cidade e encontra a outra tropa no meio da cidade. Ficamos esperando o tanque aliado que era o sinal para atacarmos o tanque apareceu alguns minutos antes do previsto, mas já estávamos todos preparados o tanque fez o primeiro disparo foi o sinal para atacarmos fomos cautelosamente liquidando nosso inimigos quando avistamos uma barreira das tropas inimigas teríamos que esperar o tanque ficamos fazendo a cobertura para o tanque chegar sem danos o tanque não demorou muito a chegar e destruir a barreira podemos avançar com sucesso as tropas inimigas estava resistindo mais não duraria muito tempo. Quando nos aproximamos mais do centro da cidade deparamos com um tanque inimigo procuramos nos esconder bem rápido o tanque parou em uma esquina fechada por destroços de casas que ficava bem a frente de um prédio antigo. Meu comandante deu a missão de destruir o tanque. Eu e mais um soldado fomos designados para essa missão. Castello como era o nome do meu colega de infantaria levava com ele uma bazuca uma arma usada para penetrar veículos blindados. Entramos no prédio eu fiz a cobertura de segurança padrão para proteger meu colega. Quando chegamos ao topo do prédio o tanque havia se movimentado para traz sem problemas não atrapalharia a missão. Castello carregava a bazuca e eu fazia a cobertura não demorou muito e Castello atirou contra o tanque inimigo barulho foi ensurdecedor mais o tanque foi completamente destruído. No caminho de volta para o grupo encontramos com uma tropa de soldados inimigos. Castello e eu nos escondemos atrás de uma parede e esperamos os soldados inimigos partirem, mas eles não iam embora. Decidimos atacar peguei uma grana e lancei contra eles a explosão não matou todos eles, mas deu uma ajuda abrimos fogo contra os inimigos que sobraram da explosão não sobraram muitos mais ainda estavam em maior numero o tiroteio durava minutos e eles estavam resistindo ao nosso ataque muito bem. O ataque estava falhando pensei que iria morrer aqui. Castello pede ajuda com um sinalizador e passados alguns minutos nossa tropa chega para dar apoio. Despois da chegada de nossa tropa os inimigos se renderam. Voltamos a nossa rota para conquistamos a cidade. Seguimos em frente para o alojamento dos soldados fascista que ficava bem no centro da cidade. Quando chegamos lá o outro batalhão de aliados já encontrava resistência dos soldados fascista nos reunimos com o outro batalhão. Meu comandante reuniu uma tropa de sete homens para invadir o alojamento fascista. Eu fui um dos sete soldados convocados para a invasão fomos em direção do alojamento era um prédio de três andares com um grande portão de algum material bem resistente. Dois soldados estavam em carregados de detonar o portão. Eu e os outros quatro soldados ficaram fazendo a cobertura não demorou muito e o portão foi detonado a invasão começou. No primeiro andar não encontramos muita resistência chegamos ate a escada sem nenhuma perda. Quando subíamos as escadas um soldado inimigo jogou uma granada entre meus dois pês peguei ela o mais rápido que pude e lancei ela de volta ele explodiu no ar causando um grande alvoroço nos soldados inimigos aproveitamos a situação e abrimos fogo contra eles matamos a maioria deles na confusão. Mais ainda não tinha acabado o confronto chegou reforço dos soldados inimigos. Protegemo-nos em alguns cômodos do alojamento e pedimos reforço ao comandante mais teríamos que esperar ate o reforço chegar os fascistas não estavam se rendendo. Com seguimos resistir sem nenhuma perda ate o reforço chegar. Os soldados inimigos estavam começando a ficar sem munição alguns deles ate pararam de atirar nos aproveitamos desse fato para liquidar mais soldados inimigos. O reforço chegou nosso numero de soldados dobrou com isso liquidamos os soldados inimigos do segundo andar. O terceiro andar era uma sala de comunicação fascista. A porta estava bloqueada com alguma mobília um dos nossos soldados foi caminhando em direção a porta olhou para trás deu um sorriso irônico pegou uma granada pendurou na porta olhou para trás de novo puxou o pino e correu em nossa direção. A granada explodiu arrebentando com a porta e o que estava por perto invadimos a sala e todos os soldados inimigos levantaram as mãos e se renderam. Prendemos eles levamos para fora do alojamento. Eu fiquei lá e comecei a armar a bomba para explodir a sala de comunicação programei a bomba para trinta segundos disparei a contagem e sai correndo de lá voltei para o batalhão que já tinha liquidado todos os inimigos olhei para cima e o prédio explodiu. Todos comemoraram a vitória por pouco tempo, pois sabíamos que a guerra não terminara.
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Estava indo bem, mas me perdeu na falta de vírgulas e erros de português.
Achei o cenário bom (e por isso li), mas me pareceu um relato simples, meio apressado e sem revisão.
Cara , o clima é bom , mas tem muitos atropelos. Precisa muito de uma revisão. E algums coisas que achei meio ilógicas : a invasão da cidade por tao poucas provas com uma pequenina defesa e um area de comunicação com o nucleo fascista. Outra a FEB era boa sim , mas era uma tropa de guerrilha .Sua luta era a guerrilha , emboscadas , surpresas , e não ataques no bruto assim.Na guerrilha urbana , essa luta ae nem da pra considera guerrilha urbana , o soldado defensor da cidade tem sempre a vantagem , um unico soldado dentro de uma casa ou lugarres escondidos da cidade , pode matar mais de 15 ., 1pra 15 e uma desvantagem tremenda.Por isso eu não gostei tanto. Ficou meio rambo demais.Em vbarios pontos a microcospica tropa brasileira nem sofre perdas ae , ta meio ilogico.
“a invasão da cidade por tao poucas provas ” em vez de prvas é tropas XD
Bom vou anotar os meus erros para nao cometelos de novo e deixar o conto mais realista .E espero melhorar bastantes.