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Aug
02
2011

Ensaio sobre o Amor

Escritor: Otávio Caetano

Era uma vez… Não, isso é um inicio muito chato para uma história, então vamos recomeçar: Havia um garoto (que já não era mais criança) que vivia tranquilamente o seu dia a dia, pensando nas coisas da vida, fazendo planos, elaborando idéias, estudando e se divertindo. Mas um sentimento desconhecido afligiu nosso herói, ele ficou confuso no primeiro momento, não sabia como explicá-lo, era como saudade, mas não sabia pelo que… Consultou seus amigos, explicou o que sentia e todos davam a mesma resposta:

– Não dê importância, é difícil e árduo, mas tente não se importar, não leva a lugar nenhum e tu só vai se machucar.

Surpreso com a frase rimada que recebia de cada um, não absorveu o espírito do conselho que só aumentava mais sua curiosidade. Nos dias seguintes percorreria a cidade perguntando sobre o que sentia para os mais velhos e talvez obtiver uma resposta mais coerente. Mas tudo que ouvia era isso:

– Não ligue, não procure, já sei onde isso vai dar, tu pode se machucar…

Nosso herói já pensava em unir as respostas e fazer uma letra de música popular, mas estava irritado e intrigado, a cada dia aquele sentimento crescia… Decidiu viajar para procurar a resposta em outras cidades.

Caminhava bastante, parando de estabelecimento em estabelecimento perguntando as pessoas sobre isso, aparentemente, muitas pessoas não sentiram aquilo na vida e os que sentiram de nada produtivo tiraram.

À medida que avançava em sua viagem, ficava cada vez mais melancólico e com frio… Ficava triste quanto ao seu futuro, ainda mais com o sentimento crescendo em seu peito, e já não sabia se satisfazendo sua curiosidade diminuiria a sensação.

Em uma das cidades que visitava em sua aventura, sentou-se numa praça para descansar, ali perto discursava para um amontoado de pessoas um homem careca, com uma voz convicta dizia sobre o sentimento que sentiu, explorou e encontrou grande felicidade nele. Incitava os outros a procurarem por ele.

– Não adianta de nada ficar parado lamentando-se, como um jacaré olhando pra luz. É preciso fazer alguma coisa!

O garoto se sentiu revitalizado, voltou a perguntar para as pessoas, talvez descobrisse de alguém como o homem careca tinha descoberto. Então ele acabou por abordar uma linda garota (que também já não era mais criança), que ao olhar para ele, desarmou nosso pobre herói, que esqueceu o que ia falar e se corrigiu com uma piada pronta.

O sorriso dela fez o jovem desfalecer mentalmente (não conseguiria fechar os olhos frente tamanha beleza), e ele continuou a gracejar, queria que aquele sorriso fosse eterno naquele rosto.

Mas mesmo assim, nela ele sentia uma profunda tristeza por trás da risada que o fazia pensativo e preocupado, e mesmo tentando alegrá-la, nada dava certo, por fim ele perguntou qual era o problema.

– Há muito tempo eu compartilhava com um garoto, que já não era criança, esse sentimento inexplicável que sentia, mas as coisas não iam bem e tivemos de nos separar e agora o sentimento se volta para mim e me traz agonia e tristeza…

– Mas algo tem que ser feito, minha senhorita – disse ele. – também sinto o mesmo que sentes, e, não sei explicar o porquê, estar contigo fez aquilo sumir e não posso vê-la triste, o que posso fazer?

– Descobrir o que é isto que tanto me aflige agora e que me afligia talvez me cure.

E juntos, o garoto e a garota passaram a viajar juntos a perguntar para cada passante sobre seus sentimentos, e o garoto continuava a tentar animá-la com todo o seu afeto, e aos poucos o coração da menina se alegrava e adquiria grande simpatia por ele, e a ela também o sentimento a afetava cada vez menos.

As respostas que encontravam nunca satisfaziam e todos pareciam desconhecer ou relatar as péssimas sensações desse sentimento. Acabaram por encontrar o homem careca que nosso herói encontrou na praça e este falava do sentimento.

– Eu o chamo de Amor, os filósofos há muito debatem sobre isso, tive a fortuna de vivê-lo, são poucos os que tiveram essa oportunidade, conheço só dois! Dei-me a liberdade de nomear esse sentimento universal que sentimos pelo menos uma vez na vida.

E com as explicações do homem, os dois se encontravam maravilhados, tiveram suas respostas e agora precisavam viver esse sentimento, se despediram.

Na volta para casa, nosso herói se lembrava do que passou com a garota, e o Amor que sentia doer no peito, e que com ela não dava sinais de ter existido. Por que tinha de doer tanto a separação? Perguntava ele a si mesmo, o Amor não é uma coisa boa? E quando mais se distanciava da cidade da garota, mais o Amor o consumia.

Não podia suportar. Não conseguia viver. Tinha necessidade quase física da garota. Ele estava vivendo o Amor, mas tinha se dado conta de que não é um sentimento que se tenha sozinho. E ele se encontrou com o homem careca novamente.

– Não podes ficar parado, já te expliquei a essência do Amor, mas é preciso agir, nunca saberá se com ela será bom ou ruim. De certo é que sem nada fazer, só a dor do arrependimento é que carregarás.

E nosso herói partiu para mais uma aventura, dessa vez conhecendo bem o que sentia.


Categorias: Agenda,Contos | Tags:

7 Comments»

  • Rich says:

    tri o/

  • Turk says:

    tri

  • Não curti muito o conto, mas sim a maneira de tu escrever ele.

    Muito bem escrito e explicado.

    Boa 😀

  • Lélia says:

    A descoberta do amor! A condução da narrativa transporta-nos para mundo adolescente repleto de perguntas e a eterna busca de respostas que acompanham-nos pela vida toda.

    Gostei Otávio 🙂

  • Dirce says:

    Gostei do texto, do tema, mas os outros textos achei melhores e mais emocionantes, ok?

  • Luciano Andrade says:

    A ideia do conto foi boa, mostrar o nascimento desse sentimento tão idílico e necessário. Só que, sinceramente, o conto ficou um tanto mal desenvolvido, algumas partes não completam o sentido de outras. E ficaram algumas pontas soltas, tipo quem era a garota? Como e porque o homem careca foi parar na praça? E o garoto era homem adulto ou adolescente?
    De qualquer forma a narração estava boa, bem construtiva, apesar de não apresentar muita coerência.

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