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Sep
19
2011

Novos Titãs | Série vai ter personagem gay

Seja por correção política ou expansão de mercado, a nova série dos Novos Titãs  terá um personagem homossexual: Bunker, um herói adolescente mexicano, criado como parte do reboot da DC Comics.

Teen Titans  #1 sai esta semana nos EUA, mas o novo herói só vai aparecer na edição 3, de novembro. Quem entregou a novidade foi o desenhista Brett Booth, via Twitter. Ele inclusive compartilhou um desenho do personagem, que você confere ao lado, e disse que seu poder é o de ”criar pequenos campos de força que parecem tijolos”.

A série é escrita por Scott Lobdell, conhecido por ter feito o primeiro super-herói da Marvel, Estrela Polar, sair do armário na década de 90. [via Omelete]

O mercado muda de tempos em tempos e as editoras precisam se adaptar se não ficarem para trás.

Leia mais clicando no link do Omelete.

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Written by Bruno Vox in: Notícias | Tags: , , , , ,

9 Comments»

  • Franz Lima says:

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    Na boa… o cara se torna mais legal por ser gay? Nada contra, mas isso me dá a impressão de que bolaram o personagem para agradar a uma classe específica, algo bem próximo das cotas.
    Estrela Polar e a Tropa Alfa ganharam credibilidade junto ao público antes da divulgação da homossexualidade do cara, o que tornou a revelação menos bombástica, menos enfática, pois o importante não era com quem o Estrela deitava, e sim sua participação nas missões da equipe.

    • Samila Lages says:

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      Eles estão querendo consumidores nessa classe, nada mais simples. Muitos quadrinhos já tem gays assumidos. É apenas natural

    • Shado Mador says:

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      Concordo plenamente.Assim como não se pode classificar o herói pior por ser homosexual, como aconteceria bem antigamente, não se pode classifica-lo como melhor por isso.

      • Samila Lages says:

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        Mas não é para ser melhor ou pior, é apenas para atrair consumidores que até então estavam sendo ‘deixados de lado’
        A sociedade mudou, hoje o gay pode se assumir parante ela na vida real, então os gays nos quadrinhos podem fazer o mesmo, e se isso vai atrair uma nova parcela de consumidores, melhor ainda. É só olhar pelo lado comercial que tudo faz sentido.
        Eu pelo menos não vejo a hora do Robin sair do armário.

        • Ana Bourg says:

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          Não estão dizendo que o personagem aí é melhor ou pior por ser gay. Só estão dizendo que o personagem é assumidamente gay. Acredito que quem se incomoda com isso, tem algum tipo de preconceito.
          E personagens mais variados atraem novos leitores – as pessoas gostam de se identificar com seus heróis, por isso foram criadas personagens mulheres, personagens negros, latinos, orientais, etc…
          Ou será que se todos fossem homens, heteros, brancos estaria bom para todo mundo, já que ninguém se torna “mais legal” por ser gay ou qualquer outra coisa?

          • Samila Lages says:

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            é uma questão social mesmo. Até alguns anos todos os heróis tinham que segui a linha Capitão América: homem branco Lawful Good E patriota. As coisas foram mudando, com heróis de personalidade mais ambígua, então anti-heróis, então heroínas, heróis negros, heróis adolescentes, crianças, latinos, gays. Não é questão de ‘cotas’, mas sim de como a Ana disse, gerar a identificação em um determinado grupo.
            Eu por exemplo tenho tendência a me interessar por quadrinhos e video-games que tenham gays assumidos *pessoas que está viciada em Dragon Age II*

        • Franz Lima says:

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          Well…
          Não me referi às cotas para evidenciar um preconceito e sim para mostrar que – vocês mesmas afirmaram – eles estão apenas colocando um personagem para agradar um público que sofre preconceito.
          Vejam, quando o Pigmeu – Tropa Alfa – apareceu, não foi feito qualquer tipo de anúncio, pois não era algo necessário, ainda que o cara fosse um anão e, excluindo os anões de origem mitológica, por tal condição, alguém sujeito ao preconceito.
          A DC quer ganhar dinheiro e esta é uma das formas mais fáceis de fazê-lo. Vou reforçar que, gay ou não, o que determina se o personagem irá ser um sucesso ou não serão as tramas em que ele estará envolvido e a personalidade que os roteiristas irão lhe atribuir.
          Um detalhe: Marvel e DC não costumam, geralmente, levar a sério personagens ditos “excluídos”, atribuindo-lhes participações menores e até mesmo impondo um tom caricato aos mesmos.
          Algo que me deixa estressado é a forma como anunciaram, parecendo até que sempre respeitaram os homossexuais, fato que não é verdade.

          P.S.: o Robin sair do armário foi ph0d@ rsrsrsrs!

          • Samila Lages says:

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            “Money… que é good e nós não have…”
            È isso mesmo, Franz! Olha a menina consumista aqui como exemplo

          • Ana Bourg says:

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            Ow, Dragon Age II é bem legal. Tenta Fable III, acho que você vai gostar também. :P
            Em geral muitos RPGs permitem editar o personagem a gosto do jogador, então costumam ter opções de gênero, cor de pele e, dentro do enredo do jogo, possibilidade de paquerar npcs de ambos os sexos, também a escolha do jogador.
            Samila, acredita que teve gente que ficou indignada em ver seu protagonista paladino machão ser paquerado pelo elfo bissexual? xD #megusta

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