Papo na Estante 33 – Literatura de Entretenimento

No Papo na Estante de hoje temos Thiago Cabello (@thiagocabello), Luis Eduardo Matta (@lematta), Raphael Draccon (@raphaeldraccon), Eduardo Spohr (@eduardospohr) e Gabriel O Nerd Escritor (@onerdescritor).
Nesta aula de literatura ministrada por Luis Eduardo Matta, entenda o que é literatura de entretenimento e toda discussão que existe a respeito no Brasil. Saiba por que você é um leitor leigo. Aprenda o que é uma arandela. E por fim, descubra os prazeres de ler um livro.
Comentado na leitura de e-mails:
Mais um sorteio no Papo na Estante. Sortearemos novamente o livro O Peregrino do autor Tibor Moricz. Para participar, é o mesmo esquema da última promoção, twitte a frase abaixo e cruze os dedos. E não esqueça de verificar se você ganhou ou não, o livro no próximo cast!
“Quero ganhar o livro ‘O Peregrino’ da @editoradraco que o @thiagocabello e o @onerdescritor estão sorteando no #PnaE http://kingo.to/O5C”.
Entrevista do Franz Lima com o Conn Iggulden na Bienal de São Paulo.
Comentado no episódio de hoje:
Livro do Luis Eduardo Matta As Bem-resolvidas (?) – Quem Manda Aqui Sou Eu!
Livro do Luis Eduardo Matta O Dia Seguinte
Livro do Raphael Draccon Espíritos de Gelo
Livro do Raphael Draccon Dragões de Éter: Box com 3 Volumes
Livro do Eduardo Spohr Filhos do Éden – Herdeiros de Atlantida
Horários do Eduardo Spohr na Bienal do Rio e outros locais
Horários do Raphael Draccon na Bienal do Rio e outros locais
Participe na leitura de e-mails
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podcast totalmente excelente!
Nem acredito! Isto é o que eu chamo de uma surpresa agradável. Parabéns pelo curto tempo para publicação e… ouvindo.
Uhu!!!! Leram meu e-mail na íntegra. Brothers, isto é um presentão que eu não esperava.
Thanks.
Wow, esse novo Papo na estante veio muito rápido, mas muito bom, gostei.
Weeee!! Leram meu email! E sim, cobro todos os dias o.ó Agora vou continuar mesmo udheudheuhde
Torcendo pra ganhar o livro *-*
Muito bom o PnE vir tão rápido
Vou terminar de ouvir!
Vamos escutá-lo!!!
Acabei! Bom, sou uma completa leitora de entretenimento xD
Parabéns pelo PnE! Aguardando já ansiosa pelo próximo.
Olá, bom sou um novo ouvinte do Papo na Estante e tenho que comentar sobre o assunto.
Quando vocês comentaram sobre o “Tem que ler”, lembrei de uma coisa que aconteceu comigo na escola ano passado.
Quando minha professora de Português passou “Dom Casmurro” para a sala ler e depois fazer a famigerada prova de interpretação de texto. Bom, 3 dias antes da prova apenas eu tinha conseguido avançar mais de 10 páginas no livro (confesso que não consegui avançar muito, então depois da prova, conversei com minha professora sugerindo que ela passasse livros mais contemporâneos.
Durante a conversa a professora sempre batia na tecla do “Mas você tem que ler esse livro porque é o que é cobrado no vestibular.” Ela não tinha outro argumento, era o que tinha que ser e pronto.
No fim minha tentativa não deu muito resultado, mas acho que serve de exemplo para o que acontece com a literatura nas salas de aula hoje em dia.
Enfim, muito bom o programa.
Abraço
Se for ver o lado da sua professora o lance tá certo, porque em vestibular normalmente se pedem esses livros. Ela só mandou você ler antes, normalmente o povo já tá estudando outros assuntos dia e noite e não tem tempo pra literatura.
Acredito que essa é a mesma resposta se você for perguntar pro seu porfessor de matemática o por que de você ter de saber aquelas fórmulas que não se usam no dia a dia. Ele vai dizer que é pra vestibular e concurso.
Pois é, esse negócio de estudar só pra vestibular é um problema mesmo. Está ultrapassado e sem previsão de mudança.
–
Na boa galera, leiam resumos. Eu fiz isso pro meu vestibular, com explicação detalhada do perfil de cada personagem da obra e me dei super bem.
–
Leiam apenas os livros que queiram ler. Se te obrigarem a ler algo, corram para a internet e busquem ajuda.
pena que não exista resumos pra essasfórmulas de matemáticas e outras matérias exatas tb.
Não, mas tem atalhos para resolver os problemas sem utilizar muitas formulas. Só procurar, tem no youtube certo.
na minha época não tinha essa coisa de youtube.
A bom…mas que existe existe.
Muito bom o episódio, bem informativo e esclarecedor em alguns assuntos. O debate que Matta proporcionou sobre os clássicos é complexo, mas importante.
Uma dica interessante seria colocar como regra para quem fosse o sorteado de receber o livro era de condicionar o mesmo a fazer uma resenha da obra em até 15 dias depois de recebido. Dai vocês poderiam colocar a resenha feita no próximo episódio, por ex.
Legal que tenha gostado do programa Pablo!
–
Olha, sobre sua sugestão. Acho melhor não. Estária forçando a pessoa que ganhou o livro a ter de lê-lo. Não é essa a intenção. Claro que queremos que a pessoa leia, mas que faça isso ao seu tempo.
–
Eu mesmo tenho uma porção de livros aqui para ler, mas sigo meu ritmo. Se alguém me obrigasse a ler algo… correria para os resumos! ;D
Pessoal estou ouvindo o podcast e ouvi o apelo para mais comentários, cara o podcast de vocês é muito bom
(que tenso essa ultima frase)
Nunca Parem!!!!
Mas é verdade, vocês ajudam muitos escritores ou pequenos gafanhotos(tipo eu) a achar um rumo nesta estrada tortuosa da literatura.
Abraços
show!
Vocês falaram de Clarice, adoro Clarice, mas lembro que o primeiro livro que peguei dela eu abandonei. Não consegui entender o que ela dizia. Só fui voltar a pegar Clarice de novo uns dois anos depois e então me apaixonei, mas é uma leitura diferente que tem de ser feita com cuidado.
Outro autor que é assim é o Saramago, ótima leitura, mas difícil.
Saramago é foda. Ele escreve em blocos de texto muito sinistros.
tb acho ele ótimo, adorei os dois livros dele que eu li, porém não conseguiria ler dois seguidos, eu teria de ter uma pausa pra descansar haha
Verdade. A maneira como ele escreve chega a cansar o leitor. (opinião)
Acho importante que as pessoas leiam livros dos mais variados tipos. Fui ‘induzida’ a ler clássicos (principalmente os internacionais, como a literatura francesa e russa) pelo meu pai. Eu gostava pois eram histórias com cenários e épocas diferentes. Eu lia tanto esse tipo de livro quando era mais nova que quando eu tive a oportunidade de ler Harry Potter, desisti na hora. Achei a linguagem objetiva demais. Hoje em dia eu já leio obras de escritores contemporâneos e gosto, como Anne Rice e Milan Kundera, por exemplo.
Claro que alguém que não está acostumado a ler um livro com uma linguagem um tanto rebuscada, vai estranhar e provavelmente encostar o livro. É tudo questão de hábito.
Eu acho que é tudo uma questão de abordagem.
–
Você leu livros clássicos quando jovem, por que veio de seu pai essa indicação. Fazemos coisas pela nossa família, que não faríamos por outras pessoas. Hehe..
Podcast bem legal, praticamente uma aula divertida com o Luis Matta. Parabéns!
Parabéns, pelo site, e pelo cast. Muito bom mesmo!
Muito bom o tema abordado (e as conclusões, claro). Tenho professores dinossauros na faculdade que jogariam cadeiras em vocês, se ouvissem, rs
A literatura popular brasileira já não pode mais ser ignorada e tem tudo pra dar certo (principalmente como formação de moral). Mas os novos escritores que aparecem por aí só têm que tomar cuidado pra não caírem na lógica do mercado e começarem a escrever SÓ pra vender, sustentando assim a alienação da galera enquanto o mundo desaba.
Acho louvável a atitude de escritores que entretém, mas que tb contribuem pra formação de alguma consciência social.
Um desafio então. Grava alguns episódios do Papo na Estante em um cd e entrega para seus professores ouvirem.
Muito bom Papo na Estante, excelentes convidados e um tema interessantíssimo e que gera uma discussão eterna.
Sobre a leitura de clássicos nas escolas… Moro na Espanha desde os meus treze anos (tenho 18 no momento) e fiz grande parte do ensino obrigatório e secundario em espanhol e catalão, lingua veicular desta região espanhola, portanto era obrigado junto de meus colegas a ler os considerados clássicos da literatura espanhola e catalã para o vestibular. PORÉM, as leituras de clássicos mais, digamos, exaustivos como El Quijote ou El Cantar del Mio Cid eram feitas de forma didática, eram-se lidas passagens dos livros capazes de representar a escência da obra e que ilustrasse as explicações do professor. Além disso, entre um clássico e outro, a professora passava como trabalho extra grandes autores de literatura comercial, como o best-seller Carlos Ruíz Zafón, cujos livros sempre acabavam por agradar até os mais relutantes. Lembro-me bem de momentos em que, antes de entrar para fazer a pequena prova de compreensão leitora, comentávamos casualmente as passagens divertidas da obra, sobre personagens, etc, de forma totalmente espontânea.
Mais importante que fazer ler, é mostrar que a leitura pode ser uma experiência agradável. Os clássicos devem servir como exemplos e ilustrações didáticas sobre um período histórico ou movimento artístico. Aqueles que acabarem por se interessar, como eu que acabei entrando na faculdade de literatura, saberão que obras procurar para se aprofundar melhor no assunto. Obrigar uma pessoa a ler um clássico é o mesmo que obrigar uma pessoa a ter noções avançadas de matemática sendo que ela não pretende seguir uma carreira que a requere. Ensine-o a contar, dividir, multiplicar, exercite sua lógica e sua agilidade mental, mas não o faça decorar fórmulas. O mesmo com a literatura: ensine-o a ler, mostre os livros podem ser um excelente entretenimento, que lhe abrirá muitas portas, mas não esfregue livros fora de seu contexto na cara.
Enfim, excelente podcast. Esperando ansiosamente o próximo. Me senti extremamente empolgado a escrever e ler durante todo o podcast, de fato o pausei em determinado momento para continuar a trabalhar no conto da vez. Obrigado pelo excelente trabalho!
Esta é uma boa frase: “Mais importante que fazer ler, é mostrar que a leitura pode ser uma experiência agradável.” – - professores deveriam aprender isso na universidade.
Estou ouvindo o PnE neste momento. Vocês estão de parabéns por mais um PnE, mas sou eu quem está ganhando um presente!!!
Eu comecei a gostar de ler com gibis da turma da Mônica, depois, fui morar perto de um primo que lia muito HQ de super-herói, dai comecei a ler tudo o que ele lia. Depois de algum tempo, ele se mudou e eu comecei a comprar gibis em sebos, e até fiz uma assinatura junto com um amigo de todas as revistas da Marvel e da DC, que na época eram publicadas pela editora Abril.
Como eu gostava em especial do Batman, e sempre gostei das histórias em que ele é detetive, comprei um livro do Conan Doyle chamado “O Cão dos Baskervilles”, numa revista da AVON, que minha tia vendia. Fiquei fascinado por Sherlock Holmes, e passei a comprar vários outros livros do Holmes na AVON. Gostei muito, e comprei o livro “O Médico e o Monstro”, do Stevensson, para conhecer melhor a origem da ideia do personagem Hulk.
Á medida que eu começava a gostar dos livros, acabava diminuindo o tempo para ler gibis.
Comecei a ler de tudo que encontrei na minha frente. Desde livros mais comuns, até livros de autores rebuscados. Me apaixonei pelos contos do Machado de Assis. Li Lima Barreto, Origines Lessa, Máximo Górki, F. Scott Fitzgerald, J. J. Veiga, Ernest Hemingway, George Orwell, etc, etc, etc…
Como sempre estudei em escola pública no subúrbio do subúrbio de Rio de Janeiro, nenhum professor nunca pediu para lermos livro algum. Na verdade, eles ficavam muito felizes caso os alunos chegassem a aprender a ler! Assim, senti a necessidade de conhecer os romances de Machado de Assis, já que gostei muito de seus contos, e me debruçei sobre o “Dom Casmurro”. Li apenas até a metade do livro, e desisti. Achei diferente dos seus contos.
Continuei minhas leituras, e posso garantir que li muito, muito mesmo, menos do que gostaria, mas, mesmo assim, muito. Comprei num sebo o livro “O Jogador”, do Dostoiévsky, e gostei muito do livro. Resolvi ler outra obra do Machado. Li “Quincas Borba”.
Excelente comentário José!
)
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Gostei de ler como você começou nos gibís e de uma forma bem fluída partiu para os livros.
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(O Cão dos Baskervilles foi o primeiro livro do Doyle que eu lí.
Gostei muito de “Quincas Borba”. Depois li “Memórias Póstumas de Brás Cubas”, e por fim, li “Dom Casmurro” na íntegra. Gostei muito destes dois livros, mas creio que na época em que tentei ler “Dom Casmurro”, eu não estava preparado. Atualmente, estou lendo “Crime e Castigo” do Dostoiévsky. Mas tenho parado a leitura dele para ler diversos outros livros, que leio rapidinho, depois retorno para ele novamente. Estou gostando, mas não tenho muita pressa em terminá-lo.
Hoje leio o que me agrada. Escolhi Franz Kafka e Jorge Luis Borges como meus escritores preferidos. Não me importo com as críticas, pois acho que preciso minha própria identidade como leitor. E, como leitor, gosto de ficção científica e absurdo. Leio de tudo, mas, prefiro estes dois gêneros. Não ligo se A ou B, diz que não são gêneros bons. É o que sou e ponto.
Estou escrevendo enquanto ouço o programa, perdi até o horário do almoço… Vocês são demais, vou escutar novamente daqui a pouco. Mais uma vez, Parabéns!!! Viva os clássicos! Viva a literatura de entretenimento!!! Mas, não acho que “A Mão Esquerda da Escuridão” seja meramente entretenimento!
Vida longa ao PnE!!!!!!!
Hehe.. um legítimo leitor de clássicos.
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E se entrentem com esses livros. Excelente!
Mais um podcast excelente. O mais sensacional de tudo é que vocês trazem escritores de verdade para falar.
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Tenho gostado de ouvir o Raphael Draccon em alguns podcasts, outro dia mesmo estava no Rapadura e foi bem interessante. Tenho muita vontade de ler os livros dele, mas digamos que comprei mais livros nos últimos tempos do que tenho tempo para ler. Fora isso conheci pessoalmente na Thélos aqui em São Paulo e ele é um cara bem legal.
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Quanto ao Eduardo Spohr já acompanho há algum tempo e também é uma pessoa de altíssima gabardância. E inclusive já trocamos emails rsrs. Falando nisso ontem fiz de zero a cem na ida e volta ao trabalho no livro Filhos do Éden. Apesar do “preview” que fiz no Geezbox, só ontem consegui uma oportunidade de passar do Prólogo e embarcar de vez na história. Se não fosse spoiler, seria legal fazer um vídeo tipo o CabineCelular falando sobre a emoção de ler um certo trecho do livro.
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Não conhecia o Luis Eduardo, mas gostei das opiniões dele.
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Infelizmente, discordo da opinião de vocês no quesito de gosto popular. Eu sou um cara muito chato para música, geralmente evito músicas pop, músicas do momento e principalmente as bandas do momento. Mesmo porque eu avalio uma banda como um conjunto, não sou do tipo que ouve uma música por banda ou que gosta só de um álbum.
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Anyway, sou bem seletivo, não ouço rádio e nem assisto TV para ter a liberdade de escolher o que EU quero ver. Por exemplo, só acesso sites de tecnologia, porque não quero saber dos desastres, assassinatos e mortes que ocorrem pelo Brasil e pelo mundo. Isso não agrega valor, serve para saber como é a vida real, mas com o tempo é desgastante.
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Por isso eu evito o que é popular. E de fato com o tempo passamos a detestar uma coisa só porque é um master hit. É como a música “Smells Like Teen Spirit”, ouví-la pela primeira vez é legal, a revolução que ela causou nos anos 90 também, mas se você fica só ouvindo ela ou ouvindo só por ouvir como muitos fazem, vira uma modinha.
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Outra exemplo é o Windows. Todo mundo fala mal do Windows, eu como profissional de TI, cheguei à conclusão (como muitos) de que o que causa problema nos computadores são os usuários que clicam ou apertam o que não deve. E por quê todo mundo fala mal do Windows: porque é popular.
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Tenho de certa forma uma repulsão pelo o que é popular, mas isso é como um instinto de defesa, para evitar o que é uma bolha ou uma modinha do momento. Basta pegarmos um hit musical de um certo período passado e ao analisarmos bem, aquilo era uma porcaria.
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Quanto a gosto, apesar de ser algo muito particular, acho que ainda assim podemos considerar a técnica como parte da arte. Por exemplo, eu adoro Dream Theater, adoro toda a técnica empregada de forma a produzir uma música de qualidade. Mas de nada adiantaria toda a técnica do mundo sem letras boas. Por outro lado, podemos admirar algo rudimentar somente pela arte e pela emoção que isto passa. Ok, acho que fui meio contraditório rsrsrs.
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Realmente penso que devemos tomar cuidado com o que é popular. Não é porque a grande massa curte funk que isso tornar-se-á música um dia.
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Gostaria de argumentar melhor minhas opiniões, acho que não usei bons argumentos. Mesmo assim, tenho que sair agora, de qualquer forma o podcast está de parabéns. Assim como a iniciativa do One é demais, pena que não tenho tido muito tempo para passar aqui.
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Parabéns a todos e continuem o bom trabalho.
Pessoas que falam mal do windows sem conhecer outros SOs realmente não podem falar mal do windows. Eu como uso linux, posso dizer que existe um mundo melhor.
)
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Você parece ser muito fechado ao gosto popular. As vezes é bom ser mais aberto ao que o mundo está fazendo. Claro, pode acontecer de estar consumindo algo pobre, mas se apenas consumir aquilo que é cânone (tanto na literatura, cinema, música, etc etc…) também não está fugindo do popular, pois algo só fica reconhecido, depois de passar pelo crivo de muitas pessoas, depois de ser popular. Senão ele morre, esquecido nas curvas do tempo.
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Tente não misturar o popular, com o conceito de baixa qualidade. O popular precede o clássico. O popular ruim, é esquecido rapidamente. O popular bom, vira clássico com o passar dos anos.
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(e o funk, americano, o verdadeiro funk, é muito bom.
Hehehe, o verdadeiro funk é bom, it’s true.
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Gostei do conceito que você tem.. o popular bom vira clássico e o popular ruim é esquecido. Interessante mesmo!
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O ser humano de certa forma é um quanto indisposto a coisas novas, mas compensamos isto com a nossa curiosidade. Acredito realmente que a música passa por um momento muito ruim. Há poucas coisas realmente novas e cativantes, o que faz SUCESSO pode ser POPULAR hoje, mas carece de qualidade e paixão. Hoje em dia, tanto na música, no cinema, na literatura, falta-se paixão. Temos muita tecnologia e pouca paixão no que se faz, só se pensa em dinheiro, por isso eu fujo do popular de hoje.
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Por outro lado, vejamos a obra ABdA, conheci antes de se tornar um best-seller. Então nem tudo está perdido. Trata-se de uma obra feita com paixão.
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Quanto ao Linux, só se for Android rsrsrsrs.
Já ouço o podcast há algum tempo, não cheguei a ouvir todos, mas confesso que é um dos papos mais interessantes que ouço sobre literatura. Vcs são fodásticos! Esse sobre literatura de entretenimento, concordo com vários pontos do que vcs falaram: quanto ao prazer de ler, a obrigatoriedade da leitura clássica, a preconceituosa e depreciativa visão da literatura de entretenimento em comparação a literatura mais “alta”…
Eu só comecei a ler mesmo visitando sites de fanfics durante meu Ensino Médio, em que só se pedia a leitura de grandes livros da literatura brasileira. Depois, fui para os livros de entretenimento por conta própria. Engraçado, que tenho a meta de me tornar escritor profissional, mas eu não lia, e os livros que chegavam até mim não era do estilo que eu gostava. Demorou muito até a literatura adequada chegar em minhas mãos e despertar o meu desejo latente tanto de leitura quanto de escrita. Hoje, eu leio clássicos sem problemas, e o bom, ninguém me obriga.
Gostei muito do PnaE, escuto já faz algum tempo, mas nunca tinha tomado corajem de comentar ou mandar e-mail. Gostaria de abordar a mesma questão que muitos levantaram, sobre os livros que somos obrigados a ler na escola. Eu nunca terminei de ler os livros que os professores mandavam ler, muitas vezes nem começava e não me orgulho disso, tanto que foi algo que me fez não gostar de ler (na verdade a pouco tempo que “fui mordido pelo bichinho da literatura”, parafraseando o Thiago Cabello, mas essa história fica para um e-mail, de repente), lembro que a única vez que li até o fim um livro para a aula, foi qaundo a professora não específicou um livro, mas delimitou de alguma forma os livros, no meu caso foram autores do RS. Acho que se os professores começassem a flexibilizar um pouco, tornaria as aulas muito mais interessantes.
Esse esquema de tornar flexível a escolha do aluno é uma boa mesmo. Vai estar dando à ele a escolha do que quer ler. E cabe ao professor também, direcionar o aluno a uma leitura que pode agradar o aluno, se o mesmo não souber para que lado rumar. Diga do que gosta, liste as opções.
Hashtag do Papo na Estante é PnE ou PnaE?
Também não sei .. hehe.
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Eu uso PnE, mas acho que o Thiago usa PnaE.
Ótimo cast e convidado.
Quanto à leitura, minha mãe cursou letras e vivi numa casa repleta de livros clássicos brasileiros. Mas mesmo que ela incentivasse nunca gostei deles, ainda mais na escola.
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Mas então peguei literatura infanto-juvenil de qualidade como os da série vaga-lume e os do Pedro Bandeira e adorei, foram minha porta de entrada para os livros. Hoje em dia releio alguns dos clássicos e gosto bastante. A lição que tiro disso é que os clássicos são importantes sim, mas não para os jovens, eles devem ler coisas de acordo com a idade deles, tanto na linguagem quanto no conteúdo, depois de pegar o gosto aí sim podem evoluir para algo mais sofisticado, o que acaba acontecendo nas escolas é a criação de vários jovens que abominam a leitura.
Ótimo podcast!
Essa discussão sempre é enriquecedora =)
Apesar dos alunos irem para a lista de livros do vestibular com a cara amarrada, incluo-me nessa situação o/
Pegar um livro sem ao menos lê-lo e falar que é chato, não vale. Tudo bem em não gostar, porém deve-se ter argumentos para defender pq ñ gostou do livro e para isso é bom tentar ler a obra, pelo menos umas 30 pg.
Eu pensei que não iria gostar de Lucíola, por ter lido Iracema e não ter curtido. Foi muita pretensão e idiotice da minha parte, julgar um escritor por uma só obra dele, foi imaturidade da minha parte. Pois, amei Lucíola, é de uma beleza que José de Alencar escreve sobre uma mulher que apesar de ser prostituta tem muitos sentimentos,e não deixa de ser um ser humano a qual a sociedade despreza e trata como se fosse um objeto. O final é muito bom ^^
Eu li A Cidade Ilhada para o vestibular desse ano da UFSC do Hatoum, muito legal. Gostei muito dos contos =D
Já não curti Amrik da Ana M. Machado e Jorge, um brasileiro. Mas, a lista de livros não vai agradar todos neh? Ah queria muito q caísse AbdA na lista, esse eu gabaritava
Achei esse episódio uma continuação do anterior mais do que um contra-ponto, pq como vcs bem disseram esse papo de classificação é mais uma manobra de um circulo fechado e egocêntrico do que uma definição real das coisas, por isso o episódio completa o anterior
Também é possível ter uma literatura de entretenimento que gere reflexões e que aborde temas mais profundos, dizer o contrário mostra a verdadeira ignorância de quem diz.
Veja esse trecho de A Fúria dos Reis por exemplo : ?”O poder reside onde os homens acreditam que ele reside. Nem mais, nem menos” se isso não te diz nada acredito que ou vc é um alienado ou um cínico.
E já que vcs fizeram meu jabá no episódio, a galera pode também acessar o blog que tem um mix de trabalhos autorais e comercias e um pouco de coisas que eu curto e quero compartilhar.
Abs a tds!
Hehe.. tb achei mais uma continuação que um contra ponto.
“é uma literatura que não tem o objetivo de ser estudada”
+
“Machado de assis não tinha pose, a literatura dele era altamente coloquial, a impressão que eu tenho é que ele era um autor que não se levava muito a sério”
=
FAAIL
Ora, Fail por que? Será que Machado escrevia com a intenção de ser estudado? =D
Duvido. Acho que a maioria dos grandes do Brasil da época não tinha essa intenção. Ou será que quem tem pretensões de super grandiosidade literária publicaria em folhetins? Pra mim seriam praticamente os romances de banca de revista da época.
Justamente Olfer, justamente
Essa idéia de que livros são escrito “muito mais para serem estudados” não é apenas errada, é preconceituosa. como você mesmo falou sobre o Machado de Assis, Charles Dickens, Philp Roth, Ian MacEwan, Milton Hatoum, Coetzee os grandes escritores são antes de tudo escritores populares. “Você pode ser muito profundo sem verborragia.”
Gostaria de saber quem são estes autores terríveis de quem vocês falam, pois ficou muito claro que estes autores, considerados Alta Literatura, são perfeitamente legíveis.
Há muita contradição no que vocês dizem, ainda há um longo caminho para você percorrer se quiser realmente acabar com essa separação entre Alta Literatura e Literatura de Entretendimento. Qualidade Narrativa é o que faz grande literatura, invertendo um pouco o que vocês falaram; não confundam literatura ruim com alta literatura.
Concordo plenamente.Certìssimo!!!Também discordo desta tendència simplista em querer se nivelar tudo no medìocre sò para agradadar a limitaçào da maioria.
O que eu entendi é, que alguns livros tem maior apelo para quem quer estudar (ou é obrigado a estudar), essa escrita é complexa e não consegue atingir todas os leitores restringindo o acesso a maioria deles (sem contar os fatores como: idade, gosto pessoal, experiencia cultural, etc). Isso não é necessariamente ruim, ruim é definir que apenas esses livros devem ser chamados de literatura. Em contraponto, autores elogiadissimos (Machado de Assis, Charles Dickens, William Shakespeare )usaram linguagem acessivel para seu tempo, é ai que parece que os argumentos de alguns circulos conserservadores é auto excludente.
Claro que não devemos confundir literatura ruim nem com a “alta literatura” nem com “literatura de entretenimento”.
Mas o que é ‘literatura ruim’?
Crepúsculo
A leitura é algo que leva tempo para ser aprimorada. Tal qual uma espada, ela precisa ser trabalhada por longo tempo até que atinja a excelência. Ler é um exercício capaz de nos proporcionar força, sabedoria e conhecimento, mas não é composta exclusivamente de partes boas. Não temos o dom de conhecer o conteúdo completo de um livro e, por vezes, nos deparamos com materiais de qualidade baixa, mas isso não implica em dizer que não nos trará algo de bom… basta filtrar.
Já li livros e me arrependi. Contudo, eles servem como referência para me afastar de seus similares. Tenho certeza que, com eles, adquiri mais maturidade para avaliar um trabalho e determinar se me é agradável ou não.
Os clássicos são importantes. Os livros menos conceituados pelos Acadêmicos também, talvez até mais do que os próprios “imortais”, pois eles são acessíveis a um número maior de pessoas. Não nego o valor de um Dostoiévski ou um Shakespeare. Agora, alguém atualmente é capaz de negar o valor dos livros de Vianco, Spohr ou Paulo Coelho, responsáveis pelo incentivo à leitura por parte de milhares (ou seriam milhões?) de novos leitores? E o que dizer dos quadrinhos, antes desconsiderados como cultura, cuja influência engloba até o cinema?
Ler é algo prazeroso e não pode se tornar algo mecânico, voltado a melhorar as estatísticas de Ministério da Educação ou dos cursos e colégios pelo país.
Leiam! Exercitem a imaginação com obras fantásticas, ficcionais ou não. Quando crescemos, perdemos os brinquedos, uma grande ferramenta para ampliar nossa criatividade, mas ainda temos a leitura, capaz de nos deslocar do caos diário e transpor barreiras inimagináveis até um mundo só nosso, onde não há limites…
pouts… foi muito bom este cast. parabéns!
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minha relação com a literatura é escrota. na época de escola lia todos os classícos nacionais que os professores mandavam pq morava longe pra kct da escolar e usava o tempo que ficava dentro do busão pra ler. Mas o primeiro livro que eu li sem ng mandar foi ‘Zadig’ do Voltaire, acho que eu tinha uns 13,14 anos nessa época.
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quando estava no SENAI, que tb fica longe pra kct da minha casa, fiz amizade com a bibliotecaria que sempre me deixava ficar com mais livros que eu podia. e eu usava isso pra ler durante a viagem que tinha de fazer pra casa (gastava mais ou menos uma hora e meia no caminho). Nesta época li muito Luís fernando Veríssimo, conan doyle, bukowski, moacyr scliar… e outras coisas nesta linha
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na universidade, pra dar uma de entendido, fui ler dostóevski, kafka e outros nomes escrotos. perca de tempo, um saco. peguei abuso deses caras e me apaixonei pelos beats, especialmente Kerouack.
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hoje leio basicamente coisas mais leves, pura descontração. já tenho que ler coisas estafantes tanto no trabalho como na universidade…leio, hoje, por pura diversão.
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mais uma coisa – clássico pra mim é todo aquele livro que dizem quem é importante sem nem ter lido. se ele é bom de fato é outra parada.
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ps: muito legal reler um livro depois de muito tempo da última leitura. Sempre que releio Zadig ou ‘On the Road’ ou ‘Amor é um cão dos diabos’ aprendo algo novo e percebo que ainda falta muito pra eu poder me chamar de escritor. Mas… eu chego lá!
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abraços, galera
Puts, achei Kafka tão gosto de ler… Agora Bukowski eu não leio nem sob tortura – não consigo nem considerar o cara ‘literatura’
leia “amor é um cão dos diabos”, babe, que vc certamente irá o considerar.
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aposto 3 pregas nisso.
Puts, baby, perdeu 3 pregas. Em nome de nossa amizade te dou o direito de escolher 3 dedos. XD
Não passei do marco das dez páginas. A única coisa dele que li e achei ‘legalzinho’ foi o conto da moça mais bonita da cidade
uaehuaehuaehaeuuaehae
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vc nunca terá minhas pregas, babe! eauheauheauheauheaeahuaehueahueae
Ah é? Pior para você, vou tirar elas a força, e com os dedos que eu escolher
carai… na moral, bateu um medo fudido agora! euaheauheauheaea
Continuem com esse excelente trabalho, ele é admirável. Precisamos conhecer as coisa para conseguir questioná-las e como sabemos a apreciação da arte é uma coisa muito pessoal.
Quero ver a galera do PnaE reclamar da quantidade de comentários. Detalhe: a qualidade e as questões abordados – fruto do podcast – estão surpreendentes.
Aguardando ansioso o #34. Principalmente por estar concorrendo ao livro rsrsrsrs.
Relembrando que estou disponibilizando para sorteio o livro “Edgar Allan Poe – sixty-seven tales”. Obra com 751 páginas, em inglês e em perfeito estado. Thiago, Guns, podem lançar a hora que quiserem para a galera tweetar e concorrer.
Abraços.
To me considerando um alien por só agora estar tomando conhecimento tanto desse podcast quanto do próprio Nerd Escritor.
Enfim, parabéns. Tudo aqui parece excelente. Já cheguei me sentindo em casa.
o/
Olfer, seja bem-vindo e saiba que há muito a descobrir aqui no ONE.
Abraços…
Gostei muito do podcast. Na verdade, acho que é o podcast que mais tem a ver comigo. Eu, que sou um escritor frustrado, me senti menos solitário quanto aos meus dilemas de “escrivinhação”. Só uma crítica: não consigo acessar os podcast na forma on line. Além disso, os casts mais antigos eu não consegui ouvir. Estou muito curioso para escutar o cast sobre a jornada do heroi, que está inacessível… Forte abraço! Sucesso!
Estou elaborando um projeto de mestrado que tem o seguinte tema: Mídias Socias e Literatura Fantástica no Brasil. Gostaria de receber sugestões acerca de autores que estudem esse gênero no Brasil (ou exterior), pois pelo que pesquisei até agora (e também através das informações do podcast)não existe uma vasta literatura acerca dessa temática. Qualquer sugestão será de grande valia. Grande abraço Thiago e equipe. Excelente trabalho o de todos vocês.
Podcast muito bom, pena que a e periodicidade tem sido meio ruim, mas mesmo assim ainda é muito enriquecedor.
Acho no minimo necessária a leitura como meio de entretenimento, e é engraçado que, ainda hoje, muitas pessoas quando veem alguém lendo qualquer livro que seja(Excessão Harry Potter e Crepúsculo), logo imagina que a pessoa que lê é culta, quando na verdade é uma pessoa como todas as outras, mas que lê, e ocasionalmente terá mais facilidade em se expressar devido ao vocabulário extenso adquirido na leitura.
Quanto a periodicidade… estamos trabalhando nisso. ;D
Parabéns pelo excelente cast! O L.E. da Matta contribuiu de forma singular para o programa com suas informações e visões. Spohr, como sempre, com comentários muito bons.
Esse é meu primeiro comentário aqui, apesar de escutá-los já há algum tempo. Uma certa preguiça evitou que eu o fizesse antes. Confesso que estou comentando agora no intuito de agradecer e dar um “apoio”. Vocês produzem um cast muito com bom, recheado com o essencial: discussões maduras e opiniões diretas sobre a literatura.
Muito obrigado e continuem assim!
Francis
Adorei o que vocês falaram das literaturas que vendem são lixo. Concordo completamente com vocês. É tipo aquela escolha absurda, ou você é cult ou você vende. Qual o problema de ser os dois? Brasileiro tem muito essa coisa de “isso é modinha, não quero ir na modinha”. Sem falar na coisa de que “estrangeiro é bom”… Dificil escrever assim!