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Oct
25
2011

A Lenda da Rosa Azul Capitulo V

Escritor: Vinicius Maboni e HIOTO

a-lenda-da-rosa-azul

Segredos na floresta

De: Vinicius Maboni e Hioto

– Bravo! Eu não esperava menos de uma elfa e mais do que deveria de um humano, pois sei que são quase inúteis. – Dizia sorrindo alguém que se aproximava devagar e batia palmas sarcasticamente. Vestia uma capa preta que mostrava, na primeira olhada, apenas seus ameaçadores olhos vermelhos.

– Quem é você? – pergunta Markus fitando o ser, tentando decidir que tipo de criatura seria aquela.

– Mortos não precisam saber nomes. Sinto muito Loren, mas não posso deixar que continue sua busca – Numa velocidade incrível o desconhecido aplica um golpe com um punhal que, por instinto Loren consegue desviar a tempo.

– Você trouxe o Troll até a aqui não foi? – perguntou a elfa enquanto preparava uma flecha.

– Foi ingenuidade minha achar que uma criatura tão burra poderia matar você. Não cometerei o mesmo erro de novo.

Markus que até então somente assistia a cena assustado lança suas sementes aos pés da criatura, instantaneamente raízes lhe prendem pelos pés.

– Espera mesmo me segurar com isso? – diz o desconhecido agora voltando sua atenção pra Markus, o que foi suficiente pra Loren atingi-lo com uma flecha bem no meio do peito.

– Vocês estão mortos – grunhe ao sair.

Antes que Loren pudesse atacar outra vez criatura se solta das raízes e some na escuridão com uma velocidade surpreendente.

– Quem é ele?

– Um traidor miserável, agora, nosso pesadelo – aquilo estava longe de ter um fim, ele voltaria, a elfa podia sentir isso.

Loren acelera o passo ao máximo sem perder Markus de vista, fazendo com que ele tenha que quase correr para acompanhá-la. Ela sabe porque a criatura desistiu deles e isso não traz nenhuma tranquilidade. Significa que estão muito perto de seu primeiro destino nessa jornada, uma das poucas coisas que afastariam tal inimigo. É Markus novamente a quebrar o silêncio.

– Vai me dizer o que foi aquilo?

– Um inimigo dos elfos. Um inimigo muito antigo de meu povo. Temos sorte de estarmos vivos. Acho que a floresta nos protegeu.

– Ele fugiu por causa dela não foi? – Não era da floresta que falavam e Loren não poderia enganar Markus. Ele era bem mais esperto do que ela imaginara.

Foi então que eles viram o local. Era impressionante que estivesse ali em meio à densa, escura e mau falada floresta do oeste. Era ainda mais impressionante que isso afastasse um inimigo tão mortal; Markus se confundia ao pensar nisso, mas a elfa quase sorria a medida que se aproximava do jardim. Sentia-se segura, independente da acolhida da anfitriã.

Era um jardim, mas não havia flores ou samambaias pelo chão. Era um jardim de árvores e totens de significado antigo. Não havia cabana nem rede de descanso. Um cheiro de ervas enchia o ar e uma música sussurrada vinha de uma velha senhora que jogava algo no lago, provavelmente alimentando peixes. Não parecia ameaçadora e isso poderia ser o mais perigoso de se estar ali.

Markus olhava maravilhado pra todos aqueles símbolos, lembrava ter visto muitos deles no caderno que herdara do pai, mesmo sem entender seus significados perdeu-se em admiração ali.

– Encantado jovem mortal? – falou de repente a voz cansada da velha – Há muito não tenho a visita de um humano aqui. Voltou-se então aos dois, encarando-os profundamente.

Tinha aparência gentil e cansada, era quase tão baixa quanto um anão, usava um chapéu marrom e túnica de igual cor, estava descalça. Logo Loren notou que se tratava da uma Anciã, os mais velhos elfos.

– Venho pedir ajuda, minha senhora – diz a jovem elfa se apoiando sobre um joelho diante da mais velha. Sentia medo, já ouvira muitas coisas sobre a aparente inofensiva senhora.

– Levante-se Loren ou sente-se, tenho histórias pra contar – disse a anciã sentando – se ao chão com as pequenas pernas cruzadas, estendeu as mãos e aparou belas maçãs que se jogaram repentinamente das árvores, e ofereceu-as à seus jovens convidados.

E sentiram-se à vontade, poderiam passar horas ali, sentados ao chão ouvindo lendas. Markus tinha o caderno no colo, preparado pra fazer suas próprias inscrições nele, pela primeira vez.

– Minha senhora, venho perguntar sobre…

– Naquela época, o mundo era jovem, Alzegrim era jovem e seus elfos eram jovens. Ah sim, eu me lembro, os poucos humanos viviam na floresta e conheciam alguns de seus segredos, sendo chamados de Druidas – disse de repente a Anciã, ignorando o que quer que Loren fosse perguntar.

A menção aquele nome deixou Markus curioso. Não sabia grandes coisas sobre os druidas, apenas que seu pai fora um deles e que o mesmo procurou outros por tantos anos, mas não encontrou.

– Os Druidas são humanos, não se confundam eram chamados assim, por terem um elo com a natureza, assim como os elfos, com os quais viviam bem.

– Desculpe-me senhora, mas não tenho tempo pra ficar e ouvir histórias do passado. Ouvi que sabe sobre a rosa. Conte-me. – Disse Loren, elevando a voz e arrependendo-se imediatamente por telo feito.

Serenamente a velha encarou Loren. Houve um curto silêncio, repleto de significados que até o humano podia perceber.

– Essa lenda já enganou muitos corações jovens como o seu minha pequena. Não  procure sua sombra no horizonte. É tudo o que eu posso e vou lhe dizer sobre isso.

– Uma imortalidade depende disso! Como pode ser tão insensível?

– Jovens, hah! – a anciã se vira de lado ao falar, escondendo deles a umidade dos olhos – Os elfos de hoje não são mais os mesmos. Talvez você não devesse ter vindo.

– Meu avô sempre me cobrou respeito aos anciãos – Lorén se curva rapidamente, levanta e puxa Markus pelo braço – por isso estamos indo.

A velha nada diz nem tenta impedir Loren, mas segura Markus pelo pulso e diz:

— Nem mesmo um minuto de vida é em vão. Não se encontraram por acaso, siga seu coração.

Uma vez mais a anciã não poderá ser encontrada no mesmo lugar. Loren não saberia dizer o que fez para provocar isso. Ela avançava rumo a Hal por uma outra rota e praticamente arrastava Markus, preocupada com aquele que eles encontraram mais cedo.

O longo caminho transcorre sem incidentes. Nem mesmo rastros, o que é intrigante. Era de se esperar que o inimigo dos elfos de Alzegrim os estivesse aguardando. Chegam em Hal em menos tempo que levaram para encontrar a anciã.

Loren não tinha a intenção de encontrar Wordz outra vez, mas Hal estava mais tumultuada do que de costume. Segundo os boatos, um terrivel mal estava se libertanto em Alzegrim.


Categorias: A Lenda da Rosa Azul,Contos | Tags: , ,

13 Comments»

  • Vinicius Maboni says:

    Charadas no meio da floresta.

    Aberta da temporada de comentarios!

  • Thaina Gomes says:

    HÊ!!! Que saudade deles, e esse capítulo me deixou ainda mais curiosa do que os outros. Só tá melhorando! Isso é estória que vale a pena acompanhar.

  • Isadora says:

    Que interessante heim?
    Druidas? quero saber no que isso vai dar…
    demorou tanto pra esse cap chegar, essa historia merece mais regularidade ela é muito boa ^.^
    Loren foi meio ignorante, isso não combina com elfos, mesmo elfos jovens e Markus esta muito…como posso falar…burro???
    Mas mesmo assim a historia esta de Parabéns.

    • Vinicius Maboni says:

      Olá Isadora.
      Sim, Druidas.
      Note que estes são abordados aqui de maneira diferente do natural.
      Quanto as caracteristicas dos personagens, é proposital. Queriamos personagens fora do padrão.

      Não se engane com o Markus.

      Obrigado por acompanhar, essa estoria termina em breve, mas muitas vertentes dela irão surgir.

  • Deuzulaivri!

    Estão de parabéns rapazes.

    Minha unica critica, fora alguns errinhos tolos quanto a virgula e ortografia, é q os episódios estão cada vez mais curtos e corridos, algo q difere dos anteriores.

    Abraz

    • Vinicius Maboni says:

      Opa, vlw cara.

      Realmente os caps estão menores, mas creio que o sexto vá ser imenso.

      Flw

  • HIOTO says:

    Novidades meninos. O capítulo seis está pronto. Mas só será postado quando esse sair da agenda.

    Então vamos lá…

    Temos que acabar logo com isso.

  • HIOTO says:

    Não sei se é certo eu criticar o texto, mas relendo, achei algumas repetições banais e os diálogos ficaram meio estranhos. Vamos corrigir melhor o sexto hein vini.

    \o/

  • Bruno Vox says:

    Acompanho a saga, gosto muito mesmo. Ainda mais bem escrita e tratando de fantasia.

  • debora campos says:

    eu acabei de tudo,e ta mto boa,não vejo a hora de ler a continuação.
    Meus parabens

  • Vinicius Maboni says:

    Essa parte demorou pra sair ein? mas afim tá aí 🙂

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