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Nov
22
2011

Johnnie Walker, O pistoleiro de Satã – Capítulo II

Escritor: JP M.

johnnie-walker-o-pistoleiro-de-sata

O Gênese de um MEIO-PSICOPATA.

Debaixo de uma árvore nos fundos do Rancho Verdouro, tirando um cochilo, está John. Um rapaz de 16 anos nem alto nem baixo, magro, mal chega aos 65 kilos, o tipo que não se destaca na multidão. Johnnie vivia sempre com a cara fechada, a não ser quando estava com Ally, sua namorada ou na companhia de seu pai o xerife Wallace Axe Walker. A primeira vista mesmo mal encarado Johnnie não parecia nem um pouco ameaçador,a quem olhasse aquele menino inofensivo não podia imaginar o futuro manchado de sangue que lhe aguarda.

Já passam das 18 horas, e o Xerife Walker estava atrasado para o jantar, isso não era comum já que ele era sempre muito pontual. Às 20 horas ouvisse barulho de cavalos ao longe, o irmão menor de Johnn vai até a entrada do rancho, cumprimentar o pai, mais ao invés da figura de seu pai o que ele vê são três homens, um bem vestido com um terno preto, os outros dois usavam roupas surradas do tipo que se usa para trabalhar no campo. Eles eram da cidade, estavam lá com uma missão ingrata.

– Bryan chame sua mãe, tenho assuntos sérios a tratar com ela. – Disse o homem de terno preto, o Sr. Walesa amigo de longa data do pai de John.

– Não posso. Minha mãe está acamada já faz cinco dias, sou proibido de incomodá-la com qualquer coisa – Respondeu o menino com educação.

– Então me traga aqui seu irmão mais velho – disse Sr. Walles

Bryan se foi e voltou alguns instantes depois na companhia de seu irmão que curioso perguntou:
– Padrinho o que foi? Aconteceu algo a meu pai? Você sabe o porquê da demora dele hoje?

– Ouça bem filho, seu pai foi vítima de uma emboscada.

– E como ele está? Onde ele está? – interrompeu o rapaz já com a voz trêmula, se segurando para não chorar, pois ele já sabia a resposta que iria ouvir.

– Você tem que ser forte agora John, agora você é o homem da família, você será o apoio de sua mãe, irmã e irmão. – Falou o Sr. Willes, tentando dar forças a aquele rapaz a quem ele tanto prezava.

– O que aconteceu? – interrompeu novamente o menino.

– Infelizmente seu pai morreu John. Ele não resistiu aos ferimentos, ele levou seis tiros. Ele aguentou o possível, mais…

Johnn acertou um soco na parede de sua casa, e começou a chorar, dava pra sentir a dor em seus prantos. Passados alguns minutos, já na sala de estar estavam John, Bryan, o Sr. Willes e os outros dois homens que estavam com ele e Rebecca, irmã já moça de John. O padrinho do menino dizia que iria ajudar a eles em tudo, principalmente em arranjar um bom casamento para Rebecca e providenciaria os estudos de Bryan, ele dizia que faria isso pela amizade que tinha com seu pai há anos. Mais o que mais afligia a John era como iria contar a terrível notícia a sua mãe.

– Margareth não irá suportar a notícia… Não sei o que podemos fazer… – Disse Willes lastimoso.

– Deixe que essa notícia nós contaremos, os filhos dela. – Falou Johnn.

Vendo que seu papel ingrato já havia sido feito Sr. Willes se retirou. John o acompanhou e os outros dois homens até a saída. O rapaz agradeceu o a consideração de seu padrinho e voltou a sala, abraçou seus irmãos, e os três foram juntos ate os aposentos de sua mãe doente dar-lhe a notícia. Rebecca bate á porta, e bem devagar a abre, o que se via no quarto era uma cama, que apesar de ser nova não era muito luxuosa, um criado mudo, e um armário no canto do quarto. Sobre o criado mudo havia muitos medicamentos, que serviam para aplacar as crises de enxaquecas que a mãe dos meninos constantemente tinha. Os três recém órfãos de pai mal seguraram o choro. Margareth que acordou com o barulho deles entrando no aposento, perguntou:

– O que houve? Porque vocês estão chorando?

– M-mãe, vo-vo-cê tem que ser forte… Disse Rebecca aos prantos.

– O pai, o pai morreu. – Disse John que também se entregou ao choro.

A senhora Walker, não aguentou a notícia e desmaiou. No dia seguinte John se levantou cedo selou seu cavalo e foi até a casa do senhor Willes. O Sr. Willes era o maior comerciante da cidade, ele morava em uma grande casa no centro da cidade de São Miguel, uma das mais antigas cidades daquela região. Quando o rapaz chegou na casa do Sr. Willes, ele estava na porta da mesma, conversando com um homem, Johnn conhecia aquele homem, era Bucky, um capanga do Sr. Willes. Ele que tratava das cobranças do armazém, e vez ou outra John ouvia o pai dizendo que aquele tipo mal-caráter iria trazer problemas ao senhor Willes.

John se aproximou dos dois homens, e os cumprimentou os dois fizeram o mesmo:

– Como vai meu afilhado? – Disse Willes.

– Não muito bem, na verdade estou muito mau com tudo isso que está acontecendo. – respondeu o menino
– Isso logo passa garoto. – disse Bucky se intrometendo na conversa

– E sua mãe como reagiu a notícia? – indagou o Sr.Willes

– Ela ficou muito abalada, acho que nem ao menos conseguirá ir ao funeral de meu pai… E eu estou aqui para tratar disso… – John foi interrompido pelo padrinho que disse que tudo já estava acertado, e que ele deveria apenas se preocupar em consolar sua mãe e irmãos. John agradeceu, e se retirou de lá, ele queria se consolar com sua amada, sua cabeça estava á mil, e somente ela o entenderia. No caminho até a casa de Ally, ele cruzou o caminho com Herby e Michael Shelton, seus melhores amigos. Os dois tinha a mesma faixa de idade de Johnn. Herby era o mais velho, era loiro e parrudo, porém não era muito esperto, Michael também era loiro, porém era raquítico e muito inteligente. Herby vendo o amigo já foi falando:

– Johnnie! Nós ficamos sabendo do que houve não se fala em mais nada na cidade… E como você está?

– Se tiver um modo de nós ajudarmos e só falar amigo, estamos aqui para o que você precisar. – Disse Michael, enquanto arrumava seus óculos que viviam a cair de seu rosto. John respondeu:

– Agradeço a intenção de vocês amigos, mais já está tudo acertado, o meu padrinho, o Sr. Willes já aprontou tudo. – Explicou o rapaz, com paciência.

– E Ally, já sabe do que aconteceu? – perguntou o irmão mais velho.

– Não, na verdade eu estava indo para a casa dela agora. – respondeu Johnnie

Os jovens se despediram. Os Sheltons seguiram o seu rumo, enquanto Johnnie se dirigiu para a casa de Ally. Chegando na casa de Ally, Johnnie bateu á porta, quem atendeu foi a senhora Kezman, ela deu seus pêsames ao rapaz e foi chamar a filha. A família de Ally sabia do seu namoro com o rapaz, o Senhor e a Sra. Kezman faziam gosto do namoro, já que o rapaz era um bom partido, filho do xerife e um dos poucos rapazes da cidade que tinha estudo, mais isso foi antes da morte do xerife Walker, agora aquele rapaz não tinha mais meios de continuar estudando, e o senhor Kezman, que trabalhava no banco, havia ouvido um rumor que o pai de Johnnie havia feito uma hipoteca de sua casa, e o rapaz não teria meios de honrar a dívida, ou seja, logo aquela família estaria na rua. Ally chegou, ela era uma jovem que não era nem bela nem feia de rosto, mais seu corpo era bem feito, de cabelos ruivos e pele branca, como sua mãe. Ela foi abraçar John que começou a chorar.

– Meu amor não fique assim, eu estou aqui pra te ajudar, te apoiar. – Disse a jovem, também com os olhos cheios de lágrimas.

Johnnie ficou por lá por cerca de 2 horas, depois voltou para casa, ele tinha que se arrumar e buscar sua família para o velório. Já no velório de seu pai, Johnn estava acabado, sua mãe e irmãos não paravam de chorar. Sr. Willes chamou John e disse que já havia pegado os culpados pelo crime, eram assaltantes da região, ele e seus homens já havia dado cabo deles, John agradeceu a ele. O velório terminou e a família Walker foi acompanhada até em casa pelo Sr. Willes e seus dois capangas Bucky e Schole. A senhora Walker se despediu dos três homens e pediu para que seus filhos entrassem com ela, ela queria ficar junto deles. A noite novamente foi longa, mais dessa vez John não conseguiu dormir.

Três meses se passaram desde a morte do Xerife Walker, e outra tragédia se abateu por sobre aquela família. Rebecca foi levar o almoço a sua mãe e a encontrou morta. Ela havia se suicidado, passou um cinto de seu falecido marido no pescoço e se estrangulou até a morte. Isso foi algo terrível na vida daquelas três almas sofridas, John que já estava trabalhando há quase três meses como peão na fazenda do Senhor Writhe, acabou se entregando a bebida, mesmo sendo muito jovem ele bebia muito. Rebecca e Bryan andavam muito tristes até que o Sr. Willes trouxe uma boa notícia, ele havia arranjado um marido para Rebecca, se tratava do filho de um político da capital, ele precisava urgentemente se casar, pois queria entrar na vida pública também, mais nenhuma moça da capital queria casar-se com ele, o fato é ele tinha uma má fama de boêmio. O Sr. Willes era amigo de seu pai e então lhe deu a solução, casa-lher com uma moça de fora, bem educada, de fino trato e recatada, que não conhecesse sua má fama. A idéia foi vista com bons olhos pelo rapaz. Já estava tudo acertado, Rebecca iria se casar com o rapaz e iria levar Bryan consigo, para que ele fosse educado na capital. O menino queria ficar em San Miguel, mais como era muito novo ele não teve escolha. Johnn prometeu escrever uma carta e lhe mandar uma pensão todo mês para que ele a guardasse e a usa-se em caso de emergência com ele ou com Rebecca.

Johnnie mesmo trabalhando dia e noite não pode pagar a hipoteca, e perdeu o Rancho da família, a essa altura a família de Ally já não permitia mais que ela se encontrasse com o rapaz, que além de pobre, estava mal falado, com fama de encrenqueiro. Acontece que Johnnie sempre que bebia queria brigar e quebrar tudo o que via. Todos falavam do desgosto que ele seria para o pai e a mãe se estes estivessem vivos.

Cinco anos se passaram desde a tragédia que se abatera sobre a família Walker. Johnnie não via seus irmãos desde o natal de três anos atrás quando foi visitá-los na capital. Ele não atrasou com a pensão nem sequer um dia nesses cinco anos, porém estavam raras as vezes que ele escrevia uma carta para os irmãos. John já não mantinha mais contato com Ally que estava noiva de um médico que havia chegado á cidade um ano antes. O noivado era a contragosto, mais ela não tinha escolha, os pais a forçaram, sem dizer que ela estava muito decepcionada com Johnnie que agora havia se tornado um sujeito extremamente degradável. Só sabia beber e brigar. Ele não é mais o John que foi um dia.

Como de costume, depois de um longo dia de trabalho na fazenda do Senhor Writhe, ele foi ao bar. Ele estava cansado e queria relaxar um pouco, hoje ele poderia ficar até mais tarde no bar, pois era sábado e no outro dia ele não iria trabalhar. Ele pediu uma dose de conhaque e se sentou no balcão. Ao seu lado estava Schole, o sujeito já estava muito bêbado e Henry, o dono do bar, se recusava a lhe servir mais bebida:

– Não filho! Você já está muito bêbado, vá para casa, amanhã você pode voltar aqui e beber mais. Mas por hoje chega! – disse o garçom.

– Seu cão maldito! Eu tenho dinheiro me dê mais o que beber! – Disse o bebam, atirando notas de dólar em Henry. Ele pediu ajuda a Johnnie, que era amigo do dono do bar. Johnnie tentou apaziguar o bêbado:

– Hei amigo, se ele te der mais uma dose você vai embora? Vamos beba o último copo, que eu te ajudo a ir embora. – Disse o rapaz com uma paciência rara nele.

– Sai daqui moleque desgraçado! Eu não vou embora porra nenhuma. E se você não tirar essas mãos imundas de cima de mim eu vou fazer com você o mesmo que eu fiz com aquele viado do seu pai! – Disse Schole gargalhando. – Sabe moleque, eu pensei que ele fosse mais durão, pela pose que ele tinha eu esperava mais, mas não, ele foi muito fácil de mat… – ele não terminou de falar, pois tomou um murro de Johnnie.

– O que você está me dizendo Schole? – perguntou o rapaz

– Isso que você ouviu. – respondeu Schole tentando avançar sobre Johnnie – eu o matei e vou fazer o mesmo com você seu cachorro!

Johnnie acertou outro soco nele e continuou a bater. O rapaz estava cego de fúria, ele pegou a cabeça do bêbado e a acertou no balcão com força, abrindo um corte na testa de Schole, que caiu no chão e começou a ser chutado por Johnnie. Um outro rapaz tentou impedir Johnnie mais levou um soco no nariz, que começou a sangrar. Johnnie gritou:

– Ninguém ouse tentar me impedir! Entenderam?!?!? – e continuou a bater no algoz de seu pai. Até que resolveu parar, ele o segurou pela lapela do paletó e perguntou:

– Eu sou vou ter perguntar uma vez. Mais alguém esteve com você junto nessa, seu filho de uma puta?!

– Foda-se seu merda! – respondeu Schole.

Johnnie se enfureceu mais ainda, pegou um canivete que ele carregava, e falou:

– Então essa e a sua resposta? Hum… Okay – Johnn levantou o homem, colocou ele por sobre a mesa de sinuca com os braços virados para trás, pegou o canivete e começou a cortar o nariz de Schole. Este por sua vez se debatia e dava berros perturbadores de dor. Um homem que também bebia ali foi em direção de Johnnie para tentar impedi-lo. Ele percebeu a aproximação do homem, sacou a colt .38 que um dia foi de seu pai e acertou um tiro na perna do apaziguador, e disse:

– É a ultima vez que eu digo quem tentar me impedir, vai morrer. – Todos que estavam no bar saíram assustados. Henry a uma distância falava com o jovem em fúria, mais esse não ouvia nada além dos gritos de dor, de sua vítima, que logo não aguentou e começou a falar:

– Bu-Bucky…e-e Willes… – disuse Schole.

– O que? É mentira! Seu maldito! É mentira! – gritou Johnnie, ele não pode acreditar no que seus ouvidos ouviam. Seu padrinho, o homem que havia ajudado nos preparativos do velório de seu pai, ele estava envolvido nisso.

– Isso é verdade? – perguntou Johnn – Não minta para mim seu putardo.

– Si-si-m… É-é ver-da-de si-s-im… Eu ju-juro, por Deus pare com is-so, dói muito! – lamentava Schole.

– Henry você tem um facão aqui? -perguntou Johnnie

– Tenho sim, mais não vou te dar ele. – respondeu o garçom

Johnnie pegou a sua arma e acertou Henry no nariz com a sua coronha, e disse:

– Rápido seu putardo, não to de brincadeira!

Henry pegou o facão debaixo do balcão e o entregou, enquanto tampava seu nariz com um pano, tentando para o sangramento, ocasionado pela pancada. O rapaz pegou o facão, colocou-o sobre a mesa, virou Schole de costas, segurou firme sua cabeça pelos cabelos, pegou o facão e com um único movimento arrancou a cabeça dele vivo, enquanto ele pedia por clemência.

– Me dê uma sacola, e me traga a conta pelos estragos que eu fiz aqui em seu bar. – Disse Johnn.

– Não precisa se preocupar garoto, aqui tome sua sacola e nunca mais volte aqui. – Disse Henry enquanto dava-lhe a sacola.

Ele a pegou e pôs a cabeça do defunto dentro dela. Quando estava saindo foi indagado:

– Por Deus Johnn, o que você vai fazer com essa cabeça?

– Vou pegar mais duas cabeças pra minha coleção. – Respondeu o Cow-boy de forma cínica, com um leve sorriso no canto da boca enquanto se dirigia até seu cavalo, que o aguardava amarrado fora do bar.

10 Comments»

  • … e continua! =)

  • Lord Jessé says:

    Estou na espera da continuação!

  • Andrey Ximenez says:

    Bem…

    A idéia é bacana, sério mesmo.

    Mas sua técnica ta deveras deficiente.

    Esse cap está ainda mias redundante e pessado de ler que o outro.

    Tem um paragrafo q vc escreve “Sr.Willes” milhares de vezes @.@

    Procure sinônimos para tornar o texto mais leve, é uma dica.

    Mantenha o tempo. Tem um paragrafo q vc começa no presente, volta cinco anos, depois tres, depois um. Uma doidera.

    E o personagem supremo, cuidado com o personagem supremo que faz td com os demais personagens. Só falta colocar um S no peito do Walker Boy.

    É isso.

    Vamos ver o que nos espera no próximo cap.

    • Comentário gigante!! ehehehe

      Sim como obra literária tem que melhorar mesmo.

      Mas para divertir quem curte Matanza e Pistoleiros… ta valendo!! 😀

      • Andrey Ximenez says:

        kkk

        sem dúvida, vou querer ler isso a próxima vez que o Matanza aparecer pelo Opinião.

        Vou pro show com muito mais sangue na boca que a ultima vez

        xD

  • Vinicius Maboni says:

    Embora eu tenho gostado do conto, tenho que concordar com o Andrey, tem que evoluir gramaticalmente.
    Mas relaxa, voce melhora.
    Como já comentei antes a gramatica é a eterna vilã dos escritores-beta.

    • Andrey Ximenez says:

      Realmente

      Como eu disse a idéia é bacana. Técnica vem com o tempo.

      Tenho que me desculpar pelo comentário gigante lá em cima. Mas sou a favor de explicar a critica, não dizer somente bom ou ruim.. sei lá.

      @.@

  • Lord Jessé says:

    porque ainda não saiu o capitulo 3???

  • j.p.furtado says:

    Cacildes, nem sabia que vc tinha publicado meu conto, fikei anos sem entrar no blog… até parado de escrever eu tinha, desanimei. Mas hoje resolvi da uma olhada aqui no blog e olha o que eu vejo! legal, legal. Fiz mais contos e tem mais 8 capitulos do johnnie prontos desde 2009. Vou posta-los aqui, Vlw por quem gostou e tb pelas dicas uteis que recebiXD

  • will flint says:

    Iraaaadoo o conto. não sou muito fã de matanza ainda, depois dessa vou começar a escutar, se for legal igual o conto vale a pena. Questão dos errinhos e tudo mais é normal, e bom, o conto é de 2009, 2 anos com certeza os contos agora estão saindo bem melhores.

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