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Dec
06
2011

Cavaleiro de Walter

Escritor: Felipe Soares

cavaleiro-de-walter

A Boa Vontade do Homem Neutro

Terra molhada, algo que sempre segue as chuvas e espalha seu cheiro pelo vento. As botas de Baldur entravam nesta terra, afundando e grudando, enquanto ele andava ao redor de uma cidade. O céu era uma massa cinzenta que parecia não ter fim, mas Baldur andava com um sorriso no rosto, devido á situação em que estava.

Quando recebeu a carta de uma pequena cidade pedindo ajuda para os cavaleiros de Walter, ele imaginava ter de caçar alguma coisa sanguinária, um homem lobo, uma bruxa, svartalfares, talvez até um gnomo de quatro braços. Ele achou irônico quando soube que teria de procurar por fadas.

“Pode rir a vontade, mas quando descobrir que não são daquelas fadas pequeninas e bonitinhas, você vai se arrepender de não ter trazido uma arma maior” diria Ethelwulf se estivesse por lá. Exceto que as fadas que Baldur procurava eram realmente pequeninas.

Na pequena cidade de Temora, Cidadãos têm sido atormentados por pequenas criaturas voadoras, que lhe roubavam a comida, azedavam o leite e causavam inúmeras outras inconveniências. A irritação chegou á tal ponto que o senhor de Temora foi forçado á buscar por ajuda.

Baldur parou de andar, vendo alguma coisa reluzindo em meio á lama. O cavaleiro de Walter se abaixou ao solo, sujando suas pernas com a terra, e viu que a coisa que reluzia parecia algum tipo de pó avermelhado e que cheirava á ozônio. “Então, foi por aqui que vocês fizeram seu ninho, sejam precavidos da próxima vez” pensou Baldur consigo mesmo.

O local era cercado por algumas árvores, de madeira escurecida pela chuva, o chão não possuía muita grama, sendo coberto por lama e folhas alaranjadas. Baldur poderia ver a cidade de Temora, caso olhasse para sua direção, suas casas rudimentares apesar de eficientes de madeira, Seus jardins quase vazios, mulas presas às cercas brancas e a torre de pedra, que pertencia á alguma igreja de religião não identificada.

No meio de um campo aberto ao céu, pouco metro além de onde Baldur achara o pó vermelho, ele retirara um pedaço de pão de seu bolso, uma fatia retangular e torrada, que ele pedira á um dos moradores de Temora.

As fadas pareciam ter apreciado o pão, todos os Temorensses tinham falado sobre roubos de pão em suas casas. O pão também continha um pouco de mel por cima, apenas por precaução.

Baldur deixou o pão largado em meio á terra, ele logo se juntou de lama, grande é o número de pessoas que seriam enojadas com a idéia de comer aquele pão em seu estado atual. As fadas por suas vez não pareciam se importar, pois logo uma dupla delas se reuniu em volta do pão e começaram a comê-lo.

As pequenas criaturas pareciam minúsculos macacos, de corpos ágeis e longos rabos, erguidos por pequenas asas de libélula. Ou pelo menos era o que parecia, Pois seus corpos eram obscurecidos por uma forte luz vermelha. Os dois diminutos seres ignoravam o caçador que estava parado de pé ao lado da fatia de pão. Eles sabiam que eram mais rápidos que qualquer homem, já tendo escapado de dezenas de tentativas de captura pelos Temorensses.

Baldur tambem sabia disso, ele ouvira atentamente as histórias de Temora. Ele tambem sabia que qualquer ser ficaria irritado em ter sua comida roubada. Baldur pegou o pedaço de pão, as fadas fugiram como coriscos quando a mão do caçador se aproximou, e o guardou dentro de um pequeno saco de pele que ele levava consigo. As fadas imediatamente entraram no saco, raivosas por terem sido furtadas, para logo depois ficarem presas quando Baldur fechou o cordão que fechava o saco.

O cavaleiro de Walter voltou alegremente para a cidade, vendo que o seu truque funcionara, ele mostraria á outras pessoas que poderiam fazer o mesmo, para logo depois voltar para Esteve, onde poderia ter uma boa refeição. Baldur quase chegou a cantar alguma canção durante o caminho, só não o fazendo devido á um resfriado que pegara.

Todos os planos de Baldur tiveram de ser esquecidos quando, ao voltar para Temora, ele viu os esqueletos dos mortos.

O pânico tomou conta daquela pequena estrada que passava pela cidade, várias pessoas cercavam a casa de pães, mal se podia ver o chão, mas todos viam o esqueleto largado na porta. Um monte de ossos humanos, sem um único pedaço de carne sobrando, coberto por marcas de dentes minúsculas, mas afiados. O esqueleto do outro homem que trabalhava naquela casa estava mais adentro, posicionado como se estivesse fazendo pães enquanto sua carne era arrancada.

Apesar do caos causado pelas pessoas em volta da casa, insistentes em ver o ocorrido, do guarda que desesperadamente impedir que um cachorro roubasse os ossos, e do já mencionado cachorro, Baldur conseguiu andar livremente entre eles até a cena. As pessoas tinham uma noção de que o caçador tinha coisas importantes a fazer, e várias ainda o temiam, deixando-o passar.

As impressões que as pessoas tomaram daquelas mortes estavam certas, o fazedor de massas e seu aprendiz foram às vítimas, sendo devorados inteiramente por aquelas fadas que atormentavam á todos. Baldur chegou a comparar os dentes das pestes que capturara com as marcas nos ossos, nada provava o contrário.

Ethelwulf estava certo, Baldur se arrepende de não ter trazido uma arma adequada. Ele saiu daquela casa de pães antes que alguém pudesse dizer qualquer coisa para ele. O caçador sabia que não seriam as únicas mortes naquele local, ele tambem sabia que teria de livrar Temora daquela praga com suas próprias mãos.

Enquanto andava a passos largos para o local em que encontrara as primeiras fadas, Baldur repassava em sua mente uma lição de Ethelwulf. Ele lembrara de estar na sala do velho caçador; enquanto lhe dava um sermão sobre como coisas inofensivas poderiam se tornar apocalípticas, o caçador iniciante fingia prestar atenção na foice maldita que Ethelwulf exibia em sua parede. Ethel desconfiava de quando alunos prestassem “atenção de mais” no que ele falava.

“E aqueles malditos macacos voadores” começara a falar Ethelwulf, Baldur lhe interrompeu. “Não seriam fadas?”. Baldur lembrava-se de Ethelwulf se segurando para não arrancar a foice da parede e bater nele. “Se você quer dar um nome idiota para estas bestas, chame do que quiser, mas assim as pessoas pensarão que está falando de alguma coisa inofensiva”. Baldur lhe perguntou por que insistia em chamar as fadas de perigosas se não tinham o hábito de machucar as pessoas. “Simples, quando estão próximas da época de botar ovos elas se alimentam muito mais, fariam você parecer uma pessoa humilde na mesa”.

Quando o cavaleiro de Walter perguntou o significado disso, Ethelwulf apenas saiu andando, clamando que não gostava de bajuladores. Baldur acreditou se apenas uma das várias loucuras de Ethelwul. Agora que ele se mostrou correto, o caçador passou a acreditar que ethelwulf era um grande imbecil.

Baldur passou o resto daquele dia curto procurando pelo ninho das fadas, e a noite também, apesar da doença que o afligia. Apenas quando se formava uma linha de luz no leste que o caçador encontrou o que procurava. No pequeno poço no meio da cidade, Baldur encontrou rastros bem grandes das fadas, se misturado com restos de água no balde e avermelhando a água.

O caçador amarrou cuidadosamente todo o equipamento que levava em seu cinto, deixando seu valioso chapéu na superfície. Baldur pensava em algum plano enquanto descia pela corda do poço, sabendo que em algum local haveria dezenas de fadas famintas, a rainha delas e uma enorme quantidade de ovos de fadas.

Quando seus pés tocaram o chão, Baldur percebera que não havia água naquele poço. O local estava molhado, claro, mas era muita pouca água considerando ser um poço. O que mais intrigava a mente do cavaleiro de Walter era o fato do local não estar tão escuro quanto ele imaginava, além da luz que vinha da superfície, Baldur via luz adiante, a luz que ele reconhecia vir de uma fogueira.

Ele atravessou o túnel que o separava daquela luz, um túnel pequeno e humido, Baldur teve de andar agachado enquanto muco escorria de seu nariz, fazendo daquela passagem mais desagradável e longa do que se esperava.

Ao finalmente chegar ao final daquela pequena passagem, Baldur viu a fogueira, formada por vários pedaços de madeira, madeira vinda de algum tipo de árvore que o caçador nunca vira antes. Havia restos de comida próximos ao fogo, Baldur também não reconhecera que tipo do alimento. Por fim, o caçador saira do túnel, examinando melhor o que encontrara lá, sabendo que aquele local não era ocupado pelas fadas, não poderia ser, elas não fariam uma fogueira, elas não precisavam de fogo, elas temiam fogo.

Havia passagens ao redor daquela gruta, outros túneis que levavam á outros locais inexplorados, passagens que não eram iluminadas pelas chamas. Foi de uma dessas passagens que se revelou o morador daquele local.

-Quem é você que invade minha morada?- Disse o homem enquanto se aproximava do fogo, sendo iluminado por ele.

Baldur deu um largo passo para traz, em surpresa. Ele quase levou a mão para suas costas para pegar seu arco, logo depois se lembrando que ele guardou dentro de um saco, esperandcuidadosamente todo o equipamento que levava em seu cinto, deixando seu valioso chapeu na superfo não molha-lo no poço.
-Eu sou Baldur, e não estou invadindo, só estou de passagem.

-Não está invadindo? Você entrou neste local sem permissão. – Disse o homem. Ele possuía uma voz grave e baixa. Era tão alto quanto Baldur, talvez mais, apesar de mais cheio que o magrelo caçador. O homem parecia de certa forma com vários dos moradores de Temora, exceto pelas suas vestimentas, que eram alienígenas para o cavaleiro de Walter. O homem possuía um chapéu um pouco semelhante ao do cavaleiro de Walter, mas as abas eram vários centímetros maiores, e era feito totalmente de galhos de carvalho.

Ele também vestia uma pequena armadura, estranhamente feita com o mesmo material de seu chapéu, como se tivesse feito aquele material ás pressas. A armadura cobria as roupas inteiramente brancas daquela pessoa. Apesar disso, o único objeto daquele homem que Baldur poderia reconhecer naturalmente era a curta espada que ele levava as costas.

-E sequer sabia que havia pessoas morando aqui. Mas não se incomode eu só venho aqui para caçar algumas fadas. – Dizia o caçador, tentando soar tranqüilo e não iniciar uma briga com o homem armado. Este pareceu interessado com as ultimas palavras de Baldur.

-Caçar as fada, por que pretende fazer isto?- Disse aquela estranha pessoa.

-Eu sou um cavaleiro de Walter. É meu trabalho caçar todas as criaturas que possam ferir as pessoas.
-Então você pretende caçar todas as criaturas que encontrar?

– Após o que aconteceu lá em cima-Baldur parou de falar por alguns segundos. – é o que vou fazer.

A expressão no rosto daquela pessoa se tornou absorvida em algum pensamento, para logo depois dizer:

-Eu não irei te deixar fazer isso. – Baldur foi tomado novamente pela surpresa. Aquele dia não estava sendo agradável para ele. O homem sacou rapidamente a espada que ele levava.

-Por que você vai fazer isto? – Disse Baldur enquanto preparava-se para sacar sua espada, sabendo que até pegar o arco ele seria perfurado por aquela lâmina. – Eles já devoraram duas pessoas, e irão matar mais.

-Sim, mas logo depois você ira voltar para me matar.

Baldur respondeu apenas com uma expressão de dúvida.

-Você logo iria descobrir, mas eu venho das mesmas terras que aqueles insetos. Você iria voltar para me caçar. Eu sou uma ameaça para as pessoas afinal de contas. – Logo após terminar de, enquanto falava talvez, o homem avançou em direção á Baldur, sua arma apontada em direção ao caçador.

Baldur sacou sua espada, infelizmente ele não sabia lutar com ela. Ele não foi treinado para usá-la, a espada era apenas um símbolo dos cavaleiros de Walter, feita em semelhança a espada que o próprio Walter levava em sua caçadas. Pelo menos Baldur podia usá-la para manter seu algoz a distancia.

O homem se manteve á alguns metros do caçador, aparentemente Baldur conseguia parecer um espadachim habilidoso, o seu adversário se mantinha á uma considerável distância, observando atentamente os movimentos de Baldur. O caçador tentou falar algo para corrigir a situação, quando seus lábios começaram a formar palavras o homem tentou um golpe no cavaleiro de Walter.

Ele dera um passo à frente, girando a espada para acertar a direita de Baldur. O caçador parou aquele golpe com sua própria espada, tendo de segura-la com ambas as mãos para que ela não voasse para longe. O homem moveu rapidamente sua perna direita, e com ela chutou a barriga de Baldur.

O caçador sentiu uma forte dor em seu corpo, quase chegando a vomitar as fatias de pão que comera de madrugada. Ele se sentiu sendo jogado para traz, ele deixou-se ser jogado para traz; quanto mais distante de seu algoz, melhor.

Baldur foi movido a vários pés para traz, ele passou a centímetros daquela fogueira, quase sendo incendiado por ela, ele quase torceu seu pé, tentando se firmar ao chão. Mas por fim o cavaleiro de Walter se manteve de pé.

O homem voltou a andar velozmente para atacar Baldur, este sabia que não sobreviveria se tentasse sobreviver através da espada. O caçador levantou sua espada acima de seu ombro, e a atirou naquele que se aproximava.

Aquele homem abaixou-se rapidamente, a espada passou pelo homem, girando pelo ar, e parou ao chão pouco iluminado daquele túnel. Não que Baldur esperasse que a espada acertasse algum alvo, isso raramente funcionou antes com alguém.

Mas enquanto aquele estranho homem se abaixava, Baldur teve tempo o suficiente para alcançar sua besta, o homem percebeu isto, e tentou partir o caçador com sua espada. Ele teria conseguido, não fosse o virote que passara muito próximo dele, quase lhe atingindo o peito. O homem ficou parado, sem poder fazer nada além de observar o cavaleiro de Walter apontava um segundo virote para sua cabeça.

Baldur se lembrava daquele dia em que passou horas inacabáveis procurando por aquela besta, poucos artesãos na cidade de Temora conseguiam fazer uma versão específica da arma que guardasse dois virotes, algo importante visto que um inimigo não esperaria Baldur recarregar sua arma.

-Eu sinto, mas tenho de eliminar aquelas criaturas de algum jeito, não adianta tentar protege-las. – Disse Baldur, tentando um ultimo meio de evitar mais mortes.

– Eu não me importo com aquelas bestas insensatas. Se irá me matar de todo jeito, não perca tempo me revelando seus motivos. – Aquele homem possuía uma ligeira expressão de dor, apesar de não estar ferido. Esta dor parecia vir do virote, mantido a alguns centímetros de sua face.

-Eu não vim aqui te matar, seja lá de onde você venha. Se você me deixar terminar meu trabalho em paz, eu também te deixo em paz.

-E como eu terei certeza de que você fala a verdade?

-Você estaria morto e eu não estaria desarmado se não falasse. – Baldur finalizou sua sentença para logo depois soltar sua besta, que caiu no chão fazendo um som incômodo não fosse à situação. O caçador ergueu as duas mãos ao lado de suas orelhas, demonstrando nenhuma arma presa a elas.

O homem se levantou e examinou o cavaleiro de Walter por vários segundos, Baldur percebeu que o homem não respirava um fato que ele só foi relembrar durante a ceia.

-Você provavelmente esta sendo sincero, mas se você voltar para me caçar, eu não serei enganado por seus truques. –O homem se virou e andou até uma das passagens daquele túnel.

-Obrigado senhor violento – pensou Baldur, aquele homem lhe lembrou de certa forma de Ethelwulf, o caçador que dizia ter caçado todo o tipo de criatura sob o céu. – Eu não devia perder mais tempo, coisas mais importantes a fazer.

O caçador tossiu algumas vezes e recolheu seus objetos caídos ao chão. Ele realmente possuía coisas importantes a fazer.

Os ovos queimavam violentamente, o fogo se espalhava facilmente pela substancia mucosa que os cobria. Dezenas de fadas furiosas voavam para todos os lados, tentando salvar os ovos e ferir o caçador que incendiara seu ninho. Não conseguia fazer nenhum dos dois.

As chamas eram grandes demais, e não havia água, as fadas drenaram toda para fazer aquele ninho. O cavaleiro de Walter era inalcançável, ele espantava a todas com sua espada, feita com ferro puro das montanhas, algo que era mais tóxico para as fadas do que a fumaça. Várias sequer tentavam lutar contra as chamas, visto que sua rainha, uma fada do tamanho de um cão e com chifres curvados, jazia morta ao chão.

Baldur não era agradado pela idéia de genocídio, ou seja lá o que fosse aquilo que ele estivesse fazendo. Mas não havia outra opção. Às vezes havia a diplomacia, a conversa e a paz para um cavaleiro de Walter, mas às vezes, havia apenas a caçada.

Desta vez, havia uma gripe realmente incômoda para Baldur.


Categorias: Baldur,Contos | Tags: , ,

18 Comments»

  • nikola tesla says:

    santo garfield, de novo. Meu primeiro conto da série é publicado hoje e o meu segundo já está na agenda? Eu amo este site.

  • Atreus says:

    Da uma revisada. Tem uns errinhos ortograficos,concordancia e de pontuaçao. Coisa boba.

    A historia ta bem legal sim.

    Me diga umas coisas, ce tem quantos anos?E escreve a quanto tempo?

    Eu digo isso pra todo mundo,mas acho que seu conto ficaria muito mais foda se vc editasse um pouco. Cruamente. Como disse o Stephen King – 10% de tudo! =D

    Mas realmente gostei!

  • nikola tesla says:

    Eu pessoalmente boto a culpa no microsoft word, ele já até corrigiu uma frase minha para que ficasse “ele estão”. Mas muito obrigado.
    Eu tenho quinze anos de idade, e escrevo desde dos meus 10 anos, começando a escrever contos aos 14.

    Bem, eu acho que sai hoje, se algum conto entrar na minha frente eu pesso aos meus parentes para virem aqui e comentarem 😉

  • Andrey Ximenez says:

    Hmmm… como Atreus comentou, tem uns errinhos bobos, ae. Mas fora isso, a narrativa ta interessante.=]

  • nikola tesla says:

    O problema era que eu mandava o conto rapido demais para o nerd escritor, sem dar uma revisada antes. Mas já estou resolvendo isso.

    E eu estava brincando quando disse que mandaria a mafia comentar meu conto, ou não 😉

  • Atreus says:

    e cade o Felipe pra comentar isso tudo?

  • nikola tesla says:

    Eu sou o Felipe, sério.

  • Essa história é fria, seca. Fez-me sentir como se estivesse atrás de Baldur, seguindo seus passos. Como disseram acima, os únicos problemas são a concordância e pontuação, nada que possa te abalar. Bom saber que tem outro escritor de quinze nesse site, eu já estava me sentindo meio solitário. ^^ Aé, só uma coisa. O nome do personagem principal, Baldur, é um refêrencia daquela história nórdica não?

  • Você tem que cuidar com as repetições de palavras num curto espaço de texto. Tem uma sequência de “homem” alí no meio, que está muito estranho.

  • naldo says:

    Continue escrevendo …a repetição é a mae da perfeição

  • Andre Alves says:

    Ficou legal, mas tem muitas palavras se repetindo (como já foi dito) e muitos erros. Tem continuação? Se não tiver, então qual é a do doido das fadas?

  • Jayne says:

    We definitely need more smart ppeloe like you around.

  • Achei que ficou muito bom! veja o proprio livro do sphor pode-se notar que foi o primeiro livro dele, repetições e repetições. como disse o amigo acima a repetição leva a perfeição

  • ou melhor a prática que leva a perfeição, mas o conceito é esse rsrsrs

  • Robson Santos says:

    A ideia da história é boa. Quanto a ortografia, é uma questão treino e revisão. O garoto tem futuro.

  • willyan wylson says:

    Tudo permanece em silêncio, o mesmo silêncio que desmorona sobre o coração do morto… O silêncio que ensurdece o interior dos que possuem receio. O silencio… Da morte… Ergui-me lentamente e me desloquei ate a janela… Um brilho avermelhado adquirira forma semelhante à gradação das seis velas que flutuavam sobre a mesa.
    Agora olhando bem para elas… Pareciam-me anjos… Anjos flutuantes entre espectros que iam se dissolvendo, sendo absorvidos nas chamas confusas e dançantes. Destranquei a trava da janela uma rajada de vento deslizara sobre as tapeçarias do quarto alterando a compostura do candelabro. Como já tinha citado anteriormente, o castiçal era composto por seis velas, ao destrancar a vidraça o zéfiro que penetrara no ambiente surtiu um profundo efeito sobre as figuras dos anjos, exatamente como a quantidade de velas…
    Eram seis anjos, e estes anjos devido ao efeito do vento, sofreram uma transfiguração. Uma modificação, por um simples instante… Por uma fração de segundo as seis chamas tomaram o aspecto de uma mulher de longos cabelos, e logo após! Uma a uma! Exatamente em fileira organizada as chamas iam se extinguindo lentamente…
    Após a extinção da primeira vela, o ambiente se tornara mais escuro… Mais denso pesado e frigido. Após a extinção da segunda vela, os moves empoeirados, as armas assentadas na parede, os retratos as tapeçarias e todos os objetos entorpecidos que estavam presentes no ambiente, adquiriu um contraste mais forte, a luminosidade se tornara mais enfraquecida. Um leve tom sobrenatural pousara na superfície. Então a terceira vela se extinguiu…
    Exatamente neste momento o paredão onde se achavam ornamentados as pinturas… Tornara-se quase que imperceptível, se não fosse o efeito das três restantes, nada poderia ser encontrado naquela parede repleta de assombração e tormento. Então a terceira vela se extinguirá por completo, em seguida a quarta vela… Logo a quinta vela se extinguira com maior velocidade que as demais… Tudo fora tomado pelo negro e o martírio. O luto pousara na paisagem avermelhada do exterior do castelo, e a quarto mergulhara em negridão…
    A sexta vela retardara um pouco mais que as anteriores, era o único brilho que restara no compartimento, o único sopro de lividez o anjo restante… Mais como já estava destinada, se extinguirá… E o mundo morrera em um pequeno baque… Meus olhos foram tragados pela escuridão… Mais espere! Uma sétima luz surgira! Após o ranger de uma porta que se abriu violentamente… O velho surgira alvoroçado em minha busca…

  • Mauricio C. Dovanci says:

    A todos os pré-escritores, assim como eu, devo dizer que o esforço é tudo, leia muitos livros, aprenda novas palavras, estude muita gramática, semeie imaginação e seja criador do seu estilo, desenvolva uma forma de narrar unica. Absolva apenas as críticas positivas e jamais desista. O homem escritor é feito de palavras, sem elas não temos essência.

    Também sou um pré-escritor, assim me refiro a todos aqueles que não possuem um livro publicado e notório. E também aqueles que escrevem a pouco tempo, sendo assim temos muito a aprender. Breve tentarei postar o primeiro capítulo do meu primeiro livro que estou escrevendo é uma verdadeira batalha, estudar, trabalhar e escrever.
    Tenho dezessete anos. Maurício C. Dovanci

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