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(15) Orcs [poesia]

Publicado por The Gunslinger

– que publicou 1572 textos no ONE.

Ocupação: Analista de Sistemas de Colaboração, Escritor, Blogueiro.

Grupo a que é filiado: O Nerd Escritor, Blog do Gunslinger.

Base de operações: Corupá, SC – Brasil.

Interesses: Literatura, Cervejeiro, Internet, Teoria Computacional da Mente, Tiro com Arco e Futebol Americano.

Autor(es) Influênte(s): Stephen King, Bernard Cornwell, J.R.R. Tolkien, Neil Gaiman, Patrick Rothfuss, Paulo Coelho.

Livros que recomendo: A Torre Negra (Stephen King), Crônicas Saxônicas (Bernad Cornwell), Crônica do Matador do Rei (Patrick Rothfuss), O Silmarillion (J.R.R. Tolkien), Lugar Nenhum (Neil Gaiman), O Diário de um Mago (Paulo Coelho).

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Sep
24
2012

Introdução para uma história qualquer

uma-historia-qualquer

Você já percebeu o quão grande o mundo é?

Quando criança tive essa percepção ao sair para caminhar na rua sózinho pela primeira vez. As ruas iam longe para a direita e esquerda, eu precisava andar muito para ir da frente da minha casa até o mercado que ficava a uns 500 metros dali.

500 metros, eu nem sabia o que era metro ou qualquer tipo de medida.

Só sabia o que era maior que eu e menor que eu. Sabia o tamanho das minhas pernas e a quantidade de passos que precisava dar para ir a qualquer lugar.

Mas esta perspectiva de quão grande era o mundo não se limitava a minha rua, eu conseguia ver isso no jardim. Em meio a grama e as flores plantadas, existia um mundo gigantesco, com seres monstruosos e horripilantes. Sorte minha que em relação aqueles seres monstruosos eu era um gigante e eles me temiam.

Os insetos que viviam ao redor da minha casa sempre me facinaram, olhar eles trabalharem, viver suas vidas coletando coisas, matando coisas, construindo coisas. Eles eram tão pequenos e tinham um mundo tão grande ao seu redor para explorar. E como eles exploravam.

Acompanhar a aventura de uma formiga que deixava seu formigueiro e caminhava por dez passos (meus passos) de distância, indo onde nenhuma formiga jamais esteve. Encontrando outros insetos no caminho, alguns maior que ela, correndo perigo e ao final, voltando novamente para casa. Aquelas pequenas desbravadora me fascinavam.

Eu irei contar a minha aventura, os meus dez passos de distancia que andei pelo mundo, ela começou cedo. Não tão cedo como o tempo em que eu observava monstros horripilantes em meu quintal, foi um pouco mais tarde que iso, porém contudo cedo. E hoje os monstros horripilantes que eu observo não sentem mais medo de mim.


Categorias: Contos | Tags: , ,

4 Comments»

  • Esta, como o título entrega, é uma introdução de uma história que um dia escrevi. Achei que ela poderia ser utilizada para algo… talvez um dia a história ganhe corpo. 🙂

  • Lucas M. de Freitas says:

    AÊÊÊ!

  • Andrey Ximenez says:

    Ehhhh seu Guns.

    Erros de português. Sentimentalismo exacerbado. Nhé! Prefiro o bom e velho (mas não tão velho) Guns de volta.

    Brincadeira.

    É, é uma introdução padrão mesmo. Serve para qualquer tipo de roteiro.

    • Pô, vou te falar que escreví isso da maneira que veio na cabeça… nem revisei.

      Cometo vários erros de portugês, eu sem revisor ortográfico não funciono.

      Valeu pela dica Andrey! E que bom que apareceu por aqui!! 😀

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