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Jan
22
2013

Assassin’s Creed:A cronica parte 6

Queda livre

 

Estava em “Queda livre”, sentia meu corpo bater contra o vento, olhei para o chão…Estava perto.As cordas nas minhas mãos estavam apertadas, não conseguia me locomover com as mãos.

Usei um dos meu sentidos, o “Visão de águia“, para tentar achar alguma plataforma.Deu certo.Achei uma placa presa na parede com uma bandeira templária, talvez se…Tem que fazer isso rápido.Ainda no ar, dou uma cambalhota para tentar diminuir a velocidade, saco uma adaga(Que havia pegado sem que Tolo percebesse) e cortei as cordas do meu punho.Passo do lado da bandeira, e para eu não morrer no chão, me agarro à ela.Ouço o barulho da bandeira rasgando, rapidamente, pulo para placa e com força me agarro a ela, a bandeira cai no chão,Em uma manobra arriscada, subo em cima da placa, agora podendo sentir todo o risco que nunca sentira antes.Minhas pernas estavam bambas, quase vacilei e cai no chão, mas senti que não podia, meu ódio de Ugris Zmije, Agora precisa matar Tolo Glefus para que ele não cause mas problemas para a irmandade.

Havia um janela, entrei por ela na fortaleza, dois guardas estavam de costas para mim, saquei a adaga, e em uma pequena mini-fração de segundo, a adaga estava cravada no pescoço do primeiro guarda.Ele caiu morto no chão. O segundo tentou me dar uma espadada, desviei dando uma cambalhota para trás e sacando a espada do guarda morto, e comecei uma batalha contra o guarda. Faíscas podiam ser vistas saindo de nossas espadadas interrompidas uma hora por mim, outra por ele. Até que forçamos as espadas uma contra a outra, ele soltou as palavras de sua boca, muito atrevido.

-Devia ter seguido o conselho do Kapitány.

-Qual?-Sussurrei, deixando as forças para meus braços, que ainda seguravam o cabo da espada e a forçava.

-Não se meta com os templários.

-E você devia seguir os meus.

-Quais?

-Fale menos e morra-Fiz a espada dar um giro na minha mão, a espada do Templário voou contra o chão, e antes que ele pegasse, Dei uma espadada certeira no seu peito, ele segurou, e caiu, com um gemido de dor ao lado de seu companheiro.Saquei de volta a Adaga, não tinha muita prática com Adagas.Fiz um corte pequeno no indicador.

Usei a visão de águia novamente e localizei meus itens, estavam num depósito ali do castelo, no terceiro andar, subi pelas escadas, Matando todos os guardas pelo meu caminho.A porta do depósito estava fechada, mas eu sabia arrombar, era só puxar com força para trás, e dar um chute.A fechadura logo quebrou, e eu empurrei a porta, adentrando no depósito. Estava cheio de itens, mas havia um manequim no meio da sala, um manequim com minhas roupas, ao lado, uma caixa com minha Espada Rapieira, meus punhais  e as adagas de arremesso, vesti a roupa, e peguei minhas armas.Uma voz fina atrás de mim me irrita novamente.

-Ora ora, se não é o tolo…-Dois templários estavam atrás dele.

– Te jó ég, hogy ez a rohadék nem fogja elhagyni a lábam?

-Grab kurvinog sina-Palavras em Croata?-Sada!

Os dois correram em minha direção, saquei as adagas de combate, mataria os dois em um combate corpo a corpo, pulei no primeiro, e em um ataque que não durou nem 10 segundos, a adaga já estava cravada em sua cabeça, o outro, sacando sua espada veio em direção a mim, não quis fazer aquilo demorar mais, peguei 1 única adaga de arremesso, e dei um tiro certinho no pescoço do guarda.E cambaleou, engasgou com seu próprio sangue, caiu de joelhos depois de lado, esperneando, por fim, morreu.

Uma lança passou assoviando por mim e bateu nas ocas paredes de mármore.

-Droga-Murmurei com raiva.

-Hu…Minha mira está ruim, mas do que importa, em poucos segundos, sua cabeça estará presa no trono de Ugris…

-A kapitány meg fog halni, mint te…

-Que vulgaridade, gyilkos, será um prazer falar Nyugodjék békében

-Concordo.

Corri em direção a ele , saquei minha rapieira, com Punho de Arame, ele sacou a Templária(A colhona) e começamos a batalha. Levanto a espada e tento lhe dar uma espadada, ele se defende, me chuta na barriga e me empurra, estou encurralado na parede.

-Você é bom-Digo eu-Mas não para mim.

-Já era, Erelis Kariai-Ele movimentou o braço para trás, mirando no meu peito, tinha que pensar em algo…A espada já estava perto de me matar, mas eu fui rápido, e chutei a mão dele, ele deixou a espada cair-Hu, hu, hu…Agora é Mano a mano.

Ele andou na minha direção, tinha que fazer algo…Então eu fiz.Dei uma direita nele, que cambaleou para trás mas não caiu, chutei sua perna, deixando assim que ele caísse, dei uns três chutes em sua barriga, depois deixei ele se levantar, ele me agarrou pelo colarinho e me jogou no chão, rapidamente, dei uma cambalhota e me levantei, chutei a barriga do homem ainda de pé, agarrei sua camisa e puxei ele para perto de mim.

-Achei que fosse melhor.

-Pois eu sou!-Ele me deu uma cabeçada, eu cai no chão, pegando sua espada rapidamente, ele subiu em cima da minha barriga e mirou ela na minha cabeça, e falou-últimas palavras

Coloquei a mão em seu peito.

-Nunca deixe…

-O que?

-Alguém por a mão em seu peito-Ativei a Lamina Oculta, que atravessando seu peito, perfurou seu coração e o matou.

-A-Ahrghai-Disse ele engasgando com seu próprio sangue.

-Eu sou mas esperto, Tolo-Ele caiu ao meu lado, eu logo levantei-Agora faça uma reza, o tempo que te resta só dá para fazer isso.

Pai…Me perdoa pelos meus pecados como templário…eu planejava fazer um mundo melhor, achei que pudesse mudar os pensamentos de dominar o mundo de Uglis…Eu fui um tolo em acreditar que a causa dos templários era fazer o mundo melhor…estava errado…e agora, peço que me de um abrigo junto a você…Am…-Ele se engasgou com mas sangue, e fazendo uma poça embaixo do seu corpo, disse antes de morrer-Que eu alcance a paz.

-Tolo…Preciso que me diga uma coisa…Onde Uglis está?

-Ele está-Vomitou mas sangue-A caminho de Kerch, na Ucrânia…

“Mas porque ele faria isso se Stor Vän está em Szeged?”Me Pergunto

-Lá-Continua ele-Ele vai unir os exércitos dos Templário daqui com os dela, já que seu irmão mora em Kerch, fica mais fácil, depois ele volta e destrói Szeged…Você tem que Impedi…

Ele morre enquanto tenta falar, e o sentindo que me falava que eu devia cumprir o seu último , cresce, se ajoelho perto dele e falo.

-Que sua alma atinja a paz que seu corpo Frio e tolo buscava-Fecho os seu olho-Lazítson Örökkévalóság, Nyugodjék békében.

Vasculho sua bolsa, e acho uma carta, depois eu ia a ler.

Subo no telhado, olho para baixo, e vejo um pouco de feno,seria útil, já que eu estou com pressa.

-Hit, Erelis-Fecho meus olhos-Nada é verdade…Tudo é permitido.

Me inclino para frente, para ter certeza que o feno estava em minha mira, E, em um ato de reação, Eu pulei.

60 Metros de Pura Agonia , mas já era profissional, acertei em cheio no feno, subi no cavalo, e fui em direção Kerch.

Passei pela base Assassina em Szeged. Stor Vän me recebeu:

-Erelis!Sabia que você ia voltar, quer alguma…

-Onde está Bewonderaar e o Gran Mestre, Viro Perfidulo?

-Estão na sala de Reunião, por…

-LEVE-ME ATÉ LÁ, RÁPIDO!-Disse eu ofegante.

-Vamos-Ele aumentou a velocidade de seu passo e iniciou uma corrida veloz até a sala de Reunião, chutei a porta de madeira, que quase quebrou.

-Perfidulo…Preciso de sua autorização…

-O que foi, filho?-Disse ele notando minha ofegância.

-Ugriz  Zmije  está planejando um ataque a Szeged, junto com a equipe templária de Ucrânia, seu irmão mora lá, então com certeza ele vai conseguir, preciso matar Zmije Hoje!De uma vez!

-Tudo bem-Disse ele-Leve Stor Vän e Bewonderaar consigo.

-Bom, vamos!

-Erelis, lembre-se, nada é verdade…

-…Tudo é permitido!

Saio da base assassina…

[Alexandre, 2012, Miami]

Retomo a consciência, ainda lembrando do estranho filme que tive em minha memória, ainda estava preso na maca, mas até que enfim o tal L, me desamarra, eu estava um pouco tonto.

-O-o que a-aconteceu aqui?

-Você viveu em 1151 depois de Cristo e Foi um Assassino…Impressionante…

-Me explica isso?

-Sente-se, o que eu vou te contar, muitos não iriam acreditar…

Continua…

 


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