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Jan
10
2013

Assassin’s Creed:A cronica Pt 5

Vou usar esta

Os Templários haviam de nos matar realmente, Stor Vän e eu estávamos na mesma cela, e diversas vezes, eles haviam nos dito formas de como íamos morrer, estava tudo bem(tirando o cheiro insuportável de carniça) haviam me tirado a Espada e a Lamina Oculta, a mesma coisa com Stor.

Nossa pena ia ser amanhã, já era tarde da noite, fui me despedindo de Stor, enquanto ele ia dormir, deitei na cama, e lentamente, também adormeci.Na manhã seguinte, eles vieram nos buscar, mas Para Nossa Alegria, eles disseram que só iam nos matar depois do almoço.

Fomos para os Imundos Refeitórios, sentei-me a mesa, e não comia nada, nem eu, nem Stor Vän. Elaboramos um plano para que fugíssemos, tínhamos que ser rápidos, antes que os prisioneiros notassem e contassem para os Templários.

-Stor Vän…Precisamos fugir daqui antes que…

-Tem algum plano, Erelis?

-Sim…Mas não sei se eu vou escapar, é o seguinte, eu arrumo briga com alguns homens daqui,todos os prisoneiros iram ficar entretidos com a briga, e não prestaram atenção em você, que irá correr até a porta, e fugir, não se esqueça de procurar a chave nas roupas dos Templários.

-Mas…e você?

-Do que eu posso servir, não tenho o que conquistar, quanto você, tem que matar o Templário que acabou com sua família.

-Erelis, meu irmão, nunca te esquecerei!-Ele me dá um abraço e se levanta, dá alguns passos até a escada, e antes de começar a subir, ele olha para mim, e termina-Você tem motivo sim Erelis…A Honra-Ele sobe as escadas, e de lá me observa.

Agora é a hora de acabar com a minha vida, e salvar a do meu Irmão, me levanto, chego perto de 4 detentos a conversar e, numa simples porrada em um deles, 3589 Dos Presos rodeiam-me, hora da luta.Um preso se aproximou de mim, tentou me socar, agarrei o pulso dele, e instintamente, jogo-o no chão, outro por trás, me agarra, enquanto um parceiro vai tentar me dar um chute.Solto me, e o coloco o “Agarrador” na minha frente, que leva o chute por mim, corro em direção do que tentou me chutar, e com meu Anti-Braço, jogo ele no chão, e para ele não se levantar do chão, dou um chute em sua cabeça, que fez-lhe desmaiar.O último que me enfrentou foi fácil, prendo sua cabeça em meu braços, desloco-a para trás e dou um belo de um chute nela.Os templários chegam, me agarram, e Ugris Zmije, um grande Templário influenciador, me fala, com um tom risonho:

-Vocês assassinos não deviam subestimar-nos, os Templários ganharam de novo.E TODOS QUE SE METEREM COM OS TEMPLÁRIOS VÃO MORRER!!

-Ugris, a muito tempo você vem me humilhando, e dez da minha infância fui te perseguindo, hoje, ou outro dia, morrerás, e nas minhas mãos.E vou atrás de ti.

-Então…você, idiota de 19 anos, vai atrás de mim?Infância?

-Pode me vandalizar hoje, mas amanhã, serás minha vítima.Os assassinos venceram.

-Ha ha ha!Levem-o para a pena de…

-Senhor-Um templário grita-O Prisioneiro Stor Vän fugiu.

-Enforquem-no, eu vou atrás de Stor Vän.

[15 anos atrás, Erelis]

Não tinha consciência de muita coisa, pois achava que a infância era algo para se brincar, e por isso nela não prestava atenção, até que eu descobri que não somos feitos de brincadeiras, somos feitos de Lembranças, ódio, desprezo, amores, mentiras, e principalmente, dos fatos da vida.

Estava na rua, brincando, queria ser que nem o Gran-Mestre dos Assassinos, pulava num degrau para o chão, e do chão para o Degrau, fingindo fazer parkour. Até que decidi ir para a cidade. Chegando lá, vi ele. Ugris  Zmije. Vi um amigo meu perto dele…Isso representava perigo…Já que era um assassino em treinamento.

Corri  para perto do meu amigo, fui fazer uma solicitação para nos brincarmos, mas ele me ignorou.

-Esse é o grande templário que todos os grandes assassinos falam?

-Acho que é…Mas vamos ignora-lo, vamos brincar?

-Eu vou mostrar meu valor assassino!-Ele pegou uma adagá que havia roubado do Gran-Mestre…Se aproximou de um dos guardas da conspiração Templária.Eu corri até ele e o segurei.

-Você é louco!Nem começamos o treinamento sério!Você vai…

-Não me interrompa, combinado-Ele me jogou no chão, que estava fedendo a urina, e as afiadas pedras me feriram.Mas eu não chorei.Ele andou firmemente contra o guarda, e cravou firmemente a adagá em sua perna, o sangue do guarda jorrou. Ugris Zmije chegou perto do meu amigo, agarrou-o pelo pescoço, e o ergueu no ar.

Suas palavras foram claras e absolutas para mim:

-Hum-Disse-Um pequeno assassino…Nunca vai conseguir se tornar um bom assassino!Enforquem-o na água!

E a última coisa que eu lembro foi meu grito agoniante de Não…

[15 anos Depois]

A corda já estava amarrada no meu pescoço, minhas mãos amarradas em frente a meu manto, e provavelmente, estavam prontos para me chutar, o padre falou que Deus me perdoava, e um guada, afirmando ser Tolo Glefous, e em curtas palavras disse:

-Quais são as suas últimas palavras, gyilkos?

-Isto é um erro.

-É um erro enforcar um traidor?

-Não…Minha mão devia estar para trás-Tiro a corda do meu pescoço e coloco no do Tolo, com força, puxo a corda e dou um salto para trás, infelizmente ele não caiu, e agora eu estava em queda livre, tinha que me agarrar em algo, ou me espatifava no chão.


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