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Publicado por Sombra Posthuman

– que publicou 23 textos no ONE.

Um homunculus misantropo que vive na penumbra do Rio de Janeiro.

O autor tem licenciatura em Letras Português/Inglês pela Universidade Federal Fluminense e Pós-Graduação em Tradução pela Gama Filho, com um artigo sobre traduções de Alice no País das Maravilhas como trabalho de conclusão de curso.Em 2005 começou a fazer traduções de livros para a editora Reader’s Digest, e em 2007 passou a trabalhar exclusivamente como tradutor de textos técnicos. Hoje em dia é tradutor juramentado.

Quando não está trabalhando, treina krav maga e publica contos e poemas de sua autoria no site O Nerd Escritor. Adora literatura fantástica e coleciona quadrinhos do Homem-Aranha. Sombra é fã de Augusto dos Anjos, Neil Gaiman, George R. R. Martin e Guimarães Rosa. Além de escrever, o autor também dedica seu tempo livre a cantar e compor, estudou canto lírico e foi vocalista da banda Heartagram Him Cover. Adora tatuagens, RPG e música, principalmente metal industrial.

>> Confira outros textos de Sombra Posthuman

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Jan
23
2013

Carne I – Esqueletos no Armário

Escritor: Sombra Posthuman

carne

Todo mundo tem seus segredos, todos temos um lado dentro de nós que protegemos a todo custo da sociedade. Nós sufocamos esse lado com medo de como as pessoas agiriam se soubessem, e assim, todos passamos por normais, quando, na verdade, o que fazemos é imitar uns aos outros. É por isso que nos sentimos inseguros quando nos relacionamos com alguém do sexo oposto. Conforme aumenta nosso nível de intimidade, vamos ficando cada vez mais expostos, de modo que, para ter um relacionamento sólido, nos vemos obrigados a confiar ao outro nossos piores segredos.

Elisa, no entanto, com tantos anos de reclusão no interior do Mato Grosso do Sul, não estava tão habituada a essas máscaras. Recém chegada à cidade de Belo Horizonte, não tinha os costumes normais do povo da cidade grande, que diga-se de passagem, é o mais falso que há. Logo que chegou, já se deixou envolver com um sujeito chamado Mauro, um homem arrogante e irritante. Mauro era um técnico em informática de 32 anos, que se achava muito inteligente, mas não passava de um gordo sedentário e preguiçoso, com jeito de nerd; uma criatura que, em situações normais nunca teria chance com uma garota linda e carinhosa como Elisa.

Eles se conheceram em um bar e começaram a conversar sobre UFC. Mauro ficou encantado em conhecer uma garota tão feminina com um gosto tão apurado pra violência.  Elisa também viu algo em Mauro que a interessou, de modo que marcaram de se encontrar muitas outras vezes. O que era, ninguém sabia, já que dinheiro Mauro não tinha, mas como ninguém é cem por cento ruim, de certo havia no homem algo de bom que outros não eram capazes de enxergar.

Uma noite o casal foi ao cinema ver O Massacre da Serra Elétrica, filme cheio de sangue e violência, o que os dois mais gostavam. Elisa não fechou os olhos por nenhum instante, assistiu a tudo com muita curiosidade. Depois do cinema, Mauro levou Elisa para seu apartamento. O apartamento era bem pequeno e simples, e Elisa, sem muita noção de etiqueta, foi logo olhando tudo e mexendo em tudo. Jogos de computador, DVDs de luta, roupas jogadas pela casa… até que chegou a um armário e foi detida por Mauro.

– Não. Aí você não pode mexer.

– O que tem aqui?

– Coisas pessoais, espero que você entenda.

– Tá bom. – Responde Elisa sorrindo, e lhe dá um abraço. – Agora senta no sofá e vai ver tevê enquanto eu preparo alguma coisa pra gente comer.

– Maravilha, eu tô com tanta fome que podia comer um boi vivo! – Ele se senta no sofá.

– Como foi seu dia no trabaio? – Pergunta já indo pra cozinha.

– Eu me demiti. Na verdade, eu fui demitido. Discuti com o idiota do meu chefe. Ei é um imbecil que não entende nada de informática! Não dá pra aceitar ordens de um cara que não sabe o que tá dizen!

– Mas meu amor, o que você vai fazer agora?

– Sei lá, procurar um emprego onde eu seja mais valorizado, sabe… – Liga a tevê e começa a assistir ao jogo entre Cruzeiro e Flamengo. – Elisa, traz uma cervej pra mim! – Em instantes, chega Elisa com a cerveja. – Valeu, você é dez!

Alguns minutos depois, Mauro ouve muito barulho na cozinha e vai ver o que está acontecendo. Ele encontra um rato morto no chão, atravessado por uma faca de cortar carne. Elisa tira a faca cheia de sangue do rato e diz:

– Era um rato.

– Mas que droga! Já é a segunda vez! Há dois meses apareceu outro aqui.

– É demais de grande! Mas eu bati duro nele! Você devia arranjar um gato. Não gosta de bicho?

– É, tem razão. Acho que um gato resolveria esse problema com os ratos.

– Que bom! Eu adoro bicho!

– É, você foi criada na roça, né!… Mas pelo visto, você conseguiu se livrar dei…

– Num tem problema! Já tô acostumada com rato, sapo, cobra, gambá…

-Bom, então eu vou voltar pra sala.

Elisa prepara o jantar na cozinha, Mauro assiste ao jogo na sala. O telefone toca. Ele atende.

-Alou. … Fala, Leandro! … É, eu cheguei, faz uma meia hora. A Elis tá aqui em cas, tá fazendo a janta. … É, ocê não faz idéia, ela é maravilhos! … Tu tá me esculhambando? Porra, não sei por que, é o meu charme irresistível. … Hahahaha… … Ih, rapaz, deixa de ser invejos, o negócio é o seguinte: é mulher da roça, é simples, humilde, eu dei foi muita sorte, foi isso. … Hum… Ih, cara, não sei comé que vai ser não, eu to desempregado agora. … Pois é, perdi o emprego hoje. … Não, mas o negós tá certo já. Aquelas lá, você pode trazer. … Cara, toma cuidado, se te pegam, cê tá morto! … Fica tranquilo, eu ainda tenho um dinheiro guardado. Deve dar por enquanto. … Tá, olha só, é melhor a gente não ficar falando dessas cois no telefone. … Escuta, a Mariana ainda ta com aquele gato aí da rua? … Pois é, eu to pensando em ficar coele. … Foi idéia da Elis, ela gosta de bicho, e até que eu gostei da idéia. … Tá, pode ser. Tu vem aqui amanhã? … Tá legal. … Pares que minha vida tá mudando, tô pensando até em viajar. … A Elis falou comigo ontem pra gente viajar pro Rio, eu achei uma boa, ainda mais agora que eu perdi o emprego, acho que vou sumir por uns tempos, só eu e ela. … Maravilha, né? Porra, já tava de saco cheio daquela merda de emprego, que se dane! Não quero ninguém mandando em mim mais! … Nem se preocupa coiss, não tô pensando niss agora. … Exatamente. … Cara, ess mulher é de outro mundo, hoje a gente foi ver o filme que eu te falei, lembra? … Então, tu não sabe da nova, a Elis matou um rato enorme na cozinha à facada. … Ahaha, tu não faz idéia! … Eu cheguei até a ficar com pena do rato. É, realmente, é mais macho que tu! Mas ela também sabe ser muito feminina. … Que isso, rapaz! Nem fala uma coisa dess! … Pô, tu acha? … Será? … Não. … Ela tem traços muito delicados. … É, isso é. … Que transexual o quê!… ! Se for, eu ponho ela pra fora hoje mesm! Que horror! … Tu tá vendo o jogo? … Do Cruzeiro. … Han… Então tá, a gente se fala amanhã! … Tá legal! … Tchau!

Alguns minutos depois, Elisa chega com aipim, cebola e bife mal passado. Ela põe tudo na mesa da sala, junto com a cerveja e senta no chão. Mauro começa a comer e, logo em seguida, Elisa faz o mesmo. Elisa pega um pedaço de bife e come com as mãos. Ele a olha surpreso e ela sorri com a boca toda suja.

– Eu adoro carne! – Diz a garota.

Depois do jantar, Elisa tira a mesa enquanto Mauro vai tomar banho. Depois é a vez de Elisa. Quando ela sai do banho, está usando um short e uma blusa de alça, e encontra Mauro deitado no quarto. Ela deita e pede para que vire de bruços, então começa a massagear suas costas.

– Humm… que bom…

– Se aquiete, cê ta muito priscado.

-…

– Cê é tão fofo! Eu adoro te apertar!

– Ahahahahaha! Eu sou gordo.

– Tanto faz! Eu gosto.

Mauro vira de frente para Elisa e a beija…. Ela tem um beijo muito intenso. Elisa olha para o armário.

– O que você esconde naquele armáio?

– … Não é nada demais. Só que eu não quero que você veja. Sabe, todos temos esqueletos no armário. Eu vou me livrar diss, prometo. Mas eu precis que você me prometa que não vai mexer no “armário secreto”! Promete?

– Tá, eu prometo. Sabe, eu morei um tempo com uma famíia em Ituiutaba, eles me ensinaro a ler e escrever. A muié chamada Carla me contou a hisória do Barba Negra, você conhece?

– Só ouvi falar. O que tem a história?

– Ah, ela fala de uma muié simples que se casa com um homi culto, assim que nem você.

– Ahahaha! Ocê é uma graç!

No dia seguinte, Elisa acorda com a campainha tocando. Ela olha para Mauro, que ainda está dormindo, e vai atender. Abrindo a porta, lá está um homem segurando um gato, um saco de ração e uma cumbuca de plástico.

– Oi, Leandro! Olha um gatinho!

– É, você gosta de bichos, não é. O nome dele é Tyson.

– Oi Tysu! – Ele tenta fazer um carinho na cabeça do gato, mas ele a arranha.

– Tyson, para com isso! – Ele o coloca no chão. – Não liga não, ele é mal-educado às vezes.

– Esse gato é pro Mauro?

– É pra vocês dois.

– Ah, muito obrigada, deixa eu pegar as coisa dele. – E pega a cumbuca e a ração. Neste momento, Leandro aproveita para dar uma boa olhada nas curvas de Elisa.

– O Mauro tá aí?

– Ele tá dormindo, quer que eu acorde ele?

– Não, não precisa. A sua companhia já me basta. – Ao que ela sorri.

Leandro entra e logo Mauro chega à sala.

– Fala, Leandro! Trouxe o gato!

– É, eu trouxe, e eu quero falar com você.

– Fala.

– A sós. –Diz e olha para Elisa.

– Tá bão, eu vou voltar pro quarto. – Ela responde e vai para o quarto.

– E aí, Mauro, já sabe se ela é ela mesmo?

– Sei, ela é mulher sim, e que mulher!

– Tem certeza? Olha que hoje em dia, essas operações são bem perfeitas!

–  Vai à merda! Era isso que você queria falar?

– Não. O que eu tenho pra te dizer é…

Enquanto isso, Elisa está deitada na cama de Mauro olhando para o “armário proibido”.

– Será que eu posso mesmo confiar em você, Mauro? Será que o Leandro sabe o que tem no armário?

Mauro entra no quarto.

– Elisa, eu vou ter que sair agora, tudo bem?

– Tá bom.

– Você fica aqui?

– Fico.

– Então, até mais, amor! – E lhe dá um selinho. Ela sorri.

– Bom, então eu vou pra minha casa, que é aqui no andar de cima, 602. Se precisar de alguma coisa, é só me chamar.

– Tá bão, obrigada!

– Tchau!

– Tchau!

Saem Mauro e Leandro. Leandro se prepara para subir as escadas.

– Tchau, Mauro!

– Leandro, – Leandro para e vira para Mauro- eu realmente gosto da Elis. Eu vou pedir pra ela vir morar comigo. Parece que finalmente eu encontrei alguém com quem eu queira passar o resto da vida.

– Ah é? Espera até ela descobrir que você é um pervertido! – Mauro encara Leandro sério. – É brincadeira!

– Você tá com aquela cópia da chave do meu apartamento aí?

– Não, aqui não.

– Porque eu quero ela de volta pra eu dar pra Elis, ou você pode entregar pessoalmente pra ela.

– Tá, pode deixar, eu entrego.

– Então tá bom. Até amanhã, cara!

– Até amanhã!

Mauro vai em direção ao elevador e Leandro sobe as escadas. Quando chega ao andar de cima, Leandro tira o molho de chaves do bolso e olha para uma das chaves.

– Pode deixar que eu entrego pessoalmente.

O tempo passa e a noite cai. Mauro volta para casa. Ele abre a porta e chama:

– Elis. – ao que ninguém responde. Ele tira os sapatos e vai para o quarto. Tudo em ordem, ninguém em casa. Ele troca de roupas e depois olha para o armário. O armário está fechado como ele o deixou. Mauro se senta na cama e, de repente, muda completamente de expressão ao ver uma chave de madeira em cima da estante. Ele levanta subitamente e pega a chave, coloca a chave na fechadura do armário e o abre. Lá dentro, inúmeros DVDs. Ele os examina cuidadosamente e fica enfurecido.

– Droga!

Ele corre até a sala e só então acende as luzes. Eis que algo o deixa paralisado. Há sangue no chão e no sofá.

– Droga, o que aconteceu aqui? – murmura. – Elisa! – e vai andando pela casa. – Elis, o queocê fez? – ele indaga baixinho. Vai para a cozinha e encontra mais sangue. – Ou será que o Leandro apareceu e… viu que ela abriu o armário… – Ele corre para o banheiro. -… ele seria bem capaz… – Então ele vai até a área de serviço e encontra mais sangue no chão, e também, um monte de pelos. Eis que das sombras surge uma silhueta e o golpeia com a faca de carne.

– Por quê? – Mauro pronuncia suas últimas palavras e cai no chão da área de serviço, deixando mais uma poça de sangue na casa.

Um telefone toca, Leandro atende.

– Alou, Leandro?

– Sou eu, quem fala?

– É a Elisa. Você sabe onde tá o Mauro?

– Ele não tá com você?

– Não, ele sumiu e não falou nada, só deixou um bilhete dizenu que ia viajar. Tem certeza que você não sabe de nada?

– Tenho, estou tão surpreso quanto você. Ele me falou que queria viajar, mas disse que ia com você.

– Isso é muito estranho!

– Olha, Elisa, o Mauro tava metido em uns negócios complicados… Sabe, isso até que não me surpreende muito. Eu acho as coisas devem ter ficado ruins pra ele e ele resolveu sumir por uns tempos.

– …

– Mas então, foi uma grande coincidência você ter me ligado, porque eu vou numa competição de muay thai amanhã e não tenho companhia, e aí, tá afim de ir?

– Muay o que?

– É box tailandês, arte marcial.

– Ah, sim, claro! Quero sim!

– Beleza então! Te pego às 6?

– Pode ser. … Será que ele foi embora por minha causa?

– Não, o que é isso, Elisa! Você é fantástica! Não foi por sua causa!

– É que eu mexi no armário dele.

– … E… você viu as…os DVDs?

– Vi.

– Olha, eu…

– Tá tudo bem. De onde eu vim isso é bem normal.

– É? Ah, é, eu imagino…

– Então, a gente se vê mais tarde!

– Ok, até mais tarde então! – No quarto de Mauro, há DVDs espalhados por toda parte. Elisa aperta o play do controle remoto e começa a passar um vídeo, no qual Leandro aparece trocando carícias com uma garota que parece ter uns 11 anos.

– Até mais, Elisa! –

– Leandro, …fica tranquilo que os esqueletos de vocês vão ficar bem guardados no armáio!

– Valeu!

– Beijo!

– Beijo!

– Tchau!

– Tchau!

Elisa desliga o telefone e sorri enquanto assiste ao DVD. O armário proibido está aberto e dentro dele há um saco de lixo preto. Elisa termina de comer um bife cru enquanto assiste à tv. Na cama, há uma bandeja cheia de carne crua: um fígado, dois olhos, uma língua e um coração bem grande e sangrento. Elisa pega o coração e o morde com vontade, o sangue escorre pela sua boca e ela lambe os lábios, saboreando ao máximo a sua refeição. Ela dá uma risada sutil, digna da menina tímida que é.

– Esqueletos no armário…

19 Comments»

  • Livia says:

    que bom que o nerd escritor voltou pra gente poder ler mais contos do Sombra!

  • Luciana F. says:

    TENSO! pobre gordinho.. hahahahhaa

  • Tuca says:

    …. dorme como agora?? kkkkk

  • Luciana F. says:

    Manda ela comer os testículos do Leandro.. MUHUHUAHUAHUAHUAAAA

  • Nuno says:

    muito bom o texto !!!

  • Nat says:

    MEDO!!!

  • J.Nóbrega says:

    Caraca só tem maluco no conto. kkkkkk
    .
    Se fu* o gordin tarado e agora acho que a casa vai caí para o Leandro. Qual será o guisado que teremos no jantar?
    .
    Muito bom!

  • Fábio says:

    Vou ler a continuação. Mais um conto muito bem escrito, parabéns.

  • Victor says:

    mano gostei do conto, só que tem partes confusas! tenta escrever com mais calma e mais detalhado!

    • Concordo. Acho que é falta de prática. Eu escrevo muito pouco, só como hobby, mas tenho muitas ideias. Aí, quando resolvo colocar no papel, acabo me afobando.

  • O conto já tem continuação publicada aqui: Carne II – Ossos do Ofício. É só procurar a parte 1 e o final, eu não sei como linka as publicações. =S

  • Claudeir da Silva Martins says:

    Eliza se mostra muito prestativa no começo no conto, mas logo depois a gente descobre o qual ruim ela é, principalmente na parte dois, com a katana pra matar o Leandro na cama. E o diálogo no telefone, ficou parecendo muito próximo mesmo da realidade, as pessoas ficam falando um punhado de coisa mesmo no telefone, como o Mauro com o Leandro.

    A descrição fisica e psicológica tanto do Mauro quanto da Eliza ficaram perfeitas. E morri de rir com o trecho onde o Leandro e o Mauro comentam se ela é ou não é mulher de verdade, hehehe…
    Caramba, adorei esse suspense e esse segredinho do Leandro com a garota de 11 anos, a qual Elisa descobriu ao ver o DVD.

    O penultimo trecho no final do conto me fez lembrar do Hanibbal Lecter, o personagem do filme “O Silêncio dos Inoscentes”, o qual gostava de matar e devorar suas vitimas. Coitado do gordin! shaushaushau… Agora sei porque ele não queria ninguém mexendo no ármario, muito bom esse capitulo, seguirei para ler a continuação.

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