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Publicado por Pablo Treuffar

– que publicou 13 textos no ONE.

http://www.pablotreuffar.com/

PABLO TREUFFAR é carioca
Nasceu numa manhã de domingo
No outono de 74
Fazia sol no Rio de Janeura
Estudou jornalismo
Está Servidor Público
Mas é vagabundo.

Publicações impressas:

adoençaéadesculpadocaráter – Pablo Treuffar
Editora Multifoco (2011)

Bar do Escritor – antologia
Anarquia Brasileira de Letras
Editora: LGE (2009)

Bar do Escritor – antologia
Edição No 2 Brand
Editora: Kelps (2010)

Bar do Escritor – antologia
Terceira Dose
Editora: Netebooks (2011)

http://www.pablotreuffar.com/

>> Confira outros textos de Pablo Treuffar

>> Contate o autor

* Se você é o autor deste texto, mas não é você quem aparece aqui...
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Apr
26
2013

NÃO EXISTE FATO MORAL

Sempre as fêmeas
Fascinava-me tará-las
Escutá-las
Principalmente passar a pica nelas
Intensidade sexual
O pensamento mal visto
Não há nada além disto
Um homem condicionado à promiscuidade, busca nas vagabas o supremo meter.
Eu fodia e andava
Mas a putaria é julgada por puritanos
Nietzsche escreveu:

Não existe fato moral, mas sim interpretação moral dos fatos.

Concordo
Julgo os mortais pelo fascínio exercido
Eu comia todas
Transpirava execráveis impulsos carnais
Tinha múltiplos disks-foda
Fernanda
Helena
Cláudia
Entre inúmeras possibilidades no cardápio virtual da internet
Vou falar de duas mulheres
Meu mundo imundo
Devasso
Perverso
Abominável
Desprezível
Indecente
Deteriorado
Vai ser pessimamente comentado
Seres humanos não acreditam poder adorar duas ou mais consortes
Meter a piroca em duas ou mais pode
Amar duas é maldição
Sou franco
Estava na merda
Flávia e Luana exigiam táticas de guerrilha
Extremamente diferentes
Luana era circunspecta e não recorria ao sex apeal
Não demonstrava inseguranças
Não gritava por atenção singular
Já Flávia berrava e batia por isso
Devassa do acordar ao dormir
Fazendo pose de domingo a domingo
Luana era serena
No leito, segredava de olhos fechados, contida num sentimentalismo poético, proferindo-se minha, adormecia.
Flávia era o avesso
Adorava escutar sacanagens
Falar obscenidades
Lembro-me dela levando tapas de uma gostosa no rabo, no próprio andamento libidinoso, enquanto nós outros lhe dávamos uma surra de picas.
Flávia era um espetáculo para diferentes indivíduos, um faustoso desempenho descarado.
Sempre indo embora depois do coito, deixando claro não existir fidelidade.
Eu não era diferente
Namorávamos degradados
Mantínhamos o espírito livre
Flávia foi reservada a mim por anos
Depois namorou Pedro, mas trepava comigo semanalmente.
Mesmo assim, tinha despeito por meu relacionamento com Luana, bem como quando namorávamos.
À época, já era extremamente ciumenta a ponto de abortar outras bucetas de minha vida
Eu era um histórico farto de infidelidades corporais
Sendo assim, Flávia me enlouquecia.
Uma vez contei a ela que estava comendo a professora da academia
Ahhh… Joana… a professorinha mais gostosa de Ipanema.
Esse episódio foi um inferno
Lembro-me delas ao telefone
De um lado, Joana.
Do outro, Flávia.
Uma em cada linha
Reclamavam uma da outra
Peguei os telefones
Juntei-os opostamente
Escutaram uma a outra
Fui beber água
Por causa dessas loucuras meu corpo era todo marcado
Cicatrizes feitas pelas garras de Flávia
Na hora da raiva ela não tinha unhas, tinha garras, uma mutante qual Wolverine.
Doentiamente eu tinha atração por essa característica passional feminina
Voltemos à Luana
Seis meses juntos
Não mentia pra ela
Conhecia tudo de mim
Sabia que eu transava com outras mulheres
Sabia quem foram
Como foram
Quando foram
Período de conhecimento mútuo
Luana enfrentava tudo seguramente, tirando-me as marcas deixadas por Flávia.
Se Flávia perturbava Luana?
Acho que não
Luana sublimava, acreditava no passar do tempo.
Não fui fiel sexualmente à Flávia, minha alma gêmea sexual, fosse eu ser, teria sido a ela.
Digo fiel sexualmente porque sempre tive a mania rechaçada por todos de contar infidelidades carnais.
Contar aventuras parece estranho
Pra mim não era
Isso exerce fascínio nas fêmeas
De alguma forma elas conseguem ver um elo de confiança no confessar masculino
Subconscientemente elas gostam de saber que o macho delas é o King Kong da jeba roxa!
Elas não vão assumir isso nunca
Meu jeito era assim, sempre contando.
Não fui monosexual com Luana
Mas é agora que o bicho pega
Vou narrar atrocidades sexuais praticadas por mim e Flávia
Antecipo-me citando Marquês de Sade:

Na Libertinagem nada deve ser assustador, tudo é inspiração natural. Os atos mais extraordinários e bizarros, aqueles que mais flagrantemente entram em choque com todas as leis e instituições, nenhum contraria a nossa condição humana.

Quando eu e Flávia trepávamos
Gostava de espancar-lhe a face
Bater com força
Cuspir em sua cara
Em sua boca
Gozar em seu rosto
Com o meu sêmen a fazia brincar
Obrigava-a limpar restos de porra caídos no chão com a língua, de quatro.
Éramos nojentos juntos
Quantas vezes ajoelhada frente à privada, manuseando minha pica, Flávia tomou banhos de mijo, a urina escorrendo da língua pros lábios e daí para os seios.
Divina
A imagem da subserviência incondicional
Outras vezes mijava em seu rabo empinado de quatro, escoando assim o filete do jato pela caneleta encantada da bunda, formando nas bandas das ancas um rio dourado fluindo por seu cu, terminando em uma cachoeira de ouro a deslizar pela buceta encharcada de muitos outros fluidos.
Nesses momentos, Flávia bebia porra em pratinhos, tal qual uma cadela agradecendo seu dono.
Insana, degustava meu sêmen em copos como uma dama beberia um bom vinho.
Seu drinque preferido
Éramos pornográficos
Seus espasmos orgásticos eram derivados dessas ideias imundas
Flávia nunca passou de uma verdadeira putinha de banheiro
Um esgoto de mijo e porra
A escória sexual da humanidade
A Deusa dos orgasmos humilhantes
Flávia era plena e gostava do limite
Sua alma era minha
Manipulei-a violentamente por anos
Uma vez, ajoelhada no chão duro, chupou-me a pica por tantas horas que seus joelhos sangraram.
As marcas ficaram
Outra vez, já namorando com Pedro, surpreendeu-me com uma punheta na rua, meio a pessoas passando, gozei em sua mão e a mandei lamber.
Ela lambeu olhando-me nos olhos agradecida
Não satisfeitos, fodemos em seu trabalho, na cadeira do seu chefe.
Depois, no banheiro.
Extasiada, gargarejou meu amarelo excremento liquido com devoção, abaixada frente à privada.
Essa imagem dela era recorrente
Pra terminar o extenso e custoso poço de nojeiras, não posso fechar os olhos pra uma ocasião, onde comi o seu cu, dando tantos tapas em sua cara que Flávia viu azul.
Ela considerava este o nosso melhor momento
Uma vadia no melhor sentido da palavra
Sem valores éramos felizes
Esse era o meu estilo de vida até o Pedro me esfaquear pelas costas
Sim, eu estou morto.
Finado na fila do purgatório
Lembro-me porque vim parar aqui
A atração mútua dos sexos era o sentido da minha vida
Flávia era minha luxúria, minha rameira sexualmente submissa.
Luana era confiável, meu porto seguro.
Fiquei com as duas amoralmente
Essa é minha biografia endossada pelo aristocrata francês
Hoje Flávia é casada com Paulo e trepa com Pedro uma vez por mês na penitenciaria onde ele cumpre pena por minha morte
Luana ainda chora por mim de vez em quando, mas está muito bem casada e feliz.
E eu…
Eu me fodi de tanto foder

– Próximo!


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2 Comments»

  • Claudeir da Silva Martins says:

    Interessante o texto deste autor, mesmo do TELEVINÃO, o qual adorei ter lido, pois me fez pensar sobre muitas coisas. Mas o fato é que não existe essa uma de santinho, só se for do pau-oco e concordo quando diz que: Não existe fato moral, mas sim interpretação moral dos fatos.

    E curti muito o lance do morto narrar a história, com o Pedro o esfaqueando pelas costas, uma verdadeiro cafajeste, Judas e amigo da onça. Em fim, deixo meu comentário, pois gostei de ter lido esse texto. Parabéns!

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