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May
28
2013

Dead by Ghosts – Prologo

Dead by Ghosts

25 de Dezembro de 2005

15:30, Estados Unidos da América.

 

A neve caia de modo solene no gramado, em frente a casa de madeira. As árvores gigantes criavam grandes sombras sobre o chão branco, pintado pelo gelo orgânico. O vento criava um névoa que sujava as paredes rústicas por fora, e os vidros estavam todos embaçados. A porta de madeira estava fechada. O chão, riscado por passos, deixa bem claro o comodo em que estamos: a sala. A mesa, com uma garrafa térmica, e várias xícaras utilizadas por apenas um solitário velho. A poltrona, forrada a couro, aconchega e acalma um velhinho, enquanto ele olha para a fogueira de sua lareira. O achocolatado tremia em suas mãos. Os cabelos brancos, bem arrumados, a pele enrugada em volta de seus olhos azuis, e o roupão de quem acabou de sair do banho eram tradicionais para ele. Pensava sobre a vida, olhando tristemente para os quadros da parede a sua direita. O tempo se passará, em seus oitenta anos de vida, nunca viu pessoas tão frias quanto seus próprios filhos: Ele estava passando o natal sozinho. As lágrimas finas saltitavam em poucas quantidades dos olhos, ao pensar nisso.

Por que?, refletiu. Eu sempre dei amor à eles, e eles fazem isso comigo, o próprio pai! Eles prometeram…Prometeram…

O barulho de algo caindo no segundo andar assustou o coitado. Ele saltitou da poltrona, sacando rapidamente, de cima da lareira, um bastão de Baseball – Que por coincidência, seu filho caçula que lhe havia dado como presente  –  e foi até a escada do canto superior esquerdo, subindo-a. A cada passo seu, que despertava um barulho de rachadura, ele sentia seu coração parar e volta ao normal. Ao terminar, estava no corredor de madeira do segundo andar, estreito, pois lá apenas ficavam um banheiro e dois quartos. O barulho se repetiu. O homem ameaçou cair, mas se recuperou, os olhos vidrados na porta de seu quarto. Era de lá que o barulho começara. Ele colocou firmemente a mão esquerda sobre a maçaneta, usando a direita para segurar o bastão, ainda tremendo. Abriu a porta, apoiando o bastão nas duas. Um grito percorreu a casa. O velho nem teve tempo de se defender, caiu morto, antes de ver o seu assassino. Talvez porque ele fosse invisível.

Ou talvez um fantasma.

 


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