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Em meio ao tumulto, um casal arrumava tempo para brincar.


Publicado por Evandro Furtado

– que publicou 95 textos no ONE.

Ocupações: Estudante de Letras (sim, isto é ocupação) e escritor amador em tempo vago.

Base de operações: Lavras/MG (por mais que eu duvide que esteja realmente aqui, às vezes).

Interesses: Cinema, música, literatura, professional wrestling e uma boa pizza se for possível.

Autores Influentes: Stephen King, Dan Brown, Agatha Christie, Paulo Coelho, Tolkien.

Objetivos: Parafraseando o Coringa de Heath Ledger: “I just do things!”

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Jul
16
2013

Resenha: Filhos do Éden – Anjos da Morte

Filhos do Éden - Anjos da Morte

click para comprar Anjos da Morte

Anjos da Morte é o segundo livro da trilogia Filhos do Éden, escrita pelo Eduardo Spohr. Muito mais soturno e intenso que o primeiro, o livro se divide em duas narrativas nos apresentando parte dos conflitos do século XX e dando continuidade cronológica a Herdeiros de Atlântica.

Depois que a colônia atlante Athea caiu e de o querubim Denyel parar no rio Oceanus, a ishim Kaira, deixa de lado sua missão principal para tentar resgatá-lo e para isso conta com a ajuda do querubim Urakin, velho conhecido, e o novo membro do coro, Ismael, um hashmalim. A missão agora é encontrar Egnias, outra cidade do dizimado reino de Atlântida, para acessarem outro afluente do rio Oceanus.

Enquanto Denyel está perdido no místico rio, Spohr nos mostra o exilado no esquadrão Anjos da Morte, um grupo de alados formado por sete malakins a serviço do Arcanjo Miguel que cujo objetivo inicial é colher informações sobre as guerras travadas pelos humanos no século XX.

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Vultos por Andrés Ramos

Do Dia D a Queda do Muro de Berlim. É nesse período que vemos o anjo da morte Denyel agir a mando do malakim Sólom, o Primeiro dos Sete. O acompanhamos nos capítulos mais sombrios do século XX, presenciamos o terror dos combates e a paranoia da Guerra Fria. Observamos o seu decair moral, a sua transgressão dos princípios de sua casta e entendemos assim o motivo que o levou a ser o pária que nos é apresentado no primeiro livro.

E destrinchar Denyel não é um mero capricho, muito menos o “viajar pelas guerras”, tudo está ligada ao plot principal e a medida que Kaira avança em sua busca por Egnias, as histórias vão se completando. Perguntas que ficaram em Herdeiros de Atlântida são respondidas e outras são criadas.

Spohr mistura lugares reais com fictícios para criar sua história. Passeia por cenários conhecidos, como as ruas de Paris e outros nem tão bem conhecidas como as ermas florestas do Camboja. Usa também o misticismo dos nazistas e a busca dos soviéticos por algo que lhes daria vantagem na Guerra Fria contra os EUA para desenvolver e fazer a ligação entre as duas narrativas.

Enquanto Kaira e seu coro enfrentam desafios para achar Egnias, entendemos melhor a natureza da arconte, assim como o papel do Primeiro Anjo na trama. Novos personagens são apresentados, não apenas anjos ou demônios, mas seres humanos que interagem com Denyel em sua jornada e essa proximidade faz com que o anjo exilado aprenda muito com a humanidade.

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Mickail(anjo), Denyel(anjo), Tom Craig(humano) e Albert Bruno(humano) por Andrés Ramos

As questões filosóficas e morais que vem se mostrando uma marca do autor estão em Anjos da Morte, além de nos fazer pensar, passar uma mensagem, também as vezes delimita o que é ser um anjo e um ser humano. A mesma questão pode ter respostas conflitantes e estarem certas, depende do ponto de vista de qual ser a vislumbra.

O cuidado com as descrições das cenas e principalmente com os fatos históricos que ilustram o livro nos coloca exatamente no clima de uma Segunda Guerra ou de um conflito no Vietnã.  O vocabulário, o cinema e principalmente as músicas também servem para colocar o leitor no clima da época.

A leitura flui em capítulos curtos e objetivos. E é essencial prestar atenção nos detalhes, isso é importante para reconhecer as conexões com o primeiro livro e seus personagens.  O spohrverso vai crescendo, algumas castas angelicais vão sendo mais exploradas, além de algumas facetas da própria guerra civil celestial. Entendemos melhor também a guerra entre os atlantes e os enoquianos e como a magia era usada nos tempos de antes do dilúvio.

É uma grande aventura que termina, posso dizer, de uma forma curiosa no epílogo apresentado deixando ainda mais ansioso para ler o próximo e último livro da série.

Nome original: Filhos do Éden – Anjos da Morte Vol. 2
Data de Lançamento: 2013
Autor: Eduardo Spohr
Editora: Verus
Número de páginas: 586

3 Comments»

  • Muito boa resenha Bruno!

    Como comentei pra você, achei ela com um tom bem profissional.
    Mas, acho que faltou um toque de sentimentos.

    Me empolguei lendo o livro e gostaria de ver isso em uma resenha. 🙂

    Hehe.. mas é uma crítica construtiva minha. Achei maneira, ela resume bem o que você terá ao ler o livro! 😀

    Agora, sobre o livro do Eduardo.
    O que falar. Bom, falarei o que disse pessoalmente para ele. Este é na minha opinião, o melhor livro que ele escreveu até agora. A jornada do anti-herói, uma trama excelenete, muito bem escrita. Personagens novos e marcantes… e a construção de Denyel, um personagem que se compara a Ablon (não em poder 😉 ).

    Questionei o Eduardo sobre como ele lida com isso. Sendo A Batalha do Apocalipse o grande final do seu universo, final esse que todos já conhecemos… como ele fará para lidar com isso, criar personagens incríveis, nesse mesmo universo e que nós sabemos que eles não estão no plot final, no grande desfecho.
    Eu quero que eles façam parte, que eles sejam importantes, são personagens bons demais para não ter sua participação.

    Joguei isso para o Eduardo e mandei um… se vira pra agradar os fãs, quem mandou escrever mais histórias fantásticas e criar personagens novos tão bons. 🙂

    Ele só me disse para não se preocupar quanto a isso. 😀

    Que venha o próximo livro!

  • J.Nóbrega says:

    Essa resenha ficou foda!
    .
    Vai tentar concorrer a promoção que ele está fazendo no site para resenhas?
    .
    Estive na sessão de autógrafos do Eduardo aqui em BSB e pude escutar ele falando um pouco desse livro, ainda não comecei a ler, pois estou nos “Filhos do Éden”, mas estou bastante empolgado.
    .
    parabéns pela resenha!

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