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Publicado por Evandro Furtado

– que publicou 95 textos no ONE.

Ocupações: Estudante de Letras (sim, isto é ocupação) e escritor amador em tempo vago.

Base de operações: Lavras/MG (por mais que eu duvide que esteja realmente aqui, às vezes).

Interesses: Cinema, música, literatura, professional wrestling e uma boa pizza se for possível.

Autores Influentes: Stephen King, Dan Brown, Agatha Christie, Paulo Coelho, Tolkien.

Objetivos: Parafraseando o Coringa de Heath Ledger: “I just do things!”

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* Se você é o autor deste texto, mas não é você quem aparece aqui...
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Nov
03
2013

Demônio Voador

O jovem Jorge Solín ofegava. Vinha correndo por quatro quarteirões sem, em nenhum momento, tirar os olhos do céu. Durante seus vinte anos, todos vividos na capital de seu país, Lima, Jorge nunca vira, ou ouvira falar de algo parecido com o que presenciara naquela noite.

A criatura veio rápida, sorrateira, e pegou Luís Gonzalez, seu amigo de infância, levando-o para o desconhecido. A primeira vista não pode vê-la, com exceção das asas que, abertas, chegavam a dois metros de diâmetro. No inicio, aliás, nem se preocupou com a aparência do monstro. Estava ocupado demais correndo.

Entrara agora num beco. A criatura não poderia chegar ali (não voando, pelo menos). Chegou ao fim dele, ali não havia saída. Ouviu um ruído atrás de si. Parecia um urro de um pássaro enorme. Virou-se e encarou um monstro de frente. Era um morcego, gigantesco e assustador. Sangue escorria de sua boca: o sangue de Luís. A criatura de aproximava lentamente, a boca escancarada pronta pra morder. Jorge encolheu-se lentamente, desejando não ter saído àquela noite. O monstro avançou contra ele e Jorge deu um grito horrível.

A criatura ficaria ali por uns minutos, mastigando sem parar o corpo já sem vida. Sairia depois, deixando pra trás uma massa disforme que outrora fora Jorge Solín.


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