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Publicado por Evandro Furtado

– que publicou 95 textos no ONE.

Ocupações: Estudante de Letras (sim, isto é ocupação) e escritor amador em tempo vago.

Base de operações: Lavras/MG (por mais que eu duvide que esteja realmente aqui, às vezes).

Interesses: Cinema, música, literatura, professional wrestling e uma boa pizza se for possível.

Autores Influentes: Stephen King, Dan Brown, Agatha Christie, Paulo Coelho, Tolkien.

Objetivos: Parafraseando o Coringa de Heath Ledger: “I just do things!”

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Dec
14
2013

Atrás Daquela Porta

Baseado na famosa creepypasta!

            Joseph olhava pra porta. Ninguém no campus havia notado ela ali antes. O que havia atrás dela então era um mistério ainda maior. Todos os enviados para lá voltaram loucos (era o que diziam). Mas ele continuava curioso. O que havia lá, atrás daquela porta?

Já fazia três dias que Joseph vinha planejando aquela visitinha. Estudava os horários em que o corredor estava mais deserto, ou seja, seguro pra ir e vir sem ser visto. O reitor havia proibido completamente qualquer aluno de atravessar aquela porta, sob pena de expulsão, mas o garoto não era do tipo que respeitava regras. E esta foi mais uma que ele quebrou.

Mal atravessou a porta, fechou esta atrás de si, sendo que a luz da lanterna que carregava foi a única que restou na escuridão sinistra do outro lado. Era uma lanterna potente, ganhara de seu avô, um judeu que viera para a América no século passado pra trabalhar nas minas de carvão e acabara se tornando um dos grandes administradores delas depois de muito tempo. Segundo ele, aquela lanterna iluminava o fundo de uma caverna, não importa o quão fundo fosse. “Fundo” pensou Joseph, “é bem fundo aqui”. Ele olhou pra baixo e viu a lendária escada. Era a única coisa depois da porta, uma escada, e que dava pra lugar nenhum. Por mais potente que a lanterna fosse, sua luz não era capaz de iluminar mais do que o primeiro lance de escadas. A suspeita confirmou-se. O garoto resolveu fazer o teste que todos faziam, virar a lanterna para a porta. Parecia muito mais potente agora. Virou pra escada novamente e a luz diminuiu. Algo ali não permitia que a luz passasse. Talvez por não querer ser visto.

Joseph desceu o primeiro lance de escadas. A lanterna continuava a iluminar apenas o próximo patamar. Se ele quisesse ver o que estava no fundo, teria que descer muito, muito mesmo. O jovem no entanto ainda não estava com medo, algo que mudaria dali a pouco.

Quando já estava a certa profundidade, ele começou a escutar um ruído baixo, que foi aumentando conforme caminhava. Aquele som foi ganhando forma. “É uma criança.” ele pensou “Tem uma criança aqui. E está chorando”. Logo, junto ao choro vieram os gritos: “Socorro! Alguém me ajude.” dizia a voz ao longe. Joseph acelerou o passo pra tentar se aproximar, mas, não importa o quanto andasse, o som continuava a mesma distância. Era como se o autor dos ruídos se afastasse a mesma velocidade que o garoto descia os degraus da escadaria sem fim. O jovem, no entanto, não recuou. Continuou avançando em direção ao som.

A luz da lanterna continuava a iluminar apenas o próximo lance de escadas. Degraus e degraus e mais nada, a não ser escuridão. Ele continuava a descer até que, de repente, UM SUSTO! Em meio à escuridão um rosto, parado, olhando diretamente para Joseph. Não era possível ver corpo, nem braços, nem pernas. Apenas um rosto sem expressão olhando nos olhos do jovem. Ele virou-se e correu, correu o mais rápido que pode, e em poucos minutos estava lá em cima de novo. Com medo, virou-se para as escadas, mas não viu nada. Novamente, só havia escuridão.


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