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Publicado por Evandro Furtado

– que publicou 95 textos no ONE.

Ocupações: Estudante de Letras (sim, isto é ocupação) e escritor amador em tempo vago.

Base de operações: Lavras/MG (por mais que eu duvide que esteja realmente aqui, às vezes).

Interesses: Cinema, música, literatura, professional wrestling e uma boa pizza se for possível.

Autores Influentes: Stephen King, Dan Brown, Agatha Christie, Paulo Coelho, Tolkien.

Objetivos: Parafraseando o Coringa de Heath Ledger: “I just do things!”

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* Se você é o autor deste texto, mas não é você quem aparece aqui...
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Feb
21
2014

Anjo de Gelo

Amo-te

Amo-te porque preciso

És o ar que respiro

És o chão em que piso

És a brisa da manhã

Que toca minha pele

És a doce irmã

Deixa-me, doce criatura

Louco de desejo

Mas não me demonstra

Carinho ou gracejo

És fria

Em teus olhos não há luz

Mas és minha

Mas não és

Sois muitas

Pois sois várias

E a cada uma delas me rendo

E o que o homem pode fazer

Pra enfrentar o coração?

Nada

E se lembranças

De tempos que não vivi

Tomam-me

É teu rosto que está lá

Toda a beleza do anjo

Toda a frieza do gelo

E quero ter sua face pra mim

E quero ter tua voz pra mim

E assim, quanto partir, doce anjo

Ainda a terei

Não precisarei chorar

Passar noites em claro

Pois estarás comigo

És tudo o que preciso

És a cura de minha ressaca

És o remédio de meus males

És minha esperança

Quero embalá-la em meus braços

E levá-la a um mundo

Onde não há dor ou sofrimento

Onde poderemos fitar o horizonte

E contar as estrelas no céu

E se o sonho acabar, doce anjo

Deite de novo

Que os anjos lhe trarão um mundo mágico

Em uma linda canção de ninar

És anjo

Pois é perfeita

E não há nada como tu

Neste mundo

És gelo

Pois derrete

Toda manhã

Quando acordo


Categorias: Agenda |

4 Comments»

  • Richard Pollari says:

    Acabei conquistado pelo “Homem de Pano” semana passada, e agora com esse texto gostei tanto do que você escreve, que vou acabar lendo todos os outros.

  • Richard Pollari says:

    Acabei sentindo meus comentário muito raso e vazio como se eu não tivesse gostado do texto oque não é verdade, então decidi acrescentar uma pergunta. Como você vê a sua poesia, qual é o proposito que você da a ela?
    Eu a algum tempo atrás odiava que as vissem, que as lessem, que as julgassem, hoje embora tenha muita vergonha em ouvi-las e muito mais em me ouvir canta-las, me sinto feliz quando as leem e as criticam, mesmo que de forma ruim. Como você se sente ao ouvir suas palavras em voz alta?
    Você gosta mais de contos ou de poesias?

    • Evandro Furtado says:

      Eu nunca gostei muito de poesias por um simples motivo: eu não as entendo. Muitas vezes o poeta fica preocupado demais com aquela coisa da métrica e não expressa sentido. Tipo, já viu aquelas poesias em que a frase começa em um verso e termina em outro? Aquilo não faz sentido pra mim. Por isso, quando escrevo em verso, procuro mais expressar sentido do que me preocupar com a métrica e tals.

      Mas eu ainda prefiro um bela obra em prosa, com paragráfos e sentenças e tudo o mais. Muito mais simples de ler!!!

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