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Publicado por Evandro Furtado

– que publicou 95 textos no ONE.

Ocupações: Estudante de Letras (sim, isto é ocupação) e escritor amador em tempo vago.

Base de operações: Lavras/MG (por mais que eu duvide que esteja realmente aqui, às vezes).

Interesses: Cinema, música, literatura, professional wrestling e uma boa pizza se for possível.

Autores Influentes: Stephen King, Dan Brown, Agatha Christie, Paulo Coelho, Tolkien.

Objetivos: Parafraseando o Coringa de Heath Ledger: “I just do things!”

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Feb
27
2014

O Bucaneiro

O capitão Marius Gelen era um pirata. Assim como foram os membros de sua família há mais de trezentos anos. Seu tataravô, Matthijs Gelen fora um dos maiores bucaneiros de todos os tempos, tendo dominado durante muito tempo toda a região do mar do Caribe. Conta a lenda que Matthijs, tomara uma grande nau espanhola, La Hermosa, pouco antes desta desembarcar em Hispaniola. A grande nau era protegida por mais de cem marinheiros, entre espanhóis e membros da companhia das índias ocidentais, experientes e fortemente armados. A tripulação de Gelen, no entanto, munida apenas de espadas e facões, tomara facilmente o navio, cuja riqueza seria estimada hoje em dia em mais de um milhão de dólares americanos. Nenhum dos trinta piratas foi ferido. Nenhum tripulante de La Hermosa sobreviveu.

Agora Marius lembrava-se dos bons tempos. Ele navegava nas águas que fizera seu antepassado famoso. Seu navio era velho, não passava de uma embarcação simples do século passado. Mas era bom o suficiente para singrar aquelas águas.

Um vento forte soprava do oriente. Balançaria com o cabelo de Marius, se ele tivesse algum. Sua cabeça, completamente careca, refletia fortemente a luz do Sol. Esse efeito era causado principalmente pelo suor que o tomava. Era um dia bem quente aquele.

Pela manhã, os homens haviam achado algo. Um baú antigo que, Marius pressupunha, deveria conter algo de valor. Ficou decepcionado quando abriu o recipiente e não achou nada mais que algas lá dentro. Ele pegou o baú e atirou-o de volta às águas, juntamente com os cadáveres dos marinheiros que o encontraram. Gelen não era um primor de paciência.

Agora lá estava ele, fitando o horizonte. O Sol iniciava sua decida em direção ao ocidente. Em poucas horas iria se por. Aquilo causava um efeito muito belo nas águas, que adquiriam uma tonalidade esverdeada àquela hora da tarde.

Uma sombra aproximava-se de Marius pelas costas, assustando o capitão. Virou-se abruptamente, sacando sua espada, apenas para deparar-se com seu primeiro imediato. Aquele era René Degarmo, também conhecido como o “Gigante Francês” ou “René, o Gigante”. O homem que alcançava a incrível estatura de 2,42 metros era o braço direito de Gelen. Seus longos cabelos negros somados à barba espeça que tomava sua face, fazia-o parecer com um terrível elo perdido entre o homem de Neandertal e o homem moderno. Sua voz soou forte quando disse:

– Sou eu, capitão. Creio que possa abaixar a arma.

– Deu-me um baita susto, René. – respondeu o capitão. – A que se deve esta interrupção?

– Os homens estão preocupados com a rota, senhor. Com as águas que planejamos navegar. – Degarmo era, de fato, muito querido pelo comandante. Qualquer outro homem que estivesse questionando suas ordens, estaria, agora, morto.

– Pois diga àqueles bêbados fedorentos que não há o que temer. Lendas sempre existiram. Mas no final não passam de histórias.

– Não sei, senhor. Muitos já se perderam naquelas águas. Homens experientes, inclusive.

– Nenhum deles como o grande Marius Gelen!!!

– Sem dúvida, capitão. – René abaixou a cabeça entendendo o sinal.

– Mais alguma coisa, senhor imediato? – Gelen fitou-o diretamente nos olhos.

– Creio que não, capitão.

– Ótimo. Partamos então. – um brilho de ganância brilhava em seus olhos. – A toda velocidade homens! – ele gritou. – Grandes tesouros nos esperam, no Triângulo das Bermudas!


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