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Publicado por Evandro Furtado

– que publicou 95 textos no ONE.

Ocupações: Estudante de Letras (sim, isto é ocupação) e escritor amador em tempo vago.

Base de operações: Lavras/MG (por mais que eu duvide que esteja realmente aqui, às vezes).

Interesses: Cinema, música, literatura, professional wrestling e uma boa pizza se for possível.

Autores Influentes: Stephen King, Dan Brown, Agatha Christie, Paulo Coelho, Tolkien.

Objetivos: Parafraseando o Coringa de Heath Ledger: “I just do things!”

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Feb
10
2014

Pogo II – A Canção

*Essa canção ecoa na cabeça do protagonista do conto Pogo.

 

Era uma vez

Em  uma cidade

Foi há muito tempo

Contar pra vocês

Essa boa História

É um passatempo

Era um bom lugar

Até que uma vez

Sumiu uma criança

Longe de seus pais

Sozinho no escuro

E sem esperança

Ele só gosta de brincar

Ele só quer se divertir

O que fazer se Pogo te encontrar?

Se o seu sangue congelar

Se um barulho estranho ouvir

É um sinal de que Pogo vai chegar…aqui

E o mal escapou

Pela ignorância

Dos policiais

E em um porão

Foram encontrados

Os restos mortais

E não fora só

Aquele garoto

Que morto havia sido

Muitos outros corpos

Foram encontrados

Já apodrecidos

E o palhaço louco

À cadeira elétrica

Foi condenado

“Por todos os seus crimes

Frios e calcurados

Serás executado”

Mas a sua alma

Continua lá

Naquela cidade

Se você for louco

De o visitar

Vai ver a verdade

Que…

Ele só gosta de brincar

E ele só quer se divertir

O que fazer se Pogo te encontrar?

Se o seu sangue congelar

Se um barulho estranho ouvir

É o sinal de que Pogo vai chegar…aqui!

2 Comments»

  • Thiago Albuquerque says:

    Realmente Evandro, o seu conto destoa em temática com o meu em longa medida. Gosto da mítica criada ao redor de grandes serial killers, como J. W. Gaci, que usava do alter ego Pogo, para se justificar.
    Gostei do texto.

    • Evandro Furtado says:

      Valeu Thiago. Eu posso deizer que serial-killers, de certa forma, me fascinam. Não que eu goste do que eles fazem, mas a ideia de manter um padrão nas coisas é sempre interessante.

      Gacy especialmente se destaca pela figura do palhaço. Palhaços já são naturalmente assustadores, mas um palhaço serial killer, parece até mentira.

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