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Publicado por Evandro Furtado

– que publicou 95 textos no ONE.

Ocupações: Estudante de Letras (sim, isto é ocupação) e escritor amador em tempo vago.

Base de operações: Lavras/MG (por mais que eu duvide que esteja realmente aqui, às vezes).

Interesses: Cinema, música, literatura, professional wrestling e uma boa pizza se for possível.

Autores Influentes: Stephen King, Dan Brown, Agatha Christie, Paulo Coelho, Tolkien.

Objetivos: Parafraseando o Coringa de Heath Ledger: “I just do things!”

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Mar
15
2014

Fogo no Céu – Parte 3

Parte 1                                                                       Parte 2

 

Finalmente, os homens sobreviventes puderam parar para descansar. Estavam, agora, do outro lado do abrigo subterrâneo, que parecia estar completamente livre das formigas. A preocupação era clara, apesar de nenhum deles ter dito uma palavras sequer desde que chegaram ali.

– Eu não entendo! – Hayes foi o primeiro a quebrar o silêncio. – Não fui avisado de qualquer perigo em relação a essas formigas. O alto comando não deu quaisquer informações relativas ao fato de serem hostis a humanos.

– E de fato não são. – Lynwood respondeu. – Essas formigas têm um impacto direto ao ambiente que vivem, já que sua alimentação consiste de proteínas presentes em plantas e animais. Mas nunca ouvi falar de qualquer ataque a humanos.

– Então por que isso aconteceu.

– Creio que seja nossa culpa. – Hayes não sabia se entendera direito. Patrick prosseguiu. – Quando fizemos os testes nucleares no atol, isso impactou diretamente na fauna e flora presente na região. Tudo foi afetado. Aquilo que não morreu durante os testes acabou por ser contaminado ao longo do tempo.

– Tudo menos as malditas formigas.

– Exato. Elas parecem ter algum tipo de resistência à radiação. Mas elas não são resistentes à fome. Sem sua carga natural de comida, elas resolveram atacar a primeira presa disponível: nós.

– Mas e agora? – Wilkerson questionava. – A única saída do abrigo está tomada por elas. Precisaríamos passar por aquele local para que possamos sair.

– Isso não é verdade. – disse o sargento. – Existe uma saída de emergência, nessa extremidade do abrigo. O que precisamos é procurar. Mas não agora. É melhor deixar a tempestade passar primeiro.

– E existe alguma expectativa de quanto tempo irá durar? – perguntou o doutor.

– Cerca de três horas segundo o centro de meteorologia.

– E quando chegará?

– Dentro de alguns minutos. Mas não se preocupem – disse a agora se dirigindo a todos. – Esse abrigo é seguro, nenhuma gota de água entrará nesse lugar, eu garanto.

– O que me preocupa – disse Wilkerson – não é o que está lá fora. Mas sim o que está aqui dentro.

Todos ficaram em silêncio com aquela declaração, percebendo em fim, o perigo que corriam. A tempestade era o menor dos males naquele momento. Eles precisariam passar três horas inteiras naquele lugar sem nenhuma proteção contra as pequenas criaturas que haviam matado três de seus companheiros.

– Um meteoro, uma tempestade e um ataque de formigas carnívoras. – dizia Hayes enquanto limpava o suor da testa. – Não é um dia maravilhoso. – tirou um lenço e continuou a enxugar-se. Estava suando muito. – Sou eu, ou este lugar está começando a ferver? – questionou.

– É verdade. – Lynwood concordou. – Está ficando quente.

– Vejam. – era Wilkerson quem chamava. Apontava para um canto escuro do abrigo que começava a iluminar. Raios de luz pareciam vir da superfície, por meio de uma fresta no teto.

– O alçapão. – disse Lynwood. – A saída de emergência. – já ia levantando-se quando Hayes o segurou.

– Espere! – disse o sargento. Todos ficaram em silêncio mais uma vez. Uma batida forte e compassada aproximava-se deles. O som parecia ser acompanhado por um aumento gradativo da temperatura. Preocupado, Hayes aproximou-se da saída de emergência enquanto fazia sinais para os outros homens ficarem preparados para um possível ataque.

O sargento parou bem abaixo do alçapão. O som era mais claro agora e Hayes sabia o que significava. Sua expressão se alterou completamente, e os outros perceberam.

– O que há sargento? – Wilkerson perguntou.

– Tem alguém lá fora. – disse Hayes sem acreditar.


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