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Publicado por Evandro Furtado

– que publicou 95 textos no ONE.

Ocupações: Estudante de Letras (sim, isto é ocupação) e escritor amador em tempo vago.

Base de operações: Lavras/MG (por mais que eu duvide que esteja realmente aqui, às vezes).

Interesses: Cinema, música, literatura, professional wrestling e uma boa pizza se for possível.

Autores Influentes: Stephen King, Dan Brown, Agatha Christie, Paulo Coelho, Tolkien.

Objetivos: Parafraseando o Coringa de Heath Ledger: “I just do things!”

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Mar
18
2014

Fogo no Céu – Parte 4

Parte 1                    Parte 2                    Parte 3

 

 

Ao contrário do que Hayes e os outros acreditavam, nem todos que estavam na base morreram, pelo menos não durante a queda. Dos oito presentes, três morreram no impacto. Dois foram queimados pela explosão. Isso deixa três sobreviventes. Entre eles a doutora Cynthia Thorn, a única mulher do grupo.

Thorn era uma valorizada bioquímica que vinha trabalhando para o governo americano pelos últimos cinco anos. Suas habilidades somavam uma competência absurda a um excelente trabalho em equipe, adicionados de uma beleza estonteante, que arrancava suspiros de soldados e oficiais. Diziam que ela vinha mantendo um affair com o sargento Hayes. Piadas dentro do pelotão vinham circulando ao longo dos últimos meses quando souberam que ambos estariam envolvidos na operação na ilha. Um soldado ganhou cinquenta dólares de cada um de seus companheiros depois de apostar que perguntaria ao sargento se ele aproveitaria a ilha com a doutora. É claro que o dinheiro que ganhou não compensou os castigos que recebeu.

Agora, sob os escombros da explosão, Cynthia tentava respirar em meio a fumaça que enchia o salão. Ao longe ela conseguia escutar um dos sobreviventes agonizando. Os gritos de dor aumentavam ainda mais seu desespero. Ela tentou identificar o homem que gritava, mas não conseguiu enxerga-lo. Em meio às sombras, surgiu então, outro rosto conhecido.

– Está bem, doutora? – perguntou Rickie Atkinson, segundo em comando na operação.

– Sim, estou! – respondeu ela levantando-se. E estava bem mesmo afinal, além de bioquímica, Cynthia recebera um treinamento militar avançado e só não era uma oficial porque não quis receber as honras. Não acreditava que estava pronta.

– Precisamos sair daqui!

– Tem mais alguém vivo ali! – Cynthia apontou.

– É Sidney! – Atkinson respondeu. – Mas não creio que há alguma chance para ele. Foi cortado ao meio no impacto. Aquilo ali no chão é só a metade de cima dele. Encontrei as pernas (ou o que sobrou delas) a uns dois metros do restante do corpo.

– Está tudo bem então! – Thorn assentiu. – Vamos.

Eles saíram do local da explosão lentamente. Havia destroços por todo lado e eles podiam se cortar em um simples movimento. Seguiram em direção à saída de emergência.

– A porta principal – Rickie dizia – foi completamente destruída. Por sorte a saída de emergência está intacta.

– Mais alguma avaria considerável?

– Nosso avião foi destruído pelo impacto. Estamos presos aqui, doutora.

Aquela informação abalou Cynthia. Não lhe agradava nem um pouco ficar ali no atol, correndo risco de contaminação pela radiação, além de sabe-se lá quais outros.

Quando conseguiram sair da construção puderam, enfim, perceber o tamanho da destruição causada pela queda do meteoro.

– Você viu onde está? – perguntou a doutora.

– O quê?

– O meteorito!

– Do outro lado. – disse Atkinson em tom de preocupação. – Mas não creio que devamos…

– Sim. Precisamos ver. Leve-me até ele.

Relutante, Rickie guiou Cynthia até o local. Precisaram dar meia volta pelos destroços para chegarem até o local. Uma cratera do tamanho de um ônibus escolar fora aberta. No centro dela, o meteoro se encontrava.

O objeto cilíndrico era estranho. Era feito de uma rocha escura, quase da coloração do carvão. Parecia estar, ainda, muito quente. Era possível ver um líquido negro escorrendo por uma das bordas. Mas havia algo de estranho com aquele objeto.

– Vê o buraco no meio? – perguntou Cynthia.

– Sim.

– Não foi aberto na queda.

– O que? Como assim?

– A queda teria destruído o objeto, não aberto um buraco no meio. E olhe bem – Cynthia se aproximou do objeto. Rickie tentou segurá-la mas não pôde. Ela chegou mais perto. – Esse buraco. Veja as bordas. – havia um tom de preocupação na voz dela. – Estão viradas para fora. Como se o buraco houvesse sido aberto por dentro.

– Talvez gases dentro do objeto.

– Não creio. Isto também teria explodido o meteoro. É como se tivesse sido aberto para… – ela parou.

– Para? – Rickie a apressou. – Para o que, doutora?

– Para que algo pudesse sair.

Aquela fala foi o suficiente para que Atkinson tirasse sua arma do coldre, puxasse a trava de segurança e preparasse para o ataque.

– Está me dizendo que havia alguma coisa aí dentro? – ele perguntou afoito.

– É o que parece. Não posso afirmar.

Ambos começaram a olhar ao redor. Estavam nervosos como nunca na vida. Atkinson estava atento a qualquer movimento. Qualquer coisa que se mexesse ali por perto levaria chumbo. Mas ele nunca precisou atirar.

De repente, uma onda forte de calor os atingiu pelas costas. O aço da arma na mão de Rickie começou a esquentar, fazendo-o soltá-la. No chão ela começou a derreter, e a temperatura não parava de subir. Logo, a pele dos dois militares, começou a sentir os efeitos do calor excessivo. Primeiro, começaram a avermelhar. Em seguida, bolhas de queimaduras começaram a surgir. Cynthia caiu, começando a gritar.

Resistente, Atkinson mantinha-se de pé apesar da dor insuportável. Ao contrário de Cynthia, ele pôde ver a luminosidade que se aproximava pelas costas. Girou em cima dos calcanhares e sua vista foi ofuscada, como se estivesse olhando para o sol. Demorou um pouco para divisar o que estava diante dele. Era um ser humanoide, mas estava em chamas. E o fogarel não parava de queimar, aumentando mais e mais a temperatura.

Fraco demais para suportar, Atkinson também caiu e seus gritos somaram os da doutora naquele inferno em alto mar. E mesmo os gritos de Sidney, cerrado ao meio, instantes atrás, pareciam simples sussurros em meio aos urros de agonia expelidos por Rickie Atkinson e Cynthia Thorn enquanto eram assados vivos.


Categorias: Agenda |

4 Comments»

  • cmoffatt says:

    Fala Evandro…
    A impressão que tive é que a qualidade deste capítulo ficou um pouco comprometida.
    Alguns parágrafos carecem de uma revisão, pois ficaram confusos e repetitivos. Exemplo:
    “Aquilo ali no chão é só a metade de cima dele. Encontrei as pernas (ou o que sobrou delas) a uns dois metros do restante dele.”
    Essa repetição do “dele”…”dele” poderia ser modificada para: “Aquilo ali no chão é só a metade de cima dele. Encontrei as pernas, ou o que sobrou delas, a uns dois metros do restante do corpo.”
     
    Aqui fiquei confuso:
    “Cynthia recebera um treinamento militar avançado e só não era uma oficial porque não quis receber as honras. Acreditava que estava pronta.”
    Provavelmente ela não quis receber as honras porque “acreditava que NÃO estava pronta”, certo?
     
    Aqui, mais algumas repetições:
    “Não lhe agradava nem um pouco ficar ali no atol, correndo risco de contaminação pela radiação, além de sabe-se lá quais riscos.” (RISCO/RISCOS)
    “Relutante, Rickie guiou Cynthia até o local. Precisaram dar meia volta pelos destroços para chegarem até o local. Uma cratera do tamanho de um ônibus escolar fora aberta. No centro dela, o meteoro se encontrava” (O LOCAL/O LOCAL)

    Detalhes técnicos:
    “O objeto cilíndrico era estranho.”
    O meteoro era cilíndrico mesmo ou você quis dizer “Esférico”? Porque um “meteoro” cilíndrico já ficaria muito evidente que não seria algo natural. Acho que a cientista perceberia isso imediatamente.
     
    Na parte do raio de calor… Pra chegar ao ponto de uma arma derreter, a carne já entrou em combustão faz tempo…

    Vou dar uma lida na parte final agora.
    Grande abraço!

    • Evandro Furtado says:

      Valeu pelas dicas. Eu estou com um sério problema de escrever publicar logo em seguida. Prometo fazer uma revisão rigorosa.

    • Evandro Furtado says:

      OK, fiz uma revisão. Mantive algumas coisas pra que a sequência faça sentido.

      O formato do meteoro, por exemplo, há uma razão, e quando você está sendo torrado vivo não dá pra ver muitas coisas.

      Em relação a arma, podemos dizer que, por estar apontada a frente, estava mais próxima da zona de calor. Desculpe, mas como eu não sou da Física ou da Quimica sempre fica alguma coisa a desejar, mas ficção cientifica nem sempre é completamente correspondente a realidade.

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